O que são cianobactérias, como podem afetar a saúde e o que fazer

As cianobactérias correspondem a um grupo de bactérias que obtém energia por meio da fotossíntese, o que é possível devido à presença de pigmentos como clorofila A, ficoeritrina, fitocianina e carotenoides. Essa bactérias podem ser encontradas principalmente em água doce, no entanto pode também se desenvolver na água do mar, sedimentos, rochas e solos.

Essas bactérias são capazes de sobreviver em ambientes com exposição à luz e grande quantidade de nutrientes, o que favorece a floração, que é um processo caracterizado pela aglomeração de células, resultando na formação de uma camada verde na água, sendo este um indicativo de grandes quantidades de cianobactérias.

A presença de grandes de cianobactérias pode ser associada à presença de grandes quantidades de toxinas, o que podem interferir diretamente na saúde das pessoas. Dessa forma, é importante evitar o contato e consumo de água em que possa ser observada a presença da camada verde, já que é indicativo de contaminação.

O que são cianobactérias, como podem afetar a saúde e o que fazer

O que podem causar

Algumas espécies de cianobactérias são capazes de produzir toxinas, chamadas de cianotoxinas, o que poderia trazer consequências para a saúde quando a pessoa entra em contato ou ingere alimentos ou água contaminada com grandes quantidades de toxinas e cianobactérias. A maioria dos casos de intoxicação por cianotoxinas acontecem em animais, no entanto existem casos de intoxicação em humanos por essas toxinas, sendo considerados graves.

Os efeitos das cianotoxinas no organismo humano dependem da quantidade de toxina ingerida e circulante no organismo. As principais toxinas produzidas pela cianobactérias e seus possíveis efeitos na saúde são:

  • Hepatoxinas, que atuam diretamente no fígado, interferindo no seu funcionamento e resultando no aumento desse órgão, vômitos e hemorragias, o que pode levar à morte num intervalo de poucas horas a poucos dias caso o tratamento não seja iniciado;
  • Neurotoxinas, que atuam no sistema nervoso e podem resultar em convulsão e alterações respiratórias, podendo levar à parada respiratória e morte poucos minutos a horas após a ingestão de grandes quantidades de toxinas;
  • Dermatoxinas, que provocam lesões na pele, o que poderia favorecer a ocorrência de infecções secundárias.

Além disso, a exposição prolongada e frequente a pequenas quantidades de toxina podem aumentar o risco de desenvolvimento de câncer a longo prazo. Assim, caso a pessoa seja exposta a pequenas quantidades de hepatoxina ao longo do tempo, há maior risco de desenvolvimento de câncer do fígado, por exemplo.

O que fazer

Para evitar os possíveis efeitos das cianobactérias no organismo, é importante que se tenha atenção à qualidade da água, avaliando cheiro e cor e evitando o contato e o consumo de água ou alimentos, que estiveram em contato com essa água, que aparentam estar contaminados.

No caso de contato ou ingestão de água potencialmente contaminadas por cianobactérias, é importante que a pessoa vá ao posto de saúde ou hospital mais próximo para que sejam feitos exames que ajudem a avaliar os níveis de toxina presentes no organismo e funcionamento dos órgãos e, assim, ser possível indicar o tratamento mais adequado caso haja necessidade.

Veja também como tornar a água própria para o consumo.

Fonte tuasaude.com

Brasil tem mais de 15 mil mortes pela Covid em uma semana, a pior da pandemia

Em uma semana, da última segunda (15) a este domingo (21), morreram 15.788 pessoas por Covid-19 no Brasil. É a pior semana desde o início da pandemia, há pouco mais de um ano, e a terceira seguida de recorde. Na última terça (16), o país teve seu pior dia até aqui, com o registro de 2.798 mortes.

Somente nas últimas 24 horas, as secretarias estaduais de Saúde contabilizaram 1.259 mortes, e a média móvel de sete dias de óbitos pela doença chegou a 2.255, o 23º recorde seguido.

Na semana passada, de 8 a 14 de março, foram 12 mil óbitos, e na anterior, de 1º a 7 de março, outros 10.500. O país acumula 294.115 vítimas da Covid desde o início da pandemia.

O país também teve 47.107 casos de Covid, e chegou a 11.996.442 pessoas infectadas. O recorde de casos em 24 horas ocorreu na última quarta (17), 90.830 infecções.

Os dados brasileiros são os aferidos pelo consórcio de veículos de imprensa integrado por Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 e coletados até as 20h com as secretarias de Saúde dos estados.

O país vive o pior momento da pandemia, sem sinais de arrefecimento da situação no horizonte.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 16 estados e pelo Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 15.966.084 doses de vacina (11.805.991 da primeira dose e 4.160.093 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 7,34% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 2,5%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 84.634 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 19.984, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Reino Unido testa tratamentos anti-Covid como prevenção em pacientes vulneráveis

O governo britânico começou a testar se tratamentos já comprovados contra Covid-19 podem também agir de forma profilática, ou seja, prevenindo a infecção e a transmissão de coronavírus entre pessoas vulneráveis —residentes de asilos e pessoas com sistema imunológico debilitado, como pacientes transplantados, em tratamento para câncer ou em diálise.

Como a vacina pode ter o efeito reduzido em pessoas nas quais o sistema imunológico está diminuído, o estudo britânico quer testar se os medicamentos podem oferecer uma proteção adicional, anunciou neste domingo (21) o governo..

Os remédios testados serão dexametasona e tocilizumabe, que, em estudos preliminares, já se mostraram eficazes para reduzir mortes em casos graves de Covid-19 e são usados com esse objetivo em hospitais britânicos.

Médicos alertam, porém, que esses medicamentos não devem ser usados fora de hospitais ou em pesquisas científicas controlas, porque podem ter efeitos perigosos.

No ensaio clínico já iniciado pela Universidade de Cambridge, chamado de Protect-V, participarão 2.250 voluntários com doença renal, que estejam em diálise ou com transplante renal ou estejam recebendo imunossupressão. Os testes vão durar 12 meses.

O ensaio Protect-CH, conduzido pela Universidade de Nottingham, começa no próximo mês e testará durante dois anos o efeito dos tratamentos para reduzir a transmissão dos Sars-Cov-2 e evitar casos graves de Covid-19 em residentes e funcionários de lares de idosos.

Devem participar do estudo 12 mil voluntários, em 400 lares de idosos.

Se os remédios se mostrarem eficazes para evitar a disseminação do vírus entre esses grupos, seu uso pode beneficiar ao menos 500 mil pacientes imunodeprimidos e 420 mil residentes de asilo no Reino Unido, segundo os pesquisadores.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Com mais 2.331 mortes por Covid, Brasil tem o 22º recorde seguido da média móvel

Com o registro de mais 2.331 mortes pela Covid, o Brasil teve pelo 22º dia seguido —mais de três semanas— um recorde na média móvel de óbitos. Neste sábado (20), o índice, que representa a média de mortes registradas nos sete dias anteriores, chegou a 2.234. Assim, o país chega a 292.856 vítimas da infecção causada pelo Sars-CoV-2.

O país também teve 72.326 casos confirmados de Covid e chegou a 11.949.335 pessoas infectadas desde o início da pandemia. O recorde de casos ocorreu na última quarta-feira (17), 90.830 infecções.

O país vive o pior momento da pandemia, sem sinais de arrefecimento da situação no horizonte.

Os dados brasileiros são os aferidos pelo consórcio de veículos de imprensa integrado por Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 e coletados até as 20h com as secretarias de Saúde dos estado.

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 19 estados e pelo Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 15.863.113 doses de vacina (11.722.280 da primeira dose e 4.140.833 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Isso significa que somente 7,28% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 2,57%, a segunda.

Nas últimas 24 horas, 229.426 pessoas tomaram a primeira dose da vacina e 18.630, a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Vereador, cantor gospel e ex-Olodum, Irmão Lázaro morre na Bahia vítima da Covid-19

Vereador em Salvador (BA) pelo PL e cantor gospel, Antônio Lázaro Silva, conhecido como Irmão Lázaro, morreu nesta sexta-feira (19), aos 54 anos, em Feira de Santana, no interior baiano, onde estava internado desde 25 de fevereiro após contrair Covid-19.

“Hoje a pessoa mais importante da minha vida se foi. O homem que eu mais amei e continuarei amando o resto da vida”, lamentou a filha Marta Silva.

Nascido no bairro da Federação, em Salvador, o político e artista tocou contrabaixo em várias bandas baianas, em bares, boates e, em outra fase da vida, ficou famoso como um dos integrantes da Banda Olodum.

Nessa época, era conhecido como Lázaro Negrume e emplacou um grande sucesso, a música “I miss Her”, também chamada de “melô do pom pom pom”, um dos hits do axé.

A jornada gospel começou após um período de dependência química. Pastor da igreja Batista Luz Divina em Feira de Santana, ele adotou o nome de Irmão Lázaro e passou a fazer shows e apresentações em igrejas, congressos e encontros religiosos.

O artista levou o axé para suas louvações, conquistando o público das igrejas. O “pom, pom, pom” de “I miss her” se transformou em “eu sou de Jesus, eu sou de Jesus”.

Ele estreou na vida política em 2014, quando foi eleito deputado federal. Quatro anos depois, tentou uma vaga no Senado pelo PSC, mas não foi eleito. Nas eleições de 2020 conseguiu uma das vagas na Câmara Municipal de Salvador.

Também foi secretário de Relações Institucionais em Salvador, em 2016. Coordenou o projeto “Sua Vida Vai Mudar”, focado na recuperação de dependentes químicos.

Irmão Lázaro é o fundador da Comunidade Terapêutica Sentimento Novo, que recebe dependentes químicos para tratamento.

“Em apenas uma semana, 15 mil pessoas morreram no país. Só eu perdi duas pessoas muito queridas. Hoje, com tristeza, me despeço de Irmão Lázaro, mais uma vítima da Covid. Não são só números. São vidas, histórias, famílias em luto”, lamentou o ACM Neto, ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM.

ACM Neto lembrou do vereador como um artista que emocionou muita gente com a voz inconfundível.

O deputado federal Kim Kataguiri disse estar muito triste com a morte de Irmão Lázaro.

“Mais um dos mais de 290 mil brasileiros que não resistiram a esse vírus maldito. Meus sentimentos aos amigos e familiares”, afirmou.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Com recorde de mortes e lentidão na vacinação, Pacheco pede socorro aos EUA nas ações contra Covid

No momento em que o Brasil registra recorde de mortes diárias e ainda patina na vacinação contra o novo coronavírus, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), pediu socorro aos Estados Unidos nas ações de combate à pandemia da Covid-19.

Em suas redes sociais, Pacheco informou que encaminhou um ofício à vice-presidente americana, Kamala Harris, com “um pedido de socorro” para o Brasil. O presidente do Senado afirma que o rápido avanço do vírus no Brasil representa um risco para todo o hemisfério ocidental.

“No ofício, pedi que fosse considerada pelas autoridades norte-americanas a eventual concessão de autorização especial que permita a aquisição, pelo governo brasileiro, de doses de vacina estocadas nos Estados Unidos e ainda sem a previsão de serem utilizadas localmente”, escreveu o presidente do Senado.

“Esse compartilhamento de estoques, caso autorizado, daria impulso decisivo ao esforço de imunização dos 210 milhões de brasileiros”, completou.

Na quinta-feira, os EUA anunciaram que planejam enviar para o México e o Canadá cerca de 4 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 produzida pela AstraZeneca/Oxford —cuja autorização de uso ainda não foi aprovada no país.​

O pedido de ajuda acontece na semana em que foram registrados recordes de mortes por causa da Covid-19. Na quarta-feira, o Brasil teve 2.736 mortes.

O Senado já perdeu três de seus membros para a Covid-19 –o último deles Major Olímpio (PSL-SP), na quinta-feira. Antes dele já haviam morrido José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ). A morte de Olímpio causou grande comoção entre os senadores, com muitos chorando copiosamente.

Também nesta semana, o Brasil passou a ter o seu quarto ministro da Saúde durante a pandemia. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicou o médico Marcelo Queiroga para substituir o general Eduardo Pazuello.

No ofício encaminhado, o presidente do Senado pede autorização especial para que o Brasil compre doses da vacina da AstraZeneca, que já foram aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Pacheco lembra que a já começou a fabricar a imunização em território nacional, mas sofre com a chegada dos ingredientes importados.

O senador mineiro afirma que o Brasil é o atual epicentro da pandemia no mundo e que a venda dessas vacinas ao Brasil poderia ajudar a conter a propagação do vírus.

“Permitame-se agregar minha fime convicção de que semelhante gesto humanitário contribuiria não apenas para o aprofundamento dos laços de amizade e cooperação que unem nossos países mas seria também a forma mais eficaz de conter a propagação da epidemia no seu atual epicentro. Toda a comunidade internacional ganharia em segurança sanitária e estima moral”, afirma o ofício.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Quantos dentes nós temos na boca?

Afinal, quantos dentes nós temos na boca? Você já pensou sobre isso? Essa resposta depende de algumas condições, sendo uma delas a idade. Normalmente crianças e adultos possuem um conjunto de dentes diferentes. Por isso, separamos algumas informações sobre esse assunto para você no texto de hoje, confira. Quantidade de dentes que tem na boca …

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Insuficiência renal: o que é, sintomas, causas e tratamento

A insuficiência renal é a incapacidade dos rins de filtrar o sangue com o objetivo de eliminar substâncias que podem ser tóxicas para o organismo quando estão em grandes concentrações no sangue, como ureia e creatinina, por exemplo. A alteração no funcionamento dos rins pode acontecer devido à desidratação, sepse ou lesão nos rins devido à presença de pedras nesses órgãos.

De forma geral, a insuficiência renal pode ser classificada em duas de acordo com a velocidade com que há perda no funcionamento do órgão e início dos sintomas:

  • Insuficiência renal aguda, em que há uma rápida redução da função renal;
  • Insuficiência renal crônica, em que há perda gradual da função dos rins, levando ao surgimento de sintomas progressivos.

Geralmente, a insuficiência renal aguda tem cura, porém a insuficiência renal crônica nem sempre tem cura e o tratamento normalmente é feito por meio de hemodialise ou transplante de rim para melhorar a qualidade de vida do paciente e promover o bem-estar.

Insuficiência renal: o que é, sintomas, causas e tratamento

Sintomas de insuficiência renal

Os sintomas de insuficiência renal surgem à medida que há diminuição da capacidade de filtração dos rins, sendo os principais:

  • Pouca urina;
  • Urina com cor amarela escura e com cheiro forte e espuma;
  • Cansaço frequente;
  • Sensação de falta de ar;
  • Dor na parte inferior das costas;
  • Inchaço das pernas e pés;
  • Pressão alta;
  • Febre superior a 39ºC;
  • Falta de apetite;
  • Náuseas e vômitos;
  • Cãibras frequentes;
  • Tremor, principalmente nas mãos;
  • Formigamento nas mãos e nos pés;
  • Pequenos caroços na pele.

Ao observar estes sintomas é aconselhado que a pessoa consulte o nefrologista ou clínico geral para que seja feita uma avaliação dos sintomas e possam ser solicitados exames que ajudem a avaliar o funcionamento do rim e, assim, ser possível iniciar o tratamento mais adequado.

O diagnóstico da insuficiência renal é feito por meio de exames de sangue, como dosagem de creatinina, ureia, sódio e potássio, e exames de urina com o objetivo de identificar a presença de proteínas na urina, o que é indicativo de alteração no funcionamento dos rins. Além disso, o médico pode indicar a realização de exames de imagem, como ultrassom, ressonância magnética ou tomografia computadorizada para a gravidade da alteração.

Insuficiência renal: o que é, sintomas, causas e tratamento

Principais causas

A insuficiência renal pode acontecer como consequência de algumas situações que a curto, médio ou longo prazo podem prejudicar o funcionamento dos rins, sendo as principais:

  • Diminuição da quantidade de sangue no rim, devido a desidratação, mau funcionamento dos rins ou pressão baixa;
  • Lesão dos rins, devido a pedras nos rins ou substâncias toxicas como medicamentos;
  • Interrupção da passagem de urina, causada por aumento da próstata ou presença de tumor.
  • Sepse, em que bactérias conseguem chegar ao rim e outras parte do corpo, podendo causar danos ao órgão;
  • Doença policística renal, que é caracterizada pela presença de vários cistos no rim, podendo prejudicar o seu funcionamento;
  • Uso de medicamentos e suplementos proteicos em excesso, pois podem causar danos ao órgão ou interferir em uma de suas funções;
  • Síndrome hemolítico-urêmica, que é uma doença causada por uma toxina produzida por algumas bactérias e que resulta em lesão dos vasos sanguíneos, anemia hemolítica e perda progressiva da função renal

As pessoas que possuem maiores chances de desenvolver insuficiência renal são aquelas que são diabéticas ou hipertensas e que não seguem o tratamento adequado indicado pelo médico. Além disso, antecedentes familiares de problemas renais ou pessoas que já passaram por algum transplante antes ou possuem mais de 60 anos de idade também têm mais chance de desenvolver esta doença. Conheça outras causas de insuficiência renal.

Como é feito o tratamento

O tratamento para insuficiência renal deve ser orientado pelo nefrologista e pelo nutricionista, podendo ser feita em casa ou no hospital, dependendo da gravidade da doença. 

Na maioria das vezes, o tratamento é feito com o uso de remédios anti-hipertensivos e diuréticos, pois assim é possível favorecer a eliminação de substâncias tóxicas que possam estar acumuladas no organismo.

Nos casos mais graves, principalmente na insuficiência renal crônica pode ser necessário realizar transplante de rim ou fazer hemodiálise, que é um procedimento que tem como objetivo filtrar o sangue, retirando todas as impurezas que os rins não conseguem filtrar.

Além disso, durante o tratamento para insuficiência renal, é importante que a pessoa siga uma alimentação indicada pelo nutricionista, que deve ser dieta rica em carboidratos e pobre em proteínas, sal e potássio, pois assim é possível prevenir a sobrecarga no rim. Veja mais detalhes da dieta para insuficiência renal.

Confira no vídeo a seguir mais dicas sobre a alimentação durante o tratamento da insuficiência renal:

Fonte tuasaude.com

Clínica odontológica em Ipatinga, qual a melhor escolha?

Em primeiro lugar, se você busca de uma clínica odontológica em Ipatinga, fique sabendo que é necessário pesquisar antes de escolher a melhor. Para descobrir o melhor dentista e não se decepcionar. Durante o artigo iremos te dar dicas para você saber na hora que tiver escolhendo uma boa clinica odontológica em Ipatinga. Afinal, de …

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Chip da beleza: o que é, como funciona e efeitos colaterais

O “chip da beleza” é um implante hormonal utilizado com o objetivo de favorecer a perda de gordura e ganho de massa muscular, já que é constituído principalmente pelo hormônio gestrinona, que desempenha essas funções no organismo. No entanto, esse dispositivo foi desenvolvido para atuar no tratamento da endometriose, uma vez que é capaz de aliviar os sintomas e promover a interrupção do ciclo menstrual.

Assim, o uso desse implante hormonal não deve ser apenas para fins estéticos, sendo importante considerar os outros efeitos no organismo, devendo ser recomendado pelo ginecologista ou endocrinologista de acordo com o estado geral de saúde da mulher e objetivo do uso do implante.

Chip da beleza: o que é, como funciona e efeitos colaterais

Como funciona o chip da beleza

O implante hormonal é feito de silicone, mede cerca de 3 cm e deve ser é inserido por baixo da pele do abdômen ou do glúteo, por exemplo, após uma anestesia local. O “chip da beleza” possui uma combinação de hormônios que é liberado todos nos dias na corrente sanguínea na mesma quantidade, o que pode ajudar a potencializar a perda de gordura, eliminação da celulite e ganho de massa muscular, desde que seja realizada uma alimentação saudável e equilibrada e seja praticada atividade física.

Devido à composição hormonal, esse dispositivo também ajuda a aliviar os sintomas da TPM, possui efeito contraceptivo, interrompe a menstruação, promove o aumento da libido e regula os níveis hormonais na pós menopausa, aliviando os sintomas desse período, além de também ser indicado no tratamento da endometriose.

É importante que o ginecologista ou endocrinologista sejam consultados para que seja feita uma avaliação da saúde geral da mulher com o objetivo de verificar se há indicação para o uso desse implante, isso porque apesar de ser conhecido popularmente como “chip da beleza”, esse implante tem como principal indicação a endometriose.

Possíveis efeitos colaterais

Os efeitos colaterais do “chip da beleza” são mais frequentes de acontecer nos casos em que a mulher não possui indicação para o seu uso, o que faz com que exista um desbalanço nos níveis hormonais. Os principais efeitos colaterais relacionados com o uso sem indicação desse implante são:

  • Aumento de pelos no corpo e rosto;
  • Queda de cabelo;
  • Aumento da acne, devido à maior oleosidade da pele;
  • Aumento dos níveis de colesterol;
  • Sangramento fora do período menstrual.

Além disso, usar o “chip da beleza” apenas para fins estéticos sem levar em consideração o seu efeito contraceptivo pode causar resistência à insulina, tendência para engordar e dificuldade para emagrecer, especialmente depois de 1 ano de uso desse tipo de implante.

Quando não é indicado

Como se trata de um implante hormonal, o uso desse dispositivo não é indicado para pessoas que possuem doenças cardíacas, diabetes, colesterol alto, obesidade e alterações nos rins ou fígado, isso porque os hormônios liberados na corrente sanguínea podem trazer mais complicações para a saúde, uma vez que vai haver mais hormônio do que o necessário na circulação. Além disso, o uso do “chip da beleza” não é indicado para mulheres que estejam grávidas ou lactantes.

Fonte tuasaude.com