Candidíase oral: saiba seus sintomas, fatores de risco e como tratar

Candidíase se trata de uma infecção conhecida por afetar os órgãos genitais, no entanto, pode também afetar a pele, unhas, a garganta e também a zona bucal. É causado pelo fungo Candida albicans, que desencadeia o seu processo de infecção. O que poucos também sabem é que a candidíase oral é muito comum em bebês, …

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Como cuidar da higiene bucal dos bebês

Cuidar da higiene bucal dos bebês é extremamente importante para a saúde dos pequenos, crescimento saudável dos dentes e até para o devido fortalecimento do organismo. Para isso, os processos de cuidado com a saúde e higiene devem começar desde muito cedo, antes mesmo dos primeiros dentes nascerem, higienizando as gengivas após a amamentação. Quando …

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Cárie: saiba como tratá-la

carie

A cárie é uma infecção dos dentes causada por bactérias presentes na boca, que se acumulam formando placas rígidas e difíceis de serem removidas sem o auxílio de um profissional, podendo ocasionar a perda dental se não for devidamente tratada.

Nessa situação, as bactérias vão perfurando o esmalte dos dentes, causando dores e desconforto, principalmente quando atingem as partes mais profundas da estrutura.

Em casos mais graves, em que não foi feito um tratamento correto com um dentista devido a falta de um plano odontológico ou outros fatores, a arcada dentária pode ser comprometida de forma unitária, parcial ou integral.

Nesses casos, após a devida limpeza da área, podem ser necessários tratamentos ainda mais complexos, como a retirada das bactérias concentradas no local e a colocação de um implante dentário. 

Por isso, é importante que as pessoas consultem um dentista especializado e que, preferencialmente, já façam acompanhamento, como os que atuam para convênio odontológico ou de forma individual.

Além disso, para prevenir o surgimento da cárie e de outras doenças bucais é preciso manter as consultas regulares, com um período de seis meses entre as visitas. Isso para que o profissional identifique os sinais que podem ser indicativos de cáries, como:

  • Dor no dente;
  • Hipersensibilidade;
  • Infecção dental;
  • Mau hálito;
  • Perda dentária.

Contudo, a cárie também pode não apresentar sintoma algum, sendo identificada apenas em avaliação com o odontologista. Por isso, a realização de consultas se mostra ainda mais necessária.

Inclusive, quanto antes o problema for identificado, mais fácil é de tratar. Por isso, deve-se manter a regularidade correta de consultas, prevenindo doenças e identificando antes que surjam complicações, além de realizar o cuidado diário adequado para dentes saudáveis, intactos e livres de doenças (como por meio da escovação).

Como mencionado anteriormente, durante o estágio inicial da cárie, geralmente não é apresentado nenhum sintoma e, por isso, é preciso ficar atento com a saúde bucal.

Assim, se sentir sintomas, a consulta com um dentista, seja de plano odonto empresarial ou particular, deve ser feita o quanto antes, independentemente de já ter sido realizada a consulta de rotina a “pouco” tempo.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cárie é a doença mais comum em todo o mundo, tendo cerca de 60% a 90% das crianças como principais atingidas pelo quadro.

Além disso, a Universidade de Queen Mary, em Londres, mostrou que mais de 2 bilhões de pessoas no mundo possuem cárie.

O que causa a cárie?

A principal causa da cárie é a falta de higienização bucal correta, pois o acúmulo de bactérias presentes na boca e os resíduos alimentares que as alimentam é o principal fato para a doença bucal se desenvolver e causar complicações à boca do paciente. 

Para além da higienização bucal, a alimentação também pode ser outro fator decisivo para o surgimento de cáries. 

Alimentos ricos em açúcar ou carboidratos alimentam as bactérias presentes na boca, que, por sua vez, liberam um ácido que corrói o esmalte, que protege os dentes, favorecendo a proliferação dos microrganismos.

Mesmo se tratando de uma bactéria, a cárie não é uma doença transmissível, ou seja, não passa de pessoa para pessoa por meio de beijos ou compartilhamento de objetos, pois está relacionada diretamente aos hábitos alimentares e higiene bucal de cada um, dependendo da alteração da mucosa também.

Tratamento

Não tem segredo, quando houver uma cárie dentária, é preciso fazer uma consulta com um dentista, não existindo um tratamento caseiro capaz de resolver. 

Assim, o dentista de plano dental coletivo empresarial, individual ou particular pode realizar processos capazes de eliminar a cárie, conforme a quantidade de dentes atingidos e a profundidade, em apenas uma sessão. 

Após a remoção da cárie de todo o tecido infectado, seja por meio da coroa, raspagem ou obturação, é aplicada a resina no local.

No entanto, também há casos em que muitos dentes são afetados pela cárie de forma profunda. Portanto, um tratamento de canal ou mesmo a remoção do dente poderão ser feitos. 

Com isso, tais procedimentos consistem na retirada do dente afetado e de tecidos próximos, limpeza da área e até a colocação de uma prótese.

Como evitar a cárie?

Para se prevenir de cáries é preciso adotar cuidados de higienização bucal e alimentação, estando atento aos sinais. 

Uma limpeza da boca adequada é feita escovando os dentes três vezes ao dia e de forma correta, com movimentos circulares.

Além disso, é preciso passar fio dental diariamente e bochechar o enxaguante bucal ao final da escovação.

Já quanto à alimentação, os alimentos açucarados, como já foi dito, são contra indicados, enquanto os ricos em cálcio e vitamina D, como leite e seus derivados, ovo, espinafre e couve são altamente recomendados.

Isso porque, os alimentos do segundo grupo são capazes de fortalecer o esmalte, que protege a arcada dentária de doenças bucais.

Outros alimentos recomendados são os ricos em fibras – laranja, maçã e cenoura -, pois eles limpam os resíduos alimentares presos nos dentes e estimulam a produção de saliva, regulando o pH e realizando limpeza natural dos dentes.

Além disso, é preciso ir ao dentista para que o profissional limpe a dentição de maneira mais profunda, removendo possíveis placas de tártaro e para a aplicação do flúor, elemento fundamental no combate à cárie e contribuindo para o fortalecimento dental.

Para isso, uma alternativa é avaliar a contratação de um convênio, seja por meio de plano dental para MEI, empresarial ou individual, de acordo com o caso, para que as consultas possam ser feitas de forma regular e sem que haja uma grande alteração do orçamento familiar.

Assim, é possível ter mais saúde bucal, prevenir cáries e sorrir com qualidade junto de sua família e amigos.

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Saiba o que é ATM e os seus principais problemas

ATM

Problemas relacionados a ATM ou Articulação temporomandibular, tratam-se de uma condição que afeta grande parcela da população mundial. Segundo estudos epidemiológicos, realizados pelo Hospital Samaritano, em 2019, cerca de 75% da população brasileira possui problemas relacionados a essa condição. 

Por esse motivo, explicaremos tudo sobre o que é essa condição, como ela afeta as pessoas, quais são os principais sintomas e tratamentos.

O que é ATM

A ATM é a sigla designada para Articulação Temporomandibular. Mas o que isso significa? 

Essa articulação é uma estrutura localizada na região da mandíbula, sendo uma peça fundamental para a movimentação do maxilar. Entre as principais ações que essa articulação participa ativamente, estão:

  • Sorrir;
  • Mastigar;
  • Falar;
  • Bocejar.

Os movimentos dessa articulação são bastante amplos, visto que é possível movimentar a ATM para cima, baixo e para os lados, sem uma trajetória específica.

Por conta dessa ampla movimentação, que é constante, já que a articulação é essencial para a realização das principais ações da boca, é natural que ela esteja “desprotegida” e seja estimulada em excesso em alguns casos.

Ou seja, diversas complicações podem surgir nessa região, que precisam ser tratadas com os devidos cuidados para manter seu pleno funcionamento.

Disfunção temporomandibular

A disfunção temporomandibular (DTM), é a designação para disfunções nessa articulação, causando dores ou desencadeando problemas, como travamento ou ranger dos dentes, impactando na dentição.

De acordo com dados recentes, quase 70% da população sofrerá com essas disfunções na mandíbula. 

Além disso, cerca de 15% dessa porcentagem precisam ou precisarão realizar tratamentos mais específicos, como uso de placas intraorais ou mesmo fisioterapia.

Sintomas

Nem sempre é possível identificar a razão pela qual a pessoa adquiriu a DTM, sendo geralmente uma inflamação que pode surgir por uso excessivo inadequado e até por impactos na região.

Contudo, existem sintomas que são característicos que podem auxiliar na sua devida identificação.

Apesar disso, por serem sintomas comuns, as pessoas podem entender que estão com outra doença, confundindo os sintomas. 

Os principais sintomas para o ATM ou DTM, são:

  • Dificuldade para abrir ou fechar a boca;
  • Dificuldade para mastigar;
  • Estalos na mandíbula;
  • Inchaços na face;
  • Dores de cabeça;
  • Dor de ouvido;
  • Dor no maxilar;
  • Zumbidos.

Naturalmente, esses problemas podem aparecer em outras doenças, por isso é crucial o devido acompanhamento e diagnóstico profissional. 

Para se ter uma ideia, a dor de dente e do maxilar são comuns quando há algum problema nessa região, ou quando uma pessoa está em fase de tratamentos de correção dentária, usando um aparelho dentario, por exemplo.

O que ela pode causar?

Como dissemos, alguns sintomas da ATM ou DTM são comuns e bastante incômodos. 

Dessa maneira, quem possui uma disfunção nessa articulação pode ter dores e incômodos bastante intensos, que dificultam a vivência diária e a realização de diversas atividades, impactando no bem-estar de forma ampla.

Geralmente, quando uma pessoa está com dor na boca ou nos dentes, seja por formação de cárie, placa bacteriana, ou durante a adaptação no uso do aparelho de dente é natural que ela não consiga ter os mesmos esforços diários por conta desse incômodo. 

Dessa maneira, a rotina pode ser atrapalhada, tanto dentro de casa, como no trabalho, causando dificuldades que podem ser irreversíveis.

Contudo, todos podem ser facilmente resolvidos, seja pelo período correto de adaptação ou mesmo o tratamento indicado para cada problema.

Dessa forma, é fundamental buscar auxílio médico e odontológico para resolver esse tipo de situação. 

Assim, para além de tratamentos que costumam ser comuns para correções na arcada dentária, como o uso de aparelho ortodôntico, a correção ou eliminação da DTM pode requerer tratamentos mais específicos, que veremos mais a fundo a seguir.

Tratamentos

Como dito anteriormente, os tratamentos da DTM não costumam ser os mesmos utilizados para problemas dentários, pois a região mais afetada não são os dentes e sim a mandíbula e o maxilar. 

No entanto, essas estruturas também podem ser afetadas e, por esse motivo, devem ser protegidas. 

Do mesmo modo, o alinhamento dental também pode influenciar nos resultados dos tratamentos específicos, devendo avaliar as necessidades e até a possibilidade de um tratamento multidisciplinar.

Dessa forma, além do tratamento para a DTM, outros procedimentos de recuperação e correção também podem ser necessário.

No caso da lente de contato dental, por exemplo, que é bastante eficaz e muito utilizada por dentistas para correções dentárias, não se encaixa para o tratamento da DTM, mas pode ser utilizada após as orientações para recuperar a estrutura dental que foi comprometida por esse tipo de problema.

Ou seja, tudo pode estar conectado, desde a mordida inadequada que afeta a musculatura, ou mesmo a tensão que pode ocasionar a quebra ou trincas nos dentes.

Mais ainda, com o surgimento do DTM, a mandíbula e o maxilar são afetados, e caso isso se agrave, pode atingir outras regiões da boca, como a gengiva e os dentes. 

Por isso é muito importante buscar auxílio rapidamente, para que esse problema não gere complicações e atinja outros tecidos.

Imagine se o problema não for identificado e tratado adequadamente, além dos trincados pode haver a perda dental devido ao impacto direto na estrutura dos dentes.

Inclusive, nesses casos, será necessário a utilização de um implante dentário para repor os dentes perdidos e restabelecer a mordida. 

Dessa maneira, os tipos de tratamentos utilizados variam de caso em caso. Em casos mais leves, analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares podem ser o suficiente para resolver.

Quanto mais a doença se agrava, os tratamentos podem se tornar mais intensos e até mais invasivos. 

Em grau “intermediário”, pode ser necessário terapias, como fisioterapia e aconselhamento psicológico para acompanhar a situação do paciente, pois pode haver relação com questões psicológicas a serem desenvolvidas.

Por fim, em situações mais graves, pode ser necessário tratamentos cirúrgicos, artroscopia ou injeções para resolver a dor que se agrava por conta do tempo. 

Independentemente do quadro, a busca por um profissional capacitado e especializado é crucial para amenizar/solucionar a ATM/DTM, conforme as necessidades e gravidade, de modo que também seja possível um atendimento mais amplo caso seja preciso.

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Quantos dentes nós temos na boca?

Afinal, quantos dentes nós temos na boca? Você já pensou sobre isso? Essa resposta depende de algumas condições, sendo uma delas a idade. Normalmente crianças e adultos possuem um conjunto de dentes diferentes. Por isso, separamos algumas informações sobre esse assunto para você no texto de hoje, confira. Quantidade de dentes que tem na boca …

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