Nimesulida preço: tudo o que você precisa saber na hora de comprar

A Nimesulida é um dos principais medicamentos encontrados nas farmácias, estando entre os de maiores demandas. No entanto, poucos sabem que esse medicamento precisa de prescrição médica, sendo necessário tomar alguns cuidados antes da compra. Veja aqui tudo o que você precisa saber antes de efetuar a compra da nimesulida, quais são os tipos que …

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SP prevê flexibilização de regras, mas manterá máscara e distanciamento por causa da variante delta

Mesmo com o avanço da variante delta, o governo de São Paulo prepara a flexibilização das regras contra a Covid-19 mantendo o uso de máscara e distanciamento.

Já são nove os casos de transmissão comunitária da variante, que é mais transmissível, no estado. Apesar da preocupação, o governo avalia que é possível dar continuidade à flexibilização do Plano São Paulo.

Nesta quarta (21), o vice governador Rodrigo Garcia (DEM) disse que “não há expectativa” de recuo do planejamento inicial de encerrar a fase de transição em 31 de julho.

Com a queda consecutiva dos indicadores da pandemia, o avanço da vacinação e o monitoramento da nova variante, os integrantes do governo indicaram que as restrições atuais devem ser retiradas.

Atualmente, todo o estado de São Paulo tem toque de recolher das 23h às 5h no estado. Comércio e serviços também têm restrições, podendo funcionar com 60% da capacidade e até as 23h.​

“Não estamos pensando nesse momento na retirada das máscaras. Os países em que estamos vendo a recrudescência de casos já tinham suspendido a obrigatoriedade das máscaras e das regras de distanciamento. Vamos continuar caminhando de forma segura”, disse Paulo Menezes, coordenador do Centro de Contingência.

A previsão é de que toda a população adulta do estado tenha recebido ao menos a primeira dose da vacina até 20 de agosto. Segundo Jean Gorinchteyn, secretário estadual de Saúde, a imunização completa de pessoas mais velhas também traz segurança para controlar a nova variante.

No estado, 95% das pessoas na faixa etária acima dos 90 anos tomaram as duas doses. A cobertura é de 100% no público de 70 a 89 anos.

“O impacto da mortalidade [pela variante delta] foi maior nos países que não tinham completado a imunização dos idosos. Temos [em São Paulo] um programa vacinal bastante acelerado na população adulta e a proteção já garantida dos mais idosos.”

O governo estadual também informou ter um plano de monitoramento e de bloqueio da variante delta. O Instituto Butantan fará o sequenciamento genético de todos os casos positivos nas cidades que já registraram casos de transmissão comunitária da variante.

“Todas as amostras desses municípios que vierem positivadas serão avaliadas do ponto de vista genômico para identificarmos se estamos tratando da variante delta”, disse o secretário.

No estado de São Paulo, foram confirmados nove casos de transmissão comunitária da nova variante —sete na capital e dois na região do Vale do Paraíba.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, também informou que será feita uma enquete soroepidemiológica nessas regiões para identificar a penetração da variante.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Dieta anti inflamatória: o que comer e o que evitar

A dieta anti inflamatória é um tipo de alimentação que combate e previne processos inflamatórios no organismo, o que pode prevenir o surgimento de vários tipos de doenças, como artrite, diabetes, Alzheimer, obesidade e até mesmo câncer. Quando a doença já existe, esta dieta pode evitar que o problema se agrave, prevenindo o aparecimento de complicações.

Além disso, a dieta anti inflamatória também ajuda a aumentar as defesas do corpo, facilita os processos de cicatrização e diminui a formação de radicais livres, retardando o processo de envelhecimento. Todos os benefícios se devem ao fato de a dieta se basear no consumo de alimentos naturais e ricos em antioxidantes, ao mesmo tempo que evita a ingestão de carne vermelha, de alimentos industrializados ​​e ricos em gorduras ou açúcares simples.

Antes de começar qualquer tipo de dieta, é importante consultar um nutricionista para fazer uma avaliação detalhada e realizar plano nutricional individualizado, de acordo com as necessidades e objetivos de cada pessoa.

Dieta anti inflamatória: o que comer e o que evitar

Alimentos permitidos 

Na dieta anti-inflamatória deve-se dar preferência para o consumo de alimentos naturais e anti-inflamatórios, como:

  • Ervas aromáticas: orégano, tomilho, coentro, salsa, hortelã ou alecrim;
  • Temperos naturais: açafrão, canela, curry, alho, cravo, gengibre ou cebola;
  • Peixes ricos em ômega-3: atum, sardinha, cavala e salmão;
  • Sementes: linhaça, chia, abóbora ou gergelim;
  • Frutas frescas: laranja, acerola, goiaba, mamão, limão, abacate, coco, tangerina, abacaxi, romã, melancia, cereja, morangos, mirtilos, framboesas ou uvas;
  • Nozes: amêndoas, amendoim, castanha do Pará ou castanha do Brasil;
  • Probióticos: iogurte natural, kombuchá ou kefir;
  • Legumes: brócolis, couve-flor, repolho, espinafre, alface, repolho, cenoura e tomate;
  • Gorduras saudáveis: óleo de coco, azeite de oliva, sementes de chia ou de linhaça.

Os alimentos permitidos devem ser, sempre que possível, preparados de forma simples, dando preferência aos grelhados, cozidos, assados, crus ou ao vapor.

Muitos destes alimentos contêm antioxidantes, como beta-carotenos, polifenóis, antocianinas, entre outros compostos, importantes para o combate das inflamações no organismo. Confira uma lista de outros alimentos ricos em antioxidantes.

O leite e seus derivados fazem parte da dieta anti-inflamatória, mas devem ter baixo teor de gordura ou podem ser substituídos por bebidas vegetais, como leite de amêndoa ou de aveia. Além disso, todos os alimentos refinados, como pão branco, macarrão branco ou arroz branco, devem ser substituídos pelas versões integrais, por serem ricos em fibras, vitaminas e minerais. Veja algumas opções de cereais integrais para incluir na alimentação.

O que evitar

Existem alguns alimentos que devem ser evitados na alimentação por promoverem processos inflamatórios e aumentarem o risco de doenças como obesidade, câncer ou diabetes. Esses alimentos incluem: como:

  • Alimentos ricos em gordura, como bacon, frituras em geral, queijos amarelos, leite integral, requeijão, margarina, manteiga, pizza, nuggets, lasanha congelada, molhos do tipo ketchup e maionese;
  • Embutidos, como salsicha, presunto, salame, pastrami, tender, copa e mortadela.
  • Alimentos ​​ricos em açúcar, como biscoitos, refrigerantes, sorvetes, sucos de caixa, garrafa ou em pó instantâneo, bolos, entre outros;
  • Carnes vermelhas, como carne de boi, cordeiro e carne de porco.

Todos estes alimentos podem ser consumidos com moderação na alimentação diária, mas precisam ser completamente evitados por quem está tentando fazer uma dieta anti-inflamatória.

Cardápio para 3 dias da dieta anti-inflamatória

Esta tabela mostra um exemplo de cardápio de 3 dias para fazer uma dieta anti inflamatória:

 

Dia 1

Dia 2

Dia 3

Café da manhã

1 xícara de café sem açúcar + omelete de espinafre + 1 tangerina

2 panquecas pequenas de banana e aveia com 1 colher de chá de manteiga de amendoim sem açúcar + ½ xícara de morangos picados

2 fatias de pão integral com 1 fatia média de queijo branco magro + 1 copo de suco de laranja natural sem açúcar

Lanche da manhã

1 iogurte natural desnatado com 1 colher de sopa de aveia em flocos

2 fatias de abacaxi + 4 nozes

1 maçã assada com 1 colher de chá de canela em pó

Almoço / Jantar

1 posta de salmão grelhado + ½ xícara de arroz integral, acompanhado de aspargos salteados com alho picado + 1 colher de chá de azeite + 4 fatias pequenas de abacate

100 g de peito de frango em cubos temperado com cúrcuma e grelhado + ½ xícara de quinoa, acompanhada + 4 colheres de sopa de brócolis cozido com cenoura, temperados com 1 colher de chá de azeite + 1 maçã

1 berinjela recheada com atum, tomate, cebola e alho,  gratinada com um pouco de queijo branco magro + 10 unidades de uva

Lanche da tarde

1 kiwi médio + 1 punhado  de amendoim

1 xícara de iogurte natural desnatado com ½ banana + 1 colher de chá de sementes de chia

2 torradas integrais com 2 colheres de sopa de abacate amassado temperado com cebola, tomate e pimenta + 1 tangerina

Este cardápio é apenas um modelo e as quantidades de alimentos indicadas variam de acordo com a idade, sexo, atividade física e histórico de doenças. É importante realizar uma consulta com um nutricionista para fazer uma avaliação completa e elaborar um plano alimentar adequado às necessidades individuais.

Fonte tuasaude.com

Nimesulida bula: todas as informações que você precisa saber

A Nimesulida é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) que possui ação analgésica e antitérmica que é indicado para o tratamento de uma variedade de problemas. No entanto, assim como demais medicamentos de tarja vermelha, a nimesulida só pode ser comprada com prescrição médica, devendo o paciente seguir todas as suas recomendações de uso presentes na …

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Proxalutamida: os questionamentos e as suspeitas sobre a nova droga defendida por Bolsonaro contra a Covid-19

Depois da cloroquina e da ivermectina, outro remédio sem eficácia comprovada por estudos foi exaltado pelo presidente Jair Bolsonaro contra a Covid-19: a proxalutamida.

“Tem uma coisa que eu acompanho há algum tempo e nós temos que estudar aqui no Brasil. Chama-se proxalutamida. Já tem uns meses que isso aí, não está no mercado, é uma droga ainda em estudo” e “existe no Brasil de forma não comprovada cientificamente”, afirmou Bolsonaro, ao receber alta hospitalar no domingo (18/7).

A proxalutamida é um bloqueador de andrógenos (hormônios masculinos como testosterona) ainda sob testes e apontado como droga experimental contra câncer de próstata. Ele é manufaturado na China, mas ainda não é comercializado.

O remédio ganhou holofotes após a divulgação de um estudo entre março e junho, à época em fase pré-print — ou seja, antes da revisão por outros cientistas — , realizado por pesquisadores brasileiros e de outros países. Eles dizem que, em um grupo de pacientes hospitalizados com Covid-19, a mortalidade após o uso da proxalutamida foi 77% menor ao longo de 28 dias.

Os autores publicaram suas conclusões na segunda-feira (19) em estudo (já revisado por pares) no periódico Frontiers in Medicine, após ter sido rejeitado por publicações científicas de prestígio, como The New England Journal of Medicine e The Lancet. No estudo, os pesquisadores argumentam que a taxa de hospitalização em homens tratados com a proxalutamida foi reduzida em 91% em comparação com os tratamentos convencionais.

Ao divulgar os dados preliminares da pesquisa, em março, os pesquisadores afirmaram que mais de 47% dos pacientes com Covid-19 que tomaram placebo durante o estudo morreram, contra menos de 5% dos que tomaram proxalutamida.

Todos esses dados chamaram a atenção de alguns pesquisadores, que questionam a validade das descobertas e, por consequência, a eficácia real da droga contra a Covid-19. Há também suspeitas de fraude, possível conflito de interesse com a fabricante do medicamento e discrepâncias entre a metodologia anunciada e o que de fato foi feito durante o estudo. Os autores da pesquisa negam qualquer irregularidade.

Estudo deveria ter sido interrompido, diz infectologista

A primeira questão é: o que explicaria uma mortalidade tão alta no grupo de controle (que tomou placebo, ou seja, uma substância inócua), sendo que os pacientes estudados não estavam em fase terminal?

Considerando-se que o estudo feito foi um duplo-cego (ou seja, nem pesquisadores nem pacientes poderiam saber quem tomou remédio e quem tomou placebo), o alto índice de mortalidade teria de ter feito o estudo ser interrompido antes que se chegassem a tantas mortes, afirma à BBC News Brasil o infectologista Mauro Schechter, professor-titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Isso porque, segundo Schechter, duas hipóteses poderiam surgir desses dados: ou a droga estudada em si poderia estar causando tantas mortes, ou o remédio teria um efeito tão potente que seu uso amplo deveria ser imediato.

“Tratando-se de um duplo-cego, como você sabe se não é a droga (no caso, a proxalutamida) que está matando as pessoas?”, questiona Schechter. “Se não é isso, é porque a droga é milagrosa. Nesse caso, os pesquisadores teriam de pedir emergencialmente à Conep (Comissão Nacional de Ética em Pesquisas) autorização para distribuí-la. De qualquer modo, o estudo teria de ter sido interrompido.”

O efeito “milagroso” de um bloqueador hormonal seria implausível contra o coronavírus, segundo Schechter, uma vez que a Covid-19 é uma doença viral às vezes seguida de distúrbios imunológicos.

Por intermédio de seu advogado, o endocrinologista Flavio Cadegiani, o pesquisador principal do estudo, refutou as acusações. Afirmou que o alto número de mortes “correspondeu à mortalidade intra-hospitalar no Estado do Amazonas [onde foi feita parte da pesquisa, no auge do colapso sanitário no Estado]. Aliás, foi abaixo da mortalidade geral registrada pelo Estado. (…) Os óbitos não ocorreram no início do estudo, mas no seu decorrer, e após a administração da medicação/placebo, que se deu em um curto período. A maior parte dos óbitos, de fato, ocorreu ao final do estudo, pois os médicos tentavam de tudo para manter os pacientes vivos (o que é certo fazer). Portanto o total de óbitos somente se obteve ao final do estudo. Além disso, conforme a equipe médica hospitalar, as mortes eram decorrentes da Covid-19, e não da medicação”.

Segundo os indicadores da Covid-19 no Amazonas, a taxa de letalidade hospitalar de pacientes do coronavírus internados no Estado teve média móvel variando de 23% a 63% entre fevereiro e abril deste ano.

Mas Mauro Schechter afirma, ainda, que causa estranheza no meio científico a rapidez com que um estudo complexo e com mais de 600 voluntários foi conduzido: foram poucos meses entre o início dos testes clínicos e a apresentação dos resultados.

“Não existem estudos dessa complexidade que tenham sido realizados com essa rapidez, principalmente se tratando de um estudo duplo-cego, que exige uma equipe treinada”, argumenta Schechter. “E, mesmo assim, depois dos testes, um banco de dados desse tamanho leva meses para ser analisado.”

Cadegiani respondeu que “a velocidade do recrutamento e o número de recrutados estão claramente descritos no manuscrito. A duração do estudo está condizente com a gravidade da doença e com a urgência que a pandemia da Covid-19 requer. Se o estudo demorasse anos, como querem os tais ‘pesquisadores’ consultados por você (repórter), ao seu final a medicação experimentada já não teria mais razão de existir. Tomam-se como exemplo as vacinas para Covid-19 que foram desenvolvidas em prazo recorde, chegando a ser dez vezes menor do que o prazo normal.”

Questionamentos no exterior e investigação no Brasil

Alguns desses pontos do estudo também despertaram questionamentos de cientistas estrangeiros que investigam o trabalho de seus pares, como os do site PubPeer (voltado à discussão de estudos científicos) e For Better Science (que discute integridade científica).

Nesse último, o fato de quase 50% dos pacientes do grupo de controle terem morrido também foi considerado “estranho”.

A resenha do estudo apontou divergências entre a gravidade dos pacientes listados no final da pesquisa e os dados iniciais de registro dos testes clínicos — que indicavam que os pacientes a serem estudados teriam Covid-19 em estágio moderado. “Uma taxa de mortalidade de quase 50% (num grupo com Covid moderada) não faz sentido, a não ser que alguém esteja mentindo”, diz a resenha.

O texto argumenta ainda que poderia haver um conflito de interesses pelo fato de a pesquisa ter sido financiada e executada por empresas que lucrariam com a venda da proxalutamida, caso ela passe a ser usada no combate à Covid-19. No estudo publicado em 19 de julho, os autores afirmam que “a pesquisa foi conduzida na ausência de quaisquer relações comerciais ou financeiras que possam ser interpretadas como potencial conflito de interesses”.

Reportagem publicada em 7 de julho na revista Science ainda com base no estudo pré-print apontava que, embora alguns médicos consultados pela revista considerassem promissora a ideia de testar drogas antiandrogênicas, outros viam com ceticismo os resultados da pesquisa brasileira. Um dos entrevistados afirmou que se tratava de resultados “bons demais para serem verdade”, considerando-se que eram em linhas de pesquisa que já haviam sido tentadas por outros pesquisadores, até então sem igual sucesso.

“Quase não há intervenções médicas na história da medicina que tenham essa magnitude de benefício, em particular com a Covid-19”, disse à revista Eric Topol, vice-presidente-executivo do Instituto de Pesquisas Scripps, nos EUA. Outra pesquisadora, Christina Jamieson, que estuda câncer de próstata, disse que achou os dados “convincentes” no caso de os autores do estudo “terem feito o que disseram ter feito”. Segundo a Science, a publicação científica The New England Journal of Medicine rejeitou o trabalho liderado por Cadegiani porque precisava ter acesso aos dados originais da pesquisa, e não apenas à análise enviada, e que sem as informações brutas não seria possível analisar os resultados.

Em junho, o blog da jornalista Malu Gaspar, em O Globo, noticiou que a Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), encarregada da análise e aprovação de estudos científicos no Brasil, prepara um relatório à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e ao Conselho Federal de Medicina pedindo uma investigação por “suspeitas de fraude e falhas graves” na pesquisa — incluindo divergências significativas entre a forma como o estudo foi proposto e como foi, de fato, realizado, além do alto número de mortes entre os voluntários que tomaram placebo.

Cadegiani respondeu que a reportagem é “inverídica” — embora a BBC News Brasil tenha confirmado que de fato existe uma apuração em curso.

“Os procedimentos que tramitam na Conep são sigilosos. Portanto, neste momento, não é apropriado tecer qualquer comentário sobre solicitações da Conep. Mas é certo que o estudo foi conduzido respeitando todos os mais rigorosos princípios éticos e todas as normas aplicáveis”, acrescentou Cadegiani.

Pelo Instagram, ele também afirmou que “nossos dados são sólidos, sérios, foram auditados, tivemos monitoramento de segurança continuamente, etc. Os resultados são nítidos — e somente alguém com que nunca viu paciente usando a medicação é capaz de dizer o contrário. Enquanto nós brasileiros viabilizamos esse achado, outros países usufruirão. Parabéns Brasil. Parabéns a todos que contribuíram para acabar com minha reputação. Parabéns àqueles que recuaram por ‘medo político’ só porque o presidente citou o nome (do medicamento). Parabéns àqueles cegos incapazes de separar ciência de política na cabeça. Parabéns a todos estes pelo número de vidas perdidas por motivos imorais”.

Ele exaltou, na publicação, o fato de a fabricante da proxalutamida, a farmacêutica chinesa Kintor, ter obtido autorização de uso emergencial para a droga contra a Covid-19 no Paraguai.

Antes da publicação dos estudos com a proxalutamida, Cadegiani fez defesas do chamado “tratamento precoce” — conjunto de medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19 — e é autor do estudo que embasou o aplicativo TrateCov, do governo federal, que acabou tirado do ar.

Em maio, a BBC News Brasil noticiou que esse estudo também foi acusado de ter falhas de metodologia.

Cadegiani respondeu à época à reportagem que “como todo paper (estudo), existem limitações, e os pesquisadores agradecem por terem sido levantadas. São questões facilmente resolvíveis. Como foi tudo muito rápido, e eu não tenho uma grande equipe de suporte, estamos revisando os pré-prints e aprimorando determinados pontos”.

De volta à proxalutamida, a Anvisa autorizou em 19 de julho a realização de estudos para avaliar a segurança e a eficácia da droga em reduzir a infecção viral causada pelo coronavírus e no processo inflamatório causado pela Covid-19.

Em entrevista coletiva realizada em março com os dados preliminares obtidos no Amazonas, Cadegiani afirmou que nunca tinha visto “nada parecido” aos efeitos da proxalutamida. “Os números são tão gritantes que seria impossível não atribuir a melhora (ao medicamento)”, declarou. Outro médico presente no evento, Michael Correa, da cidade amazonense de Itacoatiara, diz que foi “testemunha ocular” da redução de mortes promovida pelo medicamento.

Sobre o que explicaria o efeito de um medicamento antiandrogênico (bloqueador hormonal) contra a Covid-19, os pesquisadores afirmaram na coletiva que essa hipótese surgiu da observação de que homens seriam desproporcionalmente mais atingidos pela doença (algo que já é contestado por alguns estudos internacionais), mas o mesmo não ocorria com meninos que ainda não haviam passado pela puberdade. “Isso nos levou à hipótese da relação com os hormônios”, declarou o pesquisador Andy Goren.

O presidente Jair Bolsonaro já havia feito menções à droga em lives realizadas em abril, o que levou o medicamento a ganhar tração nas discussões em grupos bolsonaristas. Seu filho Eduardo Bolsonaro defendeu a droga em postagem no Twitter em março, divulgando os resultados preliminares do estudo detalhado acima.

Na segunda-feira (19/7), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a droga ainda precisa ser estudada antes de ser usada em pacientes. “A proxalutamida está no início das pesquisas e precisa-se estudar mais para verificar primeiro a sua segurança, segundo a sua eficácia, e a partir daí se pode ser considerada para o tratamento” da Covid-19, declarou o ministro.

Testes com a droga serão realizados também nos EUA.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

14 Alimentos ricos em Ômega 3 (com receitas)

Os alimentos ricos em ômega 3, como linhaça, azeite, nozes, amêndoas e alguns peixes, são excelentes para a saúde, pois ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares, como pressão alta, derrame e infarto. 

Além disso, os alimentos ricos em ômega 3 também promovem o bom funcionamento do cérebro, pois ajudam a melhorar a atenção, a memória e a concentração, assim como evitar doenças como a depressão. Entenda melhor como o ômega 3 pode melhorar a depressão.

Vale lembrar que estes alimentos também podem ser usados de forma complementar no tratamento de doenças como depressão, e até no tratamento de inflamações crônicas, como artrite reumatoide. Conheça todos os benefícios do consumo de alimentos ricos em ômega 3.

14 Alimentos ricos em Ômega 3 (com receitas)

Lista dos alimentos ricos em ômega 3

A seguinte tabela indica a quantidade de ômega 3 presente em cada 100g dos alimentos:

Alimentos ricos em ômega 3

Quantidade de ômega 3 

Sardinha

0,25 g

Arenque

2 g

Cavalinha

1,2 g

Anchova

1,2 g

Salmão 

2,8 g

Truta

1 g

Atum

0,5 g

Ostras

0,85 g

Sementes de chia

18 g

Sementes de linhaça

19,8 g

Óleo de linhaça prensado a frio

60 g

Óleo de soja prensado a frio

7,6 g

Óleo de canola prensado a frio

6,78 g

Nozes

8,82 g

Veja com a nossa nutricionista algumas dicas de como escolher peixes ricos em ômega 3 no vídeo seguinte:

Alimentos enriquecidos com ômega 3

Alimentos como manteiga, leite, ovos e pães podem ser enriquecidos e são boas opções para aumentar o consumo do ômega 3 na alimentação.

No entanto, a qualidade e quantidade de ômega 3 adicionado nestes alimentos ainda é muito pequena, sendo importante priorizar a ingestão dos alimentos naturalmente ricos nesse nutriente, que devem ser consumidos pelo menos 2 vezes por semana.

Quantidade diária recomendada de ômega 3

A quantidade diária recomendada de ômega 3 varia de acordo com a idade e o sexo, conforme a tabela a seguir:

Faixa etária

Quantidade de ômega 3 por dia

Bebê até 1 ano

500 mg

Entre 1 e 3 anos

700 mg

Entre 4 e 8 anos

900 mg

Meninos de 9 a 13 anos

1200 mg

Meninas de 9 a 13 anos

1000 mg

Meninos de 14 a 18 anos

1600 mg

Meninas de 14 a 18 anos

1100 mg

Homens adultos e idosos

1600 mg

Mulheres adultas e idosas

1100 mg

Mulheres na gravidez

1400 mg

Mulheres que amamentam

1300 mg

Para acrescentar os alimentos ricos em ômega 3 na alimentação, veja um exemplo de cardápio variado e saudável para 3 dias.

Quando tomar suplementos de ômega 3 

A suplementação de ômega 3 normalmente é feita com a ingestão de cápsulas contendo óleo de peixe, óleo de krill, óleo de fígado de bacalhau  ou produtos vegetarianos com óleo de algas e devem ser recomendados por um médico ou nutricionista. As cápsulas dos suplementos à base de óleo de peixe contém, em média, 1.000 mg de óleo de peixe em cada cápsula, contendo 180 mg de EPA e 120mg de DHA.

Os suplementos de ômega 3 podem ser indicados durante a gestação e amamentação, quando se tem deficiência deste nutriente ou como auxiliar para diminuir os níveis de triglicerídeos no sangue. Conheça os benefícios do ômega 3 durante a gravidez.

Receitas ricas em ômega 3

A seguir, sugerimos algumas receitas ricas em ômega 3 para uma alimentação saudável e saborosa:

1. Panqueca low carb com linhaça e chia

Ingredientes:

  • 1 ovo;
  • 30 ml de água;
  • 10 ml de creme de leite;
  • 10 gramas de farinha de linhaça;
  • 1 colher de chá de semente de chia;
  • 140 gramas de espinafre lavados e escorridos;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 1/4 de cebola picada;
  • 1 pitada de orégano;
  • 3 pitadas de sal;
  • 50 gramas de ricota fresca.

Modo de preparo:

Em uma vasilha, colocar o ovo, a água, o creme de leite e misturar. Acrescentar a farinha, 1 pitada de sal, a semente de chia e mexer bem. Untar a frigideira com um pouco do azeite e aquecer. Colocar um pouco da massa, deixando cozinhar até soltar do fundo e virar, com cuidado, para cozinhar do outro lado. Fazer os discos das panquecas e reservar. Para o recheio, aquecer uma frigideira com um pouco do azeite e dourar a cebola. Acrescentar o espinafre, o orégano e 2 pitadas de sal. Mexer por 1 minuto e desligar o fogo. Misturar bem a ricota ao espinafre e rechear as panquecas. Fechar e cobrir com o molho de preferência.

2. Atum grelhado com legumes

Ingredientes:

  • 400g  de batatas;
  • 4 postas de atum;
  • 1 cebola roxa;
  • 2 cenouras;
  • 1 abobrinha;
  • 2 dentes de alho;
  • 1 colher de sobremesa de alcaparras;
  • 1 molho de coentros frescos e lavados;
  • 1/2 xícara de chá de azeite de oliva;
  • 1 colher de sopa de sementes de girassol;
  • Pimenta do reino à gosto.

Modo de preparo:

Pré aquecer o forno a 200 ºC. Lavar as batatas e cortar em rodelas finas e colocar em uma tigela com água fria. Cortar a cebola e as cenouras em rodelas finas, amassar os alhos e reservar. Triturar as alcaparras com as folhas de coentro e o azeite (reservando 1 colher de sopa) em um processador ou liquidificador até ficar homogêneo e reservar. Escorrer e enxugar bem as rodelas de batata e colocar em uma tigela. Acrescentar os restantes dos legumes preparados, temperando-os com 1 colher de sopa de molho de coentros. Espalhar os legumes em um tabuleiro forrado com papel alumínio ou manteiga e levar ao forno por 20 a 30 minutos. Untar uma frigideira antiaderente com 1 colher de sopa de azeite e, quando estiver bem quente, grelhar os bifes de atum por 3 minutos de cada lado. Colocar o restante do molho de coentro por cima do atum grelhado e servir junto com os legumes assados e salpicados com as sementes de girassol.

Fonte tuasaude.com

Em Embu das Artes (SP), burocracia desestimula vacinação contra a Covid

Em Embu das Artes, na Grande São Paulo, moradores estão deixando de se imunizar contra a Covid-19 ou adiando a vacinação por causa do excesso de burocracia. Um dos grandes impeditivos é a exigência de firma reconhecida em cartório para quem não tem um comprovante de residência registrado em seu nome.

A influenciadora Alessandra Vespa, 31, foi uma das moradoras da cidade que penou com a burocracia. Vivendo na cidade há dois anos, ela se cadastrou no site e agendou sua vacina para a última sexta-feira (16).

Quando chegou ao Estádio Municipal Hermínio Espósito, descobriu que não era o suficiente levar seu RG e o do marido, um comprovante de residência no nome dele, um certificado de entrega dos Correios, em seu nome, e a declaração de união estável.

Para comprovar que ela vive em Embu das Artes, exigiram uma declaração de residência com firma reconhecida em cartório. “Fui a um cartório e, chegando lá, falaram que tinha que ser em outro. E aí sim consegui fazer o documento”, diz.

O trâmite burocrático levou uma hora, fez com que ela perdesse o horário marcado no posto e deu início ao desafio de reagendar no aplicativo. No fim das contas, ela cancelou o compromisso de sexta e reservou um novo, para o próximo sábado (24).

“A impressão que eu tive, quando fui ao cartório, é que esse papel vale mais do que a minha palavra. Vale a minha vida, por causa da vacina”, diz Vespa, que pretende ir à ouvidoria da prefeitura para registrar suas dificuldades.

A influenciadora compartilhou a sua história nas redes sociais e recebeu dezenas de depoimentos semelhantes. “Eu vi que muitas outras pessoas estavam passando pela mesma situação, algumas voltaram, algumas fizeram barraco e conseguiram, mas outras não retornaram.”

Vespa conta que recebeu relatos de pessoas com mais de 60 anos que ainda não conseguiram se vacinar, como o pai de uma amiga que teve problema com a documentação e não voltou para receber o imunizante.

Atualmente, a gestão Ney Santos (Republicanos) está aplicando a vacina em quem tem 30 anos, em quatro postos.

De acordo com os dados do Governo de São Paulo, Embu das Artes aplicou 115.239 primeiras doses de vacina, o que representa 41,7% de sua população, de 276.535 pessoas. Assim, a cidade fica em 605ª posição no ranking de municípios paulistas, num total de 645.

“O problema não é o meu caso, porque eu fui atrás, tenho tempo e dinheiro. Mas tem gente que tem que pedir licença no trabalho, tem o dinheiro contado para a passagem”, diz Vespa.

Para a influenciadora, a burocracia fomenta o machismo, já que em muitas famílias as contas de casa estão no nome do marido, o que facilita a imunização deles. “Uma seguidora teve que pegar o comprovante de que os filhos nasceram e estudam em Embu das Artes, foto do RG deles, para poder se vacinar. É uma burocracia que não está olhando para as mulheres.”

Há também moradores da cidade que a procuraram e disseram que foram impedidos de se imunizar mesmo com laudo médico comprovando comorbidade.

A justificativa, segundo um dos relatos, é que o documento teria que ser da UBS de referência. Para conseguir o papel, a pessoa teria que esperar 15 dias para tentar marcar uma consulta.

Profissionais da saúde também contataram Vespa e falaram que não puderam se vacinar no período liberado para essa categoria, mesmo levando diploma e crachá de hospital.

A Prefeitura de Embu das Artes afirmou, por email, que são aceitos extrato de banco, holerite, contrato de locação, declaração com firma reconhecida e cartões de lojas de departamento. “Só não são aceitos documentos que não apresentem data referência ou ainda aqueles que efetivamente não comprovem a residência em Embu das Artes.”

De acordo com a gestão Ney Santos, se os documentos estiverem no nome do cônjuge, é necessário apresentar a certidão de casamento ou de união estável. A prefeitura afirma também que disponibiliza uma equipe da atenção básica para visitar a casa da pessoa para atualizar os dados do Ministério da Saúde e aplicar o imunizante.

A prefeitura justifica a exigência do comprovante de residência para evitar que moradores de outras cidades se dirijam a Embu das Artes, já que a “distribuição feita pelo Ministério da Saúde e pelo governo do Estado de SP leva em conta a população elegível a ser imunizada de cada município”.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Semente de girassol: para que serve e como usar

A semente de girassol é rica em gorduras saudáveis, proteínas, fibras e antioxidantes, que ajudam a combater a prisão de ventre, a prevenir doenças cardiovasculares, como pressão alta ou infarto, além de ainda ajudar na perda de peso. 

A ingestão de apenas 30 g de sementes de girassol por dia, o equivalente a um punhado, é o suficiente para se ter os benefícios da semente, que podem ser usadas em saladas, frutas, iogurtes, vitaminas, sucos ou massas. 

Normalmente, a semente de girassol é encontrada em supermercados ou lojas de produtos naturais, e a forma segura de se comer é na versão crua ou assada e sem casca, pois não é possível mastigar e digerir bem a casca da semente.

Outra possível forma de se consumir a semente de girassol, é através do óleo das sementes, sendo uma boa fonte de vitamina E, ajudando a manter a saúde da pele, da unha e dos cabelos, por exemplo. Conheça outros benefícios do ômega 3, 6 e 9 para a saúde e como acrescentar à dieta.

Semente de girassol: para que serve e como usar

Os principais benefícios do consumo da semente de girassol incluem:

1. Prevenir doenças cardiovasculares

Por ser rica em gorduras saudáveis, como ômega 3 e ômega 6, a semente de girassol diminui os níveis de colesterol total, de triglicerídeos e de colesterol ruim (o LDL), além de aumentar os níveis de colesterol bom, o HDL, prevenindo doenças cardiovasculares, como pressão alta, infarto ou AVC.

2. Combater a prisão de ventre

Devido à grande quantidade de fibras, a semente de girassol ajuda a combater a prisão de ventre. Isto porque, as fibras ajudam a diminuir o tempo do trânsito intestinal e aumenta o volume fecal. Duas colheres de sopa de sementes de girassol têm em média 1 g de fibras. Veja mais dicas de alimentação para tratar a prisão de ventre.

3. Controlar a pressão alta

As sementes de girassol têm grande quantidade de magnésio, um mineral importante para melhorar as funções de contração e relaxamento das artérias, promovendo a boa circulação do sangue e equilibrando a pressão alta.

Além disso, a semente é boa fonte de potássio, mineral que ajuda a varrer o sódio do organismo e eliminar pela urina, contribuindo diretamente para regular a pressão arterial. Conheça os benefícios de incluir o magnésio na alimentação.

4. Favorecer o ganho de massa muscular

Por possuírem alto teor de proteína, as sementes de girassol podem ajudar no ganho de massa muscular. Duas colheres de sopa da semente têm cerca de 4g de proteína, e podem ser incluídas nas refeições do dia a dia para aumentar a quantidade de proteína da dieta. Veja um cardápio para ajudar a ganhar massa muscular.

5. Ajudar na perda de peso 

A semente de girassol também pode ser usada em dietas para perda de peso, pois é rica em fibras, que aumenta o tempo de digestão das refeições. Isto faz com que o tempo de esvaziamento dos alimentos do estômago também diminua, prolongando a sensação de saciedade e diminuindo a fome.

No entanto, por ser fonte de gorduras saudáveis, a semente de girassol também tem um alto valor calórico. Por isso, é importante consumir estas sementes com moderação. 

6. Prevenir o envelhecimento precoce

Por ser rica em vitamina E, uma vitamina com alto poder antioxidante, a semente de girassol  ajuda a retardar o envelhecimento precoce, prevenindo as rugas e a flacidez. Além disso, a semente protege a pele contra os raios ultravioletas, evitando o câncer de pele. 

7. Regular o açúcar no sangue

O consumo da semente de girassol ajuda a regular os níveis do hormônio insulina e de açúcar no sangue, tratando e prevenindo a diabetes, pois tem grandes quantidades de fibras e antioxidantes. Assim, a semente de girassol pode ser um ótimo aliado nas dietas para evitar e controlar a diabetes, por exemplo.

8. Ajudar a diminuir  ansiedade e insônia

A semente de girassol é rica em magnésio e triptofano, nutrientes que são importantes para a produção do hormônio serotonina. Este hormônio é responsável por diminuir o estresse, promover o bom humor e o relaxamento, contribuindo diretamente para boas noites de sono e melhora da ansiedade.

Informação nutricional da semente de girassol

A tabela a seguir traz a informação nutricional para 100 g de semente de girassol:

Componentes

100g da semente de girassol

Energia

587 calorias

Proteínas

19,8 g

Gorduras

47,5 g

Carboidratos

17 g

Fibra alimentar

6 g

Cálcio

110 mg

Vitamina E

37,2 mg

Ácido fólico

97 mcg

Magnésio

390 mg

Potássio

710 mg

Zinco

5 mg

Fósforo

640 mg

Receitas saudáveis com semente de girassol

Algumas receitas saudáveis com a semente de girassol na dieta são:

1. Semente de girassol temperada

A semente de girassol temperada é uma ótima opção para colocar em sopas, temperar saladas, enriquecer risotos ou até mesmo pura como uma opção de snack.

Ingredientes:

  • ⅓ de xícara de chá (cerca de 50 g) de sementes de girassol descascada;
  • 1 colher de chá de água;
  • ½ colher de chá  de curry ou cúrcuma;
  • 1 pitada de sal;
  • ½ colher de chá de azeite.

Modo de preparo:

Misturar bem as sementes de girassol com a água, o curry ou cúrcuma e o sal. Aquecer uma frigideira em fogo médio, adicionar o azeite e a mistura de sementes. Mexer a semente em torno de 3 a 4 minutos até ficarem bem tostadas. Deixar esfriar e servir. Para armazenar, é importante deixar esfriar completamente e colocar em um pote com fechamento hermético, consumindo em até 15 dias.

2. Pasta de sementes de girassol

Ingredientes:

  • 2 xícaras de chá de semente de girassol sem casca;
  • 1/2 xícara de chá de suco de limão;
  • ½ xícara de chá de tahine (pasta de gergelim);
  • ½ xícara de chá de água;
  • ¼ de cebola picada;
  • 1 dente de alho;
  • ½ colher de sopa de cebolinha picada;
  • ½ colher de sopa de salsinha picada;
  • 1 colher de sopa de sementes de chia;
  • 1 colher de sopa de azeite extra virgem.

Modo de preparo:

Deixar as sementes de girassol de molho em água por 4 horas. Escorrer as sementes e bater, junto com os outros ingredientes (exceto a chia e o azeite) no liquidificador até ficar em uma consistência de patê. Por fim, acrescentar o azeite e a chia, misturando com uma colher e servir com torrada ou pão integral, ou como acompanhamento de saladas.

3. Granola com semente de girassol

Semente de girassol: para que serve e como usar

Ingredientes:

  • 300 g de aveia em flocos;
  • 1/2 xícara de sementes de girassol sem casca;
  • 1/2 xícara amêndoas ou avelãs cruas inteiras; 
  • 1/2 xícara de sementes de abóbora sem casca;
  • 1/4 de copo de sementes de gergelim;
  • 1/4 de copo de coco em lascas (opcional);
  • 1/4 colher de chá de canela em pó;
  • 1/4 colher de chá de sal;
  • 1/4 xícara de água;
  • 1/4 xícara de óleo de girassol;
  • 1/2 xícara de mel;
  • 2 colheres de sopa de açúcar mascavo;
  • 1 xícara de chá de frutas secas (damascos, tâmaras, figos, passas, ameixas).

Modo de preparo:

Pré-aquecer o forno a 135 ºC. Forrar uma assadeira com papel manteiga. Misturar a aveia, as amêndoas, as sementes, a canela e o sal em uma tigela grande. Em uma panela pequena misturar a água, o óleo, o mel e o açúcar mascavo e levar ao fogo médio, mexendo sempre até ferver. Despejar essa mistura sobre os ingredientes secos e misturar bem. Espalhar a mistura na assadeira e levar ao forno por cerca de 60 minutos ou até dourar. Mexer vez ou outra para que a granola doure por igual. Quanto mais dourada a granola estiver, mais crocante ficará. Após esfriar, pode-se armazenar a granola em um recipiente ou saco plástico em temperatura ambiente ou na geladeira. 

Confira com a nossa nutricionista outra receita saudável e super prática para lanches com a semente de girassol:

Fonte tuasaude.com

Mesmo com maioria vacinada, país deve manter alerta contra Covid, diz especialista

Mesmo que a maioria da população brasileira esteja vacinada contra a Covid no segundo semestre, o país precisará manter outros cuidados para conter a disseminação do coronavírus, afirma Claudio Maierovitch, médico sanitarista da Fiocruz, membro do Observatório Covid-19 BR e gestor da Anesp (Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental).

“Embora a previsão seja a de que a população dos grupos elegíveis para a vacinação em grande parte já terá sido vacinada até o final do ano, teremos três preocupações: vacinados que não ficaram imunes, portanto, além de transmitirem a Covid-19 podem ficar doentes; pessoas que deveriam ter tomado a vacina e não o fizeram por alguma razão; e o fato de a quantidade de crianças não vacinadas ser suficiente para manter o vírus em circulação”, diz Maierovitch.

A questão, diz ele, não é só levar em conta as novas variantes do coronavírus, mas considerar o comportamento da população.

“Se as pessoas voltarem a aglomerar, deixarem de usar máscaras e abandonarem os cuidados, a vacina não vai segurar. Estamos em plena pandemia e com números que continuam trágicos. Não é para brincar de contente porque melhorou um pouquinho. É uma tragédia, como se caíssem quatro ou cinco boeings por dia”, afirma Maierovitch.

“As pessoas perderam o referencial. Quando atingimos mil mortes por dia, todos ficamos horrorizados, e com razão. Continuamos hoje num patamar superior a esse, do pior momento do ano passado, mesmo com esse alívio que começou a acontecer nas últimas semanas”, diz o sanitarista.

Para ele, campanhas para orientar e atualizar a população sobre as formas de transmissão precisam ser realizadas. “Quase não percebemos a existência da campanha de prevenção e para o uso de máscara do governo federal. Deveríamos ter também uma campanha chamando as pessoas para a vacinação”, diz.

Por esse motivo, um grupo de cientistas, pesquisadores e gestores públicos lançou a campanha InformarPrevenirSalvar. A iniciativa é do Observatório Covid-19 BR e da Anesp com o apoio da Frente Nacional de Prefeitos, Consórcio Conectar, Instituto Alziras, Instituto Arapyaú, Vital Strategies e ImpulsoGov.

O material da campanha —portal, cartilha, vídeos, proposta de decreto municipal, conteúdos de capacitação e comunicação— traz à população em geral, a gestores públicos e aos agentes comunitários de saúde informações atualizadas sobre as medidas para prevenir a transmissão do vírus.

A ideia é chamar a atenção para o tripé máscara, distanciamento social e ventilação, já que a principal forma de transmissão do coronavírus é pelas vias aéreas.

“A ciência tem novas descobertas. O vírus é novo. No ano passado, sabíamos zero sobre ele e, aos poucos, o conhecimento avançou. Tem coisas que achávamos que funcionava de um jeito, mas funciona de outro. É o caso de um dos vértices desse triângulo, que é a ventilação”, diz Marcia Castro, cientista, professora de demografia da Faculdade de Saúde Pública de Harvard e membro do Observatório Covid-19 BR.

“Por muito tempo, não era a ventilação que aparecia como uma das coisas mais importantes. Tinha muito aquele foco de lavar tudo e usar álcool em gel. Hoje, entendemos que é exatamente pelo ar, através dessas partículas chamadas aerossóis, que a transmissão se dá”, afirma.

A campanha InformarPrevenirSalvar elaborou uma cartilha para os agentes comunitários. É uma coletânea das dúvidas desses profissionais sobre a Covid.

A cartilha inclui informações sobre os sintomas da doença, a diferença entre as cepas, vacinação, o melhor tipo de máscara, novos protocolos a serem seguidos, orientações sobre distanciamento físico em ambientes fechados e o quanto falar alto facilita a transmissão do vírus.

“O agente tinha que ser a espinha dorsal da resposta à pandemia, porque ele trabalha e mora na comunidade. É a pessoa que tem a confiança da população que serve. Ele sabe onde estão as pessoas com comorbidades, quem mora em casa onde não há ventilação e nem condições de isolar o familiar que se torna um caso suspeito, por exemplo. Então, ele é o olho da vigilância na ponta, onde tudo acontece”, diz Castro.

Para as prefeituras, a ideia é garantir que haja a melhor qualidade do gasto possível nos investimentos feitos para a prevenção, diz Pedro Pontual, presidente da Anesp (Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental).

“A atualização do protocolo deveria ser um destaque. Não gaste dinheiro comprando termômetro digital. Compre máscara PFF2 e distribua. Aquele termômetro para checar a temperatura é um instrumento muito menos eficaz do que o investimento em máscara. Hoje, a ciência deixa isso muito claro”, afirma Pontual.

“Essa tragédia cria desafios, e com isso todo mundo aprende. É uma oportunidade de entender um pouco das complexidades que existem na ação do estado. É o momento de amadurecimento da compreensão do que é um Sistema Único de Saúde e o quão potente é a articulação entre as partes”, afirma.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Apneia do sono: o que é, sintomas, tipos e tratamento

A apneia do sono é um distúrbio que causa a parada momentânea da respiração ou uma respiração muito superficial durante o sono, resultando em roncos e num descanso pouco relaxante que não permite recuperar as energias. Assim, além de sonolência durante o dia, esta doença provoca sintomas como dificuldade de concentração, dor de cabeça, irritabilidade e até impotência.

A apneia do sono acontece devido à obstrução das vias respiratórias em função da desregulação dos músculos da faringe. Além disto, existem hábitos de vida que aumentam o risco de desenvolver uma apneia obstrutiva do sono, como o excesso de peso, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo e uso de remédios para dormir.

Esse distúrbio do sono deve ser tratado por meio da melhora dos hábitos de vida e do uso de uma máscara de oxigênio que empurra o ar para as vias aéreas e facilita a respiração.

Apneia do sono: o que é, sintomas, tipos e tratamento

Principais sinais e sintomas

Para identificar a apneia obstrutiva do sono, deve-se notar a presença dos seguintes sintomas: 

  1. Roncar durante o sono;
  2. Acordar várias vezes à noite, mesmo que por poucos segundos e de forma imperceptível;
  3. Apresentar paradas da respiração ou sufocamento durante o sono;
  4. Ter excesso de sono e cansaço durante o dia;
  5. Acordar para urinar ou perder urina durante o sono;
  6. Ter dor de cabeça pela manhã;
  7. Diminuir o rendimento nos estudos ou trabalho;
  8. Ter alterações da concentração e da memória;
  9. Desenvolver irritabilidade e depressão;
  10. Ter impotência sexual.

Esta doença acontece devido a um estreitamento nas vias respiratórias, na região do nariz e garganta, que acontece, principalmente, por uma desregulação na atividade dos músculos da região da garganta chamada faringe, que pode estar excessivamente relaxada ou estreitada durante a respiração. O tratamento é feito pelo médico pneumologista, que poderá indicar um aparelho chamado CPAP ou, em alguns casos, cirurgia. 

Ela é mais comum em pessoas acima dos 50 anos de idade, e a quantidade e intensidade dos sintomas varia de acordo com a gravidade da apneia, que é influenciada por fatores como excesso de peso e anatomia das vias respiratórias da pessoa, por exemplo.

Veja também outras doenças que causam sono excessivo e cansaço.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico definitivo da síndrome da apneia do sono é feito com a polissonografia, que é um exame que analisa a qualidade do sono, medindo as ondas cerebrais, os movimentos dos músculos da respiração, a quantidade de ar que entra e sai durante a respiração, além da quantidade de oxigênio no sangue. Este exame serve para identificar tanto a apneia como outras doenças que interferem no sono. Saiba mais sobre como é feita a polissonografia

Além disto, o médico irá fazer uma avaliação da história clínica e exame físico dos pulmões, face, garganta e pescoço da pessoa, o que também poderá ajudar a diferenciar entre os tipos de apneia. 

Tipos de apneia do sono

Existem 3 tipos principais de apneia do sono, que podem ser:

  • Apneia obstrutiva do sono: acontece na maioria dos casos, devido à obstrução das vias aéreas, causadas pelo relaxamento dos músculos da respiração, estreitamento e alterações da anatomia do pescoço, nariz ou mandíbula.
  • Apneia central do sono: acontece, geralmente, após alguma doença que causa lesão cerebral e altera a sua capacidade de regular o esforço respiratório durante o sono, como em casos de tumor cerebral, pós-AVC ou doenças degenerativas do cérebro, por exemplo;
  • Apneia mista: é provocada pela presença tanto de apneia obstrutiva como de apneia central, sendo o tipo mais raro. 

Também existem casos de apneia temporária, que pode acontecer em pessoas com inflamação das amígdalas, tumor ou pólipos na região, por exemplo, que podem dificultar a passagem do ar durante a respiração.

Apneia do sono: o que é, sintomas, tipos e tratamento

Como é feito o tratamento

O tratamento para a apneia do sono geralmente é iniciado com pequenas alterações no estilo de vida de acordo com a possível causa do problema. Por isso, quando a apneia é provocada pelo excesso de peso, por exemplo, é recomendado consultar um nutricionista para fazer um plano nutricional que permita a perda de peso, de forma a melhorar a respiração.

Já quando a apneia do sono é causada ou agravada pelo cigarro, é aconselhado deixar de fumar ou diminuir o número de cigarros fumados por dia, para evitar a inflamação das vias respiratórias e facilitar a passagem do ar.

Porém, nos casos mais graves, como quando não é possível tratar a apneia de sono apenas com estas pequenas alterações, podem ser recomendadas outras formas de tratamento:

1. Uso de CPAP

O CPAP é um aparelho, semelhante a uma máscara de oxigênio, mas que empurra o ar até aos pulmões, permitindo uma respiração normal que não interrompe o sono e que, por isso, permite ter um sono mais reparador. Saiba mais sobre como funciona o CPAP.

Normalmente, este aparelho só está indicado quando existe obstrução completa das vias respiratórias durante o sono ou quando não é possível melhorar os sintomas apenas com as alterações na rotina.

O CPAP pode ser pouco confortável de utilizar e, dessa forma, muitas pessoas optam por experimentar outros aparelhos semelhantes ao CPAP ou por realizar a cirurgia para corrigir o problema.

2. Cirurgia

O tratamento cirúrgico para a apneia do sono só é indicado quando as outras formas de tratamento não funcionam, sendo recomendado experimentar esses tratamentos por, pelo menos, 3 meses. Porém, em alguns casos, as estruturas do rosto precisam ser alteradas para corrigir o problema e, por isso, a cirurgia pode ser considerada como primeiro forma de tratamento.

Os principais tipos de cirurgia feitos para tratar este problema incluem:

  • Remoção de tecido: é usado quando existe excesso de tecido na parte de trás da garganta para remover as amígdalas e adenoides, evitando que essas estruturas tapem a passagem de ar ou vibrem, provocando o ronco;
  • Reposicionamento do queixo: é recomendado quando o queixo está muito retraído e diminui o espaço entre a língua e a parte de trás da garganta. Assim, é possível posicionar corretamente o queixo e facilitar a passagem do ar;
  • Colocação de implantes: são uma opção à remoção de tecido e ajudam a evitar que as partes moles da boca e garganta impeçam a passagem de ar;
  • Criação de nova passagem de ar: é usada apenas nos casos em que há risco de vida e as outras formas de tratamento não funcionaram. Nesta cirurgia é feito um canal na garganta para permitir a passagem do ar para os pulmões.

Além disso, todas as cirurgias podem ser adaptadas para tratar o problema específico de cada pessoa e, por isso, é muito importante discutir todas as opções de tratamento com o médico.

Sinais de melhora ou piora

Os sinais de melhora podem demorar entre alguns dias até várias semanas para aparecer, dependendo do tipo de tratamento, e incluem diminuição ou ausência do ronco durante o sono, redução da sensação de cansaço durante o dia, alívio das dores de cabeça e capacidade para dormir sem acordar durante a noite.

Já os sinais de piora acontecem quando o tratamento não é iniciado e incluem aumento do cansaço durante o dia, acordar várias vezes durante o dia com intensa falta de ar e roncar intensamente durante o sono, por exemplo.

Fonte tuasaude.com