Qual a hora de acabar com as máscaras? Para especialistas, não é agora

O uso das máscaras para proteção contra a Covid continua sendo, por ora, uma arma importante no combate à pandemia segundo especialistas. Mas isso não significa que não seja possível —e até plausível—discutir parâmetros para a sua remoção.

Ao assumir o Ministério da Saúde, em março, Marcelo Queiroga afirmou que a obrigatoriedade das máscaras seria mantida. Já em junho, ele encomendou um estudo para avaliar desobrigar seu uso, com conclusão prevista para outubro.

Desde então, o ministro já se posicionou diversas vezes contra a obrigatoriedade das máscaras, embora inúmeras evidências científicas hoje comprovem como a proteção —em especial as do tipo PFF2— é eficaz em conter de maneira significativa a transmissão do coronavírus.

Diante da possibilidade de uma mudança da exigência de proteção facial em espaços abertos pelo governo federal, os especialistas ouvidos pela Folha afirmam que é, sim, adequado fazer estudos e montar comitês científicos para definir quando e como o equipamento será flexibilizado, mas o momento é de cautela.

“O problema é a definição de ‘ambiente ao ar livre’. Um ponto de ônibus é um ambiente ao ar livre, mas as pessoas com frequência se aglomeram nesses espaços. Isso torna o lugar seguro? Não, não é bem assim”, explica a infectologista, consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia e professora da Unicamp Raquel Stucchi.

Para ela, o mais difícil —convencer a população a usar a proteção facial— já foi conquistado, e é melhor manter essa orientação. “O fato de os municípios terem decretado a obrigatoriedade do uso de máscaras, considerando que ainda hoje nem todos usem máscaras de boa qualidade —embora qualquer máscara seja melhor do que nenhuma— retirar agora seria jogar contra. O ideal seria reforçar daqui até o começo do próximo ano o uso de máscaras mais adequadas, com melhor poder de filtração”, afirma.

O mesmo raciocínio é defendido pela pneumologista e pesquisadora da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) Margareth Dalcolmo.

“Eu considero essa discussão extemporânea. A prioridade agora é fazer com que as pessoas que tomaram a primeira dose da vacina retornem para a segunda dose e aqueles que são elegíveis para uma dose de reforço o façam”, afirma. “Além disso, manter o uso de máscaras adequadas. Qualquer discussão que tire foco de um hábito extremamente útil, saudável, desejável e recomendável em uma virose respiratória, que é usar máscaras de boa qualidade, é uma perda de energia.”

Entre alguns dos critérios que devem ser levados em consideração tanto pelo governo federal quanto por autoridades estaduais que queiram revogar a lei está o avanço na vacinação. O país completou na última quarta-feira (20) 50% da população com esquema vacinal completo.

Com essa medida em mente, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), afirmou que o município pode desobrigar o uso de máscaras, inclusive em locais fechados, quando alcançar 75% da população vacinada. Mas para especialistas, mesmo uma cobertura vacinal elevada não deve ser o único fator a ser levado em consideração.

Dalcolmo reforça que os parâmetros para uma eventual remoção das máscaras, além da cobertura vacinal completa de ao menos 80% da população, é a taxa de transmissão do vírus (também chamada de R0 ou Rt) abaixo de 1.

Esse número indica para quantas pessoas alguém que está contaminado transmite o vírus. Se ele é de 2, por exemplo, isso significa que cada indivíduo com Covid passa a doença para mais dois.

Assim, para a pandemia estar controlada, o número precisa estar abaixo de 1 —para os especialistas, o ideal é liberar as máscaras quando o Rt estiver próximo de 0,5. Outros indicadores também devem ser levados em conta, como a manutenção de um patamar baixo e sustentado de hospitalizações e mortes por Covid.

Isso não significa, diz a médica, que em locais abertos e com distanciamento, como praias e parques, a máscara não possa ser removida. “Isso já é defendido pela comunidade médica e científica há meses. Não precisa de lei ou portaria para dizer que uma pessoa sozinha caminhando à beira-mar pode estar sem máscara. O que precisamos é de um discurso coerente, homogêneo, entre a comunidade acadêmica, a imprensa, as autoridades sanitárias e o Executivo.”

Além dos índices mais técnicos, por assim dizer, de controle da pandemia, há também o bom senso, explica o infectologista Jamal Suleiman, do Instituto de Infectologia Emilio Ribas. “Em espaços abertos não aglomeráveis é perfeitamente possível estar sem máscara. Agora, o que são esses espaços, como saber, aí vai da avaliação do risco individual. Não é que nunca chegaremos no momento de retirar as máscaras, apenas que em outubro de 2021, essa discussão ainda não condiz”, afirma.

Suleiman, no entanto, reforça que se há o interesse do governo em avaliar quando essa retirada será possível é preciso apresentar de maneira transparente para toda a sociedade quais os parâmetros usados para definir essa regra. “Os parâmetros a serem avaliados são redução do R0, cobertura vacinal, leitos hospitalares com baixa ocupação, mortalidade baixa, testagem de casos-índice? Esses dados todos têm que ser levantados. Feito isso, o caminho, eventualmente, será mesmo tirar as máscaras. Agora quando esses dados estiverem disponíveis a autoridade sanitária precisa torná-los públicos”, lembra.

E há um consenso de que quando essa flexibilização começar ela deve ter início, preferencialmente, nos espaços públicos abertos, e não em espaços fechados, afirma Renato Kfouri, pediatra e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações. Foi isso que fizeram locais como Alemanha, Reino Unido e Portugal, que, na última semana, determinou o fim da obrigatoriedade de máscaras nas ruas.

“A meu ver, o uso das máscaras em lojas, comércio, bares e restaurantes deve ser uma das últimas flexibilizações a serem feitas. Por dois motivos, você não está beneficiando um setor que foi fortemente impactado com a pandemia ao abolir as máscaras, como foi a decisão de reabrir o comércio, e obviamente dispensar o uso da máscara traz automaticamente a possibilidade de aumento de circulação do vírus”, diz Kfouri.

A determinação de quando será possível flexibilizar o uso, portanto, deve ser feita por um comitê técnico, como pretende o governo de São Paulo, explica o médico. “Não é possível dizer ‘quando atingirmos tantos por cento dá para tirar as máscaras’. É necessário definir critérios, monitorar, e exigir que esses critérios sejam seguidos para a retirada das máscaras”, conclui.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Expansor palatino: como funciona, seus tipos e benefícios

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Antidepressivos: quais são, como tomar e opções naturais

Os antidepressivos são medicamentos indicados para tratar a depressão e outros transtornos psicológicos e exercem a sua ação no sistema nervoso central, apresentando diferentes mecanismos de ação.

Estes remédios estão indicados para depressão moderada ou grave, quando se manifestam sintomas como tristeza, angústia, alterações do sono e do apetite, cansaço e sensação de culpa, que interferem no bem-estar da pessoa.

Por isso, é importante consultar o psiquiatra para que seja realizado o diagnóstico correto de depressão e, assim, seja possível ser orientado o melhor tratamento, a dose do medicamento e a duração. Saiba como é feito o diagnóstico da depressão.

Antidepressivos: quais são, como tomar e opções naturais

Principais antidepressivos

Todos os antidepressivos agem diretamente sobre o sistema nervoso, aumentando a quantidade de importantes neurotransmissores que melhoram o humor. Entretanto, estes medicamentos não são todos iguais e para entender como funcionam no organismo e que efeitos eles podem causar, é importante separá-los em classes, de acordo com o seu mecanismo de ação:

Classe do antidepressivo Algumas substâncias ativas Efeitos colaterais
Antidepressivos tricíclicos Imipramina, Clomipramina, Amitriptilina, Nortriptilina Sonolência, cansaço, boca seca, visão borrada, dor de cabeça, tremor, palpitações, prisão de ventre, náusea, vômito, tontura, rubor, transpiração, queda da pressão sanguínea, ganho de peso.
Inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRs) Fluoxetina, Paroxetina, Citalopram, Sertralina, Fluvoxamina Diarreia, náusea, fadiga, dor de cabeça e insônia, sonolência, tontura, boca seca, distúrbios da ejaculação.
Inibidores da recaptação de serotonina e norepinefrina (ISRSN) Venlafaxina, Duloxetina Sedação, dor de cabeça, tontura, náusea, boca seca, constipação, transpiração aumentada.
Moduladores da serotonina Nefazodona, Trazodona Sedação, dor de cabeça, tontura, fadiga, boca seca e náusea.
Inibidores seletivos da recaptação de noradrenalina e dopamina Bupropiona Insônia, dor de cabeça, boca seca, enjoo e vômito.
Noradrenérgico e serotoninérgico específico Mirtazapina Aumento do peso e do apetite, sonolência, sedação, dor de cabeça e boca seca.
Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO) Tranilcipromina, Moclobemida Tontura, dor de cabeça, boca seca, náusea, insônia.

É importante lembrar que os efeitos colaterais nem sempre se manifestam e podem variar de acordo com a dose e com organismo da pessoa. Os antidepressivos só devem ser usados com orientação do clínico geral, neurologista ou psiquiatra.

Como tomar

A dose varia muito de acordo com o antidepressivo usado e em alguns casos pode ser necessário iniciar o tratamento com uma dose mais baixa e ir aumentando ao longo do tempo, enquanto que em outros casos isso não é necessário. Assim, deve-se falar com o médico acerca das doses e duração prevista do tratamento, para que a pessoa não tenha dúvidas na hora de tomar.

De forma a se obterem os melhores resultados durante o tratamento com antidepressivos, a pessoa deve ser paciente caso não veja um efeito imediato. Geralmente, os antidepressivos demoram algum tempo para fazer efeito, podendo demorar algumas semanas para sentir a eficácia desejada. Além disso, alguns efeitos colaterais podem ir diminuindo ou mesmo desaparecer ao longo do tratamento.

Também é muito importante nunca suspender o tratamento sem falar com o médico ou contactá-lo caso não se sintam melhoras com o passar do tempo, porque pode ser necessário trocar para outro antidepressivo. Deve-se ainda evitar a ingestão de outras drogas ou bebidas alcoólicas durante esta fase, já que prejudicam o tratamento.

Antidepressivos na gravidez

O uso de medicamentos para a depressão na gravidez deve ser evitado, pois podem interferir no desenvolvimento do bebê e, por isso, o medicamento pode ser substituído por outro tipo de tratamento, como a psicoterapia, por exemplo.

No entanto, nos casos mais graves de depressão, o psiquiatra pode indicar o uso de alguns medicamentos que não estejam associados a grandes riscos para a saúde do bebê e da mulher. Entenda como é feito o tratamento para a depressão na gravidez.

Remédios naturais para depressão

Algumas excelentes opções de remédios naturais para depressão são:

  • 5-HTP: Essa é uma substância naturalmente produzida pelo corpo e que participa na produção de serotonina, que pode estar diminuída por situações como estresse, falta de magnésio e resistência à insulina, por exemplo. Com a toma desse suplemento a quantidade de serotonina, conhecida como hormônio do prazer é aumentada e a pessoa se sente melhor e mais feliz. A dose recomendada varia entre 50 a 300 mg, até 3 vezes ao dia.
  • Damiana: Esta planta medicinal aumenta a circulação sanguínea, induz o relaxamento, alivia a depressão e combate a ansiedade. Seu nome científico é Turnera diffusa e a dose recomendada varia entre 400 a 800 mg 3 vezes ao dia.
  • Hipericão: É uma planta medicinal que ajuda no tratamento da depressão leve a moderada, sendo útil na manutenção do equilíbrio emocional, desde que seja usado por, pelo menos, 4 semanas. A dose indicada é de até 300 mg por dose, sendo no máximo 3 doses ao dia.
  • Melatonina: Apesar de ser mais indicada para melhorar a qualidade de sono, a melatonina também ajuda a diminuir o mau humor, sendo uma boa ajuda para auxiliar o tratamento da depressão. A dose pode variar entre 0,5 e 5 mg antes de dormir.

Apesar de serem naturais, estes suplementos não devem ser tomados sem supervisão do médico, principalmente quando a pessoa toma outros medicamentos, porque eles podem interagir de forma perigosa entre eles.

Uma outra boa forma de combater a depressão de forma caseira é investir numa alimentação rica em banana, tomate, nozes e abacate, já que são alimentos ricos em triptofano, que é o precursor da serotonina.

Remédios homeopáticos para depressão

Os remédios homeopáticos são uma opção que pode ser usada como complemento de um tratamento para a depressão, no entanto, estes não substituem os medicamentos receitados pelo médico. Alguns exemplo de remédios homeopáticos que podem ser usados em pessoas que sofrem de depressão são:

  • Ignatia amara: indicado no tratamento da depressão provocada por dor crônica;
  • Pulsatilla: indicado para a depressão bipolar, com variações repentinas de humor;
  • Natrum murlatlcum: indicado nos casos em que a depressão é provocada por baixa auto-estima.

Os remédios homeopáticos embora não tenham a mesma eficácia, possuem menos efeitos colaterais que os medicamentos antidepressivos. O uso destes remédios deve ser indicado por um profissional de saúde após avaliação psicológica dos pacientes.

Fonte tuasaude.com

Maconha é liberada para plantio e consumo doméstico em Luxemburgo

Luxemburgo se tornou o primeiro país europeu a permitir que adultos cultivem até quatro pés de cânabis por família para consumo próprio, inclusive recreativo.

A permissão existe no Uruguai desde 2013, no Canadá desde 2018 e em parte dos estados americanos.

Segundo o pacote de medidas, apresentado por ministros de Segurança Interna, Justiça, Saúde, Educação, Infância e Juventude e Negócios Estrangeiros e Europeus, o objetivo é “lutar de forma eficaz e sustentável contra os problemas relacionados às drogas ilícitas”, principalmente o tráfico, que continua a ser crime.

Também é proibido usar a droga em público e vendê-la: apenas o comércio de sementes passa a ser liberado. O porte e o uso público de até três gramas de maconha, porém, deixam de ser crime e passam a ser contravenção, com pena de advertência e multa.

A descriminalização do usuário é semelhante à adotada há décadas em Portugal, onde a questão é tratada como um problema de saúde, não policial. A opção portuguesa tem dado bons resultados, como mostra a série Estado Alterado, publicada pela Folha, premiada neste mês.

na Holanda, que há 30 anos tem uma política de tolerância ao consumo de maconha, a planta até hoje não é legalizada, o que leva empresários e usuários a questionar se o país não ficará para trás nesse setor.

O pacote do governo de Luxemburgo não limita a quantidade de sementes que pode ser comprada nem seus níveis de THC (tetrahidrocanabinol), principal elemento psicoativo da planta. A liberalização foi decidida há dois anos pelos partidos que sustentam o governo: liberais, sociais-democratas e verdes.

A legalização da produção e venda de maconha reguladas pelo Estado ainda está em estudo. Os planos são usar as receitas do produto em campanhas de prevenção da dependência, educação e saúde.

A nova regra vai de encontro à convenção da ONU sobre o tema, que limita “exclusivamente para fins médicos e científicos” a produção, o comércio, a posse e o uso de drogas, incluindo cânabis.

É devido a essa convenção das Nações Unidas que o governo português não legalizou a produção de maconha, embora a ideia seja defendida por parte dos especialistas que atuam na área no país.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Efeito sanfona: o que é, principais causas e como evitar

O efeito sanfona, também conhecido como efeito rebote ou efeito ioiô, acontece quando o peso perdido depois de uma dieta de emagrecimento volta rapidamente, fazendo a pessoa engordar novamente. O peso, a alimentação e o metabolismo estão regulados por diversos hormônios que atuam ao nível do tecido adiposo, do cérebro e outros órgão.

Assim, acredita-se que a recuperação do peso não está somente associado à mudança nos hábitos alimentares ou no tipo de dieta, mas também a mudanças a nível metabólico e fisiológico no organismo na tentativa de compensar o período de “fome” pelo qual o corpo passou, já que o organismo pode interpretar a perda de peso como uma “ameaça” e tentar voltar ao que por muito tempo foi o normal, mais 5,10 ou 15 Kg.

Para evitar o efeito sanfona, é importante que a realização da dieta seja acompanhada pelo nutricionista ou nutrólogo, pois assim é possível que seja adequada à necessidade de cada pessoa.

Efeito sanfona: o que é, principais causas e como evitar

Principais causas

Há diversas teorias que explicam o efeito sanfona e que podem estar associadas a diversos fatores, como por exemplo:

1. Tipo e composição da dieta

Acredita-se que a realização de dietas muito restritivas, dietas monótonas e desequilibradas a nível nutricional poderiam favorecer o efeito rebote a longo prazo.

No caso das dietas restritivas, é possível que ao reiniciar a alimentação normal, possa ser gerada uma resposta dos tecidos aos nutrientes, em que o organismo busca recuperar o que havia perdido, como se fosse uma resposta à “fome” que a pessoa passou durante esse período. Dessa forma, poderia haver mudanças a nível metabólico como por exemplo aumento da produção e armazenamento de gordura, diminuição do açúcar no sangue e, consequentemente, aumento do apetite e da quantidade de alimentos consumidos durante o dia.

Os carboidratos, proteínas e gorduras durante o seu metabolismo estimulam o consumo de oxigênio de forma diferente, portanto no caso das dietas desequilibradas, em que há o predomínio de determinado nutriente, como o que ocorre na dieta cetogênica, por exemplo, pode ter alguma influência no ganho de peso.

2. Tamanho das células adiposas

As células do tecido adiposo esvaziam quando a pessoa perde peso, no entanto o seu tamanho e quantidade se mantém durante um prolongado período de tempo. Essa é outra teoria que acredita-se que o fato da quantidade e tamanho das células do tecido adiposo manterem-se igual durante um tempo, ativa mecanismos de compensação do corpo com o objetivo de fazer com que essas células voltem a ser preenchidas gradualmente até atingirem o volume normal.

3. Alteração nos hormônios da saciedade

Existem vários hormônios que estão relacionados com o processo de saciedade, sendo encontrado em pessoas que tiveram perda de peso severa menores níveis de leptina, peptídeo YY, colecistocinina e insulina, havendo um aumento nos níveis de grelina e polipeptídeo pancreático.

Acredita-se que todos as alterações hormonais permitem recuperar o peso, como exceção do aumento do peptídeo pancreático, pois como consequência dessas mudanças há aumento do apetite, favorecendo a ingestão de alimentos e, consequentemente, o ganho de pelo.

Para entender melhor como isso ocorre, é importante deixar claro que a grelina é um hormônio responsável pela estimulação do apetite a nível cerebral, de modo que seus níveis encontram-se elevados em período de jejum. Por outro lado, a leptina é responsável por reduzir o apetite, e foi verificado que pessoas que tenham perdido 5% do seu peso, apresentem níveis diminuídos desse hormônio. Essa situação ativa mecanismos de compensação e faz com que o gasto de energia diminua e haja recuperação de peso.

Além das alterações dos hormônios da saciedade, a perda de peso também está associada a mudança a nível do hipotálamo e da glândula pituitária, que também podem estimular o efeito sanfona.

4. Mudança no apetite

Algumas pessoas relatam aumentam do apetite depois da perda de peso, o qual poderia estar associado a todas as alterações fisiológicas que ocorreram no corpo durante o processo de perda de peso. No entanto, acredita-se que isso também se deva ao fato das pessoas acreditarem que merecem uma recompensa, que é dada como comida.

Como evitar o efeito sanfona

Para evitar o efeito sanfona, é importante que a dieta seja sempre acompanhada pelo nutrólogo ou nutricionista, para que seja adequada às necessidades de cada pessoa e exista um acompanhamento. Além disso, é importante:

  • Evitar dietas muito restritas ou desequilibradas a nível nutricional, sendo importante realizar uma alimentação variada e equilibrada;
  • Realizar uma reeducação alimentar, fazendo mudanças no seu estilo de vida que possam ser adotadas para a vida;
  • A perda de peso deve ser progressiva;
  • Comer a cada 3 horas em pequenas proporções;
  • Comer devagar e mastigar bem os alimentos, de maneira que o sinal de saciedade chegue ao cérebro, para assim evitar o consumo de comida em excesso.

Além disso, é importante evitar o sedentarismo e praticar atividade física pelo menos 3 vezes por semana por cerca de 1 hora.

Em quanto tempo normalmente se recupera o peso?

Alguns estudos demonstraram que aproximadamente 30 a 35% da perda de peso se recupera 1 anos após o tratamento e 50% das pessoas retornam ao seu peso inicial no quinto ano após a perda de peso.

Confira o vídeo a seguir sobre o efeito sanfona:

Fonte tuasaude.com

6 chás para baixar a febre naturalmente

​Um ótimo remédio caseiro para febre é colocar uma toalha molhada com água fria na testa e nos pulsos da pessoa. Assim que a toalha ficar numa temperatura menos fria deve-se molhar a toalha novamente em água fria.

Para ajudar a baixar a febre também pode tomar um suco de laranja ou limonada, porque isto aumenta a imunidade e facilita o equilíbrio da temperatura corporal. No entanto, outra excelente forma de baixar a febre é provocar uma intensa sudorese, tomando um chá morno que faça a pessoa transpirar muito, o que diminui rapidamente a febre.

No caso dos bebês, é importante que o pediatra seja consultado para que seja identificada a causa da febre e indicado o melhor tratamento, já que os chás de plantas medicinais não são indicados para os bebês. Veja o que fazer para baixar a febre do bebê.

6 chás para baixar a febre naturalmente

Confira a seguir 6 diferentes chás que podem ajudar a baixar a febre de forma natural ao promover a transpiração. Assim, para o tratamento natural para baixar a febre, pode ser utilizada uma das seguintes receitas:

1. Chá de macela

O chá de macela para baixar a febre é um excelente remédio caseiro porque ele possui propriedades diaforéticas que induzem a transpiração, ajudando a regular a temperatura corporal.

A macela reduz a inflamação e aumenta a circulação na superfície da pele, promovendo a transpiração e ajudando a baixar a febre sem comprometer o sistema imunológico. No entanto, não deve ser tomado durante a gravidez.

Ingredientes

  • 3 colheres (sopa) de macela;
  • 500 ml de água.

Modo de preparo

Para preparar este remédio caseiro basta adicionar as folhas de macela em um recipiente com água fervente, tampa-lo e deixar o chá em infusão por aproximadamente 20 minutos. Coar e beber 1 xícara deste chá a seguir.

2. Chá de cardo-santo

Uma ótima solução natural para baixar a febre é tomar o chá morno de cardo-santo porque ele promove a sudorese, auxiliando na regulação da temperatura corporal.

Ingredientes

  • 15 g de folhas de cardo-santo;
  • 1/2 litro de água.

Modo de preparo

Coloqcar as folhas de cardo-santo picadas numa panela e adicionar a água fervente. A seguir tapar, deixar descansar por 15 minutos, filtrar e beber 1 xícara deste chá.

3. Chá de Manjericão

O chá de manjericão morno também ajuda a aliviar a febre porque é capaz de induzir a transpiração, ajudando a regular a temperatura do corpo. Além de consumir o chá, é interessante também molhar uma toalha fria no chá e depois passar nas axilas, testa e nuca da pessoa, ajudando a diminuir a febre.

Ingredientes

  • 10 folhas frescas de manjericão;
  • 1 xícara de água.

Modo de preparo

Colocar os ingredientes numa panela e levar ao fogo baixo, deixando ferver tapado por cerca de 10 minutos. A seguir, deixe amornar, coar e beber a seguir.

4. Chá de freixo

O chá de freixo ajuda a baixar a febre porque o freixo é uma planta medicinal com propriedades antitérmicas e anti-inflamatórias.

Ingredientes

  • 1 litro de água;
  • 50 g de casca de freixo.

Modo de preparo

Colocar a casca de freixo em 1 litro de água e deixar ferver durante 10 minutos. Depois filtrar e beber 3 ou 4 xícaras por dia até a febre baixar.

5. Chá de salgueiro-branco

O chá de salgueiro-branco ajuda a baixar a febre porque esta planta medicinal tem na sua casca salicósido, que tem ação anti-inflamatória, analgésica e febrífuga.

Ingredientes

  • 2-3 g de casca de salgueiro-branco;
  • 1 xícara de água.

Modo de preparo

Colocar a casca de salgueiro-branco na água e deixar ferver durante 10 minutos. Depois filtrar e beber 1 xícara antes de cada refeição.

6. Chá de eucalipto

Um outro tratamento caseiro par baixar a febre é com chá de eucalipto, pois ele tem propriedades anti-inflamatórias e antissépticas que ajudam a baixar a febre. Conheça outras propriedades do eucalipto.

Ingredientes

  • 2 colher (de sopa) de folhas de eucalipto;
  • 500 ml de água.

Modo de preparo

Colocar a água a ferver e depois adicionar as folhas de eucalipto. Depois de fervida, coar e tomar até 4 xícaras por dia até a febre baixar.

Se a febre for superior a 38,5ºC ou persistir durante 3 dias deve ir ao médico, pois pode precisar de tomar medicamentos antivirais ou antibióticos para tratar a febre.

Confira no vídeo a seguir outras dicas para baixar a febre:

Fonte tuasaude.com

Terceira dose da Pfizer contra Covid tem 95,6% de efetividade, diz empresa

A terceira dose da vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech tem efetividade e 95,6% contra as formas sintomáticas da doença, segundo o estudo coordenado pelos dois laboratórios e publicado nesta quinta-feira (21).

O teste clínico de fase 3, com 10 mil pessoas de mais de 16 anos, mostra uma “efetividade relativa de 95,6% e um perfil de segurança favorável”, afirma um comunicado.

O estudo apresenta os “primeiros resultados” de um ensaio de reforço da vacina contra a Covid-19, destacaram as empresas.

O teste aconteceu quando a “variante delta era a principal cepa” circulando durante o período.

“Estes resultados demonstram mais uma vez a utilidade dos reforços em nosso esforço para proteger a população contra esta doença”, destacou Albert Bourla, CEO da Pfizer, citado no comunicado.

A média de idade dos participantes foi de 53 anos.

Os resultados serão apresentados às autoridades reguladoras “o mais rápido possível”, afirma o comunicado.

Nos Estados Unidos, especialistas da Agência de Medicamentos e Alimentos (FDA) recomendam uma terceira dose da Pfizer/BioNTech desde o fim de setembro para determinadas pessoas de grupos de risco, como as que tem mais de 65 anos.

“Os dados disponíveis sugerem uma redução da imunidade em alguns setores da população completamente vacinados”, justificou recentemente a atual diretora da FDA, Janet Woodcock.

Na Europa, a Agência de Medicamentos (EMA) aprovou no início de outubro uma dose de reforço da vacina Pfizer/BioNTech para pessoas com mais de 18 anos, mas deixando para os Estados membros que definam a maneira mais precisa de aplicação entre a população.

A França, por exemplo, começou a aplicar a dose de reforço entre pessoas com mais de 65 anos (seis meses após a segunda dose) e imunossuprimidos.

Outros governos foram mais longe: em Israel a terceira dose está disponível a partir dos 12 anos, cinco meses após a vacinação.

A questão da terceira dose, no entanto, recordou o problema das desigualdades entre países ricos e pobres, enquanto o acesso à primeira dose da vacina continua sendo muito limitado em algumas regiões do mundo, particularmente na África, sobretudo porque duas doses também protegem de maneira muito eficaz contra formas graves da doença.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

12 melhores alimentos para ganhar massa muscular

Os alimentos para ganhar massa muscular são os ricos em proteínas, que podem ser de origem animal, como carnes, ovos e frango, ou as proteínas de origem vegetal, como feijão, abacate, tofu e amendoim, por exemplo.

No entanto, o organismo também precisa de alimentos ricos em carboidratos, como macarrão integral ou pão integral, e das gorduras saudáveis, que são encontradas em alimentos como salmão, atum e abacate. Estes alimentos ajudam a aumentar a energia e disposição física durante os treinos e melhoram a recuperação muscular após os exercícios.

No entanto, quando a alimentação não fornece a quantidade adequada de proteínas para alcançar os objetivos desejados, o uso de suplementos proteicos, como a creatina ou o whey protein, pode ser indicado por um nutricionista ou médico. Veja alguns suplementos indicados para ganhar massa muscular.

12 melhores alimentos para ganhar massa muscular

Os melhores alimentos para ganhar massa muscular e que não podem faltar numa dieta para hipertrofia são:

1. Frango

O frango é um alimento rico em proteínas, importante para a formação dos músculos. Para obter os benefícios, pode-se incluir o frango em preparações ensopadas, grelhadas ou assadas, no almoço, no jantar ou nas pequenas refeições ao longo do dia.

2. Carne vermelha

As carnes vermelhas são ricas em proteínas, nutriente que estimula o ganho de massa muscular. Além disso, a carne vermelha é rica em ferro, mineral que ajuda a transportar o oxigênio no sangue, melhorando a disposição física durante e após os treinos.

A recomendação de ingestão da carne vermelha é de até 500g por semana, que pode ser incluída no almoço ou no jantar, por exemplo.

3. Salmão

Além de proteínas, o salmão é um peixe rico em ômega 3, uma gordura saudável com efeito anti-inflamatório, que melhora a circulação de sangue, promovendo o ganho de massa muscular.

4. Ovos

Além de ser uma ótima fonte de albumina, a principal proteína presente na clara dos ovos, o alimento também contém ferro e vitaminas do complexo B, que melhoram a oxigenação e transporte de nutrientes no organismo, favorecendo o crescimento dos músculos.

5. Queijos

Os queijos, especialmente os brancos, como ricota, cottage, minas ou muçarela de búfala, fornecem ótimas quantidades de proteína e menor teor de gorduras, sendo uma boa opção para incluir nas pequenas refeições, como café da manhã ou lanches.

6. Atum

O atum é um peixe rico em proteínas que favorece o ganho de massa muscular. Além disso, o peixe também tem ótimas quantidades de ômega-3, uma gordura saudável que ajuda a aumentar a disposição durante os exercícios físicos.

7. Leite

Por ser rico em proteínas e minerais, como cálcio e magnésio, o leite é um alimento importante para estimular a contração muscular, aumentando o rendimento durante os treinos e favorecendo o ganho de massa muscular.

8. Amendoim

O amendoim é uma leguminosa rica em proteínas que são importantes para a produção de músculo. Além disso, o amendoim tem ótimas quantidades de gorduras saudáveis, fornecendo energia durante os exercícios físicos.

9. Abacate

Por ser uma excelente fonte de gorduras boas e vitamina E, o abacate ajuda a aumentar a energia durante os exercícios físicos e melhora a recuperação após os treinos. Além disso, a fruta tem ótimas quantidades de potássio, evitando cãibras e lesões nos músculos durante os exercícios. 

O abacate pode ser consumido na forma natural, em saladas ou em vitaminas no pré ou pós-treino.

10. Feijão

O feijão é uma ótima fonte de proteína vegetal, e quando consumido com cereais, como arroz integral, macarrão integral ou milho, fornece uma boa quantidade e qualidade de aminoácidos essenciais para a formação dos músculos.

11. Tofu

O tofu é um queijo vegetal feito com os grãos da soja, sendo rico em proteínas que contribuem para a formação dos músculos. Por ter boas quantidades de potássio e fósforo, o tofu também ajuda a melhorar a resistência e o rendimento durante os treinos.

12. Lentilha

Por ter ótimas quantidades de ferro e proteínas vegetais, a lentilha melhora o transporte de oxigênio no sangue, melhorando a disposição física e estimulando a produção de massa muscular.

Confira no vídeo a seguir a receita de uma vitamina para ajudar a ganhar massa muscular:

Informação nutricional dos alimentos para hipertrofia

A tabela a seguir traz a quantidade de calorias, proteínas e gorduras para cada 100g dos alimentos indicados para ganho de massa muscular:

Alimento (porção de 100g)

Calorias

Proteínas

Gorduras

Peito de frango grelhado

159 kcal

32 g

2,5 g

Carne bovina grelhada

219 kcal

35,9 g

7,3 g

Salmão sem pele grelhado

243 kcal

26,1 g

14,5 g

Ovo cozido

146 kcal

13,3 g

9,5 g

Queijo minas

240 kcal

17,4 g

20,2 g

Atum grelhado

166 kcal

28,4 g

5,8 g

Leite de vaca desnatado

35 kcal

3,4 g

0,2 g

Amendoim

605 kcal

25,6 g

49,6 g

Abacate

96 kcal

1,2 g

8,4 g

Feijão preto cozido

77 kcal

4,5 g

0,5 g

Tofu

64 kcal

6,6 g

4 g

Lentilha

93 kcal

6,3 g

0,5 g

Esses alimentos devem ser consumidos em uma dieta balanceada e saudável e que inclua também fontes de carboidratos, como arroz integral, macarrão integral ou frutas frescas.

Suplementos para ganhar massa muscular

Quando a alimentação não consegue atender às recomendações nutricionais de proteína para estimular o ganho de massa muscular, o uso de alguns suplementos, como whey protein, caseína, albumina e creatina, podem ser indicados. Conheça os suplementos de proteína que estimulam o ganho de massa muscular.

É importante lembrar que a ingestão excessiva de suplementos para ganhar massa muscular pode causar insuficiência renal e, por isso, só devem ser consumidos sob a orientação de um nutricionista ou médico.

Fonte tuasaude.com

Sculptra: como é feita a aplicação, benefícios e quanto custa

O Sculptra é um tipo de bioestimulador de colágeno que assim como o botox, popularizou a aplicação desse produto que é capaz de proporcionar uma série de benefícios à saúde bucal. Você sabe o que é o Sculptra? Sabe quais são as suas indicações e vantagens? Veja aqui como esse procedimento funciona e quanto custa: …

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