Desenvolvimento do bebê – 14 semanas de gestação

Semana de gestação: 14 semanas

Equivale ao mês: 2ª semana do 4º mês

Equivale aos dias: 92 a 98 dias de gestação

Na 14ª semana de gestação, o desenvolvimento do bebê é marcado pelos movimentos de franzir os lábios, virar a cabeça, fazer caretas e enrugar a testa, pois o rosto já está completamente formado. As unhas continuam crescendo, os pelos começam a aparecer no corpo, a sobrancelha começa a ser formada e os cabelos já estão se desenvolvendo na cabeça.

Nesta fase, os órgãos sexuais estão em desenvolvimento e pode ser possível visualizar se é um menino ou menina através da ultrassonografia. 

Durante essa semana, a barriga já pode começar a ser notada e a mulher se sente mais disposta e com mais energia, pois o enjoo matinal e o cansaço excessivo já são menos intensos, mas pode surgir dor pélvica devido ao afrouxamento dos ligamentos pélvicos para acomodar o bebê em crescimento.

Desenvolvimento do bebê - 14 semanas de gestação

Desenvolvimento do bebê

Na 14ª semana da gestação, o rosto já está completamente formado e o bebê já pode franzir os lábios, virar a cabeça, fazer caretas e enrugar a testa, mas ainda sem grande controle sobre esses movimentos.

As unhas estão crescendo nos dedos das mãos e dos pés e já tem as impressões digitais. Os cabelos estão se formando, não só na cabeça, mas nas sobrancelhas, assim como finos pelos no corpo. Os órgãos sexuais estão em desenvolvimento e os médicos já devem conseguir visualizar se é um menino ou menina através da ultrassonografia. 

Nesta fase da gestação, a placenta está desenvolvida e garante a quantidade ideal de vasos sanguíneos para fornecer todo o alimento de que o bebê precisa e o cordão umbilical transporta alimento e sangue rico em oxigênio para o bebê, além de levar os resíduos e o sangue pobre em oxigênio do bebê para a placenta.

Tamanho do bebê

O tamanho do feto com 14 semanas de gestação é de cerca de 9 centímetros, sendo equivalente ao tamanho de uma nectarina. 

Mudanças no corpo da mulher

Na 14ª semana de gravidez, as alterações físicas na mulher são agora muito mais notáveis, pois a barriga continua crescendo com o desenvolvimento do bebê, a silhueta torna-se mais redonda e a barriga pode começar a ser notada. Os seios também também aumentam de volume à medida que a gravidez evolui, devido ao desenvolvimento das glândulas mamárias e início da produção do colostro, que pode vazar e sujar o sutiã com um líquido amarelo. Nessa fase, pode ser necessário usar um sutiã para grávidas, absorvente de amamentação e calcinhas grandes e confortáveis.

A mulher pode apresentar dor pélvica, chamada de dor no ligamento redondo, que pode acontecer em um ou nos dois lados do abdômen quando a mulher muda de posição de forma muito rápida, ao se sentar ou deitar, ou quando tosse ou espirra. Essa dor é causada pelo alongamento e estreitamento dos ligamentos que dão sustentação à barriga, devido ao crescimento do útero, sendo uma condição normal da gestação. 

Embora possa sentir dor pélvica, nesta fase da gestação, a mulher começa a sentir-se mais bem disposta e menos enjoada, pois os sintomas de enjôo matinal e cansaço excessivo ficam menos intensos. Além disso, à medida que os hormônios se estabilizam, a mulher pode se sentir mais tranquila, sem tantas alterações emocionais, sendo também um período em que fica mais relaxada pois o risco de aborto espontâneo é bastante reduzido.

Cuidados durante a 14ª semana

Na 14ª semana da gestação, alguns cuidados são importantes para ajudar a aliviar o desconforto da dor pélvica, como fazer alongamentos leves e movimentos suaves, liberados pelo médico. No entanto, se a dor não melhorar, ou se tiver febre, deve-se entrar em contato com o médico imediatamente. 

Além disso, para que a mulher tenha mais forças e energia para suportar o trabalho adicional que a gravidez exige do corpo, o obstetra pode indicar a prática de alguma atividade física regular, como natação, caminhada, ioga, pilates ou manter a atividade física que já praticava antes da gravidez, mas de forma leve e moderada, sempre acompanhada por um educador físico.

É importante sempre seguir as orientações médicas durante toda a gestação, continuar tomando o ácido fólico e/ou outros suplementos indicados pelo médico, evitar o uso de medicamentos por conta própria e fazer uma alimentação nutritiva incluindo frutas, legumes e verduras frescos. Saiba mais sobre alimentação na gravidez

Principais exames

Esta é a semana da segunda consulta pré-natal, que também pode ser feita até o final da 16ª semana, sendo importante levar os resultados da ultrassom e dos outros exames solicitados pelo médico na primeira consulta pré-natal, para que o obstetra avalie como está o desenvolvimento do bebê e a saúde da mulher.

Nesta consulta, o médico deve fazer a solicitação de novo hemograma para que a mulher leve os resultados na próxima consulta. Além disso, caso a mulher tenha mais de 35 anos ou possua histórico de doenças genéticas na família, o médico também pode indicar a amniocentese que pode ser feita entre a 15ª e a 18ª semana de gravidez. 

A 14ª semana da gestação é a última semana para realizar o exame de translucência nucal que é feito através de uma ultrassonografia mais detalhada para detectar sinais de Síndrome de Down ou outras doenças genéticas. Saiba como é feito o exame de translucência nucal

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Sua gravidez por trimestre

Para facilitar a sua vida e você não perder tempo procurando, separamos toda a informação que você precisa por cada trimestre de gestação. Em que trimestre você está?

Fonte tuasaude.com

Coronavac é efetiva contra variante de Manaus, mostra estudo com 62 mil profissionais de saúde da cidade

A vacina CoronaVac se mostrou 50% efetiva em prevenir adoecimento por Covid-19 após 14 dias da primeira dose, na análise interina de efetividade em trabalhadores de saúde em Manaus. O estudo, do grupo Vebra Covid-19, é o primeiro que avalia o impacto do imunizante em locais onde a variante P.1, conhecida como variante brasileira ou de Manaus, é predominante.

EM BREVE

Os dados relativos à efetividade depois de 14 dias da segunda dose ainda estão sendo coletados.

NO MUNDO

O estudo envolveu 67.718 trabalhadores de saúde que moram e trabalham em Manaus. “Os resultados são encorajadores”, diz o cientista Julio Croda, que coordenou o estudo. “Eles mostram que a Coronavac segue sendo efetiva para a nova variante do Brasil [batizada primeiramente como variante de Manaus] e poderá ser usada no mundo todo para as novas variantes”, diz ele.

NO MUNDO 2 

Croda afirma que a variante brasileira já está se tornando predominante em muitos países da América Latina. Daí a importância do resultado encontrado agora em Manaus.

REDE

O Vebra Covid-19 é integrado por pesquisadores de instituições nacionais e internacionais e por servidores das secretarias estaduais e municipais de saúde do Amazonas e de São Paulo. Ele tem o apoio da Opas (Organização Panamericana de Saúde).

REDE 2

Segundo Croda, o grupo vai avaliar agora a efetividade da Coronavac e da Oxford/AstraZeneca em idosos das cidades Manaus, Campo Grande e de todo o estado de SP.

QUARENTENA

com BRUNO B. SORAGGI, BIANKA VIEIRA e VICTORIA AZEVEDO

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Bolsonaro telefona para Putin para discutir compra e produção de vacina Sputnik V

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) telefonou para o presidente russo, Vladimir Putin, para discutir a compra e a produção no Brasil da vacina russa Sputnik V.

Em vídeo divulgado após a conversa, Bolsonaro aparece usando máscara e diz que é preciso “resolver alguns entraves” no Brasil para a liberação do imunizante.

Em 27 de março, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que havia suspendido o prazo de análise do pedido de uso emergencial da vacina russa devido à falta de parte dos dados exigidos para a avaliação. ​

“Um dos assuntos mais importantes que nós tratamos aqui é a possibilidade de nós virmos a receber a vacina Sputnik daquele país”, disse Bolsonaro. “Logicamente, dependemos ainda de resolver alguns entraves aqui no Brasil. Estamos ultimando contato com as demais autoridades, entre elas a Anvisa, de como nós podemos efetivamente importar esta vacina”, afirmou o presidente.

Bolsonaro disse haver expectativa de produção doméstica do imunizante. “Esperamos inclusive que, caso aprovada a vacina Sputnik, nós viemos a produzi-la no Brasil”, disse o presidente.

O presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, disse que receberá ainda nesta semana o embaixador russo no Brasil, Alexey Kazimirovitch Labetskiy, e que foi acertada uma missão da agência brasileira à Rússia.

“Temos neste contato a confirmação do envio da nossa missão, uma missão de vigilância sanitária à Rússia para que possamos efetuar a inspeção nas instalações de produção tanto de insumos como da própria vacina”, afirmou. A data da viagem deverá ser acertada em reunião nesta quarta-feira (7).

O pedido de uso emergencial da Sputnik V foi solicitado em 26 de março pela União Química, que tem uma parceria com o Fundo de Investimento Direto da Rússia. A empresa busca o aval para o uso de 10 milhões de doses adquiridas pelo Ministério da Saúde no início deste mês.

Segundo a Anvisa, uma triagem inicial dos documentos anexados no pedido apontou que faltava parte dos dados exigidos para a avaliação, como especificações de qualidade e informações do tempo médio de acompanhamento dos pacientes que fizeram parte dos estudos.

Com isso, o prazo para que a agência decidisse sobre o pedido, previsto neste caso em sete dias úteis, foi suspenso até que haja a entrega dos documentos completos.​

“Assim que houver uma superação nas questões regulatórias, estaremos aplicando a vacina aqui no Brasil”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que também participou da conversa.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Transmissão COVID-19: como se pega o coronavírus

A transmissão do novo coronavírus, responsável pela COVID-19, acontece principalmente através da inalação de gotículas de saliva e de secreções respiratórias que podem ficar suspensas no ar quando a pessoa com COVID-19 tosse ou espirra.

Por isso, é importante que sejam adotadas medidas de prevenção, como lavar as mãos com água e sabão, evitar permanecer em ambientes fechados com muitas pessoas e cobrir a boca e o nariz sempre que precisar espirrar ou tossir.

O coronavírus é uma família de vírus responsável por alterações respiratórias, que geralmente causam febre, tosse intensa e dificuldade para respirar. Saiba mais sobre os coronavírus e os sintomas da infecção COVID-19.

Transmissão COVID-19: como se pega o coronavírus

As principais formas de transmissão do novo coronavírus parecem ser através de:

A forma de transmissão mais comum da COVID-19 acontece pela inalação de gotículas de saliva ou de secreções respiratórias, que podem ficar presentes no ar durante alguns segundos ou minutos após uma pessoa contaminada sintomática ou assintomática tossir ou espirrar.

Esta forma de transmissão justifica o grande número de infectados pelo vírus e, por isso, foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a principal forma de transmissão da COVID-19, devendo ser adotadas medidas como usar máscara de proteção individual em locais públicos, evitar ficar em ambientes fechados com muitas pessoas e sempre cobrir a boca e o nariz quando for necessário tossir ou espirrar em casa.

De acordo com uma investigação feita pelo Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão [3], existe um risco 19 vezes superior de pegar o vírus em locais fechados, do que ao ar livre, exatamente porque existe um contato mais próximo entre as pessoas e por mais tempo. 

O contato com superfícies contaminadas é outra forma importante de transmissão da COVID-19, já que, segundo uma pesquisa feita nos Estados Unidos [2], o novo coronavírus consegue permanecer infectante por até três dias em algumas superfícies:

  • Plástico e aço inoxidável: até 3 dias;
  • Cobre: 4 horas;
  • Papelão: 24 horas.

Quando se coloca as mãos nessas superfícies e depois se passa a mão no rosto, para coçar o olho ou limpar a boca, por exemplo, é possível que se possa ficar contaminado pelo vírus, que consegue entrar no corpo pelas mucosas da boca, olhos e nariz.

Por este motivo, a OMS recomenda a lavagem frequente das mãos, especialmente depois de se estar em locais públicos ou que tenham maior risco de estar contaminados com gotículas da tosse ou espirros de outras pessoas. Além disso, também é importante fazer a desinfecção de superfícies regularmente. Veja mais sobre como limpar as superfícies em casa e no trabalho para se proteger da COVID-19.

Um estudo realizado em fevereiro de 2020 na China [1] sugeriu também que a transmissão do novo coronavírus pode acontecer por via fecal-oral, principalmente em crianças, isso porque 8 das 10 crianças incluídas no estudo tiveram resultado positivo para coronavírus no swab retal e negativo no swab nasal, indicando que o vírus poderia permanecer no trato gastrointestinal. Além disso, um estudo mais recente de Maio de 2020 [4], também mostrou que foi possível isolar o vírus nas fezes de 12 dos 28 adultos estudados e com diagnóstico de COVID-19.

Pesquisadores espanhóis também verificaram a presença do novo coronavírus no esgoto [5] e verificaram que o SARS-CoV2 estava presente até mesmo antes dos primeiros casos terem sido confirmados, indicado que o vírus já estava circulando entre a população. Outro estudo realizado na Holanda [6] teve como objetivo identificar partículas do vírus no esgoto e verificaram que algumas das estruturas desse vírus estavam presentes, o que pode indicar que o vírus pode ser eliminado nas fezes.

Em um outro estudo realizado entre janeiro e março de 2020 [8], em 41 dos 74 pacientes com swab retal e nasal positivos para SARS-CoV-2, o swab nasal permaneceu positivo para o vírus por cerca de 16 dias, enquanto que o swab retal permaneceu positivo por cerca de 27 dias após o início dos sintomas, indicando que swab retal pode dar resultados mais precisos quanto à presença do vírus no organismo.

Além disso, um outro estudo [9] verificou que os pacientes com swab retal positivo para SARS-CoV-2 apresentavam menor contagem de linfócitos, maior resposta inflamatória e alterações mais graves da doença, indicando que o swab retal positivo poderia ser um indicador de COVID-19 mais grave. Dessa forma, a testagem para SARS-CoV-2 por via retal poderia ser uma estratégia eficaz no que diz respeito ao acompanhamento dos pacientes com infecção por SARS-CoV-2 confirmada por testes moleculares feitos a partir do swab nasal.

Essa via de transmissão ainda está sendo estudada, no entanto os estudos até então apresentados confirmam a existência dessa via de infecção, o que poderia acontecer por meio do consumo de água contaminada, inalação de gotículas ou aerossóis em estações de tratamento de água ou por meio do contato com superfície contaminadas com fezes contendo o vírus.

Apesar dessas descobertas, a transmissão fecal-oral ainda não está comprovada e nem se a carga viral encontrada nessas amostras é suficiente para causar infecção, no entanto é possível que o monitoramento da água do esgoto seja considerado uma estratégia para monitoramento do espalhamento viral.

Entenda melhor como acontece a transmissão e como se proteger da COVID-19:

As variantes da COVID-19 surgem devido a alterações no processo de replicação do vírus, levando ao aparecimento de mutações no seu material genético. De acordo com a mutação sofrida, o comportamento do vírus pode ser alterado, como capacidade de transmissão, gravidade da doença e resistência aos tratamentos.

Uma das mutações do vírus que tem ganhado destaque é uma que foi identificada primeiramente no Reino Unido e que consiste em 17 mutações que aconteceram no vírus ou mesmo tempo e que parecem tornar essa nova estirpe mais transmissível.

Isso porque algumas dessas mutações estão relacionadas com o gene responsável por codificar a proteína que fica na superfície do vírus e que se liga às células humanas. Assim, devido à mutação, o vírus poderia se ligar mais facilmente à células e causar infecção.

Além disso, outras variantes do SARS-CoV-2 foram identificadas na África do Sul e no Brasil que também possuem maior capacidade de transmissão e que também não estão relacionados com casos mais graves de COVID-19. No entanto, são ainda necessários mais estudos que ajudem a entender melhor o comportamento do vírus devido a essas mutações.

Foi também identificado nos Estados Unidos outra variante que também poderia ter maior capacidade de transmissão, no entanto os estudos que relataram a circulação dessa variante ainda não foram publicados em revistas científicas, além de também serem necessários mais estudos que avaliem o comportamento dessa nova variante.

Para evitar a infecção por COVID-19, é recomendado adotar um conjunto de medidas de proteção que incluem:

  • Lavar bem as mãos com água e sabão, principalmente após entrar em contato com alguém que tenha o vírus ou que esteja com a suspeita;
  • Evitar ambientes fechados e com muita gente, pois nesses ambientes o vírus consegue se espalhar mais facilmente e atingir uma maior quantidade de pessoas;
  • Usar máscaras de proteção individual para cobrir o nariz e a boca e evitar especialmente a transmissão para outras pessoas. Nas regiões de maior risco de infecção e para profissionais de saúde que estejam cuidando de pessoas com suspeita de coronavírus é recomendado o uso de máscaras do tipo N95, N100, FFP2 ou FFP3.
  • Evitar o contato com animais selvagens ou que pareçam estar doentes, já que a transmissão pode acontecer entre animais e pessoas;
  • Evitar o compartilhamento de objetos pessoais que possam estar com gotículas de saliva, por exemplo, como talheres e copos.

Além disso, como forma de evitar a transmissão, a Organização Mundial de Saúde está desenvolvendo e implantando medidas de monitorização das suspeitas e dos casos de infecção por coronavírus para que seja entendida a virulência do vírus e mecanismo de transmissão. Confira outras formas de não pegar o coronavírus.

Saiba mais sobre este vírus, no vídeo seguinte:

Existem, de fato, casos relatados de pessoas que pegaram o vírus uma segunda vez após uma primeira infecção. No entanto, e de acordo com o CDC [7], o risco de pegar de novo COVID-19 é muito baixo, especialmente nos primeiros 90 dias após a infecção inicial. Isto acontece porque o corpo produz anticorpos que garantem uma proteção natural contra o vírus, pelo menos durante os primeiros 90 dias.

Fonte tuasaude.com

Elixir de inhame: para que serve e como tomar

O elixir de inhame é uma solução feita utilizando o extrato do inhame, um tubérculo semelhante à batata, e que pode ser usado para desintoxicar o corpo, diminuir o colesterol ruim e reduzir a inflamação associada à doenças como síndrome do intestino irritável ou úlcera estomacal, por exemplo, por ter propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e antibacterianas.

Além disso, por conter diosgenina na sua composição, uma substância que ajuda a controlar os hormônios femininos, o elixir de inhame pode ser usado para aliviar os sintomas da menopausa, sendo também utilizado popularmente para tratamento da infertilidade, pois ajuda a aumentar os níveis de estrógeno no corpo.

Apesar de ter muitos benefícios para a saúde, em 2006 a ANVISA proibiu a venda do elixir de inhame por conter álcool na sua fórmula, o que pode causar dependência, além de existirem poucos estudos que demonstrem a eficácia deste elixir para a saúde. 

Elixir de inhame: para que serve e como tomar

Para que serve

O elixir de inhame possui propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, antibacterianas, antiespasmódicas, analgésicas e reguladora de hormônios femininos, podendo ser utilizada para auxiliar no tratamento de diversos problemas de saúde.

As principais indicações do elixir de inhame são:

  • Limpar o sangue, eliminando toxinas através do suor ou da urina;
  • Ajudar no tratamento da acne;
  • Melhorar a qualidade da pele;
  • Melhorar a memória e a função do cérebro;
  • Reduzir os sintomas da síndrome do intestino irritável ou de úlcera no estômago;
  • Aliviar os sintomas da menopausa;
  • Aliviar a cólica menstrual;
  • Reduzir a dor nas articulações causadas por reumatismo ou artrite;
  • Reduzir o colesterol ruim.

Além disso, algumas mulheres utilizam o elixir de inhame para estimular a gravidez, já que o elixir é rico em diosgenina e vitamina B6, que pode atuar regulando os níveis de estrógeno e progesterona e favorecendo a ovulação e aumentando a quantidade e a qualidade do muco cervical, importante para proteger o esperma do ambiente ácido da vagina e ajudar o espermatozoide a alcançar o útero durante o período fértil.

No entanto, a relação entre o uso do elixir de inhame e a gravidez ainda não é cientificamente comprovada, por isso, é recomendado consultar o ginecologista caso a mulher tenha dificuldade para engravidar para iniciar o tratamento mais adequado e aumentar as chances de engravidar. Veja algumas formas naturais para aumentar as chances de engravidar

É importante ressaltar que o elixir de inhame pode auxiliar no tratamento das doenças e não substitui o tratamento médico, além de não ter sua eficácia comprovada por estudos científicos, sendo por isso sua venda proibida pela ANVISA.

Como tomar

A forma de uso do elixir de inhame é por via oral, sendo recomendado consumir 1 colher de sopa na hora do almoço e outra na hora do jantar. A dose máxima do elixir de inhame é de 3 colheres de sopa por dia.

O uso do elixir de inhame não deve ser feito por mais de 3 meses e deve sempre ser acompanhado e orientado pelo médico para evitar o surgimento de efeitos colaterais.

Aprenda ainda como utilizar o inhame para preparar uma sopa desintoxicante.

Possíveis efeitos colaterais

Alguns dos efeitos colaterais mais comuns que podem ocorrer durante o tratamento com elixir de inhame são náuseas, dor de estômago ou aumento do peso corporal. 

Quando utilizada em quantidades maiores do que as recomendadas, pode causar náuseas e vômitos.

Quem não deve usar

O elixir de inhame não deve ser usado por crianças com menos de 14 anos, mulheres grávidas ou em amamentação. 

Esse elixir também não deve ser usado por mulheres com câncer de mama, de útero ou de ovário, endometriose, fibrose uterina ou que utilizam pílulas anticoncepcionais orais, pois devido à ação do elixir de inhame nos hormônios femininos, pode reduzir a eficácia do anticoncepcional ou interferir no tratamento do câncer.

Além disso, por conter álcool, o uso do elixir de inhame não é recomendado para pessoas em tratamento de alcoolismo que fazem uso do remédio dissulfiram. 

Fonte tuasaude.com

Criatividade se cultiva

Minha paixão mais recente é a ópera/hip-hop/rap/peça/musical “Hamilton“, fruto da cabeça de Lin-Manuel Miranda, estadunidense de origem porto-riquenha. Meus filhos sabem de cor todas as duas horas e 40 minutos do libreto. Eu já assisti à gravação do elenco da Broadway no palco ao menos cinco vezes, já ouvi o álbum inteiro umas dez —e a riqueza de sons e ritmos e nuances e brincadeiras com palavras ainda me traz novas surpresas. De onde sai tanta criatividade?

Do cérebro do dito Miranda, claro —mas não em um vácuo. Aos 14 anos, o menino, filho de um consultor do partido democrata e portanto escolado em política desde pequeno, já era obcecado com rap e hip-hop. Miranda estudou na escola de aplicação da Faculdade Hunter, em Nova York, onde nasceu e morou em um bairro racialmente diverso; depois, formou-se na Universidade Wesleyan, conhecido berço de criatividade e agilidade intelectual que encoraja seus alunos a experimentar. Formado em 2002, já com um rascunho pronto de In The Heights, que depois se tornou seu primeiro musical na Broadway, Miranda em 2003 cofundou um grupo de hip-hop improvisado, Freestyle Love Supreme, que continua ativo.

Tudo isso, mais uma leitura inspirada de uma biografia durante férias na praia, é a base da história de como alguém cria uma obra tão rica, complexa e apaixonante como “Hamilton“.

Além, é claro, de um cérebro que aprendeu a ser criativo e a se deixar levar pela própria bagagem.

Uma das coisas mais bacanas que a neurociência aprendeu com a técnica de ressonância magnética funcional, que permite ver quais partes do cérebro se tornam mais ativas quando fazemos isso ou aquilo, é que ao mesmo tempo, outras partes se tornam menos ativas.

Além disso, neurocientistas ficaram ousados o suficiente a ponto de levar para o laboratório músicos e artistas de rap free-style, e lhes pedir para improvisar enquanto seus cérebros são escaneados. Resultado: durante o improviso, o cérebro funciona em modo auto-referente e livre de auto-controle, conforme estruturas mediais do córtex que mantêm a coesão do indivíduo se tornam mais ativas, e o córtex pré-frontal dorsolateral, supervisor por excelência, se cala. Solto do próprio cerceamento, o córtex passeia por suas memórias, fazendo associações livremente —para deleite da audiência.

Quem assiste ao resultado pela primeira vez, é claro, fica assombrado, porque a execução fluida aparentemente tirada do chapéu é o que se espera de uma obra de inspiração divina. Mas o talento está mesmo é em um cérebro altamente, e duplamente, cultivado: rico em experiências, que servem como elementos para criação, e escolado na arte de se deixar levar pelos próprios ímpetos, sem freios.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Candidíase oral: saiba seus sintomas, fatores de risco e como tratar

Candidíase se trata de uma infecção conhecida por afetar os órgãos genitais, no entanto, pode também afetar a pele, unhas, a garganta e também a zona bucal. É causado pelo fungo Candida albicans, que desencadeia o seu processo de infecção. O que poucos também sabem é que a candidíase oral é muito comum em bebês, …

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Bolsonaro elogia e anuncia visita a prefeito de Chapecó defensor de tratamento sem eficácia contra Covid

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) defendeu novamente, nesta segunda-feira (5), o uso de medicamentos sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19.

Em cerimônia de entrega de residências populares no Distrito Federal, Bolsonaro disse que viajará nesta semana para Chapecó (SC) onde, segundo ele, o prefeito João Rodrigues (PSD) faz “um trabalho excepcional” no “atendimento na ponta da linha” de quem necessita de tratamento.

A prefeitura liderada por Rodrigues intensificou no início de 2021 uma campanha pelo chamado tratamento precoce, com uso de medicamentos como ivermectina e cloroquina. As substâncias não têm eficácia comprovada contra a Covid-19.

“[Rodrigues é um] exemplo a ser seguido, por isso estou indo para lá. Para exatamente não só ver, mas mostrar a todo o Brasil que o vírus é grave, mas seus efeitos têm como ser combatidos. Mais ainda, naquele município —com toda certeza em mais [cidades], em alguns estados também— o médico tem a liberdade total para trabalhar com o paciente, total. Esse é dever do médico, uma obrigação e direito dele”, declarou o presidente.

Em outro momento de seu discurso, Bolsonaro voltou a dizer que as políticas de enfrentamento ao vírus não podem ser mais nocivas do que a própria doença e defendeu que as pessoas voltem ao trabalho.

“O Brasil precisa voltar a trabalhar”, disse.

Em Chapecó, os remédios do chamado tratamento precoce já eram ofertados, mas tiveram o uso estimulado depois que Rodrigues tomou posse em 1º de janeiro.

Bolsonaro advoga desde o ano passado o uso de cloroquina e ivermectina no tratamento da Covid-19, mesmo após diversos estudos não terem atestado que esses medicamentos funcionam para o combate ao vírus.

Especialistas alertam ainda que o chamado tratamento precoce pode estar associado a efeitos colaterais que muitas vezes agravam o quadro de pessoas que ingressam nos hospitais.

O próprio presidente afirma ter usado hidroxicloroquina quando se infectou com o vírus em meados do ano passado.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

O que pode ser sangue vivo nas fezes e como tratar

A presença de sangue vivo nas fezes acontece principalmente devido a presença de hemorroidas ou fissuras anais, sendo também comum nesses casos que exista coceira anal, dor e inchaço na região. No entanto, o sangue vivo nas fezes pode ser sinal de doença e Crohn ou câncer no intestino, principalmente quando é notado também perda de apetite, febre, cansaço e dor forte na barriga.

Assim, quando a quantidade de sangue nas fezes aumenta ao longo do tempo ou quando dura mais de 1 semana, é importante que o gastroenterologista ou proctologista sejam consultados para que seja possível realizar exames que ajudem a determinar a causa e, assim, iniciar o tratamento mais adequado.

O que pode ser sangue vivo nas fezes e como tratar

As principais causas de sangue vermelho vivo nas fezes são:

1. Hemorroidas

As hemorroidas são mais comuns em pessoas com prisão de ventre e surgem devido à dilatação das veias provocadas pela força necessária para defecar. Além da presença de sangue vermelho vivo nas fezes, a presença de hemorroidas também causa sintomas como coceira intensa, dor ao defecar e inchaço na região do ânus.

Como tratar: uma boa forma de aliviar a dor consiste em fazer banhos de assento com água morna durante 15 a 20 minutos. No entanto, é preciso utilizar pomadas e remédios para tratar a hemorroidas rapidamente, sendo, por isso, recomendado consultar um médico. Veja mais detalhes do tratamento para hemorroidas.

2. Fissura anal

As fissuras anais também podem surgir em quem sofre de prisão de ventre e consistem em pequenas feridas que surgem ao redor do ânus e que podem sangrar no momento em que se defeca, além de poder haver dor ao limpar o ânus e coceira. Conheça mais sobre a fissura anal.

Como tratar: para aliviar o desconforto é recomendado beber bastante água durante o dia e comer vegetais para tornar as fezes mais moles e evitar que machuquem. No entanto, deve-se consultar um proctologista para iniciar o tratamento com remédios que ajudam na cicatrização. Nos casos mais graves, pode ser necessária cirurgia para fechar a fissura.

3. Exames médicos

Alguns exames médicos podem ter como consequência a presença de sangue vermelho vivo nas fezes, como é o caso da colonoscopia, que é um exame realizado para avaliar a presença de alterações no intestino.

Na colonoscopia um tubo fino e flexível é inserido pelo ânus para transmitir imagens que ajudam o médico a observar o interior do intestino. Durante o exame, o tubo pode provocar pequenos traumas na parede do intestino, que depois sangram, levando ao surgimento de sangue nas fezes. Além disso, se for necessário remover pólipos durante a colonoscopia, o risco de sangramento é maior.

Como tratar: geralmente estes sangramentos são normais e não devem ser motivo de preocupação, desaparecendo até 48 horas. Porém, se o sangramento for muito intenso ou durar mais que 2 dias deve-se consultar o médico que fez o exame ou ir no pronto-socorro.

O que pode ser sangue vivo nas fezes e como tratar

4. Diverticulite

A diverticulite é mais comum após os 40 anos e acontece devido a uma inflamação dos divertículos, que são pequenas pregas na parede do intestino. A diverticulite pode provocar sintomas como forte dor abdominal na parte inferior esquerda da barriga, náuseas, vômito e até febre.

Como tratar: o tratamento deve ser indicado por um gastroenterologista e, normalmente, é feito com antibióticos e anti-inflamatórios para tratar a crise de diverticulite. No entanto, como os divertículos continuam no intestino, eles podem voltar a inflamar, sendo aconselhado fazer uma dieta especial para evitar que a crise volte a surgir. Veja como deve ser a dieta para diverticulite.

5. Doença de Crohn

A doença de Crohn é um problema sério e crônico que provoca uma inflamação intensa do intestino por desregulação do sistema imune. A doença pode passar muitos anos sem provocar sintomas como fezes com sangue, diarreia constante, falta de apetite, fortes cólicas abdominais e perda de peso, mas quando aparece é comum provocar várias crises ao longo da vida. Entenda mais sobre a doença de Crohn.

Como tratar: deve-se consultar um gastroenterologista para identificar a gravidade da doença e iniciar o tratamento com antibióticos, corticoides ou remédios que diminuem a resposta do sistema imune e evitam novas crises. Nos casos mais graves, pode ser necessário retirar as partes mais afetadas do intestino, através de cirurgia.

6. Câncer no intestino

Em alguns casos, a presença de sangue vermelho vivo nas fezes pode ser sinal de câncer no intestino, no entanto esses casos são mais raros e acontecem com outros sintomas como alterações bruscas no trânsito intestinal, sensação de peso na região anal, cansaço excessivo e perda de peso.

Como tratar: se existir suspeita de câncer, especialmente quando há histórico familiar da doença, é recomendado consultar um gastroenterologista para fazer uma colonoscopia ou outros exames, como tomografia computadorizada, para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento adequado. Entenda como pode ser feito o tratamento deste tipo de câncer.

Fonte tuasaude.com

Quais são os benefícios da terapia hormonal na menopausa?

terapia hormonal na menopausa

A terapia hormonal na menopausa consiste na reposição dos hormônios femininos estrogênio e progesterona, que têm a produção diminuída com a idade, principalmente com o início do climatério — que pode ocorrer próximo aos 40 anos e significa a fase final da vida reprodutiva da mulher.

Não são incomuns as mulheres que relatam desconfortos associados à menopausa e ao climatério, o que justifica a intervenção médica com adoção da terapia hormonal na menopausa. No entanto, alguns aspectos devem ser considerados pelo ginecologista e pela paciente antes da opção pelo tratamento. Saiba mais a seguir!

Quais os benefícios da terapia hormonal na menopausa?

Antes de entender quais os benefícios da terapia hormonal na menopausa que justificam o início do tratamento, é importante que a paciente tenha consciência dos motivos que fazem essa conduta ser necessária.

A alteração hormonal desencadeada pelo climatério e menopausa pode acarretar uma série de alterações no organismo que comprometem o bem-estar e qualidade de vida da mulher, devido a menor produção de estrogênio e progesterona, incluindo:

  • Ciclos menstruais irregulares;
  • Irritabilidade e mudanças de humor;
  • Ondas de calor;
  • Insônia;
  • Alterações no trato urinário;
  • Suor noturno;
  • Redução da libido;
  • Ressecamento da pele;
  • Maior tendência a problemas ósseos, como osteoporose.

Devido a esses sintomas incômodos, a terapia hormonal na menopausa é recomendada para amenização desses quadros, sendo essa a principal vantagem do tratamento.

Além do alívio dos sintomas, a mulher poderá ter ganhos significativos de qualidade de vida e bem-estar, pois os benefícios do tratamento incluem:

  • Aumento da libido;
  • Redução das chances de problemas ósseos;
  • Melhora da qualidade da pele;
  • Redução das chances de câncer de intestino;
  • Manutenção da saúde dos músculos e tecidos urogenitais.

Apesar dessas vantagens, o início da terapia hormonal na menopausa deve ser conversado com um ginecologista especializado e de confiança, pois também pode apresentar efeitos colaterais como outros tratamentos medicamentosos.

Quando iniciar a terapia hormonal na menopausa?

A terapia hormonal na menopausa apresenta efeitos colaterais no longo prazo que podem contraindicar o tratamento, incluindo chances aumentadas de desenvolver câncer de mama e câncer de endométrio.

Por conta dessas questões, é importante que o ginecologista responsável avalie o quadro de saúde da paciente, ponderando se os benefícios da terapia hormonal na menopausa superam os riscos futuros em decorrência do tratamento.

Outro fator relevante é que o uso deve ser monitorado, visando identificar efeitos colaterais cotidianos que reduzam os benefícios da opção. Mulheres com tendência a câncer influenciado por estrogênio, problemas de trombofilia ou tromboembolismo, lesões endometriais ou mamárias e doenças do fígado devem ser criteriosamente avaliadas.

A recomendação é que a reposição hormonal seja realizada por até 5 anos, pois períodos mais extensos elevam as chances de problemas decorrentes do tratamento, reduzindo os ganhos na qualidade de vida no longo prazo.

Por conta dessas particularidades do tratamento, a recomendação só pode ser realizada em uma clínica ginecológica de confiança, após avaliação detalhada do quadro de saúde da paciente e considerando as questões individuais de forma que a terapia hormonal na menopausa seja segura e eficaz contra os sintomas da menopausa e do climatério.