Governo Bolsonaro indicou aos estados que deixaria vacinas de crianças na metade do caminho

O Ministério da Saúde tentou mudar de última hora o padrão no processo de entrega de vacinas contra Covid-19 aos estados e indicou que a pasta deixaria doses pediátricas na metade do caminho. O comando provocou confusão em algumas cidades.

Em nota, a pasta admitiu à Folha que, na confusão, superintendências do ministério foram mobilizadas para o transporte e isso “acarretou um desencontro”.

As vacinas para crianças estão sendo entregues por uma empresa recém-contratada e com pouca experiência na logística de imunizantes. Houve relatos de doses que chegaram com atraso ou em condições inadequadas de armazenamento e transporte.

Gestores do ministério avisaram estados que caberia às secretarias de Saúde prosseguir com a logística das doses até as redes de frios locais. A Folha confirmou a informação com representantes de três estados.

O aviso dado pela pasta contraria a prática adotada até então: a empresa que habitualmente transporta as vacinas tem a atribuição de concluir o deslocamento das doses dos aeroportos aos centros de armazenamento nas capitais, até pela necessidade de tratamento especial dos imunizantes.

Questionado pela reportagem, o Ministério da Saúde afirmou, em nota, porém, que algumas superintendências da pasta nos estados e secretarias estaduais de Saúde acabaram se mobilizando para fazer o transporte das doses dos aeroportos aos depósitos.

“A pasta ressalta que a orientação para as entregas dos imunizantes é a de praxe: a empresa contratada faz o transporte”, disse o ministério.

Diante do aviso repassado por representante do ministério, logo no começo da distribuição das doses, autoridades locais de saúde, no entanto, fizeram contato imediato com a nova empresa contratada, a IBL (Intermodal Brasil Logística).

O temor dessas autoridades era que as vacinas pudessem se perder em razão da interrupção da cadeia de transporte.

O apelo surtiu efeito em pelo menos dois casos e os imunizantes foram transportados até as redes de frios de centrais de armazenamento.

“As vacinas chegam em Viracopos [aeroporto em Campinas] e são encaminhadas até o centro de distribuição em Guarulhos [aeroporto em São Paulo]. Lá são armazenadas e inicia-se o processo de preparação da carga para que a IBL envie às secretarias, até cada secretaria de Saúde”, afirmou a IBL, em nota.

A empresa que até o momento entrega as demais vacinas contra a Covid-19, a VTCLog, é obrigada pelo Ministério da Saúde a entregar as doses dos imunizantes diretamente nos locais apontados pelas secretarias de Saúde de cada estado.

Reportagem publicada pela Folha no domingo (16) mostrou que a nova empresa contratada pela gestão do ministro Marcelo Queiroga (Saúde), com dispensa de licitação, não teve experiências de transporte de vacinas no serviço público.

A IBL ganhou dois contratos no fim de dezembro, no valor de R$ 62,2 milhões, para armazenar e distribuir a vacina da Pfizer destinada à imunização de crianças e adolescentes. Os contratos foram assinados pelo general Ridauto Lúcio Fernandes, diretor do DLOG (Departamento de Logística em Saúde) da pasta.

Além da dispensa de licitação, condições especiais foram estabelecidas na contratação: o prazo dos contratos poderá ser estendido de um para cinco anos, apesar do caráter de urgência, e a IBL ganhou 60 dias para que fizesse ajustes necessários à execução dos serviços, prazo que a empresa disse não ter sido necessário.

O início da distribuição das doses pediátricas foi marcado por problemas em várias regiões do país durante o fim de semana, quando foi iniciada a imunização de crianças.

Doses foram recebidas nos estados em condições inadequadas de armazenagem. Voos atrasaram, o que retardou o início da imunização. Em alguns aeroportos, não havia equipes da IBL para recepcionar e direcionar as vacinas aos destinos finais.

Um dos problemas de ausência de equipes da empresa no aeroporto, como a Folha mostrou, ocorreu em João Pessoa.

O secretário estadual de Saúde da Paraíba, Geraldo Antônio de Medeiros, relatou que a própria companhia aérea não estava ciente da mudança de diretriz na operação e por isso não queria liberar as doses para os agentes estaduais. Exigia a presença de representantes da empresa.

Apenas depois de vários telefonemas do secretário, que alertou para o risco de as vacinas serem perdidas, a empresa enviou veículos e transportou a carga até a unidade do governo local.

Nesta segunda-feira (17), Medeiros voltou a confirmar que as demais vacinas para a Covid-19 —que seguem sendo distribuídas, por outra empresa— adotam um sistema operacional diferente. A VTCLog, responsável pelo transporte e acondicionamento, entrega diretamente no local indicado pela secretaria.

Em Goiás, as autoridades locais foram avisadas que o transporte dos primeiros lotes da vacina para crianças só seria feito até o aeroporto.

A rede de frios do governo local fica a alguns quilômetros do aeroporto. Um pedido de transporte foi feito à empresa, o que surtiu efeito: a logística foi efetivada até a central de armazenamento.

O transporte das primeiras doses à capital goiana sofreu atrasos sucessivos, com quatro remarcações de horários. O avião acabou pousando em Brasília, e foi necessário transportar as doses por terra, uma distância de 220 quilômetros.

Antes de fazer o transporte de vacinas para crianças, a IBL prestou um único serviço relacionado à pandemia, conforme o Painel de Compras Covid-19 da União: coleta, separação e entrega de 100 mil máscaras para os hospitais universitários federais, dentro de um contrato de R$ 16 mil com a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares).

Os contratos para as vacinas envolvem 16,6 milhões de frascos, que devem ser armazenados e transportados numa temperatura entre -90ºC e -60ºC.

A empresa relatou uma única experiência de transporte de vacina, com um laboratório privado, entre 2015 e 2018.

Sobre os imunizantes, a IBL afirmou que a carga recebida em Guarulhos é armazenada em ultrafreezers, dispostos em câmaras frias, quando começa a preparação para a distribuição até os estados.

“As vacinas são acomodadas em caixas isotérmicas, certificadas e validadas para até 72 horas com gelo seco”, disse, em nota. “A IBL Logística atende rigorosamente o que está determinado em contrato. As demais prerrogativas são exclusivas do Ministério da saúde”, afirmou.

A empresa disse ainda que é uma das maiores do ramo de logística do país e que foi qualificada por técnicos do ministério no processo de dispensa de licitação. As entregas das vacinas são feitas “em prazo recorde, antes até do limite exigido na maioria das praças”.

O ministério disse que não houve prejuízo a nenhuma vacina pediátrica entregue aos estados e ao Distrito Federal. “A pasta prestou toda assistência aos entes federados no processo de envio das doses, realizado em tempo recorde para que a imunização infantil tivesse início. A empresa IBL compareceu em todas as capitais para o recebimento da carga.”

A pasta afirmou ainda que houve um “processo seletivo” para a escolha da IBL, com “concorrência” entre diversas empresas do mercado.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Guaco: para que serve, como usar e contraindicações

O Guaco, também conhecido por guaco-liso, cipó-caatinga ou erva de cobra, é uma planta medicinal que contém cumarina, flavonoides e taninos, compostos com propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e antioxidantes, além de possuir efeito broncodilatador e expectorante, ajudando no tratamento de problemas respiratórios, como bronquite e asma.

Além disso, o guaco também pode ser usado como cataplasma para tratar picadas de cobra ou de outros animais peçonhentos, como escorpiões, lacraias e aranhas, inibindo os seus efeitos tóxicos.

O guaco possui um aroma suave e gosto amargo, e pode ser encontrado em lojas de produtos naturais, feiras e farmácias de manipulação, e geralmente usado no preparo de chás, tintura xarope e cataplasma.

Guaco: para que serve, como usar e contraindicações

Para que serve

Por suas propriedades antipirética, antioxidantes, expectorantes e anti-inflamatórias o guaco pode ser indicado para ajudar no tratamento de:

  • Bronquite;
  • Gripe;
  • Asma;
  • Tosse;
  • Rouquidão;
  • Garganta inflamada.

O guaco é geralmente usado para ajudar no tratamento de alergias e infecções na pele, picadas de insetos e problemas gastrointestinais. Além disso, o guaco possui propriedades analgésicas, ajudando no tratamento de reumatismos.

No entanto, o guaco é contraindicado para algumas pessoas e pode causar alguns efeitos colaterais e, por isso, só deve ser consumido sob recomendação de um médico especializado no uso de plantas medicinais ou fitoterapeuta.

Como usar

O guaco pode ser usado na forma de xarope, que pode ser encontrado em farmácias e lojas de produtos naturais. Além disso, essa planta pode ser consumida na forma de chás e tinturas. Algumas formas de uso do guaco são:

1. Chá de guaco

Ingredientes:

  • 3g de folhas secas ou 5 gramas de folhas frescas de guaco;
  • 150 ml de água fervente.

Modo de preparo:

Colocar as folhas de guaco na água fervente, cobrir e deixar descansar por 5 a 10 minutos. Coar e beber logo em seguida. Beber até 3 xícaras por dia. Veja outras receitas de chás com guaco guaco para aliviar a tosse.

2. Tintura de guaco

Ingredientes:

  • 100 g de folhas de guaco trituradas;
  • 300 mL de álcool a 70º.

Modo de preparo:

Colocar 100 gramas das folhas de guaco trituradas em um pote de vidro escuro com  300 ml de álcool a 70°. Deixar repousar durante 2 semanas em local fresco e arejado, agitando a mistura 1 vez por dia. Coar a mistura e usar a solução em compressas na região afetada. A tintura de guaco só é indicada para uso externo.

Possíveis efeitos colaterais

O uso prolongado ou em quantidades muito altas de guaco pode causar hemorragias, aumento dos batimentos cardíacos, vômitos e diarreia. O guaco contém cumarina que pode apresentar um agravamento nos quadros de falta de ar e tosse em pessoas com alergia a este componente.

Quem não deve usar

O guaco não é indicado para pessoas com alergia a essa planta, para pessoas com câncer, tuberculose, diabetes e doenças no fígado. Essa planta não deve ser consumida por crianças menores de 1 ano, assim como deve ser evitada por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.

Além disso, o guaco possui cumarina, um componente com ação anticoagulante, e por isso, não é recomendado para pessoas que utilizam medicamentos anticoagulantes.

Fonte tuasaude.com

Obra em fábrica do Butantan atrasa produção nacional da Coronavac

A obra da nova fábrica de vacinas do Instituto Butantan está, enfim, finalizada. A previsão inicial de construção do Centro Multipropósito para Produção de Vacinas (CMPV) era o final de setembro de 2021, mas houve um atraso na finalização, e a obra só foi completada no final de 2021.

Apesar de concluído o prédio, a produção nacional da vacina Coronavac —e de mais outras sete vacinas, dentre elas raiva, HPV e hepatite—, não deve deslanchar tão cedo. O novo centro, construído em um prédio de três andares e com 7.885 metros quadros, aguarda ainda a chegada dos equipamentos para produzir os imunizantes.

Para a obra civil, o Instituto Butantan recebeu financiamento de 35 empresas que fizeram doações por meio do Comunitas, organização civil que ficou responsável por capitanear recursos privados para a construção em parceria com o governo estadual, em um total de R$ 189 milhões.

De acordo com o instituto, no momento e nos próximos meses será feita a instalação de equipamentos e maquinários que são, em sua maioria, importados, o que reflete também no atraso.

A etapa seguinte é de automação e depois certificação pelos órgãos competentes.

A estrutura física do local já existia —fica no espaço onde deveria ser uma fábrica de hemoderivados do instituto, que nunca foi adiante. Ela teve que ser remodelada e adaptada para a produção de vacinas.

Para isso, é preciso a construção de laboratórios de biossegurança de nível 3, onde se manipula material biológico infectante, no caso vírus e bactérias.

Além das especificidades necessárias nesse caso, a produção em escala de imunizantes passa por um rígido controle de qualidade. No país, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) faz visitas à fábrica e dá o aval para a produção, o chamado certificado de Boas Práticas de Fabricação (BPF). Isso garante que diferentes lotes da vacina tenham o mesmo perfil de qualidade e segurança.

Como essa etapa depende do início da produção de lotes piloto, é normal ter atrasos. Para especialistas na produção de vacinas, irreal é prometer prazos precisos em casos assim.

Pessoas que conhecem bem o processo de fabricação de vacinas no instituto falaram com a Folha, sob condição de anonimato, para explicar alguns dos erros que podem acontecer na construção de uma fábrica. Um dos exemplos é o chamado escape laboratorial de vírus. Outro seria a contaminação cruzada por outros patógenos e microrganismos na produção da vacina.

Além disso, é preciso ter o vírus original para cultivar em biorreatores, no caso da Coronavac, ou em outro tipo de material —algumas vacinas para Covid são cultivadas, por exemplo, em células chamadas Vero, que são uma linha celular obtida a partir do rim de macaco verde na década de 1960.

No momento, o instituto possui 15 milhões de doses do imunizante parados, produzidos com IFA chinês e envasados na fábrica paulista. As doses, que foram recusadas pelo Ministério da Saúde para a campanha de vacinação contra a Covid-19, seguem sem destino certo.

Uma possível via de utilização dessas vacinas, de acordo com o diretor do instituto, Dimas Covas, seria para a imunização das crianças, caso haja a aprovação da Anvisa para a Coronavac entre aqueles de 3 a 17 anos. Até o momento, o imunizante recebeu autorização de uso emergencial em pessoas acima de 18 anos.

Caso haja a autorização, a produção nacional de doses do imunizante é a grande aposta do instituto em 2022. Um ano após o início da vacinação contra Covid no país, quando a vacina de vírus inativado foi a grande protagonista nos primeiros meses de campanha, o uso do imunizante no país despencou para menos de 10%, conforme mostrou reportagem da Folha.

A aplicação da Coronavac para o público infantil pode ampliar a projeção nacional do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), pré-candidato à Presidência.

O uso da Coronavac na campanha de vacinação teve altos e baixos, com várias disputas com o governo federal, que primeiro rejeitou a vacina, depois firmou um acordo que foi desautorizado por Bolsonaro, em um episódio que ficou conhecido como guerra das vacinas.

O Ministério da Saúde só anunciou a inclusão do imunizante chinês no plano nacional em 15 de dezembro de 2020, cerca de seis meses após ter anunciado o acordo com a Oxford/AstraZeneca e a Fiocruz.

A pasta da saúde firmou um acordo para compra de 100 milhões de doses da Coronavac. Até o final de novembro, 82,4 milhões de doses tinham sido aplicadas no Brasil na população acima de 18 anos.

Nesta semana, a Anvisa deve decidir se libera o uso da Coronavac em crianças.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Triglicerídeos: o que são, para que servem e possíveis riscos

Os triglicerídeos são o tipo mais comum de gordura no sangue, e a principal fonte de energia para o corpo, sendo essenciais para o bom funcionamento do organismo. Esse tipo de gordura é produzida pelo fígado, mas também pode ser adquirida através de alimentos como manteiga, pães, bolos ou queijos, sendo armazenados na forma de gordura dentro das células. 

Os triglicerídeos são liberados para a corrente sanguínea em situações de jejum prolongado ou alimentação inadequada, por exemplo, para manter o fornecimento de energia para o corpo. No entanto, apesar de serem essenciais para o organismo, quando em excesso, podem se depositar dentro dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de problemas cardiovasculares, como infarto ou AVC.

Para evitar os riscos relacionados com triglicerídeos altos, é importante praticar atividade física de forma regular e ter uma alimentação pobre em gorduras e açúcares. Saiba como fazer uma dieta para baixar os triglicerídeos

Triglicerídeos: o que são, para que servem e possíveis riscos

Para que servem

Os triglicerídeos são a principal fonte de energia do corpo, armazenados na forma de gordura dentro das células e liberados para a corrente sanguínea quando o corpo precisa de energia.

Esse tipo de gordura é produzida em pouca quantidade pelo fígado e transportada para dentro das células pelo colesterol VLDL. No entanto, a principal fonte de triglicerídeos são os alimentos ricos em gorduras ou açúcares, como manteiga, óleos, pães, bolos, leites e queijos.

Assim, ao ingerir esses alimentos, os triglicerídeos são absorvidos pelo intestino, transportados na corrente sanguínea e usados imediatamente, para gerar energia para o corpo, ou armazenados na forma de gordura dentro das células, para serem liberados em situações de jejum prolongado ou alimentação inadequada.

Tabela de valores de referência dos triglicerídeos

Para avaliar a quantidade de triglicerídeos circulantes no corpo, o médico deve solicitar um exame de sangue, sendo que normalmente também são solicitados os níveis de colesterol total e fracionado.

Os valores de referência para triglicerídeos são:

Categoria

Valor de referência para adultos maiores de 20 anos

Desejável

Menor que 150 mg/dL

No limite

Entre 150 – 199 mg/dL

Alto

Entre 200 – 499 mg/dL

Muito alto

Acima ou igual a 500 mg/dL

O aumento ou diminuição dos níveis de triglicerídeos pode ser notado através do acúmulo de gordura na barriga ou em outras regiões do corpo, formação de pequenas bolsas nas pálpebras, desnutrição ou problemas hormonais.

Riscos dos triglicerídeos altos

Os triglicerídeos quando estão em níveis altos na corrente sanguínea, podem se depositar na parede dos vasos sanguíneos, levando ao seu enrijecimento ou bloqueando a passagem do sangue. Além disso, também podem causar uma inflamação no pâncreas.

Os principais riscos associados ao aumento de triglicerídeos no sangue são:

  • Aterosclerose;
  • Infarto do miocárdio;
  • AVC;
  • Doenças cardíacas;
  • Doenças o fígado;
  • Pancreatite;
  • Diabetes descompensada;
  • Hipotireoidismo.

É possível suspeitar que os triglicérides estão altos quando se está acima do peso ideal e através de alguns sintomas como acúmulo de gordura na barriga ou em outras regiões do corpo, formação de pequenas bolsas de cor pálida nas pálpebras, por exemplo. Veja outros sintomas de triglicerídeos alto.  

O aumento dos triglicerídeos no sangue acontece em função do consumo excessivo de gorduras ou de carboidratos na alimentação, assim como devido à falta de atividade física. 

Por isso, é importante fazer um acompanhamento médico para que sejam adotadas estratégias para reduzir os níveis de triglicerídeos e evitar o surgimento de doenças, o que normalmente é feito através de uma dieta balanceada, com baixa quantidade de gorduras e açúcares, e a prática de exercício físico regular. Confira outras formas de baixar os triglicerídeos altos

Além disso, caso seja necessário, o médico pode receitar o uso de remédios para diminuir os níveis dos triglicerídeos, como atorvastatina cálcica ou rosuvastatina, por exemplo. Porém, estes remédios devem ser usados apenas quando as outras estratégias não foram suficientes, já que possuem vários efeitos colaterais.

Assista o vídeo com a nutricionista Tatiana Zanin com dicas para baixar os triglicerídeos:

O que pode significar triglicerídeos baixos

Os triglicerídeos baixos normalmente são indicativos de problemas hormonais e acontecem, na maioria das vezes, em casos de desnutrição, síndrome da má absorção, hipertireoidismo ou doença pulmonar obstrutiva crônica. 

Possuir níveis de triglicerídeos muito baixos não é recomendado, pois significa que existe baixa quantidade de energia armazenada no corpo e disponível para permitir o funcionamento normal do organismo. 

É necessário ter acompanhamento médico com o objetivo de aumentar a concentração de triglicérides sanguíneo de forma saudável, o que normalmente é feito através de uma alimentação balanceada. Saiba como aumentar os triglicerídeos baixos

Fonte tuasaude.com

Brasil recebe mais 1,2 milhão de doses para vacinação de crianças contra Covid

O Brasil recebeu na manhã deste domingo (16) mais 1,2 milhão de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19, direcionadas para crianças de 5 a 11 anos.

As doses chegaram no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). A primeira remessa, também composta por 1,2 milhão de doses, pousou no Brasil na quinta-feira (13) e está sendo distribuída aos estados e ao Distrito Federal.

O ministério da Saúde espera receber 30 milhões de doses pediátricas da Pfizer até o fim de março.
A campanha de vacinação das crianças foi aberta nesta sexta-feira (14). O primeiro imunizado foi Davi Seremramiwe Xavante, um menino indígena de 8 anos.

Nesta primeira fase, serão imunizadas crianças com comorbidades, deficiência permanente, indígenas e quilombolas. Em seguida, o Ministério da Saúde recomenda que sejam vacinadas as que vivem com pessoas do considerado grupo de risco.

Na sequência, haverá um escalonamento por faixa etária, começando pelos mais velhos.

Até o momento, apenas a vacina da Pfizer está liberada para aplicação em crianças. A diretoria da Anvisa (Agência Nacional Nacional de Vigilância Sanitária) deve decidir na próxima semana se permitirá o uso da Coronavac no público de 3 a 17 anos.

Em agosto, a diretoria da agência negou pedido de uso da Coronavac neste grupo, sob argumento de falta de dados. Integrantes da Anvisa afirmam que o processo, agora, está mais sólido.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

USP recruta voluntários de 12 a 17 anos para testar vacina da Janssen

Com cerca de 80% dos adolescentes imunizados com duas doses no estado de São Paulo, o Hospital das Clínicas e a Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) de Ribeirão Preto publicou no mês passado um anúncio recrutando voluntários de 12 a 17 anos, que não haviam tomado nenhum imunizante contra a Covid-19, para participar de um estudo que testa a efetividade de mais de uma dose da vacina da Janssen.

Segundo a pediatra e professora da USP Marisa Mussi, cerca de 20 adolescentes foram inscritos no estudo. Uma das explicações, segundo ela, é que os responsáveis pelos menores de idade confiam no trabalho científico e no aporte dos profissionais que envolvem o estudo. No mundo, a meta é conseguir 300 pessoas nesta faixa de idade para esse estudo.

“Algumas pessoas conversam com outras e explicam que para esses adolescentes não é só receber a vacina”, afirma. “Em projeto de pesquisa há todo um procedimento de acompanhamento periódico, aplicativo para preenchimento de dados e consultas médicas, inclusive no caso de infecção por Covid”, disse a pesquisadora.

No projeto da parceria entre a farmacêutica Janssen e a USP, todos os adolescentes inscritos no estudo recebem uma vacina ativa na primeira dose. Depois são divididos em seis grupos, sendo que três deles são imunizados com segunda dose, 57 dias depois, e os outros recebem placebos.

Caso haja interesse e concordância dos pais, é necessário preencher um formulário. Os pesquisadores disponibilizam mais informações pelo email estudohorizon2@hcrp.usp.br ou pelo WhatsApp (16) 98187-1455. As despesas de participação serão reembolsadas.

Na sexta-feira (14) uma pesquisa começaria a ser realizada no Espírito Santo para testar a eficácia da Coronavac em crianças e adolescentes. Ao todo, serão 1.280 participantes de 3 a 17 anos.

Conhecido como Projeto Curumim (criança em tupi), ele irá verificar ainda a segurança, a produção de anticorpos e células de defesa nas crianças e adolescentes.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Vacinação de crianças em SP deverá ser concluída só em março, diz governo Doria

A vacinação de crianças de crianças 5 a 11 anos contra a Covid-19 no estado de São Paulo deverá se estender até março. A projeção foi feita nesta sexta-feira (13) pelo governo João Doria (PSDB), em entrevista coletiva, logo após o início da imunização de crianças ​com comorbidades, deficiência, indígenas e quilombolas.

Este primeiro grupo deverá receber a primeira dose até 10 de fevereiro, de acordo com as estimativas do governo estadual.

A campanha de vacinação de crianças no estado começou em cerimônia no auditório do Hospital das Clínicas, na região central de São Paulo.

O menino indígena Davi Seremramiwe Xavante, de 8 anos, foi a primeira criança vacinada contra a Covid-19 no Brasil.

Nascido em uma tribo Xavante no estado do Mato Grosso, Davi tem uma condição de saúde que afeta as pernas e o obriga a andar com ajuda de uma órtese. Durante nove meses, ele e o pai, o cacique Jurandir Siridiwe, fizeram viagens periódicas à capital paulista para que Davi fosse tratado no Instituto da Criança do Hospital das Clínicas.

Desde o início do ano passado, Davi passou a morar com uma tutora na cidade de Piracicaba, na região de Campinas. Ela o acompanha nas consultas rotineiras que garoto faz no HC com médicos das áreas de reabilitação e neurologia.

Na sequência foram vacinadas crianças com deficiências, síndrome de Down e uma quilombola.

Segundo o governo Doria, São Paulo recebeu 234 mil doses da vacina pediátrica da Pfizer, mas há 850 mil crianças que podem ser imunizadas neste primeiro grupo no estado.

De acordo com Regiane de Paula, coordenadora do Programa Estadual de Imunização, a vacinação das crianças poderá se estender até março por causa da velocidade prevista de distribuição do Ministério da Saúde.

Segundo o cronograma apresentado, a vacinação por idade na segunda semana de fevereiro, deverá ser para crianças de 11, 10 anos e 9 anos (parcial). A segunda dose será aplicada oito semanas depois.

Doria afirmou que espera na próxima semana a liberação pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso da Coronavac em crianças, a partir de 3 anos. “Temos 15 milhões de doses no Instituto Butantan prontas para ser usada”, afirmou Doria.

Caso isso aconteça, a previsão do governo paulista é que a vacinação das crianças seja feita em até três semanas.

Assim como na vacinação de adultos, Doria —que é pré-candidato à presidência pelo PSDB— se antecipa novamente ao governo federal na largada de vacinação. O tucano rivaliza com o presidente Jair Bolsonaro (PL), que tem se mostrado contrário à imunização de crianças e chegou, inclusive, a questionar os interesses da Anvisa em aprovar a vacina pediátrica.

Em janeiro de 2021, o governo paulista imunizou a enfermeira Monica Calazans horas após a Anvisa liberar o uso da Coronavac para imunização contra Covid no país.

Assim, a vacinação em São Paulo começa no dia seguinte à chegada do primeiro lote de vacinas para crianças contra Covid, na madrugada desta quinta-feira (13). A carga com 1,2 milhão de doses de imunizantes da Pfizer chegou ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), foi transferida para Guarulhos, na Grande São Paulo, e começou a ser distribuída para os estados.

O governo estadual afirmou na quinta que receberia cerca de 250 mil imunizantes pediátricos da Pfizer para iniciar a vacinação. Além das crianças de 5 a 11 anos de idade com comorbidades ou deficiência, também terão prioridade indígenas e quilombolas.

No estado de São Paulo, o pré-cadastro para vacinação do público infantil já pode ser feito no site Vacina Já. A estimativa é que 4,3 milhões de crianças comecem a ser vacinadas assim que as doses forem liberadas pelo Ministério da Saúde.

O pré-cadastro é opcional e não funciona como agendamento, mas agiliza o atendimento nos locais de imunização.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Esclerose múltipla: o que é, sintomas, causas e tratamento

A esclerose múltipla é uma doença caracterizada pelo “ataque” do sistema imune à bainha de mielina, que é uma estrutura protetora que reveste os neurônios, causando destruição ou danos permanentes nos nervos, o que leva a um problema de comunicação entre o cérebro e o resto do corpo.  

Os sinais e sintomas da esclerose múltipla variam e dependem da quantidade e de quais nervos foram afetados, mas geralmente incluem fraqueza muscular, tremor, cansaço ou perda do controle dos movimentos e da capacidade de andar ou falar, por exemplo. 

A esclerose múltipla é uma doença que não tem cura, mas os tratamentos disponíveis, com remédios corticoides, anticonvulsivantes e imunossupressores, por exemplo, podem ajudar a controlar os sintomas, evitar as crises ou atrasar a sua evolução e devem sempre ser indicados por um neurologista.

Esclerose múltipla: o que é, sintomas, causas e tratamento

Sintomas de esclerose múltipla

A esclerose múltipla manifesta-se através de sintomas que se tornam mais evidentes durante os períodos conhecidos como crise ou surtos da doença, que vão surgindo ao longo da vida, ou devido a progressão da doença. Assim, estes podem ser muito diferentes, variando de uma pessoa para outra, e podem regredir, desaparecendo completamente ao realizar o tratamento, ou não, ficando algumas sequelas.

Os sintomas da esclerose múltipla incluem:

  • Cansaço excessivo; 
  • Sensação de dormência ou formigamento nos braços ou pernas;
  • Falta de força muscular;
  • Rigidez ou espasmo muscular;
  • Tremor;
  • Dor de cabeça ou enxaqueca;
  • Lapsos de memória e dificuldade de concentração;
  • Incontinência urinária ou fecal;
  • Problemas de visão como visão dupla, nublada ou borrada;
  • Dificuldade para falar ou engolir;
  • Alterações no andar ou perda do equilíbrio;
  • Falta de ar;
  • Depressão.

Estes sintomas não surgem todos ao mesmo tempo, mas podem diminuir a qualidade de vida. Além disso, os sintomas podem ser agravados quando se está exposto ao calor ou se tem febre, podendo reduzir espontaneamente quando a temperatura volta ao normal.

Teste de sintomas

Para saber o risco de ser portador da esclerose múltipla ou estar em uma crise, selecione os sintomas apresentados no teste a seguir:

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da esclerose múltipla é feito por um neurologista baseado na história clínica e nos sintomas apresentados pela pessoa, exames de sangue para ajudar a descartar outras doenças com sintomas semelhantes aos da esclerose múltipla, e exames de imagem para confirmar o diagnóstico, como a ressonância magnética, por exemplo, em que pode ser verificada a degradação da bainha de mielina. 

Além disso, outros exames que o médico pode solicitar são o estudo dos potenciais evocados para registrar os sinais elétricos produzidos pelos nervos em resposta a estímulos e a análise do líquido cefalorraquidiano extraído por punção lombar que pode mostrar anormalidades em anticorpos associados à esclerose múltipla e ajudar a descartar infecções e outras condições com sintomas semelhantes aos da esclerose múltipla. Saiba como é feita a punção lombar.

Possíveis causas

A causa exata da esclerose múltipla é desconhecida, no entanto sabe-se que o aparecimento dos sintomas estão relacionados com alterações imunológicas. Além disso, alguns fatores podem favorecer o desenvolvimento da esclerose múltipla, como:

  • Ter entre 20 e 40 anos;
  • Ser mulher, uma vez que foi verificado que ser do gênero feminino aumenta em duas a três vezes mais as chances de desenvolver esclerose múltipla do que os homens; 
  • Ter casos de esclerose múltipla na família como pais ou irmãos; 
  • Ser portador de doenças autoimunes como doenças da tireoide, anemia perniciosa, psoríase, diabetes tipo 1 ou doença inflamatória intestinal;
  • Possuir baixos níveis de vitamina D.

Além disso, foi verificado que a infecção pelo vírus Epstein-Barr, responsável pela mononucleose, pode aumentar 32 vezes o risco de desenvolvimento da esclerose múltipla, no entanto mais estudos devem ser realizados para verificar se o desenvolvimento de medicamentos e vacina contra o vírus Epstein-Barr seria eficaz na prevenção da esclerose múltipla.

Como é feito o tratamento

O tratamento da esclerose múltipla deve ser feito com medicamentos indicados pelo médico com o objetivo evitar a progressão da doença, diminuir o tempo e a intensidade das crises e controlar os sintomas, podendo ser recomendado o uso de anticonvulsivantes, corticoides, imunossupressores, analgésicos e relaxantes musculares, por exemplo.

Além disso, a fisioterapia é um tratamento importante na esclerose múltipla porque permite que os músculos sejam ativados, controlando a fraqueza nas pernas, dificuldade de andar ou evitando a atrofia muscular. A fisioterapia para a esclerose múltipla consiste na realização de exercícios de alongamento e fortalecimento muscular. 

Confira todas as opções de tratamento para a esclerose múltipla.

Cuidados durante o tratamento

Algumas medidas importantes durante o tratamento da esclerose múltipla ajudam a controlar os sintomas e evitar a evolução da doença e incluem: 

  • Dormir pelo menos 8 a 9 horas por noite;
  • Fazer exercícios recomendados pelo médico;
  • Evitar a exposição ao calor ou locais quentes, preferindo temperaturas amenas;
  • Aliviar o estresse com atividades como ioga, tai-chi, massagem, meditação ou respiração profunda.

É importante fazer acompanhamento com o neurologista que também deve orientar mudanças na alimentação e a fazer uma dieta equilibrada e rica em vitamina D. Confira a lista completa de alimentos ricos em vitamina D.

Fonte tuasaude.com

Principais remédios para faringite

Alguns remédios para faringite, como os anti-inflamatórios ou os antibióticos, podem ser indicados pelo clínico geral ou otorrinolaringologista, pois ajudam a reduzir a inflamação ou a combater a infecção, aliviando a dor, vermelhidão, inchaço na garganta, febre ou dificuldade para engolir, por exemplo.

Esses remédios devem ser indicados pelo médico após avaliação dos sintomas e diagnóstico da causa da faringite, que pode ser por inflamações, infecções bacterianas ou virais, ou alergias, por exemplo. Confira outras causas de faringite.  

Além disso, algumas opções de tratamentos caseiros, como o chá de gengibre ou o chá de hortelã-pimenta, podem ajudar a aliviar a dor na faringe e complementar o tratamento com remédios indicados pelo médico.

Principais remédios para faringite

Os remédios para faringite que podem ser indicados pelo médico incluem:

1. Antibióticos

Os antibióticos são indicados pelo médico no caso de faringite bacteriana, em que surgem sintomas como garganta vermelha com pus, dor de garganta intensa com dificuldade para engolir, febre alta ou dor de cabeça. Saiba como identificar os sintomas da faringite bacteriana.  

Alguns antibióticos que podem ser indicados pelo médico para a faringite bacteriana são penicilina, amoxicilina, clindamicina ou eritromicina, que tratam a infecção e evitam complicações, como a febre reumática, por exemplo.

Geralmente, o tratamento da faringite bacteriana é feito por 7 a 10 dias, e deve sempre ser realizado com indicação do médico, que pode indicar o antibiótico mais adequado, avaliando os sintomas ou se pessoa possui alguma alergia a antibióticos ou a outros medicamentos.

É importante que o tratamento seja feito com as doses e pelo tempo estabelecido pelo médico, uma vez que as infecções recorrentes ocorrem na maior parte dos casos devido ao uso de antibióticos por conta própria, com doses ou duração do tratamento inadequados.

Os antibióticos só devem ser usados no caso de faringite bacteriana, e não servem para o tratamento da faringite viral. 

2. Analgésicos 

Os analgésicos, como paracetamol ou dipirona, na forma de comprimidos, xarope ou gotas, podem ser indicados pelo médico para o tratamento da faringite viral ou alérgica, pois ajudam a aliviar a dor de garganta ou a dor de cabeça.

Além disso, os analgésicos também ajudam a baixar a febre, que também pode ocorrer no caso da faringite bacteriana.

3. Anti-inflamatórios

Os anti-inflamatórios na forma de comprimido ou gotas, como o ibuprofeno, podem ser indicados pelo médico para faringite viral, alérgica ou bacteriana, em adultos ou crianças, pois age combatendo a inflamação na garganta, dor intensa ou febre.

Esses remédios devem ser usados somente com indicação médica, que pode indicar o melhor anti-inflamatório, nas doses e pelo tempo de tratamento de forma individualizada. 

4. Anti-histamínicos

Os anti-histamínicos, como desloratadina ou cetirizina na forma de comprimidos ou xarope, são remédios antialérgicos podem ser indicados pelo médico no caso de faringite alérgica, que normalmente é causada devido è rinite alérgica. 

Outra forma de utilizar os anti-histamínicos é na forma de pastilhas contendo difenidramina, como a pastilha Benalet, por exemplo, pois ajudam a aliviar a irritação ou dor na garganta causados pela faringite, e podem ser usadas para faringite alérgica, viral ou bacteriana. As pastilhas não são indicadas para crianças, mulheres grávidas ou em amamentação. Veja outras opções de pastilha para dor de garganta.  

Os anti-histamínicos devem ser usados com indicação médica, pelo tempo de tratamento e doses de forma individualizada. 

5. Anestésicos locais

Os anestésicos locais na forma de pastilhas, como a benzocaína, ajudam a aliviar a dor na garganta ou dificuldade para engolir causados pela faringite.

Geralmente, os anestésicos locais possuem outras substâncias associadas, como o cloreto de cetilpiridínio, que possui propriedades antissépticas e, por isso, é indicado para alívio rápido e temporário da dor e irritação na garganta causadas por inflamação na faringe.

Opções de tratamento caseiro

Algumas opções de tratamento caseiro para faringite, como o chá de gengibre ou o chá de hortelã-pimenta, por exemplo, podem ser usados para complementar o tratamento indicado pelo médico, pois possuem propriedades anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a inflamação na faringe e a dor de garganta. 

Além disso, deve-se fazer uma alimentação anti-inflamatória rica em selênio, zinco, vitamina C e E e ômega 3, como castanha do pará, sementes de girassol, ovo, ostras, salmão, sardinha, linhaça, laranja, abacaxi, avelã ou amêndoa, por exemplo, que são alimentos que contribuem para reduzir a inflamação na faringe e a fortalecer o sistema imunológico. Confira a lista completa de alimentos anti-inflamatórios.

É importante ressaltar que o uso destes, ou de qualquer outro tratamento natural, não deve substituir os remédios indicados pelo médico, sendo apenas uma forma de ajudar a aliviar mais rapidamente os sintomas. 

Fonte tuasaude.com