Aparelho autoligado preço: veja se vale a pena

Aparelho autoligado preço: preparamos em nosso artigo o valor deste modelo, também vamos abordar se essa é realmente uma opção vantajosa, diante dos demais modelos de aparelho. Veja como ele é, sua estrutura, como funciona e quais as vantagens em relação ao aparelho autoligado comum. Confira abaixo todas as informações que você precisa saber, antes …

Brasil registra 176 mortes por Covid em 24 h e soma 613.416 óbitos

O Brasil registrou 176 mortes por Covid e 4.686 casos da doença, nesta quarta-feira (24). Com isso, o país chegou a 613.416 vidas perdidas e a 22.043.417 infecções.

O Piauí apresentou uma variação grande no registro de casos. Nesta quarta, o valor ficou negativo (-7.703), após um registro elevado de mais de 8.000 infecções, na terça.

A média móvel de mortes está em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas atrás. Ela agora é de 217 óbitos por dia.

Já a média de casos apresenta queda de 17% e agora está em 9.528 infecções por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.​

O Brasil registrou 446.502 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quarta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 193.556 primeiras doses e 338.974 doses de reforço.

Os dados de segundas doses e doses únicas ficaram negativos, nesta quarta.

Bahia e Mato Grosso do Sul apresentaram grandes revisões de segundas doses, respectivamente de -753.931 e -32.328. Nas doses únicas, houve revisões no Ceará e no Mato Grosso do Sul, que registraram, respectivamente, -626 e -27.257 doses.

Ao todo, 158.395.349 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil —125.800.797 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 130.351.450 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 74,25% da população com a 1ª dose e 61,11% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 97,72% e 80,42%​.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Como usar a canela para emagrecer

A canela é uma especiaria aromática muito utilizada que pode ser consumida na forma de chá, água, tintura ou para temperar alimentos.

Quando a canela está associada a uma alimentação saudável e à prática regular de atividade física, pode favorecer a perda de peso, além de ser útil na prevenção da síndrome metabólica, pois graças aos seus compostos ativos (cumarinas e compostos fenólicos) possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e hipoglicêmicas.

Além disso, essa especiaria é uma excelente opção para substituir o açúcar, pois possui sabor ligeiramente doce, podendo ser usado no café e no preparo de panquecas, sobremesas e vitaminas saudáveis.

Este condimento, quando associado a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física, ajuda a favorecer a perda de peso e pode, até, ajudar a controlar a diabetes.

Como usar a canela para emagrecer

Para aproveitar os benefícios da canela e favorecer a perda de peso, é possível utilizá-la de diversas formas:

1. Chá de canela

Ingredientes

  • 4 paus de canela;
  • Algumas gotas de limão;
  • 1 litro de água.

Modo de preparo

Colocar a canela e a água para ferver numa panela por 10 minutos. Depois, retirar os paus de canela, deixar amornar e espremer algumas gotas de limão antes de beber. Consumir 3 xícaras deste chá por dia, antes do café da manhã, do almoço e do jantar.

Para variar no sabor, é possível adicionar gengibre ao chá, por exemplo. Caso não consiga tomar o chá sem açúcar, pode-se acrescentar adoçantes naturais como stevia ou mel.

2. Água de canela

A água de canela pode ser preparada colocando-se 2 paus de canela em 1 litro de água, deixando repousar por alguns minutos. Pode-se acrescentar rodelas de limão, laranja, gengibre ou de maçã e folhas de menta, por exemplo, para que fique mais saborosa. Também é possível preparar o chá de canela e colocá-lo na geladeira ou acrescentar algumas pedras de gelo. 

3. Suplementos naturais

Existem ainda suplementos de canela que podem ser comprados em lojas de produtos naturais ou através da internet. Nestes casos, é aconselhado seguir as instruções do fabricante ou de um fitoterapeuta, no entanto, as doses indicadas costumam variar entre 1 e 6 gramas diárias.

4. Tintura de canela

A tintura de canela é uma preparação feita com canela e álcool, podendo ser comprada em lojas de produtos naturais ou pela internet, sendo recomendado usar de acordo com as orientações do fabricante. A tintura pode ser usada por quem não gosta do sabor da canela, devendo misturar algumas gotas em um copo de água e beber antes das principais refeições.

5. Incluir a canela na dieta

É possível adotar algumas estratégias para incluir mais vezes a canela na dieta e obter todos os seus benefícios, como acrescentar 1 colher de chá de canela em pó nos cereais, mingau, panquecas, bolos, iogurte, sucos, vitaminas, leite, café e chás.

Além disso, é possível também incluir a canela no preparo de alguns alimentos, como peixes, carnes, frango e tofu. Para preparar esse tempero basta moer 2 unidades de anis estrelado, 1 colher de chá de pimenta, 1 colher de chá de sal grosso e 2 colheres de chá de canela.

Veja como preparar receitas saudáveis com canela.

Quantidade diária recomendada

Para baixar de peso, é recomendado consumir entre 1 a 6 gramas de canela diariamente. Em medidas práticas, 1/2 colher de chá de canela em pó equivale a 2 g.

Por que a canela emagrece?

A canela melhora a eficácia da insulina no organismo, um hormônio que faz com que as células usem o açúcar do sangue de forma eficiente para produzir energia, e, por isso, ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue.

Além disso, inibe algumas enzimas pancreáticas chamadas amilases, fazendo com que a degradação dos carboidratos no trato digestivo aconteça de forma mais lenta, assim como a sua absorção, evitando os picos de insulina após a refeição. Quando se mantém os níveis de glicose no sangue constantes, a fome diminui, pois a ocorrência dos picos de insulina faz com que o corpo necessite de mais açúcar, favorecendo o consumo de alimentos e, consequentemente, o ganho de peso.

Devido ao seu sabor ligeiramente doce, a canela também ajuda a diminuir as calorias que são ingeridas, já que pode ser usada como substituta do açúcar e na preparação de alguns alimentos.

Alguns estudos científicos também indicam que é possível que o cinemaldeído, um dos componentes ativos da canela, induz o processo de termogênese e aumenta o metabolismo, fazendo com que o corpo queime mais calorias utilizando a gordura acumulada a nível abdominal, favorecendo a perda de peso. No entanto, são necessários mais estudos que comprovem esse efeito. Conheça outros benefícios da canela para a saúde.

Confira os benefícios da canela no vídeo seguinte:

Fonte tuasaude.com

Saburra lingual: o que fazer para tirar o branco da língua?

A saburra lingual é uma das principais motivações para o mau hálito. Isso devido a falta da higiene adequada da língua, que muita das vezes é ignorada. Você sabe quais são os sintomas de saburra lingual, suas principais causas e principais formas de tratamento? Veja aqui tudo o que você precisa saber: O que é …

Anvisa deve contrariar Saúde e orientar repetir modelo de vacina na dose de reforço

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deve contrariar o Ministério da Saúde e orientar que a dose de reforço da vacinação da Covid seja preferencialmente aplicada com modelo igual ao usado no ciclo básico.

A diretoria colegiada da agência tem reunião nesta quarta-feira (24) para votar uma orientação sobre o reforço da vacinação.

No último dia 16, sem consultar a agência, o Ministério da Saúde anunciou a liberação da nova aplicação a todos adultos. A Saúde orienta usar “preferencialmente” imunizantes da plataforma de RNA mensageiro, como o da Pfizer.

A equipe de Marcelo Queiroga ainda sugere que a vacina de vetor viral, como a da Janssen ou a da AstraZeneca, pode ser aplicada de forma “alternativa” no reforço.

Já a diretoria da Anvisa deve sugerir o reforço “homólogo”, ou seja, com o mesmo modelo de imunizante aplicado anteriormente. A exceção deve ser a Coronavac, para a qual deve haver a recomendação de priorizar outros modelos de vacina.

A orientação da Anvisa, porém, não terá poder de derrubar as decisões do Ministério da Saúde. A agência, inclusive, deve mencionar que cabe à pasta de Queiroga fazer as definições sobre a campanha de imunização da Covid-19.

O anúncio da Saúde gerou mal-estar com a Anvisa. A agência enviou uma série de questionamentos ao ministério sobre a mudança no esquema vacinal no último dia 18, mas não recebeu resposta até a noite desta terça-feira (23).

Apesar da divergência e dos questionamentos, a Anvisa quer evitar uma disputa com o ministério. A ideia é não alimentar o discurso antivacina.

Mas integrantes da agência reconhecem que as duas orientações distintas podem gerar confusão. Enquanto o ministério prioriza a Pfizer como dose de reforço de quem recebeu qualquer modelo anteriormente, a Anvisa deve sugerir uso da AstraZeneca para quem recebeu antes esse produto, por exemplo.

Além disso, o ministério fixou intervalo de cinco meses para a aplicação da dose de reforço. Enquanto algumas farmacêuticas pedem intervalo de seis meses à Anvisa.

No caso da vacina da Janssen a divergência deve ser ainda maior, mas a agência não deve se debruçar sobre o imunizante na reunião desta quarta. O Ministério da Saúde decidiu, também no anúncio feito no dia 16, aplicar essa vacina, antes de dose única, em duas doses.

Mas a própria Janssen enviou pedido à Anvisa para manter o ciclo básico de dose única e aplicar o mesmo produto no reforço.

Procurado pela Folha, o Ministério da Saúde não se manifestou sobre os questionamentos da Anvisa.

Ao apresentar a sua orientação, a agência deve afirmar que os dados até aqui levados à reguladora sugerem o reforço homólogo da vacinação. Ou seja, a agência não exclui rever a sua decisão mais tarde.

Ao decidir sobre a vacinação, a Anvisa analisa dados de segurança, qualidade e eficácia dos produtos, além de informações sobre a fabricação.

“Os esclarecimentos solicitados são necessários sob o ponto de vista sanitário, especialmente no que se refere ao monitoramento do uso dos novos esquemas vacinais no Brasil”, disse a agência, em nota divulgada à imprensa no dia 18.

No mesmo documento enviado à Saúde, a agência afirmou que é preciso demonstrar “minimamente” que seguem mantidas a segurança e a eficácia das vacinas após as mudanças.

A Anvisa também disse que só conhece discussões sobre a Janssen que envolvem a “possibilidade de aplicação de dose de reforço e não de segunda dose como parte do esquema primário de vacinação”.

Na leitura de integrantes da Anvisa, a decisão do ministério atropelou discussões da agência sobre o tema. O órgão já abriu análise para inserir na bula das vacinas da AstraZeneca, da Pfizer e da Janssen as regras sobre a dose de reforço.

Em discussão prévia, técnicos da Anvisa aconselharam o ministério a aguardar uma posição da agência sobre a aplicação da dose de reforço, o que não ocorreu.

Um ponto que preocupa a Anvisa é sobre como organizar o monitoramento das reações adversas das vacinas. Na leitura da agência, esse é um dos temas que deveria ter sido previamente debatido com o ministério.

Desde o fim de setembro, o ministério passou a recomendar a dose de reforço para pessoas com 60 anos ou mais, além de grupos de risco. Nesse caso, a Anvisa participou da decisão.

Já os anúncios do dia 16 pegaram de surpresa até parte da equipe de Queiroga. As decisões sobre a Covid-19 têm sido tomadas em grupos restritos, e o PNI (Programa Nacional de Imunizações) está sem comando desde o fim de junho.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Remédios proibidos e permitidos na amamentação

A maioria dos medicamentos passa para o leite materno, porém, muitos deles são transferidos em pequenas quantidades e, mesmo quando presentes no leite, podem não ser absorvidos no trato gastrointestinal do bebê. No entanto, sempre que for necessário tomar um remédio durante a amamentação, a mulher deve primeiro falar com o médico, para verificar se o remédio é perigoso,se deve evitá-lo, se é necessário suspender a amamentação ou se pode usar de forma segura. 

Em geral, as mães que amamentam devem evitar o uso de medicamentos, no entanto, se for mesmo necessário, devem optar pelos mais seguros e por aqueles que já estejam estudados e que sejam pouco excretados no leite materno, de forma a evitar riscos para a saúde do bebê. Os medicamentos de uso prolongado pela mãe, geralmente, acarretam um maior risco para o bebê, devido aos níveis que podem atingir no leite materno.

Remédios proibidos e permitidos na amamentação

Remédios que a mulher não pode tomar

Alguns exemplos de remédios que não devem, em momento algum, ser usados durante a lactação são: 

Ácido acetilsalicílico

Brometos

Diazepam

Isotretinoína

Propoxifeno

Acitretina

Bromocriptina

Dietilestilbestrol

Lítio

Remédios para quimioterapia

Alfalutropina

Cabergolina

Dissulfiram

Linezolida

Remédios à base de iodo

Amiodarona

Carisoprodol

Domperidona

Lisurida

Reserpina

Alfalutropina

Cetorolaco

Doxepina

Meperidina

Selegilina

Anfepramona

Ciclofosfamida

Ergotamina

Metoclopramida

Sinvastatina

Anfetaminas

Ciclosporina

Estradiol ou etinilestradiol

Metotrexato

Tamoxifeno

Anticoncepcionais orais combinado

Cloranfenicol

Etretinato

Mifepristona ou Misoprostol

Tretinoína

Anticoagulantes

Clomifeno

Fenindiona

Oxicodona

Sais de ouro

Antipirina

Codeína

Ganciclovir

Pentazocina

Verteporfina

Atenolol

Descongestionantes nasais

Leuprolida

Pseudoefedrina

Zonisamida

No caso de ser necessário realizar o tratamento com algum desses remédios, o uso deve ser feito somente com indicação e orientação médica, sendo necessário interromper a amamentação. 

Outros remédios que necessitam da interrupção da amamentação, são os contrastes radiológicos de iodo, cobre, gálio, índio, tecnécio ou sódio radioativo, devendo-se interromper a lactação conforme orientação médica. 

Além disso, algumas plantas medicinais não devem ser usadas durante a amamentação como camomila, borragem, confrei, black cohosh ou erva de são cristóvão, kombucha, kava-kava, equinácea, ginseng, ginkgo biloba, hipéricum ou erva de são joão, feno grego ou valeriana.

Remédios que podem ser usados durante a amamentação

Os medicamentos que podem ser usados na amamentação de forma segura são o paracetamol ou ibuprofeno, para o tratamento de sintomas de gripes ou resfriados como febre, mal estar ou dor no corpo, por exemplo. No entanto, nenhum deles deve ser usado sem orientação médica.

Além disso, alguns antibióticos ou antidepressivos, podem ser receitados pelo médico que deve orientar os horários corretos de tomar e a necessidade ou não de interromper a amamentação durante seu uso. 

Saiba também quais os chás permitidos e proibidos na amamentação

A dipirona é indicada na amamentação?

A dipirona não é indicada para uso durante a amamentação, pois estar presente no leite por até 48 horas após uma dose e passar em grandes quantidades para o bebê através do leite materno, podendo levar ao surgimento de reações adversas no bebê como cianose, que é uma coloração azulada da pele, unhas ou boca, ou agranulocitose, que é uma diminuição da quantidade de glóbulos brancos do sangue. Entenda melhor o que é a agranulocitose.  

Por isso, a dipirona não é recomendada para ser usada na amamentação, a menos que recomendado pelo médico.

O que fazer antes de tomar um remédio durante a amamentação?

Antes de decidir usar um remédio durante a lactação, a mulher deve:

  • Verificar juntamente com o médico se é necessário tomar o medicamento, pois o médico deve avaliar os benefícios e os riscos;
  • Preferir medicamentos estudados que sejam seguros em crianças ou que sejam pouco excretados no leite materno;
  • Preferir remédios de aplicação local, quando possível;
  • Definir bem os horários de uso do medicamento, de forma a evitar picos de concentração no sangue e no leite, que coincidam com o horário das mamadas;
  • Optar, quando possível, por remédios contendo apenas uma substância ativa, evitando aqueles que tenham muitos componentes, como por exemplo antigripais, preferindo tratar os sintomas mais evidentes, com o paracetamol, para aliviar a dor ou a febre, ou a cetirizina para tratar os espirros e a congestão nasal, por exemplo;
  • Observar o bebê, caso a mulher necessite usar algum medicamento, de forma a detetar possíveis efeitos colaterais, tais como alterações dos padrões alimentares, hábitos de sono, agitação ou distúrbios gastrintestinais, por exemplo;
  • Evitar remédios de ação prolongada, por serem mais difíceis de eliminar pelo organismo;
  • Retirar o leite com antecedência e guardar no congelador para alimentar o bebê no caso de interrupção temporária da amamentação. Saiba como armazenar o leite materno corretamente.

Esses cuidados devem ser adotados sempre que o médico indicar algum remédio para a mulher durante o período de amamentação, para que sejam utilizados de forma segura e detectados efeitos colaterais no bebê. 

É importante ressaltar que o uso de remédios durante a lactação só deve ser feito com orientação médica, evitando o uso por conta própria.

Fonte tuasaude.com

Lesão na boca: o que é, suas causas, prevenção e tratamento

A lesão na boca possui várias causas. Assim como os motivos que a provocam, existem vários tipos de lesões na boca. Logo, é importante conhecer os tipos de lesões que existem, pois elas podem se diferenciar de acordo com a forma que surgem e como se agravam. Vejamos a seguir tudo sobre a lesão na …

Brasil precisa comprar mais 220 milhões de doses para garantir vacinação em 2022

O Ministério da Saúde prevê a compra de 220 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 para a campanha de imunização de 2022. O investimento estimado é de R$ 11 bilhões.

Há ainda previsão de sobra de 134 milhões de doses de 2021. Ao todo, portanto, o plano envolve 354 milhões de doses, mas a pasta estima que serão necessários 340 milhões de vacinas —ou seja, há uma margem de 14 milhões— no próximo ano para ampliar a dose de reforço para toda a população.

O governo priorizou os imunizantes da Pfizer e da AstraZeneca para o próximo ano. Segundo a pasta, os contratos para a aquisição de vacinas estão em fase final de celebração.

O contrato com a farmacêutica Pfizer prevê a entrega de 100 milhões de doses ao longo de 2022, com opção de compra de mais 50 milhões.

Um segundo contrato prevê também a aquisição de 120 milhões de vacinas AstraZeneca da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), com opção de compra de outros 60 milhões de doses.

O Ministério da Saúde pediu à equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) o aumento de R$ 1,4 bilhão no orçamento de 2021 para garantir a compra de 100 milhões de vacinas da Pfizer para a campanha de 2022.

O recurso extra, que deve ficar dentro do teto de gastos —regra que limita o aumento das despesas públicas—, seria usado para pagar antecipadamente 20% do contrato de R$ 7 bilhões com a Pfizer, uma imposição da farmacêutica na negociação pelas doses.

A Pfizer disse, em nota, que não comenta detalhes das negociações que mantém com o governo. Também procurada, a Fiocruz não havia respondido até a conclusão desta reportagem.

Mesmo com os recursos pendentes, a pasta não fez alteração nos planos de compras para a imunização contra a Covid no próximo ano, anunciados desde o dia 8 de novembro.

A previsão é distribuir apenas uma dose de reforço no público de 12 a 59 anos de idade, e uma dose por semestre para a população com mais de 60 anos de idade e imunossuprimidos.

O ministério também planeja vacinar crianças contra o novo coronavírus no próximo ano. A previsão é que 70 milhões de doses sejam destinadas ao público infantil.

“A possível necessidade de aplicação de mais doses de vacinas Covid-19 ainda é estudada pelo corpo técnico da pasta”, disse o Ministério da Saúde, em nota.

A etapa de imunização que envolve os mais jovens depende de aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A agência recebeu recentemente pedido da Pfizer para imunização do grupo de 5 a 11 anos de idade.

O Instituto Butantan, responsável no Brasil pela produção da Coronavac, teve pedido negado em agosto para vacinar crianças e adolescentes de 3 a 17 anos. Desde então o processo está emperrado, sem a apresentação formal de um novo pedido de uso pelo instituto paulista.

Na semana passada, o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) afirmou que há doses garantidas para o próximo ano. “Em relação a 2022 nós estamos completamente seguros, ao contrário do que se diz que o ministério não planeja, se o ministério não planejasse não estaria na situação que estamos aqui”, disse.

Em anúncio feito na última terça-feira (16), o Ministério da Saúde liberou a dose de reforço da vacina contra Covid para todas as pessoas com 18 anos ou mais. A aplicação da nova injeção será realizada cinco meses após o esquema vacinal básico para todos os adultos.

A secretária extraordinária de Enfrentamento da Covid-19 do Ministério da Saúde, Rosana Leite de Melo, afirmou que as doses de reforço das vacinas contra o novo coronavírus devem ajudar a barrar uma nova onda da pandemia no Brasil.

Segundo Melo, o país dificilmente chegará a um cenário de aumento de casos e mortes, como ocorre hoje na Europa, com a ampliação da imunização.

A orientação é que o reforço seja aplicado, preferencialmente, com a vacina da Pfizer. Na falta desse imunizante, pode ser aplicada a AstraZeneca ou a Janssen.

Para as pessoas que já tomaram uma vacina heteróloga entre a primeira e segunda dose —ou seja, produtos de fabricantes diferentes—, a vacina da Pfizer é que deve ser aplicada.

A decisão foi tomada após os resultados preliminares de um estudo da Universidade de Oxford sobre a dose de reforço, encomendado pelo Ministério da Saúde, mostrarem que o esquema heterólogo aumenta significativamente a imunidade.

“A vacina a ser utilizada para a dose de reforço deverá ser, preferencialmente, da plataforma de RNA mensageiro (Pfizer/Wyeth) ou, de maneira alternativa, vacina de vetor viral (Janssen ou AstraZeneca), independentemente do esquema vacinal primário”, afirmou nota técnica do ministério.

O anúncio da aplicação de uma segunda dose e de dose de reforço da vacina da Janssen para a Covid-19, também feito pelo Ministério da Saúde no dia 16, pegou de surpresa gestores de saúde, a Anvisa e até o laboratório produtor da vacina.

Segundo o anúncio da pasta, o imunizante, que vinha sendo usado em dose única, agora passa para o regime de duas aplicações, como já ocorre com as injeções da Pfizer, AstraZeneca e Coronavac.

A segunda dose deve ser aplicada dois meses após a primeira na população adulta. Já a dose de reforço deve ser usada após cinco meses do esquema primário completo. A recomendação é que seja com imunizante diferente, preferencialmente da Pfizer.​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Histeroscopia: o que é, como é feita e quando é indicada

A histeroscopia é um procedimento ginecológico que permite identificar e tratar eventuais alterações existentes dentro do útero, como pólipos, miomas, sangramentos uterinos e alterações anatômicas, por exemplo.

A histeroscopia é feita usando um equipamento chamado histeroscópio, que tem aproximadamente 10 milímetros de diâmetro, e que contém uma microcâmera em sua extremidade, permitindo visualizar o útero. 

Esse procedimento deve ser realizado na primeira quinzena da menstruação, quando a mulher já não estiver menstruada, não podendo ser feita na gravidez e na presença de infecção vaginal, devendo ser realizado pelo ginecologista.

Histeroscopia: o que é, como é feita e quando é indicada

Tipos de histeroscopia

De acordo com o objetivo, a histeroscopia pode ser de dois tipos:

  • Histeroscopia diagnóstica: tem como objetivo a visualização interna do útero para diagnosticar possíveis alterações ou doenças. Saiba mais sobre a histeroscopia diagnóstica;
  • Histeroscopia cirúrgica: tem como objetivo tratar as alterações existentes dentro do útero. Assim, a histeroscopia cirúrgica é indicada no tratamento de pólipos, miomas, espessamento do endométrio, malformações da cavidade uterina, entre outros problemas. Entenda como é feita a histeroscopia cirúrgica.

A histeroscopia diagnóstica é feita no próprio consultório do ginecologista e não dói, no entanto algumas mulheres podem sentir um leve desconforto durante a realização do exame, no entanto quando a passagem do útero é mais estreita, esse exame pode ser realizado sob anestesia local.

No caso da histeroscopia cirúrgica, como se trata de um procedimento mais delicado em comparação à cirúrgica, é indicado que seja feita sob anestesia geral ou raquidiana.

Como é feita

Tanto na histeroscopia cirúrgica quanto na diagnóstica, é utilizado um equipamento chamado histeroscópio, que contém na sua extremidade uma microcâmera para permitir a visualização do útero. Para favorecer a visualização das estruturas uterinas, é aplicado dióxido de carbono em forma de gás ou fluido, que permite a dilatação do útero.

Após a dilatação adequada do útero, é iniciado o procedimento de acordo com o seu objetivo. No caso da histeroscopia diagnóstica, é feita a observação do útero e caso seja identificada qualquer alteração, é feita a remoção de uma pequena porção da região que é enviado para o laboratório para análise.

Já no caso da histeroscopia cirúrgica, além do histeroscópio, são também introduzidos no canal vaginal os equipamentos cirúrgicos para que o procedimento seja realizado, durando em média 1 hora.

Quando é indicada

A histeroscopia pode ser indicada para diagnosticas ou tratar as seguintes situação:

  • Identificar ou retirar pólipo uterino endometrial;
  • Identificar e retirar miomas uterinos submucosos;
  • Espessamento endometrial;
  • Avaliação de sangramentos uterinos;
  • Avaliação de causas de infertilidade;
  • Investigar defeitos na anatomia do útero;
  • Realização de cirurgia de laqueadura tubária;
  • Investigar a existência de câncer no útero.

Além disso, a histeroscopia também é indicada para indicar ou controlar cirurgias realizadas no útero. 

Já a histerossalpingografia é um exame também muito utilizado para identificar alterações no útero e nas trompas de falópio, entretanto utiliza uma técnica diferente, com a injeção de contraste no útero e realização de raios-x, que podem demonstrar a anatomia destes órgãos. Entenda como é feita e para que serve a histerossalpingografia.

Fonte tuasaude.com

O que é a ‘matéria escura’ da alimentação, que pode ajudar na prevenção do câncer

“Alho faz bem para a saúde”. Uma frase dita há milhares de anos pela humanidade e que você certamente já ouviu. É muito mais recente, no entanto, o entendimento pela ciência de como o alho faz bem à saúde. Para isso, foi necessário decifrar sua composição química.

O composto alicina, por exemplo, inibe a proliferação de células que espalham o câncer de cólon — e de quebra é o responsável pelo aroma do alho quando ele é ralado fresco. Já a luteolina oferece propriedades que ajudam a evitar câncer e doenças cardíacas, apontam alguns estudos.

Em todos os alimentos ingeridos por nós todos os dias há outras dezenas de milhares de estruturas bioquímicas que precisam ter suas características e seus potenciais explorados. Estamos habituados a ouvir sobre proteínas, açúcar, gordura, calorias, vitaminas, mas cerca de 99% do que compõe a nossa comida é praticamente desconhecido.

A vastidão a ser explorada no conjunto de fatores nutricionais foi comparada à “matéria escura” do Universo, a substância invisível e pouco conhecida que permeia o espaço e responde por 80% de toda a matéria do cosmo.

O termo apareceu ligado ao contexto alimentar no fim de 2019, em um artigo publicado na revista científica Nature, assinado pelos cientistas Albert-László Barabási, Giulia Menichetti e Joseph Loscalzo, das universidades de Harvard e Northeastern, nos EUA.

Na época, a pesquisa citava 26.625 elementos alimentares catalogados no maior banco de dados do gênero no mundo, o canadense FooDB. Atualmente, esse número está em 70.926 — e a cada descoberta a lista se expande.

Apenas uma fração minúscula (eram 150, em 2019) deste total já tem estabelecida informações como concentração química e seus efeitos.

À BBC News Brasil, a cientista e coautora do estudo Giulia Menichetti disse que novas descobertas possibilitarão entender como ocorre a interação entre compostos químicos alimentares e proteínas do corpo humano.

É uma promessa de tratamentos e programas de prevenção mais eficazes contra doenças como o câncer.

E de posse de um catálogo muito mais amplo de informação nutricional, também “será possível ajudar órgãos de saúde pública a simular cenários de substituição de alimentos”, afirma ela.

Os pesquisadores ressaltam que será fundamental o uso de inteligência artificial, especificamente machine learning — em que máquinas aprendem padrões a partir de dados históricos e criam novos modelos para análise humana ou automatizada — com o objetivo de decifrar a “matéria escura” nutricional.

Uma equipe da Universidade Imperial College London, por exemplo, está focada em “escavar” e descobrir moléculas anticancerígenas ou outros elementos que atuem contra doenças neurodegenerativas, cardiovasculares e virais.

Um modelo de inteligência artificial foi abastecido com 8 mil moléculas de alimentos como uva, chá, laranja e cenoura. Daí saíram 100 moléculas candidatas a potencial anticancerígeno.

O PhyteByte, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que é outro projeto com inteligência artificial, também varre bancos de dados alimentares para tentar prever como esses compostos vão reagir dentro do corpo humano.

O desafio em compreender o que é exatamente uma dieta saudável vai além de entender melhor os compostos nutricionais: reside também na complexa cadeia química do nosso corpo — a influência de enzimas, do metabolismo e de processos na microbiota intestinal.

Imagine alguém que comeu uma carne temperada com alho. Moléculas de carne vermelha passam por um processo metabólico no intestino e de conversão no fígado que vira no organismo uma substância chamada N-óxido de trimetilamina ou TMAO.

Cientistas descobriram que cardíacos têm quatro vezes mais chance de morrer de qualquer causa se apresentarem altos níveis de TMAO no sangue.

Se a carne é consumida com alho, a alicina presente no tempero, mencionada anteriormente, pode bloquear a produção de uma forma anterior do TMAO — a TMA.

Com o problema estancado na origem, os níveis de TMAO permanecem mais baixos na corrente sanguínea.

Mas comer picanha com alho não é garantia contra infartos. Há que se considerar também as condições de temperatura da preparação e, no caso de um item com alto nível de industrialização, a influência das toxinas adicionadas nos processos de produção, conservação e acondicionamento.

E como o estudo do Imperial College London ressalta, há particularidades do organismo e do estilo de vida de cada indivíduo.

Essa miríade de fatores pode ser a explicação para os questionamentos feitos tanto pela comunidade científica quanto pela população em geral sobre pesquisas alimentares: estudos sustentando, por exemplo, que “ovo é saudável” um dia, e outros concluindo na semana seguinte que seu consumo diário pode levar ao risco de encurtar a vida de alguém.

“Essa ideia de identificar um determinado alimento associado a uma determinada doença é quase uma missão impossível”, diz Carlos Augusto Monteiro, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e coordenador do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (NUPENS/USP).

Por isso, uma linha atual de investigação na ciência nutricional é identificar padrões de alimentação que favorecem ou prejudicam a saúde.

“Há um interesse agora em estudar padrões de alimentação porque são eles que influenciam o desenvolvimento de uma doença. Numa relação entre alimento e doença, é muito difícil você isolar um item específico. As pessoas não escolhem os alimentos um a um, é um bloco. Numa feijoada, por exemplo, você está comendo feijão, a carne, a gordura utilizada na preparação, o alho, a cebola. Você não tem como separar uma coisa da outra. São ‘clusters’ de alimentos”, explica Monteiro.

O professor da USP lidera um grande estudo que tem como objetivo acompanhar 200 mil pessoas no Brasil por um período mínimo de 10 anos. Os padrões de alimentação delas serão analisados em associação com o risco de desenvolver doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, obesidade e vários tipos de câncer).

Uma outra pesquisa do tipo, feita com 100 mil participantes entre 2009 e 2017 pela Universidade de Paris, na França, e com contribuição da USP, demonstrou a relação do consumo de alimentos ultraprocessados com doenças que atingem um grande grupo de pessoas.

“A gente identificou há uns dez anos uma característica do padrão de alimentação muito baseada em uma forma distante do que é o natural, um padrão em que a pessoa praticamente consome só comida tão processada em que você já não distingue o seu elemento original. Qual é o alimento que forma um macarrão instantâneo? Uma gordura hidrogenada, um óleo de palma, um monte de sal, glutamato de sódio que simula o gosto de proteína, de carne, o pozinho com aromas. O macronutriente lá não é mais o alimento original. Enquanto numa refeição preparada em uma panela, em uma cozinha padrão, você identifica o alimento, ainda está muito claro.”

Para Andrea Pereira, médica nutróloga da área de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein e autora do livro recém-lançado Dieta do Equilíbrio – A Melhor Dieta Anticâncer, “a ciência sabe que verduras, legumes e frutas têm muitos fatores antioxidantes e isso vai levar a uma maior proteção do organismo e à melhora do sistema imunológico”.

Ela diz que “todo dia, células se dividem de forma errada, mas nem todo mundo vai ter câncer. Porque o sistema imunológico protege você. Mas um sistema imunológico comprometido não vai funcionar e isso está associado a uma dieta ruim, ao baixo consumo de frutas”.

Na explicação de Pereira, “a vida moderna leva você a consumir formas mais calóricas e com menos fibras. Fibras levam mais tempo para mastigar. As pessoas comem em poucos minutos em frente ao computador, na frente da TV, ultraprocessados com altas calorias e muita gordura”.

“As fibras estimulam o trato gastrointestinal, com menos absorção de gordura. Se o seu intestino não funciona bem, você tem mais inflamação local, o que ocasiona risco maior de câncer do trato gastrointestinal”, diz.

Como lembra Michael Bronstein, da equipe do Imperial College London que está usando inteligência artificial para estabelecer a relação entre a “matéria escura” nutricional e potenciais tratamentos para doenças, a “alimentação é talvez o fator simples mais importante para modificar o risco de desenvolver câncer”.

“É isso que nos encoraja a olhar com mais atenção sobre o que comemos”.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude