7 sintomas de diverticulite e como é o diagnóstico

Os sintomas de diverticulite surgem quando há inflamação dos divertículos, que são pequenas bolsas que se formam no intestino, sendo mais frequente de acontecer em pessoas com mais de 40 anos, que possuem prisão de ventre, são sedentárias, estão acima do peso e/ou possuem uma alimentação rica em gorduras e pobre em fibras.

Os principais sinais e sintomas indicativos de diverticulite são:

  1. Dor constante no lado esquerdo da barriga;
  2. Enjoos e vômitos;
  3. Febre;
  4. Calafrios;
  5. Perda de apetite;
  6. Barriga inchada;
  7. Períodos de diarreia e de prisão de ventre.

Quando surgem estes sintomas, deve-se ir ao pronto-socorro ou consultar o gastroenterologista para que seja feita a avaliação dos sintomas e sejam indicados exames que ajudem a confirmar o diagnóstico e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

Teste de sintomas

Para saber o risco de estar com diverticulite, selecione os sintomas apresentados no teste a seguir:

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da diverticulite deve ser feito pelo gastroenterologista por meio da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa, além de ser importante que sejam realizados exames de imagem que ajudem a confirmar a inflamação dos divertículos.

Assim, pode ser solicitado pelo médico a realização de tomografia computadorizada, ultrassonografia abdominal e colonoscopia, que é essencial para avaliar a mucosa intestinal e confirmar o diagnóstico. Entenda como é feita a colonoscopia.

Como é feito o tratamento

O tratamento para diverticulite deve ser orientado por um gastroenterologista ou um cirurgião geral e pode ser feito em casa com remédios antibióticos, por cerca de 10 dias, e a ingestão de remédios analgésicos para reduzir a dor abdominal.

Durante o tratamento para diverticulite é recomendado manter o repouso e, inicialmente, durante 3 dias, fazer uma dieta líquida, adicionando lentamente os alimentos sólidos. Depois de tratar a diverticulite, é importante fazer uma alimentação rica em fibras, orientada por um nutricionista, de forma a melhorar o funcionamento intestinal e evitar que os divertículos inflamem novamente.

Nos casos mais graves, em que os divertículos perfuram, podendo dar origem a complicações como peritonite ou infecção generalizada do organismo, pode ser utilizada a cirurgia para retirada da região afetada. Saiba mais sobre o tratamento para diverticulite.

Confira no vídeo a seguir mais dicas sobre o que comer para aliviar os sintomas da diverticulite:

Fonte tuasaude.com

Rio pede ao governo federal exigência de passaporte contra Covid-19 para estrangeiros

Às vésperas de datas que costumam movimentar o turismo, como Réveillon e Carnaval, a Prefeitura do Rio de Janeiro afirma ter solicitado ao Ministério da Saúde que exija de estrangeiros o passaporte vacinal contra a Covid-19 para entrada no Brasil.

O pedido da Secretaria Municipal de Saúde do Rio ocorre em meio ao novo avanço do coronavírus no exterior.

Países da Europa, como Alemanha, Áustria e Holanda, decretaram restrições à circulação de pessoas devido ao recente aumento dos casos de Covid-19.

“Os turistas estrangeiros chegam ao Rio por portos e aeroportos, locais cuja jurisdição é da Anvisa, que é um órgão federal. A Secretaria Municipal de Saúde entende que é importante o controle de acesso dos turistas, principalmente os que chegam de países com baixa cobertura vacinal, e solicitou ao Ministério da Saúde que institua a obrigatoriedade do passaporte vacinal para o ingresso de estrangeiros no país”, afirmou a pasta neste sábado (20), em nota enviada à Folha.

A Comissão Especial de Carnaval da Câmara do Rio discutiu na sexta-feira (19) a exigência do comprovante de imunização para turistas que desejam frequentar a cidade na data festiva.

Durante o encontro, o secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, sinalizou que a prefeitura aguardava uma posição do Ministério da Saúde sobre o passaporte vacinal.

Ele também indicou que a administração municipal iria analisar o cenário da pandemia em outros países antes de tomar decisões envolvendo o Carnaval do próximo ano.

“A maioria dos países com muitos casos [de Covid-19] ainda não alcançou a cobertura vacinal adequada e não realizou a dose de reforço para idosos. No Rio, a cobertura vai aumentar nos próximos meses”, disse o secretário, em nota divulgada pela Câmara do Rio.

A Folha consultou o Ministério da Saúde sobre o pedido da prefeitura carioca, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

O número de internações devido à Covid-19 chegou a zero, neste sábado, nos hospitais da rede municipal do Rio de Janeiro, conforme a secretaria de Saúde.

“A ciência está vencendo na cidade do Rio de Janeiro. Neste exato momento, é zero o número de internação por Covid-19 nos hospitais municipais do SUS na cidade do Rio”, afirmou a pasta nas redes sociais.

A secretaria atribuiu o quadro ao avanço da vacinação contra o coronavírus. Segundo a prefeitura, 76,5% da população total da capital fluminense já recebeu as duas doses ou a aplicação única dos imunizantes.

Com a trégua nos números da pandemia, restrições a atividades econômicas e sociais foram retiradas no Rio. As máscaras contra a Covid-19, por exemplo, deixaram de ser obrigatórias em lugares abertos e sem aglomeração na cidade no final de outubro. À época, a medida, autorizada pela prefeitura, foi contestada por especialistas na área médica.

Em meio ao avanço da vacinação, setores da economia carioca abalados pela crise sanitária veem um horizonte mais positivo para os negócios.

No feriado de Proclamação da República, por exemplo, a ocupação da rede hoteleira do Rio alcançou o maior patamar do ano.

A taxa foi de 95% dos quartos reservados, de acordo com o HotéisRIO (Sindicato dos Meios de Hospedagem do Município do Rio de Janeiro).

Em outubro, reportagem da Folha mostrou que o setor de turismo em cidades como o Rio prevê demanda mais aquecida com as festas de final de ano.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Brasil chega a 60% da população com ciclo completo da vacina contra Covid

O Brasil chegou nesta sexta-feira (19) a 60,12% da população com o esquema primário da vacina contra Covid completo, ou seja, pessoas que receberam duas doses ou o imunizante de dose única. Apesar do número animador, a experiência internacional mostra que os cuidados para evitar o coronavírus ainda precisam permanecer, destacam especialistas.

Os 60% foram alcançados com os registros, nesta sexta, de 823.821segundas doses e 4.845 doses únicas. Além disso, o Brasil também computou 171.208 primeiras doses e 402.056 doses de reforço.

Com os novos dados, 157.646.149 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —123.699.538 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 128.251.431 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. ​

Assim, o país já tem 73,90% da população com a 1ª dose. Considerando somente a população adulta, os valores para primeira dose e segunda dose são, respectivamente, 97,26% e 79,12%.

Os dados são do consórcio de veículos de imprensa, colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus.

O número pode ser considerado elevado em relação à realidade de outros países, levando em conta o tamanho da população brasileira e o fato de termos iniciado a vacinação depois de locais como Reino Unido e Estados Unidos.

Os EUA, inclusive, já foram deixados para trás pelo Brasil em relação ao percentual de população totalmente vacinada. Segundo dados do CDC (Centro de Controle de Doenças), os EUA têm 58,9% de vacinados com as duas doses ou a vacina de dose única.

O país norte-americano iniciou sua campanha em 14 de dezembro de 2020. O Brasil, por sua vez, começou em 17 de janeiro de 2021.

Considerando só a América do Sul, o Brasil está atrás de Chile e Uruguai, respectivamente com cerca de 82% e 75% de população com esquema primário completo, segundo dados da plataforma Our World in Data, ligada à Universidade de Oxford. O Chile deu início à vacinação em 24 de dezembro, enquanto o Uruguai só em 1º de março.

Apesar do avanço da vacinação no Brasil e das taxas de casos e mortes em patamares mais baixos, em relação aos altíssimos níveis de meses passados, a empolgação deve ser contida, alertam cientistas.

Até mesmo países com níveis de vacinação mais elevados que os do Brasil voltaram, recentemente, a enfrentar um novo crescimento de contaminações.

A Alemanha, por exemplo, vem registrando recordes em uma quarta onda da doença e vê subir a ocupação hospitalar. O país tem 67% da população com esquema primário de vacinação completo e 70% com ao menos uma dose.

A Áustria, com quase 64% de pessoas com esquema primário completo, é outro país em que a situação crítica de novas contaminações levou ao anúncio de um novo lockdown.

“Sessenta por cento não dão nenhuma segurança de que a pandemia esteja sob controle”, avalia Raquel Stucchi, professora da Unicamp e consultora da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).

A infectologista afirma que é necessário também levar em conta que, entre cinco e seis meses após a segunda dose, observa-se uma redução na proteção, o que deve jogar um pouco para baixo a porcentagem de imunizados. Daí a importância das doses de reforço, que já são aplicadas em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil.

Segundo Stucchi, o Ministério da Saúde tomou uma decisão acertada ao abrir a dose de reforço para toda a população adulta que já tenha completado cinco meses após a segunda aplicação.

Além disso, há outras particularidades na porcentagem alcançada, que dizem respeito à população total do país, alerta Renato Kfouri, pediatra e diretor da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações).

A vacina para Covid não está autorizada no Brasil para pessoas com menos de 12 anos. Dessa forma, levar em conta a população brasileira inteira pode gerar um certo ruído nos números observados. Considerando somente as pessoas com mais de 12 anos, o percentual com ciclo primário de vacinação completo chega a 71%.

Em outros países, porém, a vacina contra a Covid já é usada em crianças. Nos EUA, a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, com o imunizante da Pfizer, já ocorre desde o início de novembro.

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recebeu, no fim da semana passada, o pedido da Pfizer para uso da vacina contra a Covid em crianças, nessa mesma faixa etária.

O Instituto Butantan, responsável pela produção da Coronavac no Brasil, também havia pedido autorização para uso da vacina em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. A Anvisa, porém, negou o pedido, porque, segundo a agência, o estudo apresentado tinha somente 586 participantes e não apresentava informações sobre subgrupos etários.

Desde a negativa inicial da Anvisa ao Butantan, em 18 de agosto, o processo está emperrado, sem a apresentação de um novo pedido de uso pelo instituto paulista.

Sobre a quantidade ideal de doses e intervalos de tempo, Kfouri afirma que ainda estamos aprendendo qual é o melhor esquema vacinal para cada imunizante e, assim, as recomendações podem sofrer alterações ao longo do processo.

O especialista exemplifica que até a idade pode acabar impactando no melhor esquema, considerando que em idosos existe a possibilidade de a proteção ter uma duração menor. “Ainda é cedo para falarmos qual o esquema primário de cada vacina e para cada idade”, afirma.

Por fim, a plataforma de desenvolvimento das vacinas (por exemplo, RNA mensageiro, como a da Pfizer, ou de vírus inativado, como a Coronavac) também influencia nos esquemas, observa Kfouri.

Recentemente, a farmacêutica AstraZeneca enviou à Anvisa o pedido para incluir, na bula do imunizante, uma terceira dose da Covishield. A Pfizer também já apresentou publicamente dados sobre a aplicação de uma dose extra de sua vacina.

Também na última semana, o Ministério da Saúde afirmou que a vacina da Janssen, antes tida como de dose única, agora deve contar com duas doses e, assim como os demais imunizantes aprovados no país, ter uma dose de reforço após cinco meses. A decisão pegou de surpresa a Anvisa e a farmacêutica responsável pela vacina.

Mortes

O Brasil também registrou 234 mortes por Covid e 11.910 casos da doença, nesta sexta. Com isso, o país chegou a 612.411 vidas perdidas e a 22.001.369 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Já as médias móveis estão em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15%, em relação ao dado de duas semanas atrás. A média de mórtes agora é de 211 por dia e a de infecões é de 8.631.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Halitose: saiba aqui como tratar o mau hálito

A halitose ou mau hálito é uma das principais causas das visitas ao consultório odontológico. Isso graças aos problemas que a halitose está associada e a baixa de autoestima. Saiba aqui tudo o que você precisa saber sobre a halitose, suas principais causas, tipos e principais formas de tratamento: O que é Halitose? A halitose …

Cardiopatia congênita: o que é, tipos, sintomas e tratamento

A cardiopatia congênita é uma alteração na estrutura ou função do coração que é desenvolvida ainda durante a gestação, comprometendo a função cardíaca do bebê, o que pode comprometer o seu desenvolvimento.

A cardiopatia congênita pode ser detectada ainda no útero materno, por exames de ultrassom e ecocardiograma, no entanto após o nascimento do bebê é possível também notar alguns sintomas que podem ser indicativos de que há alteração no fluxo de sangue, como coloração roxa na ponta dos dedos ou do lábio do bebê e alteração na respiração em repouso. No entanto, em alguns casos, os sinais e sintomas de cardiopatia congênita pode surgir ao longo do desenvolvimento da criança ou na vida adulta.

Essa alteração cardíaca tem cura, uma vez que o tratamento consiste na realização de cirurgia para correção da alteração identificada. No entanto, o tipo de cirurgia depende da complexidade da cardiopatia que a pessoa possui.

Cardiopatia congênita: o que é, tipos, sintomas e tratamento

Sintomas de cardiopatia congênita

Os sinais e sintomas da cardiopatia congênita dependem do tipo e da complexidade dos defeitos cardíacos. Nos recém nascidos e bebês, os principais sintomas são:

  • Cianose, que é a coloração roxa na ponta dos dedos ou nos lábios;
  • Suor excessivo;
  • Cansaço excessivo durante as mamadas;
  • Palidez e apatia;
  • Baixo peso e pouco apetite;
  • Respiração rápida e curta mesmo em repouso;
  • Irritação.

Nas crianças mais velhas ou adultos, os sintomas podem ser:

  • Coração acelerado e boca roxa após esforços;
  • Infecções respiratórias frequentes;
  • Cansaço fácil em relação as outras crianças da mesma idade;
  • Não desenvolve, nem ganha peso normalmente.

Também podem ser observadas alterações no tamanho do coração, o que é confirmado através de um exame de raio-x e do Ecocardiograma.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico de algumas cardiopatias congênitas pode ser feito ainda durante a gestação através da realização do ultrassom fetal. Entretanto, é mais comum que o diagnóstico seja feito após o nascimento por meio da realização de exame físico, medição da pressão sanguínea nos braços e nas pernas, raio-X de tórax e eletrocardiograma.

Além disso, em alguns casos, pode também ser indicada a realização de exames laboratoriais e a realização do teste do coraçãozinho, que ajuda a identificar irregularidades no músculo cardíacos e nos vasos sanguíneos do coração, assim como os batimentos cardíacos e o bombeamento de oxigênio suficiente. Veja mais detalhes sobre o teste do coraçãozinho.

Possíveis causas

A cardiopatia congênita pode acontecer devido a alterações genéticas, como é o caso da Síndrome de Down, de Alagille, DiGeorge, Holt-Oram, Leopard, Turner e Williams, ou ser causada por interferências na gravidez, como pelo uso abusivo de drogas, álcool ou substâncias químicas, ser consequência de infecção durante a gravidez que não foi identificada e/ ou tratada corretamente.

Tipos de cardiopatia

De acordo com as alterações estruturais e funcionais, a cardiopatia pode ser classificada em dois tipos principais:

1. Cardiopatia congênita cianótica

Este tipo de cardiopatia é mais grave, pois o defeito no coração pode afetar de forma significativa o fluxo sanguíneo e a capacidade de oxigenação do sangue, e, a depender da sua gravidade, pode provocar sintomas como palidez, coloração azul da pele, falta de ar, desmaios e, até, convulsões e morte. As principais incluem:

  • Tetralogia de Fallot: impede o fluxo de sangue do coração para os pulmões, devido a uma combinação de 4 defeitos, caracterizados pelo estreitamento na valva que permite a passagem de sangue para os pulmões, comunicação entre os ventrículos cardíacos, alteração no posicionamento da aorta e hipertrofia do ventrículo direito;
  • Anomalia de Ebstein: dificulta o fluxo sanguíneo por anomalias na valva tricúspide, que comunica as câmaras do coração direito;
  • Atresia pulmonar: causa ausência de comunicação entre o coração direito e pulmões, impedindo que o sangue seja oxigenado corretamente.

Idealmente, a cardiopatia congênita cianótica deve ser diagnosticada o mais cedo possível, ainda no útero materno ou logo após o nascimento, através de ecocardiogramas que detectam estas alterações cardíacas, para programar uma intervenção, e evitar sequelas ao bebê.

2. Cardiopatia congênita acianótica

Este tipo de cardiopatia provoca alterações que nem sempre provocam repercussões tão graves no funcionamento cardíaco, e a quantidade e intensidade dos sintomas depende das gravidade do defeito cardíaco, que vão desde ausência de sintomas, sintomas somente durante esforços, até a insuficiência cardíaca.

A depender dos sintomas provocados, estas alterações podem ser descobertas logo após o nascimento, ou apenas na idade adulta. As principais são:

  • Comunicação interatrial (CIA): ocorre uma comunicação anormal entre os átrios cardíacos, que são as câmaras mais superiores;
  • Comunicação interventricular (CIV): há um defeito entre as paredes dos ventrículos, provocando uma comunicação inadequada destas câmaras e a mistura de sangue oxigenado e não oxigenado;
  • Persistência do canal arterial (PCA): este canal existe naturalmente no feto para ligar o ventrículo direito do coração à aorta, para que o sangue siga em direção à placenta e receba oxigênio, mas deve se fechar logo após o nascimento. A sua persistência pode provocar dificuldades na oxigenação do sangue do recém-nascido;
  • Defeito no septo atrioventricular (DSVA): provoca uma comunicação inadequada entre o átrio e o ventrículo, dificultando a função cardíaca.

Independente do tipo de cardiopatia congênita, se cianótica ou acianótica, ela pode ser dita como complexa quando o coração sofre de uma associação de vários defeitos que influenciam mais gravemente na sua função, e que é mais difícil de tratar, como costuma acontecer na tetralogia de Fallot, por exemplo.

Como é feito o tratamento

O tratamento da cardiopatia congênita pode ser feito com o uso de medicamentos para controlar os sintomas, como diuréticos, betabloqueadores, para regular a frequência cardíaca, e inotrópicos, para aumentar a intensidade dos batimentos. Entretanto, o tratamento definitivo é a cirurgia para correção, indicada para quase todos os casos, sendo capaz de curar a cardiopatia.

Muitos casos demoram anos para serem diagnosticados e podem ser resolvidos de forma espontânea ao longo do crescimento da criança, fazendo com que sua vida seja normal. No entanto, casos mais graves necessitam de cirurgia ainda no primeiro ano de vida.

Além disso, diversas síndromes genéticas podem apresentar defeitos cardíacos e, por isso, o funcionamento do coração deve ser bem avaliado caso o criança seja diagnosticada com estas doenças.

Fonte tuasaude.com

Água inglesa: para que serve e como tomar

A água inglesa é um tônico fitoterápico que contém extratos de plantas medicinais como canela da China, quina amarela, calumba, centáurea, losna, camomila e carqueja, que agem sobre a mucosa do aparelho digestivo, estimulando a produção de suco gástrico, promovendo a melhora do processo digestivo e aumento do apetite, por exemplo.

A água inglesa pode ser encontrada em lojas de produtos naturais ou em farmácias, na forma de solução oral em frascos de 500 mL, podendo ser usada por adultos ou crianças com mais de 12 anos.

Apesar de não ser necessário apresentar receita médica, é importante que o consumo da água inglesa seja feito com orientação médica, pois o consumo deste produto em grandes quantidades, está associado a efeitos colaterais, como dor de cabeça, náuseas e aparecimento de bolinhas vermelhas na pele.

Água inglesa: para que serve e como tomar

Para que serve

A água inglesa é constituída pelo extrato de diversas plantas medicinais que possuem diversas propriedades e benefícios para a saúde, que lhe conferem as seguintes indicações:

  • Melhora o processo digestivo;
  • Aumenta o apetite;
  • Aumenta a produção de suco gástrico;
  • Ajuda a eliminar o excesso de hormônios sintéticos presentes no organismo;
  • Auxilia na eliminação de toxinas.

Além disso, a água inglesa é popularmente usada como um purificador do útero, para ajudar a limpar o organismo e o útero de substâncias que possam impedir ou dificultar a gravidez, além de poder ser recomendada no pós-parto ou após abortos espontâneos, no entanto o uso da água inglesa com esse objetivo deve ser indicado pelo médico.

Como tomar

A água inglesa deve ser tomada por via oral, nas doses e pelo tempo de tratamento recomendados pelo médico, podendo ser indicado tomar 2 colheres de sopa antes das refeições, o que equivale a 30 mL. 

A dose máxima diária de água inglesa é de 6 colheres de sopa por dia, o equivalente a 90 mL por dia, dividida em 3 doses.

Possíveis efeitos colaterais

Embora sejam raros, o uso da água inglesa pode causar efeitos colaterais como sangramentos ou reações alérgicas com sintomas como vermelhidão, coceira e bolinhas brancas ou vermelhas na pele, sendo nestes casos recomendado interromper o tratamento e procurar ajuda médica ou o pronto socorro mais próximo imediatamente.

Além disso, o consumo da água inglesa acima da da dose diária recomendada, pode causar enjoos, dor de cabeça, vômitos, alterações na visão e, em alguns casos, desmaio.

Quem não deve usar

A água inglesa não deve ser usada durante a gravidez, porque algumas plantas medicinais que constituem essa água podem provocar contrações uterinas, e induzir o parto prematuro ou causar o aborto. Além disso, a água inglesa não deve ser usada durante a amamentação.

Esse fitoterápico também não deve ser usado por crianças com menos de 12 anos ou por pessoas que tenham alguma inflamação acompanhada de febre ou rosto vermelho e congestionado, e nos casos de hemorragias, sangramentos, irritação nos vasos sanguíneos ou nos nervos, úlceras no estômago ou intestino, ou disenteria amebiana.

Além disso, a água inglesa não deve ser usada por pessoas que tenham alergia a qualquer um dos componentes da sua fórmula.

Esse remédio pode interferir na ação de outros remédios como anticoagulantes, rifampicina, astemizol, terfenadina, digoxina ou cimetidina, por exemplo, e por isso não é indicada para pessoas que utilizam esses medicamentos, devendo-se sempre informar ao médico todos os remédios que se utiliza.

Fonte tuasaude.com

Brasil chega a 612 mil mortes por Covid; média de casos é a menor desde 8 de maio de 2020

O Brasil registrou 279 mortes por Covid e 12.735 casos da doença, nesta quinta-feira (18). Com isso, o país chega a 612.177 vidas perdidas e a 21.989.459 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

A média móvel de casos teve queda de 19% e chegou a 8.052 infecções por dia, menor valor desde 8 de maio de 2020, quando era de 7.752.

Já a média móvel de mortes está em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas atrás. Ela agora é de 250 óbitos por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.​

O Brasil registrou 1.357.647 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quinta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 138.905 primeiras doses e 673.923 segundas. Também foram registradas 569.275 doses de reforço.

Nesta quinta houve registro negativo de doses únicas (-24.456). Isso ocorreu devido a revisões de doses na Bahia (-42) e em Minas Gerais (-25.341).

Ao todo, 157.474.941 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —122.875.717 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 127.422.765 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 73,82% da população com a 1ª dose e 59,73% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 97,15% e 78,61%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Cárie radicular: o que é, causa e como prevenir

Muito recorrente em idosos e pessoas adultas, a cárie radicular vem apresentando um número de casos maior com o avanço da tecnologia. Como nos dias de hoje a tecnologia permitiu que muitas pessoas prevenissem a queda natural dos dentes, através de tratamentos dentários a cárie radicular se tornou um problema encarado por muitos. Como as …

Olho lacrimejando: 6 causas comuns e o que fazer

O olho lacrimejando pode acontecer devido a gripe, resfriado ou alergia, sendo nesses casos apenas recomendado a lavagem do olho com soro fisiológico e o uso de colírio anti-histamínico, no caso da causa ser uma alergia. No entanto, o lacrimejamento do olho pode também ser sinal indicativo de conjuntivite ou úlcera da córnea, por exemplo, que são situações que devem ser avaliadas pelo médico para que o tratamento mais adequado seja iniciado.

Assim, na presença de outros sintomas além do olho lacrimejando, como vermelhidão, vista embaçada, coceira, sensação de areia no olho, remelas em excesso e inchaço na pálpebra, por exemplo, é importante consultar o oftalmologista.

Olho lacrimejando: 6 causas comuns e o que fazer

As principais causas de olho lacrimejando são:

1. Conjuntivite

A conjuntivite consiste numa inflamação do olho, que pode ser causada devido a uma reação alérgica, reação a alguma substância irritante ou infecção por vírus e bactérias. Os sintomas que podem ocorrer durante uma conjuntivite são vermelhidão nos olhos, coceira, lacrimejamento transparente ou remelando e irritação, por exemplo.

O que fazer: o tratamento da conjuntivite depende da causa que está na sua origem. Se for uma conjuntivite alérgica, geralmente são usados colírios com anti-histamínico e lavagem do olho com soro fisiológico esterilizado e usar um colírio que acalme a irritação. No caso de infecção pode ser necessário um colírio antibiótico, que dependendo dos sintomas, pode estar associado a um anti-inflamatório. Veja quais os remédios usados para tratar a conjuntivite.

2. Gripe e resfriado

Durante uma gripe ou resfriado, podem ocorrer sintomas como olhos lacrimejando, tosse, febre, dor de garganta e cabeça, coriza e cansaço, sendo que, durante uma gripe, os sintomas são mais intensos e duram mais tempo.

O que fazer: o tratamento da gripe e resfriado consiste apenas no alívio dos sintomas alérgicos e dor, recorrendo a remédios analgésicos e antipiréticos, como a dipirona ou o paracetamol, anti-histamínicos como a desloratadina ou anti-inflamatórios como o ibuprofeno. Além disso, também se pode fazer um reforço do sistema imune com vitamina C por exemplo, de acordo com a orientação médica.

3. Úlcera da córnea

A úlcera de córnea é uma ferida inflamada que surge na córnea do olho, gerando sintomas como dor, sensação de algo preso no olho ou visão embaçada, por exemplo. Normalmente é causada por uma infecção no olho, mas também pode acontecer devido a pequenos cortes, olho seco, contato com substâncias irritantes ou problemas do sistema imune, como artrite reumatoide ou lúpus.

Dessa forma, quem possui maior risco de possuir uma úlcera corneal são as pessoas que usam lente de contato, colírios esteroides ou que apresentam lesões ou queimaduras na córnea.

O que fazer: o tratamento deve ser feito com urgência, de forma a evitar danos mais graves na córnea e consiste na administração de colírios antibióticos, antifúngicos e/ou anti-inflamatórios, casos se trate de uma infecção. Caso a úlcera seja causada por alguma doença, esta deve ser tratada ou controlada. Veja mais detalhes do tratamento para úlcera da córnea.

4. Alergias

A alergia respiratória pode surgir quando as vias aéreas entram em contato com substâncias como pólen, poeira, bolor, pelo de gatos ou outros animais, ou outras substâncias alergênicas, causando sintomas como nariz entupido ou escorrendo, coceira no nariz, espirros constantes, tosse seca, vermelhidão e lacrimejamento nos olhos e dores de cabeça.

O que fazer: o tratamento consiste na administração de anti-histamínicos como desloratadina, cetirizina ou ebastina, por exemplo, e caso a alergia dificulte muito a respiração, pode ser necessário usar remédios broncodilatadores como salbutamol ou fenoterol.

5. Cefaleia em salvas

A cefaleia em salvas é uma dor de cabeça só de um lado do rosto, geralmente muito forte, lancinante e que surge durante o sono, sendo uma doença rara, muito mais forte e incapacitante que a enxaqueca, conhecida como a pior dor que podemos sentir, sendo mais forte que uma crise renal, pancreática ou a dor do parto. Outros sintomas, como vermelhidão, lacrimejamento do olho do mesmo lado da dor, inchaço da pálpebra ou nariz escorrendo também podem acontecer. Saiba mais sobre a cefaleia em salvas.

O que fazer: a doença não tem cura, mas pode ser tratada com anti-inflamatórios não esteroides, opioides e uso de uma máscara de oxigênio à 100% nos momentos de crise.

6. Sinusite

Também conhecida por rinossinusite, a sinusite, é uma doença que acontece quando há uma inflamação da mucosa dos seios da face, que são estruturas que ficam ao redor das cavidades nasais, sendo desencadeada por substâncias irritantes no ambiente, infecções por fungos e alergias, por exemplo.

Os sintomas mais comuns são dor na região da face, secreção nasal, olhos lacrimejando e dor de cabeça, apesar dos sintomas poderem variar um pouco de acordo com a causa da doença e da pessoa. Veja como diferenciar os principais tipos de sinusite.

O que fazer: o tratamento depende do tipo de sinusite que a pessoa sofre mas geralmente faz-se com analgésicos e anti-inflamatórios, corticoides, antibióticos e descongestionantes nasais. Conheça o tratamento para a sinusite em pormenor.

Fonte tuasaude.com

Brasil registra 374 mortes por Covid em 24 h e mais de 12 mil casos

O Brasil registrou 374 mortes por Covid e 12.432 casos da doença, nesta quarta-feira (17). Com isso, o país chega a 611.898 vidas perdidas e a 21.976.724 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

As médias móveis de óbitos e casos continua em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas antes. A média de mortes agora é de 260 por dia e a de infecções de 9.335.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.​

O Brasil registrou 2.131.445 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quarta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 335.208 primeiras doses e 1.229.461 segundas. Também foram registradas 30.998 doses únicas e 535.778 doses de reforço.

Ao todo, 157.336.036 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —122.201.794 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 126.773.298 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 73,76% da população com a 1ª dose e 59,43% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 97,07% e 78,21%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude