Escova para aparelho: veja como deve ser a sua principal aliada

A escolha da escova para aparelho deve levar em consideração algumas características para que a limpeza da zona bucal ocorra de forma adequada. Veja aqui o que considerar na hora de escolher a escova ideal: Como deve ser a escova para aparelho? Pacientes que passaram ou estejam passando por um tratamento ortodôntico relatam dificuldades na …

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Terapia Cognitiva Comportamental: como é feita e quando é indicada

A terapia cognitivo-comportamental consiste na junção da terapia cognitiva e terapia comportamental, que é um tipo de psicoterapia que foi desenvolvida nos anos 60, que se foca na forma como a pessoa processa e interpreta as situações e que pode gerar sofrimento.

As interpretações, representações ou atribuições de significado a determinadas situações ou pessoas, refletem-se em pensamentos automáticos, que por sua vez ativam estruturas básicas inconscientes: os esquemas e as crenças.

Assim, este tipo de abordagem visa a identificação de crenças e pensamentos disfuncionais, chamados de distorções cognitivas, averígua a realidade e corrige-os, de forma a mudar essas crenças distorcidas, que se encontram subjacentes a estes pensamentos.

Terapia Cognitiva Comportamental: como é feita e quando é indicada

Como é feita

A terapia comportamental debruça-se sobre distorções cognitivas atuais, sem descartar situações do passado, ajudando a pessoa a modificar o comportamento, crenças e distorções relativamente à situação que está criando sofrimento e a reação emocional que tem naquela circunstância, mediante a aprendizagem de uma nova maneira de reagir.

Inicialmente, o psicólogo faz uma avaliação completa de forma a perceber o estado mental do paciente. Durante as sessões, existe uma participação ativa entre o terapeuta e o paciente, que fala daquilo que o preocupa, e em que o psicólogo se foca nos problemas que interferem na sua vida, assim como das interpretações ou significado que lhes são atribuídas, ajudando a entender esses problemas. Assim são corrigidos padrões de comportamentos desadaptativos e promovido o desenvolvimento da personalidade.

Quando é indicada

A terapia cognitiva comportamental é uma das técnicas psicológicas mais utilizadas na terapia, já que é último no tratamento de diversos problemas e transtornos mentais, como:

  • Transtorno obsessivo compulsivo (TOC);
  • Fobias;
  • Transtornos alimentares;
  • Vícios;
  • Depressão;
  • Transtornos sexuais.

Além disso, essa terapia ajuda a pessoa a desenvolver ferramentas para melhorar a sua qualidade de vida, como estresse laboral, em caso de perda de familiar, além de também ajudar a melhorar a resposta emocional diante de algumas situações e de auxiliar no tratamento psiquiátrico com medicamentos.

Por isso, é importante consultar um psicólogo clínico especializado nesse tipo de terapia, já que é ele quem vai determinar o número de sessões com base no problema a ser tratado.

Distorções cognitivas mais comuns

As distorções cognitivas são formas distorcidas que as pessoas têm de interpretar determinadas situações do dia-a-dia, e que têm consequências negativas para a sua vida

Entre as distorções cognitivas mais comuns estão a catastrofização, raciocínio emocional, polarização, abstração seletiva, leitura de pensamento, rotulação, desqualificação do positivo e imperativos. Conheça mais sobre as distorções cognitivas.

Fonte tuasaude.com

Distorções cognitivas: o que são, quais são e o que fazer

As distorções cognitivas são formas distorcidas que as pessoas têm de interpretar determinadas situações do dia-a-dia, com consequências negativas para a sua vida, causando sofrimento desnecessário.

Existem vários tipos de distorções cognitivas, podendo muitas delas manifestar-se na mesma pessoa e, embora possa acontecer em diferentes casos, é mais comum naquelas que sofrem de depressão.

A detecção, a análise e a resolução destas situações pode ser feita recorrendo a sessões de psicoterapia, nomeadamente à terapia cognitivo-comportamental.

Distorções cognitivas: o que são, quais são e o que fazer

1. Catastrofização

A catastrofização é uma distorção da realidade em que a pessoa é pessimista e negativa em relação a uma situação que aconteceu ou que vai acontecer, sem ter em consideração outros possíveis desfechos.

Exemplos: “Se perder o emprego, nunca mais vou conseguir encontrar outro”, “Errei uma pergunta no exame, vou reprovar”.

2. Raciocínio emocional

O raciocínio emocional acontece quando a pessoa assume que as suas emoções são um fato, ou seja, considera aquilo que sente como verdade absoluta.

Exemplos: “Sinto que os meus colegas falam de mim nas minhas costas”, “Sinto que ela já não gosta de mim”.

3. Polarização

A polarização, também conhecida por pensamento tudo ou nada, é uma distorção cognitiva em que a pessoa vê as situações em apenas duas categorias exclusivas, interpretando situações ou pessoas em termos absolutos.

Exemplos: “Deu tudo errado na reunião que aconteceu hoje”, “Fiz tudo mal”.

4. Abstração seletiva

Também conhecida por visão em túnel, dá-se o nome de abstração seletiva a situações em que apenas um aspecto de uma determinada situação é realçada, principalmente o negativo, ignorando os aspectos positivos.

Exemplos: “Ninguém gosta de mim”, ” O dia correu todo mal”.

5. Leitura de pensamento

A leitura de pensamento é uma abstração cognitiva que consiste em adivinhar e acreditar, sem evidências, no que as outras pessoas estão pensando, descartando outras hipóteses.

Exemplos: “Ele não está prestando atenção no que estou a dizer, é porque não está interessado.”

6. Rotulação

Esta distorção cognitiva consiste em rotular uma pessoa e defini-la por uma determinada situação, isolada.

Exemplos: “Ela é uma pessoa má”, “Aquela pessoa não me ajudou, é egoísta”.

7. Desqualificação do positivo

Há desprezo e falta de reconhecimento pelos acontecimentos ou pelas coisas boas que foram feitas e/ou alcançadas.

Exemplos: “Foi sorte”, “Não fiz nada, poderia ter acontecido com qualquer pessoa”.

8. Imperativos

Esta distorção cognitiva consiste em pensar nas situações como deveriam ter sido, em vez de se concentrar en como as coisas são na realidade.

Exemplos: “Eu deveria ter ficado em casa com meu marido”, “Eu não devia ter vindo na festa”.

O que fazer

Geralmente, para resolver estes tipos de distorções cognitivas é aconselhado fazer psicoterapia, mais especificamente a terapia cognitivo-comportamental, pois assim é possível promover alteração no pensamento, de forma que o pensamento distorcido mude frente à realidade, melhorando a qualidade de vida da pessoa.

Fonte tuasaude.com

Fiocruz negocia produzir pílula contra Covid criada pela MSD para distribuir no SUS

A Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) negocia produzir para o SUS o antiviral molnupiravir, desenvolvido pela farmacêutica MSD e apontado como uma das apostas de tratamento nos primeiros dias de sintomas da Covid-19.

O laboratório público brasileiro ainda discute termos do acordo com a empresa e aguarda estimativa do ministério sobre a demanda pelo medicamento.

A MSD anunciou no começo deste mês que os testes com o molnupiravir mostraram bons resultados. A pílula de uso oral reduziu em cerca de 50% o risco de hospitalização e morte para pacientes que podem desenvolver formas graves da doença, segundo dados preliminares.

A ideia é fabricar o medicamento em Farmanguinhos, uma unidade da Fiocruz, no Rio de Janeiro. Em nota, a fundação disse que “está em conversas avançadas” com a MSD “para definir a melhor forma de acesso à população brasileira e um modelo de cooperação técnica”.

O Ministério da Saúde ainda não definiu se o medicamento será distribuído no SUS. A pasta espera aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso emergencial ou registro definitivo da pílula.

Após essa etapa, a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) ainda deve avaliar se o produto será ofertado na rede pública.

Também procurada, a MSD disse que apenas o laboratório público se manifestaria sobre o tema.

As negociações entre a fundação e a MSD sobre o molnupiravir incluem a possibilidade de estudos para avaliar a ação da pílula contra outras infecções virais, como dengue e chikungunya.

Há dois ensaios globais de fase 3 sobre o antiviral, etapa que mede a eficácia do produto. No estudo mais adiantado, conduzido também no Brasil, a análise interna dos dados demonstrou redução do risco de hospitalização ou morte.

“Com base nos dados de sequenciamento viral disponíveis (aproximadamente 40% dos participantes), molnupiravir demonstrou eficácia consistente nas variantes virais gama, delta e mu“, disse a fundação sobre o estudo.

O segundo ensaio terá participação da Fiocruz. A proposta é avaliar o uso de molnupiravir como PEP (profilaxia pós-exposição), para evitar a transmissão da Covid-19 entre pessoas expostas ao vírus.

Segundo a fundação, “serão avaliados indivíduos que foram expostos ao vírus, ou seja, que residem com uma pessoa que testou positivo para Covid-19 nas últimas 72 horas e estão sem apresentar sintomas associados à doença, além de outros critérios específicos exigidos no protocolo de pesquisa”.

A médica Margareth Dalcolmo, uma das coordenadoras do estudo da Fiocruz, disse que o antiviral não substituirá a vacina, caso aprovado.

“Ele funciona como um complemento porque serve para impedir a contaminação pelo vírus”, afirmou ela recentemente à Folha.

A MSD —que nos EUA e no Canadá se chama Merck, Sharp & Dohme— anunciou no dia 11 ter solicitado autorização de uso emergencial do antiviral contra a Covid nos EUA. A farmacêutica ainda não submeteu o medicamento para análise da Anvisa no Brasil, o que deve ocorrer nas próximas semanas, segundo um integrante do governo que dialoga com a farmacêutica.

Desde o início da pandemia, diversos tratamentos foram testados​ para as diferentes fases da doença. Alguns medicamentos se mostraram ineficazes, como a hidroxicloroquina e a ivermectina, enquanto outros trouxeram efeitos positivos limitados ou ainda estão em fase de testes.

No Brasil, há seis medicamentos aprovados pela Anvisa. Para entrarem definitivamente no rol do SUS, eles precisam passar por uma avaliação da Conitec. Há margem para uso emergencial dos produtos antes da análise da comissão, desde que haja aval da Anvisa, como ocorreu com as vacinas.

O Ministério da Saúde disse, em nota, que entre os seis medicamentos aprovados pela Anvisa, foram demandados para avaliação da comissão o Regen-Cov (combinação dos anticorpos monoclonais casirivimabe e imdevimabe), o remdesivir e a combinação dos medicamentos banlanivimabe e etesevimabe.

Até o momento, portanto, os medicamentos regdanvimabe, sotrovimabe e baricitinibe não foram demandados para avaliação da comissão

Segundo membros da Saúde ouvidos pela Folha, ainda não há previsão de que esses medicamentos sejam incorporados ao SUS, mas a medida não é descartada.

Anvisa e Conitec fazem análises diferentes sobre o mesmo produto. A agência declara se o tratamento é seguro, eficaz e tem qualidade, com base em estudos clínicos e dados de fabricação. Já a comissão diz se vale a pena ou não inserir a tecnologia no SUS.

Para isso, a comissão observa eficácia, acurácia, efetividade e segurança, além de fazer uma avaliação econômica comparativa dos benefícios e dos custos relacionados às tecnologias já existentes e o seu impacto orçamentário para o SUS.

Ainda não há orçamento reservado na Saúde para novas tecnologias contra a Covid, mas integrantes da pasta dizem que podem pedir mais recursos ao Ministério da Economia, se necessário.

A Anvisa disse, em nota, que além dos medicamentos já aprovados, há em análise apenas o pedido de uso emergencial do tofacitinibe, que está aguardando o cumprimento de exigência feita pela Anvisa à fabricante Pfizer.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Mini abdominoplastia: o que é, como é feita e recuperação

A mini abdominoplastia é uma cirurgia plástica que ajuda a retirar uma pequena quantidade de gordura localizada da parte inferior da barriga, sendo indicada especialmente para quem é magro e possui gordura acumulada nessa região ou possui muita flacidez e estrias, por exemplo.

Esta cirurgia é semelhante à abdominoplastia, porém é menos complexa, tem uma recuperação mais rápida e possui poucas cicatrizes, pois apenas é feito um pequeno corte na barriga, não mexendo no umbigo e nem sendo necessário costurar os músculos do abdômen.

A mini abdominoplastia deve ser feita no hospital por um cirurgião plástico com experiência nesse tipo de cirurgia, sendo necessária internação hospitalar por 1 ou 2 dias após a cirurgia. 

Mini abdominoplastia: o que é, como é feita e recuperação

Quando é indicada

A mini abdominoplastia pode ser feita em pessoas que possuem uma pequena flacidez e gordura abdominal somente na parte inferior da barriga, sendo especialmente indicada para:

  • Mulheres que já tiveram filhos, mas que mantiveram boa elasticidade da pele e sem muita flacidez no abdômen;
  • Mulheres que tiveram diástase abdominal, que é a separação dos músculos do abdômen durante a gestação;
  • Pessoas magras mas com gordura e flacidez na parte inferior do abdômen.

Além disso, sucessivas perdas e ganhos de peso podem aumentar a flacidez da pele na parte inferior da barriga, sendo também uma indicação para fazer a mini abdominoplastia.

Como é feita

A mini abdominoplastia pode ser realizada com anestesia geral ou peridural, durando em média 2 horas. Durante o procedimento, o cirurgião plástico faz um corte na parte inferior da barriga, que, normalmente, é pequeno, mas que pode ser maior de acordo com a o tamanho da área a ser tratada. Através desse corte, o cirurgião consegue queimar o excesso de gordura e eliminar a gordura localizada que estava modificando o contorno da barriga.

Por fim, o excesso de pele é retirado e a pele é esticada, reduzindo a flacidez que existia na parte inferior da barriga e, então, são feitos os pontos na cicatriz.

Como é a recuperação

O pós operatório da mini abdominoplastia é mais rápido do que uma abdominoplastia clássica, no entanto ainda é preciso ter alguns cuidados semelhantes, como:

  • Usar cinta abdominal durante todo o dia, pelo período de aproximadamente 30 dias;
  • Evitar esforços no primeiro mês;
  • Evitar tomar sol até que o médico autorize;
  • Ficar levemente curvado para frente durante os primeiros 15 dias para evitar a abertura dos pontos;
  • Dormir de barriga para cima durante os primeiros 15 dias.

Normalmente é possível voltar às atividades do dia-a-dia cerca de 1 mês após a cirurgia, sendo importante a realização de, no mínimo, 20 sessões de drenagem linfática manual em dias intercalados com início cerca de 3 dias após a cirurgia. Veja mais cuidados pós-operatórios da abdominoplastia.

Possíveis complicações

A mini abdominoplastia é uma cirurgia bastante segura, no entanto, possui alguns riscos como infecção da cicatriz, abertura dos pontos, formação de seroma e hematomas.

Para diminuir este tipo de riscos deve-se fazer a cirurgia com um cirurgião capacitado e experiente, assim como seguir todas as recomendações para o pré e pós-operatório.

Quem não deve fazer

A mini abdominoplastia não deve ser feita por pessoas com problemas cardíacos, pulmonares ou de coagulação sanguínea, ou com diabetes, pois podem causar complicações durante a cirurgia como sangramentos ou problemas de cicatrização.

Essa cirurgia também não deve ser realizada em alguns casos como obesidade mórbida, mulheres até 6 meses após o parto ou até 6 meses após término da amamentação, pessoas com grande flacidez de pele no abdômen ou por pessoas que fizeram cirurgia bariátrica e têm excesso de pele na barriga. 

Além disso, a mini abdominoplastia não deve ser feita em pessoas com problemas psiquiátricos como anorexia ou dismorfia corporal, por exemplo, pois a preocupação com a imagem corporal pode afetar a satisfação com os resultados após a cirurgia e causar sintomas depressivos.

Fonte tuasaude.com

Fios de sustentação: o que é, antes e depois e qual o preço

Os fios de sustentação são um dos procedimentos estéticos que podem ser realizados em consultório odontológico. Conheça aqui como ele é feito, quais são suas indicações, vantagens e preço: O que é fios de sustentação? Com o passar do tempo os procedimentos estéticos se tornaram mais acessíveis e cada vez mais uma opção de aumentar …

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Covid: Por que nova investigação da OMS pode ser ‘última chance’ de descobrir origem do coronavírus

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que uma nova força-tarefa criada pode ser a última chance para se encontrar as origens da Covid-19.

Foram designados 26 especialistas para o Grupo de Aconselhamento Científico sobre as Origens de Novos Patógenos (Sago, na sigla em inglês).

Passado mais de um ano e meio desde que o vírus foi detectado na cidade chinesa de Wuhan, permanecem muitas dúvidas sobre o seu surgimento.

A equipe montada pela OMS vai analisar se o vírus foi passado de animais para humanos em mercados da cidade de Wuhan ou se houve um acidente de laboratório que possibilitou sua propagação. A China nega a segunda hipótese de forma veemente.

Por que agora?

A urgência de se realizar uma investigação neste momento se deve à necessidade de realização de “mais de três dúzias” de testes, entre eles a de anticorpos nos residentes de Wuhan contaminados em 2019, segundo Maria van Kerkhove, uma das técnicas da OMS que lidera os esforços.

Segundo a OMS, é preciso fazer testes nos exames de sangue coletados em 2019 em Wuhan, realizar pesquisas retroativas em hospitais da região e investigar as primeiras mortalidades por coronavírus.

Os laboratórios da região também precisam ser investigados. A OMS afirma que precisa de evidências concretas para poder descartar completamente a hipótese de que o vírus saiu de um laboratório.

Em fevereiro, uma equipe da OMS que investigava a origem da Covid viajou até a China. A conclusão apontou para uma transmissão ocorrida diretamente de morcegos para humanos — mas o relatório afirmou que havia necessidade de mais análises.

O grupo considerou “extremamente improvável” a hipótese de que o vírus tenha saído de um laboratório.

No entanto, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse posteriormente que a investigação foi dificultada por falta de dados e de transparência por parte do governo chinês.

Seis dos especialistas que visitaram a China no começo do ano foram incluídos na nova força-tarefa.

Além do coronavírus, serão examinadas as origens de outros patógenos considerados de alto risco.

“Compreender de onde vêm novos patógenos é essencial para evitar novas pandemias”, afirmou o diretor da OMS.

Ghebreyesus e outros dois colegas da entidade assinam um texto publicado na quarta-feira (13) na revista científica Science em que dizem que “um acidente de laboratório não pode ser descartado”.

Michael Ryan, diretor de Emergências da OMS, declarou que o trabalho do novo grupo de investigação pode ser “a última chance para entender a origem do vírus”.

Enquanto isso, segundo a rede CNN, a China planeja testar dezenas de milhares de amostras de bancos de sangue que foram coletadas nos primeiros meses da pandemia.

Mas Chen Xu, embaixador do país para a Organização das Nações Unidas em Genebra, declarou que o trabalho da nova força-tarefa designada pela OMS não pode ser “politizado”.

“É hora de mandar as equipes para outros lugares”, afirmou.


OMS em meio a batalhas geopolíticas

Análise de Tulip Mazumdar, repórter de saúde da BBC

Com quase dois anos do início da pandemia, ainda não se sabe onde, quando e como o mortal Sars-Cov-2 surgiu. Investigar novos vírus é extremamente complexo, mas cientistas conseguiram encontrar a origem de duas outras epidemias relacionadas a linhagens anteriores do coronavírus — ambas vieram de animais.

Faz nove meses que a última missão designada pela OMS retornou de Wuhan com a tese de que a propagação do novo coronavírus também teve início em animais. Mas prosseguem os questionamentos sobre a possibilidade de um acidente no laboratório que estuda cepas de coronavírus e mantém amostras de morcegos na cidade chinesa. Pequim sempre negou que isso tenha ocorrido.

A OMS afirma que a China não forneceu dados importantes relativos aos primeiros dias da pandemia. O órgão da ONU — que ficou em meio a um fogo cruzado geopolítico entre China e EUA — tem endurecido suas posições sobre investigar a hipótese de que o vírus escapou do laboratório.

O governo chinês tem se recusado a admitir a entrada de cientistas de outros países. Espera-se que o grupo designado pela OMS, com especialistas de 26 países diferentes, rompa o impasse e consiga respostas que evitem o surgimento de novas pandemias.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

4 Remédios caseiros para hepatite

​Os chás com propriedades desintoxicantes são ótimos para contribuir para o tratamento da hepatite porque auxiliam a recuperação do fígado. Bons exemplos são aipo, alcachofra e o dente-de-leão que podem ser usados, com conhecimento médico, para auxiliar o bom funcionamento do fígado.

Os chás e o suco devem ser ingeridos logo após o seu preparo para manter todas as suas propriedades, aumentando assim o seu efeito.

1. Xarope para hepatite

4 Remédios caseiros para hepatite

Um bom xarope para hepatite pode ser feito utilizando limão, folhas de picão, hortelã e mel porque estes ingredientes auxiliam na regeneração do fígado.

Ingredientes

  • 1 limão inteiro com casca
  • 8 folhas de picão (Bidens pilosa)
  • 12 folhas de hortelã 
  • 1 xícara de mel de laranjeira

Modo de preparo

Coloque o limão e as folhas de picão e hortelã num recipiente e amasse-os bem. Cubra com o mel e deixe descansar por 12 horas. Depois esprema bem a mistura, coe e tome 3 colheres de sopa por dia.

2. Suco de aipo com limão 

4 Remédios caseiros para hepatite

Um excelente remédio caseiro para auxiliar no tratamento da hepatite é o aipo devido as suas propriedades medicinais, pois é bastante rico em nutrientes além de ser bastante diurético revelando o seu potencial desintoxicante, auxiliando no tratamento médico, fortalecendo o fígado doente.

Ingredientes

  • 1 talo de aipo
  • suco de 2 limões
  • 500 ml de água

Modo de preparo

Pique o aipo em pedaços e bata-o no liquidificador com a água e o suco de limão, coe e beba a seguir. Se achar necessário adoce com um pouquinho de mel. Beba este suco 3 vezes ao dia.

Para aproveitar todas as propriedades do aipo numa menor porção, passe 1 talo de aipo pelo centrífuga e beba o seu suco a seguir. Neste caso, consuma 3 talos de aipo por dia.

O aipo é uma planta cultivada em todo o mundo. O sabor e o cheiro do aipo são tipicamente intensos, sobretudo devido aos seus óleos essenciais, que em conjunto com os flavonoides, vitaminas e minerais, fortalecem as defesas imunitárias e o metabolismo. Outras formas de utilizar o aipo são em sopas, refogados, empadas ou mesmo em saladas.

3. Chá de dente-de-leão

4 Remédios caseiros para hepatite

Um ótimo remédio natural para hepatite é o chá de dente de leão. O dente-de-leão desintoxica o organismo, auxilia na regeneração hepática e ajuda a diminui o inchaço.

Ingredientes

  • 2 colheres de sopa de folhas secas de dente-de-leão
  • 1 xícara de água

Modo de preparo

Ferva a água e depois adicione as folhas de dente-de-leão. Tape e deixe repousar por 10 minutos, coe e beba morno. Beba de 3 a 4 xícaras por dia.

4. Chá de alcachofra 

4 Remédios caseiros para hepatite

Um ótimo tratamento natural para hepatite é tomar o chá de alcachofra diariamente, enquanto durar o tratamento. A alcachofra é desintoxicante e depurativa do fígado, sendo muito útil na doenças hepáticas.

Ingredientes

  • 3 colheres (sopa) de folhas secas de alcachofra
  • 1 litro de água.

Modo de preparo

Coloque os ingredientes numa panela e deixe ferver por alguns minutos. Apague o fogo, tape a panela e deixe esfriar. A seguir, coe e beba o chá, de 3 a 4 vezes por dia.

Além da toma deste chá recomenda-se adotar uma alimentação leve, beber bastante água e repousar sempre que possível evitando esforços. A cura para hepatite será alcançada mais rapidamente se o indivíduo seguir todas as orientações do médico.

Este tratamento natural com alcachofra pode ser utilizado em todos os tipos de hepatite, mas não exclui a necessidade da toma dos medicamentos receitados pelo médico.

Veja o que você deve comer para se recuperar mais rápido no vídeo a seguir:

Fonte tuasaude.com

‘Para bombar, tem que provocar polêmica!’

Demorei muito a ter computador. Escrevi as 600 páginas da minha tese de doutorado à mão e depois em uma máquina de escrever. Isso em 1994, quando todos os meus colegas já tinham computador. Demorei muito a ter Facebook, Instagram e LinkedIn. Tenho o aparelho de celular mais barato que encontrei e não tenho grupos no WhatsApp.

A verdade é que só entrei no mundo virtual por me sentir obrigada. Nas minhas palestras, depois que tiravam fotos comigo, me cobravam: “Você não tem Insta? Quero te marcar”. Quando meu TEDx “A Invenção de uma bela velhice” viralizou no YouTube, as mulheres insistiram para que eu criasse um perfil no Insta. E hoje: “Mas você não tem Twitter? Não tem canal no YouTube?”

Acabei me rendendo e comecei a escrever uma espécie de diário da pandemia no Insta (e responder a todos que comentam meus textos). Descobri, assustada, que estou gastando 1 hora e 59 minutos no mundo virtual. Levei uma bronca de uma amiga: “O Insta não é lugar de textão e de tristeza, Mirian. Para bombar, tem que provocar polêmica!”.

Daí a minha surpresa quando um dos meus textões foi parar no programa de domingo da Eliana, no SBT, no dia 19 de setembro, lido pela psicóloga Ana Canosa. Recebi tantos pedidos para compartilhar o meu textão, que resolvi publicá-lo aqui.

“Sempre fui uma menina triste, muito triste. Continuo sendo.

Não me lembro de momentos felizes da infância, só de brigas, gritos e surras.

Só de violência.

Sempre fui uma menina medrosa, muito medrosa. Continuo sendo.

Pai, mãe, três irmãos que batiam, gritavam, brigavam e se odiavam.

Sempre fui uma menina invisível, totalmente apagada e muda. Continuo sendo.

Não abria a boca e me escondia dentro do armário para não apanhar ainda mais do que já apanhava só por existir.

Sempre fui uma menina para dentro de mim, introspectiva, tímida, interiorizada, reflexiva. Continuo sendo.

Sempre gostei mais de escutar do que de falar, de observar do que de me exibir, de ficar quietinha do que de brincar com outras crianças. Sempre tive muita dificuldade de ser o centro das atenções, de ir a festas e encontros sociais.

Sempre fui uma menina que sabia que era inferior a todas as outras meninas que eram amadas, felizes e lindas. Continuo sendo.

Invejava as meninas que tinham tudo o que eu não tinha: amor, carinho, presentes, roupas bonitas… e continuo não tendo.

Sempre fui uma menina muito ansiosa, angustiada e solitária. Continuo sendo.

Achava que só a morte poderia me libertar da prisão violenta. Não enxergava outra saída para o sofrimento por ter nascido em uma família que não sabia amar e proteger.

Sempre fui uma menina insegura, frágil e sem esperança. Continuo sendo.

Invejava as meninas felizes que tinham todo o amor e proteção que precisavam, e que podiam brincar, rir e descobrir o caminho para realizar todo o seu potencial.

Nunca brinquei de nada, nunca tive amigas, nunca ganhei presentes no Natal.

Nunca consegui dormir, de tanto pavor de não conseguir fugir daquele inferno.

Não consigo dormir até hoje.

Continuo a mesma menina que um dia fui.

Sofro muito quando tenho que me expor, não sei gritar, não sei falar alto, não sei competir, não sei brigar.

Como foi que me tornei uma mulher que se expõe tanto?

Com muito sacrifício, ansiedade, insegurança, medo e noites de insônia, até hoje.

Como essa menina tão frágil conseguiu sobreviver física e mentalmente em meio a violência, gritos e ouvindo todos os dias que era uma bosta?

Como essa menina tão invisível conseguiu realizar tantas coisas em um mundo tão ameaçador, competitivo e violento?

Como essa menina tão solitária, abandonada, excluída e rejeitada encontrou amigos e amores?

Como essa menina tão medrosa aprendeu a ser grata por tudo o que recebeu da vida?

Como essa menina tão vulnerável descobriu, aos 16 anos, o propósito da sua vida?

Como essa menina tão triste teve a coragem de escrever para conseguir sobreviver?

Como?

Até hoje não sei…”

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Micose no couro cabeludo: sintomas, causas e tratamento

A micose do couro cabeludo, também conhecida por Tinea capitis ou tínea capilar, é uma infecção na pele causada por fungos, que pode provocar coceira intensa, presença de caspa ou crostas amarelas na cabeça, além de queda de cabelo em algumas regiões do couro cabeludo, por exemplo.

Esse tipo de micose é causado principalmente pelos fungos do gênero Trichophyton ou Microsporum, que podem ser encontrados nas camadas externas da pele do couro cabeludo e na haste do cabelo, e ser transmitidos facilmente de pessoa para pessoa, através do contato direto ou do compartilhamento de pentes, toalhas ou chapéus.

O tratamento da micose no couro cabeludo deve ser recomendado pelo dermatologista, que normalmente indica o uso de shampoos ou comprimidos antifúngicos, sendo importante que o tratamento seja feito de acordo com a orientação médica para evitar que o fungo volte a crescer e causar novamente os sintomas.

Micose no couro cabeludo: sintomas, causas e tratamento

Principais sintomas

Os sintomas da micose no couro cabeludo surgem quando o fungo prolifera na pele do couro cabeludo ou na haste dos cabelos, e podem variar de acordo com o tipo de fungo, sendo que os sinais mais característicos são: 

  • Coceira intensa na cabeça;
  • Placas arredondadas ou manchas na pele do couro cabeludo;
  • Dor ou vermelhidão leve na área;
  • Descamação local;
  • Presença de caspa;
  • Pontos pretos no couro cabeludo;
  • Áreas com queda de cabelo ou com fios quebrados;
  • Crostas amarelas no cabelo;
  • Dor ou aumento da sensibilidade no couro cabeludo.

Embora raro, além destes sintomas, algumas pessoas podem ainda apresentar ínguas doloridas no pescoço, devido à resposta dos sistema imune para combater a infecção causada pelos fungos.

Além disso, em alguns casos a inflamação na pele do couro cabeludo causada pela Tinea capitis pode levar ao surgimento de inchaço, formação de bolhas e pus na região afetada, sendo essa situação conhecida como quérion, e pode levar à perda permanente do cabelo. Saiba identificar todos os sintomas da Tinea capitis

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico da micose no couro cabeludo é feito por meio da avaliação dos sintomas apresentados pela pessoa e análise das regiões do couro cabeludo afetadas. Para confirmar o diagnóstico e o fungo responsável, o médico pode realizar a raspagem da lesão, que consiste em retirar algumas células de pele, além de coletar uma amostra do cabelo, e analisá-las no microscópio com o objetivo de identificar o fungo e, assim, iniciar o tratamento mais adequado. 

Possíveis causas

A micose no couro cabeludo é causada por fungos do gênero Trichophyton ou Microsporum que atacam e crescem a camada externa da pele do couro cabeludo e da haste do cabelo.

Esses fungos podem ser transmitidos por meio do contato direto com o cabelo de uma pessoa infectada ou ou pela compartilhamento de objetos que são utilizados no cabelo, como pentes, toalhas, elásticos, chapéus ou fronhas de almofadas, por exemplo. 

Geralmente, este tipo de micose é mais comum em crianças, pois têm maior tendência para encostar as cabeças e compartilhar objetos que estão em contato com o cabelo, como faixas, elásticos e chapéus.

Como é feito o tratamento

O tratamento para micose no couro cabeludo é feito pelo dermatologista com o objetivo de eliminar o fungo causador da micose.

Os principais tratamentos para micose no couro cabeludo incluem:

1. Remédios antifúngicos

Alguns dos antifúngicos orais mais utilizados e recomendados pelo dermatologista incluem a griseofulvina e a terbinafina, que devem ser ingeridos por cerca de 4 a 8 semanas, mesmo que os sintomas já tenham melhorado. 

No caso da pessoa apresentar o quérion, o médico pode indicar também o uso de corticóides na forma de comprimidos, para ajudar a diminuir a inflamação na pele do couro cabeludo e reduzir o risco de perda de cabelo permanente. Esses corticóides podem ser usados por um curto período de tempo junto com os antifúngicos orais.

2. Shampoos antifúngicos

Além dos remédios orais, o médico pode ainda aconselhar que a higiene do cabelo passe a ser feita com um shampoo antifúngico, que contenha cetoconazol ou sulfeto de selênio, para remover o fungo e prevenir a transmissão da micose para outras pessoas ou para outras áreas do couro cabeludo. 

Os shampoos ajudam a aliviar rapidamente os sintomas, mas não impedem completamente o desenvolvimento dos fungos. Assim, é sempre recomendado usar os shampoos junto com os remédios antifúngicos orais receitados pelo dermatologista.

Fonte tuasaude.com