Mandioca: 10 principais benefícios e como consumir (com receitas)

A mandioca, conhecida também como aipim, macaxeira ou maniva, é um tubérculo fonte de fibras que promovem o controle dos níveis de glicemia e colesterol no sangue, ajudando a evitar doenças, como diabetes, infarto e derrame.

Por conter boas quantidades de amido resistente, um tipo de carboidrato que não é digerido e que também atua como fibras no organismo, a mandioca serve de alimento para as bactérias benéficas do intestino, melhorando a digestão e ajudando a prevenir situações, como prisão de ventre, gastrite ou câncer intestinal.

A mandioca é normalmente comercializada em feiras e supermercados, podendo ser usada na forma cozida, como acompanhamento de ovos, carnes e saladas; como base no preparo de sopas, bolos, pães, purês; ou na forma assada, como um aperitivo. Além disso, a mandioca, também é usada na produção de alimentos, como tapioca, farinha, sagu e beiju.

Mandioca: 10 principais benefícios e como consumir (com receitas)

Por conter boas quantidades de fibras, além de vitamina C e carotenoides, os principais benefícios do consumo da mandioca para a saúde são:

1. Prevenir doenças cardiovasculares

A mandioca possui boas quantidades de fibras, compostos que reduzem a absorção de gordura dos alimentos, ajudando a diminuir os níveis de colesterol “ruim”, o LDL, no sangue, prevenindo doenças, como infarto, aterosclerose e derrame.

Além disso, a mandioca também contém potássio e magnésio, minerais que ajudam a eliminar o excesso de sódio pela urina e promovem o relaxamento das artérias, prevenindo a pressão alta.

2. Melhorar a energia e disposição

Por conter alto teor de carboidratos, o aipim ajuda a melhorar a energia e disposição por longos períodos do dia, sendo uma ótima opção especialmente para pessoas que praticam atividades físicas ou que gastam muita energia durante o trabalho, como no caso de pedreiros, carteiros, trabalhadores rurais e coletores de lixo.

3. Ajudar no controle da diabetes

A mandioca pode ajudar no controle da diabetes, porque contém fibras e amido resistente, que ajudam a diminuir a velocidade de absorção do açúcar, promovendo o equilíbrio dos níveis de glicose no sangue. Veja outros alimentos ricos em fibra que ajudam no controle da diabetes.

4. Promover a saúde da pele, cabelo e unhas

A mandioca é fonte de vitamina C, um nutriente que ajuda a aumentar a produção e absorção de colágeno no organismo, melhorando a elasticidade da pele e do cabelo, além de fortalecer as unhas.

5. Melhorar a digestão

O amido resistente, presente em boas quantidades na mandioca, equilibra a flora intestinal, melhorando a digestão e ajudando na prevenção de situações, como gastrite e úlceras.

6. Fortalecer o sistema imunológico

Por conter vitamina C, vitamina A e carotenoides, compostos com potente ação antioxidante, a mandioca ajuda a fortalecer as células do sistema imunológico contra infecções, promovendo a prevenção de gripes, alergias e resfriados, por exemplo.

7. Auxiliar na perda de peso

A mandioca tem ótimas quantidades de amido resistente e fibras, nutrientes que diminuem o tempo de digestão, e, por isso, a mandioca ajuda a prolongar a saciedade, diminuindo a fome ao longo do dia e auxiliando na perda de peso.

8. Prevenir alguns tipos de câncer

Por conter boas quantidades de vitamina C, flavonoides, carotenoides e vitamina A, compostos com ação antioxidante, a mandioca ajuda a combater o excesso de radicais livres e fortalecer o sistema imunológico, auxiliando na prevenção de alguns tipos de câncer, como intestino, estômago e mama.

9. Melhorar o humor

O amido resistente presente na mandioca promove o equilíbrio das bactérias benéficas do intestino, favorecendo a produção de serotonina, um neurotransmissor responsável pela regulação e melhora do humor e bem estar geral. Conheça outros alimentos que ajudam a melhorar o humor.

10. Evitar a prisão de ventre

A pectina e as beta-glucanas, fibras presentes na mandioca, ajudam a hidratar e facilitar a eliminação das fezes, evitando, assim, a prisão de ventre.

Além disso, a mandioca contém amido resistente, um tipo de carboidrato que serve de alimento para as bactérias benéficas do intestino, promovendo o equilíbrio da flora intestinal e prevenindo a prisão de ventre.

A mandioca engorda?

A mandioca contém boas quantidades de carboidratos e calorias que, quando consumida em excesso, pode engordar.

No entanto, a mandioca tem boas quantidades de fibras que ajudam a prolongar a saciedade e diminuir a fome ao longo do dia. Por isso, quando consumida com moderação, a mandioca pode ser uma boa opção para auxiliar no emagrecimento.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir contém a informação nutricional de 100g, o que equivale a aproximadamente 3 colheres de sopa cheias, de aipim cozido:

Componentes

100g (3 col de sopa cheias) de aipim cozido

Energia

125 calorias

Proteína

0,6 g

Carboidratos

30,1 g

Gordura

0,3 g

Fibra

1,9 g

Vitamina C

18,2 mg

Vitamina A

13 mcg

Carotenoides

13 mcg

Ácido fólico

24 mcg

Cálcio

19 mg

Potássio

100 mg

Magnésio

27 mg

Fósforo

22 mg

Para se obter os benefícios com o consumo da mandioca, é fundamental também manter uma alimentação balanceada e saudável, associada à prática regular de atividades físicas.

Como usar

A mandioca pode ser consumida cozida, como acompanhamento de outros alimentos, como ovos, carnes e saladas, no café da manhã, lanches, almoço ou jantar. Além disso, o aipim também pode ser usado para preparação de bolos, purês, sopas, caldos, ou ainda assado, como chips.

É importante que ressaltar que a mandioca não deve ser consumida crua, porque esta forma contém ácido cianídrico, um composto presente especialmente na mandioca da espécie conhecida como “brava”, e que pode causar intoxicação, gerando sintomas, como náuseas, vômitos, convulsões, falta de ar e, em casos mais graves, pode levar a óbito.

Receitas saudáveis com mandioca

Mandioca: 10 principais benefícios e como consumir (com receitas)

A mandioca pode ser usada em receitas saudáveis, como sopas, chips, bolos ou purês.

1. Bolo de aipim

Ingredientes:

  • 500g de aipim;
  • 3 ovos;
  • ¾ de xícara de açúcar mascavo ou 3 colheres de sopa de adoçante culinário;
  • 1 xícara de chá de leite de vaca ou leite vegetal;
  • 100 g de coco ralado fresco ou desidratado (sem açúcar);
  • 1 col de café de manteiga para untar.

Modo de preparo:

Pré-aquecer o forno a 180 ºC. Untar uma forma ou tabuleiro com manteiga e reservar. Lavar bem, descascar e cortar o aipim em pedaços pequenos. Colocar o aipim, os ovos, o açúcar, ou adoçante, e o leite no liquidificador e bater até formar uma mistura homogênea. 

Transferir a massa para uma tigela e adicionar o coco ralado, misturando com uma colher. Colocar a massa na forma, ou tabuleiro, e levar ao forno para assar por 40 minutos, até dourar. Esperar amornar e servir.

2. Sopa de mandioca com frango

Ingredientes:

  • 500g de mandioca;
  • 2 cebolas médias;
  • 3 dentes de alho;
  • 2 xícaras de frango cozido desfiado;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 1 col de sopa e salsa picada;
  • Sal e pimenta à gosto.

Modo de preparo:

Lavar, descascar e cortar a mandioca em cubos. Picar a cebola e o alho em cubos pequenos e reservar. Em uma panela, colocar a mandioca e cobrir com água, deixando cozinhar em fogo médio até ficar bem macia. Esperar amornar e, com cuidado, bater a mandioca no liquidificador, adicionando a água do cozimento aos poucos, até formar um caldo grosso e reservar.

Em uma panela, adicionar o azeite, a cebola e o alho, refogando em fogo baixo por 5 minutos. Adicionar ao refogado o creme de mandioca, o sal, a pimenta, a salsa e o frango desfiado, mexendo com uma colher. Para deixar o caldo mais diluído, pode-se adicionar um pouco mais de água do cozimento da mandioca. Aguardar amornar e servir.

3. Chips de aipim

Ingredientes:

  • 500 g de aipim;
  • 4 colheres de sopa de azeite;
  • Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo:

Pré-aquecer o forno a 200ºC. Lavar, descascar, secar e cortar o aipim em tiras bem finas. Temperar o aipim com 3 col de sopa de azeite, pimenta e sal a gosto. Untar um tabuleiro com o restante do azeite. Distribuir as fatias de aipim e levar ao forno para assar por 15 minutos ou até ficarem douradas. Virar as fatias, com uma pinça, ou colher, e deixar por por mais 15 minutos ou as fatias ficarem douradas e crocantes.

Fonte tuasaude.com

Dentes desgastados: conheça o problema e como tratar

Os dentes desgastados, assim como os dentes manchados e desalinhados é capaz de trazer prejuízos não só a aparência, mas também a qualidade de vida. Conheça aqui quais são as suas principais causas, prejuízos e principais formas de tratamento: O que são dentes desgastados? Os dentes desgastados, nada mais são do que dentes que tiveram …

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Ômicron: quais são os sintomas da nova variante comparados aos das anteriores

A variante ômicron está se espalhando rapidamente pelo mundo —e estudos sugerem que é a mais contagiosa até agora.

No entanto, diferente de outras variantes, que atingiram a população quando as taxas de vacinação eram menores, agora o índice de hospitalizações e de óbitos tem se mostrado menor —e, em alguns casos, sintomas mais leves têm se mostrado semelhantes a resfriado ou gripe.

Apesar disso, a rapidez com que a ômicron é transmitida continua a sobrecarregar os sistemas de saúde —e ela segue sendo uma ameaça para não vacinados e pacientes de risco. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, na semana passada, que a ômicron não deve ser descrita como branda, já que está matando pessoas em todo o mundo.

Mas como posso saber se tenho Covid-19 ou outra doença respiratória leve?

Sintomas da ômicron

“Achamos que a ômicron é muito mais semelhante às variantes leves que temos visto em pessoas vacinadas, como a delta principalmente”, diz à BBC o professor Tim Spector, epidemiologista da Universidade King’s College London, que dirige o estudo Zoe Covid, que analisa a disseminação e os sintomas da doença no Reino Unido.

O estudo Zoe Covid vem coletando dados de milhares de pessoas infectadas que registram seus sintomas em um aplicativo. Assim, os pesquisadores conseguem analisar os sintomas relacionados à variante delta e à ômicron.


Até agora, os cinco sintomas mais comuns são:

  • Secreção nasal;
  • Dor de cabeça;
  • Fadiga (leve ou grave);
  • Espirro;
  • Dor de garganta

Fonte: Estudo Zoe Covid, King’s College London


Parte destes sintomas mais brandos se devem sobretudo ao grande número de pessoas vacinadas ou com imunidade adquirida.

É muito cedo para saber como a ômicron afetará os não vacinados e as pessoas com um sistema imunológico mais fragilizado.

O epidemiologista do King’s College observa que, como muitos dos sintomas relacionados agora à variante ômicron são semelhantes aos do resfriado, isso pode levar as pessoas a “talvez não reconhecerem a infecção como Covid”.

Ou seja, em regiões onde a ômicron está se espalhando rapidamente, é muito provável que alguém com sintomas de resfriado tenha Covid, como está acontecendo em Londres, uma das cidades com maior incidência de ômicron.

Se você suspeitar que está com Covid, o mais importante é fazer o teste o quanto antes. Mesmo quem está com sintomas leves ou assintomático pode colocar outras pessoas em risco.

Variantes anteriores do coronavírus apresentavam sintomas como febre, tosse, perda de paladar e de olfato. Mas, segundo Spector, a maioria das pessoas que está reportando novas infecções agora não apresenta estes “sintomas clássicos” de Covid.

Alerta para os sintomas

Mesmo que, para alguns, a Covid possa parecer “um resfriado forte”, com sintomas como dor de cabeça, dor de garganta e secreção nasal, o serviço público de saúde britânico (NHS, na sigla em inglês) indica que devemos continuar atentos aos sintomas clássicos da Covid:

  • Tosse contínua e súbita;
  • Febre ou temperatura alta;
  • Perda ou alteração no olfato e paladar

A febre é um sintoma claro de Covid?

Uma temperatura a partir de 37,8°C é considerada alta.

A febre pode ocorrer quando o corpo está combatendo uma infecção, não apenas o coronavírus.

É melhor usar um termômetro. Mas se você não tiver um, verifique se está quente ao tocar seu peito ou costas.

É improvável que um resfriado comum cause febre. Por isso, em caso de febre, é recomendável fazer um teste para descartar que você tenha coronavírus.

Como devemos encarar a tosse?

Se você estiver gripado ou resfriado, provavelmente terá tosse e outros sintomas.

A gripe costuma aparecer de repente, e os pacientes muitas vezes sentem dores musculares, calafrios, dores de cabeça, cansaço, dor de garganta, secreção ou congestão nasal, junto com tosse. Parece pior do que um resfriado forte.

Já os resfriados tendem a se desenvolver mais gradualmente e são menos graves, embora nos façam sentir mal.

Junto com a tosse, pode haver espirros, dor de garganta e secreção nasal. Sintomas como febre, calafrios, dores de cabeça e musculares são pouco frequentes.

A tosse decorrente do coronavírus implica em tossir muito por mais de uma hora, ou ter três ou mais ataques ou “episódios” de tosse em 24 horas.

Se você desenvolver uma tosse nova e contínua, deve fazer o teste de Covid.

O que significa perder o paladar ou olfato?

Estes são os principais sintomas do coronavírus e significam que você deve fazer o teste.

Você ainda pode ter um simples resfriado. Mas é importante checar, mesmo que não esteja se sentindo mal, para evitar o risco de espalhar o vírus.

Se eu espirrar, significa que tenho coronavírus?

Espirrar não é um sintoma clássico de coronavírus e, a menos que você também tenha febre, tosse ou perda de olfato e paladar, não deve ser um problema.

De toda forma, um espirro pode transmitir infecções, então tente usar um lenço de papel e lavar as mãos ao espirrar.

E se meu nariz estiver escorrendo ou entupido?

Não é um dos principais sintomas do coronavírus, mas várias pesquisas sugerem que pessoas que testaram positivo apresentaram estes sintomas.

As diretrizes sanitárias dos Estados Unidos, por exemplo, incluem todos estes sintomas como possíveis em caso de infecção por coronavírus:

  • Febre ou calafrios;
  • Tosse;
  • Falta de ar ou dificuldade para respirar;
  • Fadiga;
  • Dores musculares ou no corpo;
  • Dor de cabeça;
  • Perda de olfato ou paladar;
  • Dor de garganta;
  • Secreção ou congestão nasal;
  • Náusea ou vômito;
  • Diarreia

Os dados da África do Sul indicam que algumas pessoas relataram problemas digestivos como um possível sintoma de ômicron.

Mas no Reino Unido, Tim Spector observou que a infecção pela ômicron parece permanecer semelhante às variantes anteriores —ou seja, sobretudo uma infecção respiratória.

Casos graves

Dados preliminares e estudos sobre a ômicron sugerem que esta variante tem se mostrado menos severa que as anteriores. Isso se deve em parte às mutações do vírus, mas acima de tudo à proteção das vacinas e da imunidade natural.

No entanto, a velocidade sem precedentes com que a ômicron é transmitida continua sendo um desafio — e muita gente, sobretudo pacientes com certas doenças prévias, continuam correndo risco.

As pessoas infectadas com coronavírus podem apresentar uma ampla variedade de sintomas, que variam de leves a graves. Algumas ficarão assintomáticas, mas ainda assim podem ser infecciosas.

Os sintomas podem aparecer até duas semanas após a exposição ao vírus, mas geralmente isso acontece por volta do quinto dia. Leia aqui sobre quando uma pessoa com ômicron deixa de ser contagiosa, com ou sem sintomas.

Dificuldades respiratórias podem ser um sinal de uma infecção mais grave.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Dermatose papulosa nigra: o que é, causas, sintomas e tratamento

A dermatose papulosa nigra é uma condição da pele caracterizada pelo aparecimento de pequenos pontinhos na pele, chamados de pápulas, de coloração marrom ou preta, principalmente no rosto, pescoço e tronco. Essas pápulas não doem e nem coçam e podem se juntar formando placas maiores de pápulas.

Esta condição é mais comum em pessoas com pele negra e asiáticos e podem acontecer em qualquer idade, no entanto é mais frequente de ser observado em pessoas a partir os 60 anos. A dermatose papulosa nigra está normalmente associada a questões genéticas, no entanto é possível que o seu surgimento esteja associado à exposição solar constante.

Essa situação não representa risco para a saúde e nem causa sinais ou sintomas e, por isso, não é necessário realizar tratamento. No entanto, é possível realizar alguns procedimentos dermatológicos com fins estéticos para remover as pápulas ou melhorar o seu aspecto.

Dermatose papulosa nigra: o que é, causas, sintomas e tratamento

Principais sinais e sintomas

Os sinais e sintomas característicos da dermatose papulosa nigra são o surgimento de múltiplas pápulas, de cor marrom ou preta, arredondadas, planas e superficiais, que não causam dor. Geralmente, numa fase inicial, as lesões apresentam uma superfície lisa e, mais tarde, podem tornar-se ásperas, semelhantes a verrugas ou apresentar um formato filiforme.

Possíveis causas

A dermatose papulosa nigra está normalmente relacionada com fatores genéticos, que podem influenciar o desenvolvimento do folículo pilossebáceo, resultando no aparecimento das pápulas. Dessa forma, é possível que as pessoas que tenham histórico familiar de dermatose papulosa nigra também a desenvolva ao longo do tempo.

Além disso, acredita-se que o aparecimento das pápulas também esteja relacionada com a exposição solar, isso porque aparecem com mais facilidade em regiões do corpo que ficam mais expostas ao sol.

Como é feito o tratamento

A dermatose papulosa nigra não necessita de tratamento porque não causa dor nem desconforto. Porém, por razões estéticas, pode-se consultar um dermatologista e proceder à remoção das pápulas através de diferentes técnicas, como curetagem, laser, excisão, eletrofulguração ou aplicação de nitrogênio líquido, por exemplo.

Fonte tuasaude.com

Liguinha de aparelho: qual a sua função e como escolher

A liguinha de aparelho, ao contrário do que muitos pensam, possui uma função importante no tratamento ortodôntico. É por esse elástico que o aparelho é capaz de fazer as correções necessárias na arcada dentária. Saiba aqui qual a importância da liguinha em meio ao tratamento e como escolher a que mais combina com você: O …

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Brasil completa 1 ano de colapso em Manaus com medo de nova crise

“Cientistas encontram variante inédita com origem no Amazonas”, dizia o título de uma reportagem publicada nesta Folhaem 12 de janeiro de 2021. Era o prenúncio de meses caóticos, que começariam com pacientes morrendo sem ar nos hospitais de Manaus.

Um ano depois, o Brasil vive mais uma vez o medo de uma nova crise, com uma nova linhagem do coronavírus. A rápida disseminação da variante ômicron já faz testes acabarem, prontos-socorros lotarem e internações subirem rapidamente nas capitais.

Por outro lado, a cepa menos agressiva agora encontra um país majoritariamente vacinado e com capacidade de resposta mais rápida para ampliar leitos, fatores que contribuem para uma média diária de mortes oito vezes menor do que naquele momento.

“Mas o colapso pode se manifestar de diferentes maneiras em cada cidade. Tivemos a crise do oxigênio de Manaus, depois a crise do kit intubação em São Paulo. Agora, tem preocupado o afastamento de profissionais de saúde infectados, que pode causar uma crise de recursos humanos, por exemplo”, diz o sanitarista Christovam Barcellos, da Fiocruz.

O cientista lembra também a possibilidade de acontecerem surtos em regiões menos vacinadas como o Norte. Amapá, Roraima e Acre estão no fim do ranking do país, com menos da metade de sua população com o ciclo completo.

Nos dias que precederam a crise em Manaus, no entanto, nem vacina existia ainda no Brasil. O Instituto Butantan e a Fiocruz aguardavam o aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para usar de forma emergencial os imunizantes importados.

Países europeus, Estados Unidos e Argentina começavam a imunizar suas populações, e a pressão sobre o governo federal crescia, com o estado de São Paulo ameaçando iniciar a campanha por conta própria —o que acabou acontecendo em 17 de janeiro.

O Brasil havia acabado de atingir a marca de 200 mil mortos pela Covid-19 (que seria triplicada dez meses depois), lamentada por Jair Bolsonaro (PL) em uma live nas suas redes sociais nas quais acrescentou que “a vida continua”.

O presidente já havia trocado de ministro da Saúde duas vezes a essa altura, deixando Luís Henrique Mandetta (DEM) e Nelson Teich para trás. Na cadeira estava o general Eduardo Pazuello, que concordou em ampliar a oferta de cloroquina sem respaldo científico e ignorou os avisos sobre a escassez de oxigênio em Manaus.

Até então, Bolsonaro tinha o discurso alinhado ao do ex-presidente americano Donald Trump, que por sua vez via seu país bater a cifra de 4.000 mortos por dia, seguindo uma tendência de alta no mundo inteiro.

As principais preocupações da Organização Mundial de Saúde (OMS) naquela época eram as variantes alfa (surgida no Reino Unido) e beta (África do Sul). Ainda nem se falava em delta (Índia), e a gama (Brasil) acabava de ser descoberta.

Foi ela quem fez explodir os casos, internações e óbitos no Amazonas naquele momento, antes de qualquer outro lugar. “Estava começando a subir no resto do Brasil. Neste ano, não sabemos, porque estamos com uma falha de dados tremenda desde dezembro”, ressalta Barcellos.

O epidemiologista Raphael Guimarães, do Observatório Covid-19 da Fiocruz, concorda: “Há duas diferenças muito grandes nos dois períodos. Primeiro, a vacinação. Segundo, o apagão de dados. Estamos navegando no escuro e não temos como prever cenários para tomar as decisões corretas”.

Isso porque os sistemas do Ministério da Saúde estão instáveis há um mês, após ataques hackers, e o país continua sem uma política ampla de testagem. A Folha mostrou neste sábado (7) que o número de infecções pode dobrar para 1 milhão por dia em duas semanas, considerando casos não notificados estimados pela Universidade de Washington.

A doença agora de fato tem sido mais branda, mas, com a alta transmissão, não está descartado o risco de os hospitais lotarem. Segundo dados de deslocamento do Google, hoje o índice de permanência em casa é bem menor do que um ano atrás.

“Pense que você tem mil casos e cem evoluem para internação. Mas se você tem dez vezes mais casos, vai ter dez vezes mais internações”, lembra Guimarães, acrescentando que essa pressão nos sistemas de saúde deve ficar mais clara daqui a cerca de dez dias, quando houver piora dos pacientes que se infectaram recentemente.

Ele, porém, diz achar difícil um cenário tão caótico como no início de 2021, com 90% a 100% de ocupação de UTIs em muitos estados brasileiros. Contribui para o sentimento de esperança a perspectiva de entrega de uma vacina produzida totalmente em território nacional pela Fiocruz já no início de fevereiro, após liberação da Anvisa na sexta (7).

Pesquisadores ressaltam que a Covid-19 tem seguido a trajetória dos anos anteriores e de gripes comuns, com o surgimento de novas variantes no hemisfério norte no fim do verão, com pico no inverno e em seguida aumento no hemisfério sul.

Seguindo essa lógica, a variante ômicron poderia representar uma espécie de começo do fim da pandemia. “É uma tendência que toda epidemia tem, de passar a ter variantes menos agressivas para que se transmitam mais. Mas ainda é muito perigoso. Um surto desse como poucos vacinados é uma tragédia”, ressalta o sanitarista Barcellos.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

14 doenças que causam manchas vermelhas na pele

As manchas vermelhas na pele em adultos podem acontecer devido a diversas situações, podendo acontecer devido a uma alergia ou ser um dos sinais de câncer, por exemplo. Por isso, é importante ter atenção a todos os sintomas que possam surgir, como coceira, febre ou tosse, por exemplo, e consultar o médico, para que seja feita uma avaliação das manchas e indicada a realização de exames que ajudem a identificar a causa.

Assim, a partir do momento que a causa das manchas é identificada, o médico pode recomendar o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios ou antibióticos, em alguns casos.

As principais causas de manchas vermelhas na pele são:

1. Alergia

Alergia

Como são as manchas: de tamanho médio, podem ser vermelhas ou brancas e coçam muito, podendo conter líquido ou ficarem inflamadas, desaparecendo em até 3 dias. Nos casos mais graves, as manchas vermelhas podem ser acompanhadas por sintomas como falta de ar, podendo colocar a vida em risco.

As manchas vermelhas devido a alergia podem surgir após o contato com plantas, pêlos de animais ou ingestão de remédios, por exemplo, mas também podem ser causadas por picada de inseto ou intoxicação alimentar.

Como tratar: os sintomas podem ser aliviados com medicamentos para alergia como a Loratadina, corticosteroides, como a Prednisona, ou aplicação de cremes, como Fenergan, receitadas pelo dermatologista. Veja mais sobre o tratamento para alergia.

2. Micose

MIcose

Como são as manchas: podem aparecer em qualquer parte do corpo, diferentes tamanhos e afetam uma região bem delimitada do corpo. Além disso, também pode haver formação de bolhas e descamação na área. Em alguns casos, a infecção pode espalhar para outras partes do corpo, podendo levar ao aparecimento de outros sintomas, como coceira e ardor. Veja mais detalhes dos sintomas da micose na pele.

Como tratar: remédios antifúngicos e por vezes antibióticos podem ser indicados pelo dermatologista.

3. Zika vírus

Zika

Como são as manchas: são caracterizadas por serem pequenas pintas vermelhas levemente elevadas que produzem coceira e normalmente surgem cerca de 3 dias após a picada do mosquito. As manchas da Zika geralmente surgem primeiro no rosto e se espalham pelo resto do corpo em poucas horas e duram cerca de 5 dias, sendo normalmente acompanhadas por outros sintomas como dor muscular ou articular, por exemplo. Veja como saber se está com Zika.

Como tratar: repouso, hidratação e remédios prescritos pelo médico como a Dipirona ou Paracetamol, para aliviar os sintomas e o mal estar.

4. Eczema

Eczema

Como são as manchas: provocam muita coceira, o que pode deixar a pele mais vermelha, além de poderem ficar inchadas. As manchas podem aparecer e desaparecer espontaneamente ao longo do tempo, sendo mais frequente em crianças e em profissionais da saúde que lavam as mãos com sabonetes antisséptico.

Como tratar: uso de remédios anti-alérgicos como Loratadina e aplicação de pomadas ou cremes corticoides, como Fenirax, prescritos pelo dermatologista.

5. Rubéola

Rubéola

Como são as manchas: são pequenas, planas, apesar de algumas poderem ser ligeiramente elevadas, podendo juntar-se e formar uma mancha maior, além de causar coceira. Normalmente começam no rosto e parte detrás das orelhas e em pouco tempo se espalham pelo corpo e duram cerca de 3 dias.

Como tratar: seguir o tratamento indicado pelo médico, que pode ser feito com Paracetamol até que a doença esteja devidamente controlada. 

6. Psoríase

Psoríase

Como são as manchas: apresentam centro branco com bordas vermelhas ou rosas, secas, que descamam e que causam coceira, podendo também sangrar, em alguns casos. Essas manchas normalmente surgem nos cotovelos, joelhos, nádegas ou couro cabeludo. São mais frequentes antes dos 30 anos e depois dos 50 anos, não são contagiosas e estão relacionadas com fatores genéticos.

Como tratar: para o tratamento desse tipo de mancha, o dermatologista pode indicar o uso de alguns cremes ou pomadas anti-inflamatórias. Além disso, é também indicado evitar a exposição solar e o consumo de alimentos ricos em gordura e produtos industrializados, dando preferência ao consumo de alimentos ricos em ômega-3 e betacarotenos. Conheça outros cuidados importantes durante o tratamento para psoríase.

7. Lúpus

Lúpus

Como são as manchas: manchas avermelhadas planas ou elevadas que podem aparecer em qualquer parte do corpo, sendo mais frequentes em mulheres na região do nariz e bochechas, lembrando uma borboleta. Saiba reconhecer os sintomas de lúpus.

Como tratar: remédios corticoides e imunossupressores orientados pelo médico.

8. Rosácea

Rosácea

Como são as manchas: manchas vermelhas que aparecem mais frequentemente nas bochechas, testa e nariz em que podem ser também visualizados pequenos vasinhos na pele. Além das manchas vermelhas, a pele fica mais sensível, quente e poder ser verificado também inchaço.

As manchas podem permanecer de semanas a meses e desaparecer após um tempo, podendo voltar a surgir e ser acompanhado por outros sintomas característicos.

Como tratar: uso de sabonete e hidratantes neutros para controlar a vermelhidão e, em alguns casos, o dermatologista pode indicar o uso de antibióticos ou anti-inflamatórios.

9. Sarna

Sarna

Como são as manchas: manchas vermelhas que surgem principalmente nos dedos das mãos e dos pés, além de também poder aparecer nas axilas, que coçam bastante, principalmente à noite.

A coceira constante pode levar ao desenvolvimento de úlceras na pele, tanto em crianças quanto em bebês.

Como tratar: aplicação de cremes e pomadas indicados pelo dermatologista de acordo com a gravidade da infecção, podendo ser indicado Ivermectina, Crotamiton ou Permetrina. Conheça mais sobre a sarna humana.

10. Brotoeja

Brotoeja

Como são as manchas: pequenas manchas e bolinhas vermelhas que causam ardor e coceira e que aparecem principalmente na região peitoral, coxas, rosto, pescoço e costas.

Como tratar: não é necessário tratamento específico, sendo apenas recomendado manter a região livre de calor e aplicar compressas frias no lugar em que as brotoejas aparecem.

11. Catapora

Catapora

Como são as manchas: as manchas da catapora dependem da fase da doença que a pessoa se encontra, podendo ser verificada pequenas bolinhas em todo o corpo e que produzem bastante coceira. Em seguida, podem ser notadas bolhas cheias de líquido que estouram e levam à formação de crostas. Veja como reconhecer as manchas de catapora.

Como tratar: repouso e uso de Paracetamol e Iodopovidona, para evitar que as bolhas infeccionem, que devem der usados de acordo com a orientação do médico.

12. Sarampo

Sarampo

Como são as manchas: pequenas manchas vermelhas, levemente elevadas, que não coçam e que se disseminam com rapidez por todo o corpo. Surgem primeiramente no rosto e espalham-se pelo tronco e braços, além de poderem ser acompanhadas por febre. Faça o teste online para saber se pode estar com sarampo.

Como tratar: repouso, hidratação e uso de Paracetamol de acordo com recomendação do médico.

13. Câncer de pele

Câncer de pele

Câncer de pele

Como são as manchas: as manchas dependem do tipo de câncer de pele que a pessoa possui. No entanto, as manchas costumam ser pequenas, de formato irregular e que podem aumentar ao longo do tempo, podendo sangrar também, em alguns casos. Além disso, algumas manchas podem ser planas, extensas ou ter uma superfície áspera. Saiba como identificar o câncer de pele.

Como tratar: cirurgia, radioterapia ou quimioterapia de acordo com as características da mancha identificadas pelo médico após avaliação.

14. Dermatite atópica

Dermatite atópica

Dermatite atópica

Como são as manchas: manchas vermelhas que coçam bastante, principalmente a noite, e podem descamar, podendo também conter líquido e que posteriormente pode gerar uma crosta. A coceira excessiva pode causar feridas na pele, além de também poder causar o aumento da espessura da pele no local. Veja como identificar os tipos de dermatite.

Como tratar: cremes e pomadas com corticoides de acordo com orientação do médico.

Fonte tuasaude.com

Anamnese odontológica: como é feita a investigação pelo dentista

Antes de se iniciar qualquer tratamento ou procedimento odontológico, para evitar complicações, o paciente deve ser submetido a uma anamnese odontológica. É pela anamnese odontológica que se é possível identificar qual a melhor abordagem a ser feita para que seja solucionado o problema. Você sabe o que é a anamnese odontológica? Veja aqui como ela …

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Queiroga diz que variante ômicron já é prevalente no Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que tem observado um aumento de casos de Covid-19 num cenário em que a variante ômicron já é prevalente no Brasil.

“Infelizmente, ela [ômicron] já é prevalente aqui no Brasil, nós estamos assistindo o aumento de casos. E como em outros países que tem uma campanha forte como a nossa [de vacinação], a nossa expectativa é que não tenha um impacto em hospitalização e em óbitos”, disse a jornalistas nesta terça-feira (11).

No Brasil, o primeiro caso foi anunciado em 30 de novembro. A variante ômicron já representa 92,6% dos testes positivos para detecção de Covid no Brasil, indica levantamento feito por laboratórios.

A primeira morte causada pela variante ômicron no Brasil foi confirmada no dia 6 de janeiro pela Secretaria de Saúde da cidade de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana de Goiás.

O paciente, de 68 anos, era hipertenso e tinha doença pulmonar obstrutiva crônica. De acordo com a pasta, ele havia recebido três doses de vacina contra a Covid-19: duas no esquema primário e uma de reforço.

O ministro disse ainda que todas as vacinas aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) podem ser avaliadas para o programa de vacinação, inclusive a Coronavac para crianças caso tenha o aval da agência reguladora.

“O presidente [Jair Bolsonaro] disse que todas as vacinas aprovadas pela Anvisa podem ser consideradas para o Plano Nacional de Operacionalização. Se a Anvisa aprovar, o Ministério da Saúde vai analisar as condições dessa aprovação e, como de costume, liberar esse imunizante para a população brasileira”, informou.

Como a Folha mostrou, o Ministério da Saúde avalia usar a Coronavac em crianças caso o imunizante seja aprovado pela Anvisa.

Como a vacina é a mesma utilizada em adultos, estados já se planejam para aplicar doses no público infantil. Hoje, há estoques, e o imunizante é apontado por especialistas como boa opção para crianças.

O Instituto Butantan entrou com novo pedido para a aprovação do uso da Coronavac em crianças e adolescentes, de 3 a 17 anos, em 15 de dezembro. O prazo de avaliação da Anvisa ainda não terminou.

No Brasil, apenas a vacina da Pfizer é aprovada pela Anvisa para ser aplicada em crianças de 5 a 11 anos. O Ministério da Saúde irá receber 20 milhões de doses da Pfizer no primeiro trimestre deste ano.

“A primeira remessa chegará dia 13 e será prontamente distribuída aos municípios”, disse Queiroga a jornalistas.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

7 possíveis benefícios do vinho para a saúde

O vinho, contém resveratrol, um composto presente principalmente nas cascas das uvas roxas e que possui propriedades antioxidantes, podendo ajudar na prevenção de algumas doenças, como câncer, infarto, derrame e diabetes.

Além disso, os outros antioxidantes presentes no vinho tinto, como taninos e flavonoides, também contêm ação prebiótica, ajudando a aumentar a quantidade e qualidade de bactérias benéficas no intestino, diminuindo as inflamações e ajudando a fortalecer o sistema imunológico. Conheça outros benefícios dos antioxidantes para a saúde.

No entanto, o consumo excessivo de vinho é prejudicial e pode contribuir para alguns problemas de saúde, como alcoolismo, câncer e pressão alta. Além disso, por conter álcool, o vinho não é recomendado para algumas pessoas, como menores de 18 anos e mulheres que estejam grávidas ou amamentando.

7 possíveis benefícios do vinho para a saúde

Alguns dos possíveis benefícios que o consumo de vinho tinto pode oferecer para a saúde são:

  1. Diminuir o risco de aterosclerose, porque ajuda a aumentar os níveis de HDL, o “colesterol bom”, além de ajudar a diminuir os níveis do colesterol “ruim”, o LDL, no sangue;
  2. Ajudar a evitar pressão arterial, por ajudar a relaxar os vasos sanguíneos, facilitando a circulação do sangue;
  3. Prevenir câncer, ajudando a combater os radicais livres, um dos responsáveis pelos danos às células saudáveis do corpo;
  4. Ajudar no tratamento de doenças crônicas, como artrite ou problemas na pele, devido a sua ação anti-inflamatória e antioxidante;
  5. Prevenir trombose e derrame, porque possui ação antioxidante e anti-inflamatória, evitando a oxidação das células de gordura e a formação de placas de gordura nas artérias;
  6. Fortalecer o sistema imunológico, por conter propriedades anti-inflamatórias e prebióticas, melhorando a qualidade e quantidade das  bactérias benéficas no intestino e fortalecendo as células do sistema imune;
  7. Ajudar a evitar a diabetes, porque as propriedades antioxidantes da bebida podem prevenir a resistência à insulina, o hormônio responsável pelo controle dos níveis de glicose no sangue.

É importante lembrar que esses possíveis benefícios podem ser obtidos somente com o consumo moderado de vinho. Vale ressaltar, também, que ainda não existem estudos feitos por longos períodos que comprovem a relação direta entre o consumo de vinho tinto e os seus benefícios na saúde.

Além disso, os antioxidantes presentes no vinho também podem ser encontrados em altas quantidades em outros alimentos, como uva e suco de uva roxa, cacau e frutas vermelhas, oferecendo os mesmos benefícios à saúde.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional de 100 ml de vinho tinto, vinho branco e suco de uva:

Componentes

Vinho tinto

Vinho branco

Suco de uva

Energia

85 kcal

82 kcal

60 kcal

Carboidratos

2,6 g

2,6 g

14,8 g

Proteína

0,1 g

0,1 g

0,4 g

Gordura

0,1 g

Álcool

10,6 g

10,3 g

Resveratrol

0,5 mg

0,1 mg

0,11 mg

Carotenoides

7 mg

62 mg

Para se alcançar os possíveis benefícios com o consumo do vinho, é fundamental também manter uma alimentação equilibrada e saudável, associada a prática regular de exercícios físicos.

Quantidade máxima recomendada

A Associação Americana do Coração recomenda que a ingestão segura de vinho por dia seja de até 148 ml para mulheres e de até 295 ml para homens, considerando que o vinho contenha até 12% de álcool.

Quais são os possíveis malefícios

O consumo excessivo de vinho pode aumentar o risco do surgimento de alguns tipos de câncer, como de boca, de mama, de garganta, de fígado e de esôfago.

Além disso, a ingestão excessiva de vinho também pode causar outros problemas, como cirrose hepática, problemas de memória, ansiedade, depressão, alcoolismo, pressão alta, diabetes, doenças cardiovasculares e obesidade.

Quem não pode consumir vinho

O vinho não deve ser consumido por mulheres que estejam grávidas ou amamentando. Assim como essa bebida não é indicada para menores de 18 anos e para pessoas que estejam dirigindo.

Pessoas que estejam em período de tratamento ou recuperação do alcoolismo ou que possuem dificuldades de controlar a quantidade de consumo de bebidas alcoólicas não devem consumir vinho.

Além disso, pessoas que usam medicamentos regularmente ou que possuem problemas de saúde devem sempre consultar um médico antes de consumirem vinho.

Fonte tuasaude.com