Vacinação de adolescentes com 1ª dose acaba em 12 de setembro em SP; veja calendário completo

A vacinação de adolescentes com a primeira dose contra o coronavírus termina no dia 12 de setembro em São Paulo, anunciou o governo de São Paulo nesta quarta-feira (28).

O governo anunciou que a vacinação de adultos no estado de São Paulo com a primeira dose da vacina contra o coronavírus será finalizada até dia 16 de agosto.

O governador também anunciou o início da vacinação de adolescentes no dia 18. “O dia da esperança, que era o dia 20, agora estamos antecipando para o dia 16 de agosto a imunização de todos os adultos com mais de 18 anos no nosso estado”, disse Doria, falando em “senso de urgência”.

Na capital, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que pessoas com 28 anos serão vacinadas com a primeria dose na sexta-feira (30). No dia seguinte, haverá imunização de pessoas com a segunda dose.

Regiane de Paula, coordenadora de imunização, afirma que é importante que a população retorne para tomar a sua segunda dose.

“Trezentos e oitenta e cinco mil pessoas não retornaram para tomar a Coronavac e 363 mil não retornaram para tomar a vacina da Astrazeneca, num total de 748 mil pessoas que é em torno de 7% da população que deveria receber essa vacinação”, disse.

Ela disse que há um monitoramento sobre esse público e a estratégia é acordada com os municípios.

Atualmente, 35 milhões de doses da vacina foram aplicados. Segundo o governo, na população adulta, 76,1% foram vacinados. Parcela de 27,5% completou o esquema vacinal.

Segundo o governo, o total da população adulta é de 35,3 milhões. A população total estimada é de 46,3 milhões.

VEJA CALENDÁRIO

  • Até dia 29 – 30 a 34 anos
  • 30 até 4 de agosto – 28 e 29 anos
  • 5 a 9 de agosto – 25 a 27 anos
  • 10 a 16 de agosto – 18 a 24 anos
  • 18 a 29 de agosto – adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades, deficiências, gestantes e puérperas
  • 30 de agosto a 5 de setembro – 15 a 17 anos
  • 6 a 12 de setembro – 12 a 14 anos

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Buscopan: para que serve, como usar e efeitos colaterais

O Buscopan é um remédio que contém na sua composição o butilbrometo de escopolamina, também chamado de hioscina, com ação antiespasmódica, que age diminuindo as contrações ou espasmos dos músculos do intestino, vias urinárias ou vias biliares, sendo indicado para o alívio de cólicas abdominais causadas por pedra nos rins ou vesícula biliar, por exemplo.

Esse remédio pode ser encontrado em farmácias e drogarias na forma de comprimidos, drágeas ou gotas, e deve ser usado com indicação médica. Além disso, existe outra formulação do Buscopan que combina o butilbrometo de escopolamina com a dipirona, tendo forte ação analgésica no alívio da dor, e pode ser encontrado com o nome comercial Buscopan Composto.

O Buscopan também pode ser encontrado na forma de injeção aplicada diretamente na veia ou no músculo, feita no hospital por um enfermeiro ou por um profissional de saúde, de acordo com a indicação médica.

Buscopan: para que serve, como usar e efeitos colaterais

Para que serve

O Buscopan está indicado para o tratamento de dores, cólicas, espasmos e desconforto abdominais. Além disso, Buscopan também pode ser utilizado no tratamento de contrações da musculatura e espasmos das vias biliares, do trato geniturinário, do trato gastrintestinal, em cólicas biliares, menstruais ou renais, e em endoscopia gastrointestinal ou radiologia.

Como usar

A forma de uso do Buscopan varia de acordo com a apresentação e inclui:

1. Buscopan drágeas 10 mg

As drágeas de Buscopan contém 10 mg de butilbrometo de escopolamina, e devem ser ingeridas por via oral, com um copo de água, sem partir ou mastigar, nos horários estabelecidos pelo médico.

A dose recomendada de Buscopan para adultos ou crianças com mais de 6 anos é de 1 a 2 drágeas de 10 mg, de 3 a 5 vezes ao dia.

2. Buscopan gotas 10 mg/mL

​O Buscopan gotas contém 10 mg de butilescopolamina em cada mL da solução e deve ser administrado por via oral, podendo dissolver as gotas em um pouco de água.

As doses recomendadas variam de acordo com a idade e incluem:

  • Adultos e crianças com mais de 6 anos: a dose recomendada é de 20 a 40 gotas, que corresponde a dose de 10 a 20 mg de butilbrometo de escopolamina, de 3 a 5 vezes ao dia;
  • Crianças entre 1 e 6 anos: a dose recomendada é de 10 a 20 gotas, que corresponde a dose de 5 a 10 mg de butilbrometo de escopolamina, 3 vezes ao dia. Essa dose pode ser calculada pelo pediatra de acordo com o peso da criança, sendo geralmente, de 0,3 a 0,5 mg para cada kg de peso corporal por dose repetidas 3 vezes ao dia;
  • Bebês entre 3 e 11 meses: a dose recomendada é de 0,7 mg por cada Kg de peso corporal por dose, repetidas 3 vezes ao dia;
  • Bebês até 3 meses: a dose recomendada é de 1,5 mg por cada Kg de peso corporal por dose, repetidas 3 vezes ao dia;
  • Lactentes: a dose recomendada é de 10 gotas, que corresponde a 5 mg de butilbrometo de escopolamina, 3 vezes ao dia;

As doses do Buscopan podem ser modificadas pelo médico de acordo com os sintomas e o tempo de tratamento deve ser feito conforme orientação médica. 

3. Buscopan injetável 20 mg/mL

O Buscopan injetável deve ser aplicado diretamente na veia, de forma lenta, no músculo ou sob a pele, por um enfermeiro no hospital ou por um profissional de saúde com conhecimentos em aplicação de injeção.

As doses do Buscopan injetável variam de acordo com a idade e incluem:

  • Adultos e adolescentes com mais de 12 anos: a dose recomendada é de 1 a 2 ampolas por dia, com uma dose máxima de 5 ampolas por dia;
  • Bebês e crianças com menos de 12 anos: a dose recomendada em casos graves é de 0,3 a 0,6 mg por cada Kg de peso corporal, até uma dose máxima por dia de 1,5 mg por cada Kg de peso corporal.

Essas doses devem sempre ser determinadas pelo médico de acordo com os sintomas da pessoa.

4. Buscopan composto comprimido 

O Buscopan composto comprimido contém 10 mg de butilbrometo de escopolamina e 250 mg de dipirona sódica monoidratada, e deve ser tomado por via oral, com um copo de água, nos horários estabelecidos pelo médico.

A dose recomendada de Buscopan composto comprimido para adultos é de 1 a 2 comprimidos, tomados de 3 a 4 vezes por dia, e não deve ser usado por crianças.

5. Buscopan composto gotas 

​O Buscopan composto gotas contém 6,67 mg de butilbrometo de escopolamina e 333,4 de dipirona em cada mL da solução e deve ser administrado por via oral, podendo dissolver as gotas em um pouco de água.

As doses recomendadas variam de acordo com a idade e incluem:

  • Adultos ou crianças com mais de 12 anos: a dose recomendada é de 20 a 40 gotas, de 3 a 4 vezes ao dia;
  • Crianças com mais de 6 anos: a dose recomendada é de 10 a 20 gotas, de 3 a 4 vezes ao dia. Essa dose pode ser calculada pelo pediatra de acordo com o peso da criança, sendo geralmente, de 0,2 mg para cada kg de peso corporal por dose, repetidas de 3 a 4 vezes ao dia;
  • Crianças de 1 a 6 anos: a dose recomendada é de 5 a 10 gotas, 3 a 4 vezes ao dia. Essa dose pode ser calculada pelo pediatra de acordo com o peso da criança, sendo geralmente, de 0,1 a 0,2 mg para cada kg de peso corporal por dose, repetidas de 3 a 4 vezes ao dia.

O Buscopan composto gotas não deve ser usado por bebês com menos de 12 meses de idade.

O tempo de tratamento com Buscopan composto gotas deve ser determinado pelo médico de acordo com a intensidade dos sintomas da pessoa.

6. Buscopan composto injetável 

O Buscopan composto injetável contém 4 mg de butilbrometo de escopolamina e 500 mg de dipirona sódica monoidratada, e deve ser aplicado diretamente na veia, de forma lenta, no músculo glúteo ou sob a pele, por um enfermeiro no hospital ou por um profissional de saúde com conhecimentos em aplicação de injeção.

A dose recomendada do Buscopan composto injetável para adultos é de 1 ampola até 2 a 3 vezes por dia, com um intervalo de 6 a 8 horas entre cada dose, de acordo com a indicação médica. 

O Buscopan composto injetável não é indicado para uso em crianças.

Possíveis efeitos colaterais 

Os principais efeitos colaterais do Buscopan incluem tontura, queda da pressão arterial, boca seca, alergia na pele, urticária, palpitação cardíaca, ou retenção urinária.

Além disso, o Buscopan composto, por conter dipirona, pode provocar reações alérgicas graves que necessitam de atendimento médico imediato. Por isso, deve-se interromper o tratamento e procurar o pronto socorro mais próximo ao apresentar sintomas como dificuldade para respirar, tosse, dor no peito, sensação de garganta fechada, inchaço na boca, língua ou rosto, coceira intensa, formação de bolhas ou descamação na pele, dor ou ardor nos olhos. Saiba identificar os sintomas de reação alérgica grave.

Quem não deve usar

O Buscopan ou Buscopan composto não devem ser usados por mulheres grávidas ou em amamentação, ou por pessoas que tenham miastenia gravis, dilatação ou estreitamento do intestino, ou que sejam alérgicas à escopolamina, dipirona ou qualquer outro componente da fórmula.

Esses remédios não devem ser utilizados por crianças que estejam com diarreia aguda ou persistente, e os comprimidos ou drágeas do Buscopan ou Buscopan composto não devem ser usados por crianças.

Além disso, o Buscopan composto, por conter dipirona, não deve ser usado por pessoas com porfiria hepática aguda intermitente ou deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase, ou que sofram de asma causada por qualquer outro anti-inflamatório não esteróide, como paracetamol, ácido acetilsalicílico, ibuprofeno ou naproxeno, por exemplo.

Fonte tuasaude.com

Ataque cardíaco: conheça qual a sua relação com a saúde bucal

O Ataque cardíaco é um dos principais problemas que comprometem a saúde do coração. No entanto, poucas pessoas sabem que essa complicação pode possuir relação direta com a saúde bucal. Conheça aqui mais sobre o problema, seus sintomas e como ele pode está associado a negligências quanto a saúde bucal: O que é Ataque cardíaco? …

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Anvisa suspende aval para importação da vacina indiana Covaxin

A diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu nesta terça-feira (27) suspender a autorização, dada em junho ao Ministério da Saúde, para importação e distribuição excepcional da vacina Covaxin no país.

A decisão foi tomada por unanimidade entre os diretores.

A medida ocorre após o laboratório indiano Bharat Biotech, responsável pela fabricação das doses, anunciar na sexta (23) ter rompido um acordo que mantinha com a empresa brasileira Precisa Medicamentos para representar o imunizante no país.

A decisão da Bharat Biotech, cujo motivo não foi divulgado, ocorreu em um momento em que negociações e um contrato entre o Ministério da Saúde e Precisa para obter doses da vacina são um dos principais alvos de investigações da CPI da Covid.

Firmado em março, o contrato previa 20 milhões de doses, o que levou a Saúde a pedir à Anvisa aval para importação excepcional do imunizante.

Após negar um primeiro pedido por falta de documentos, a Anvisa decidiu em junho conceder a autorização mediante uma série de condições.

Entre elas, estava que as doses passassem por avaliação no INCQS, instituto vinculado à Fiocruz e que atua no controle de qualidade de produtos em saúde, e que houvesse acompanhamento por meio de estudos de efetividade.

O total de doses também foi restrito a apenas 1% da população —o equivalente a 4 milhões. As vacinas também deveriam ser destinadas a públicos específicos.

Em nota, a Anvisa diz que a suspensão da autorização dada à Saúde para importar as doses prevalece “até que sobrevenham novas informações que permitam concluir pela segurança jurídica e técnica da manutenção da deliberação que autorizou a importação”.

A agência diz ainda que a medida foi tomada após ser comunicada pela Bharat Biotech de que a Precisa não tem mais autorização para representar a empresa no país.

A situação, que indica uma perda de legitimidade da empresa no processo, poderia influenciar no cumprimento de requisitos para importação, afirmou o diretor da Anvisa Alex Machado Campos, por meio de nota divulgada pela agência.

“A decisão levou em conta ainda notícias de que documentos ilegítimos podem ter sido juntados ao processo de importação, o que pode impactar as conclusões quanto aos aspectos de qualidade, segurança e eficácia da vacina a ser utilizada na população nacional”, diz o órgão.

A agência se refere a trecho de comunicado divulgado pela Bharat Biotech na sexta, no qual o laboratório nega ter assinado duas cartas que teriam sido enviadas pela Precisa ao Ministério da Saúde e fazem parte do processo de negociação do imunizante. Os documentos estavam entre os materiais enviados pela pasta à CPI.

Diante da suspeita em torno dos documentos, Campos informou em nota ter acionado a procuradoria jurídica da Anvisa para verificar o processo. Diz ainda que a agência promove diligências junto ao desenvolvedor da vacina e ao Ministério da Saúde.

A existência de denúncias de possíveis irregularidades em torno das negociações da Covaxin foi revelada pela Folha com a divulgação do depoimento sigiloso de Luís Ricardo Miranda, chefe da divisão de importação da Saúde. Ele disse ao Ministério Público Federal em Brasília que recebeu uma “pressão atípica” para agilizar a liberação da vacina. A partir daí, a vacina se tornou um dos focos da CPI.

A crise chegou ao Palácio do Planalto após o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), irmão do servidor da Saúde, relatar que o presidente Jair Bolsonaro havia sido alertado por eles em março sobre as suspeitas de irregularidades.

Após a revelação das denúncias, Bolsonaro primeiro disse que a PF iria abrir inquérito para apurar as suspeitas. Em seguida, afirmou que não tem “como saber o que acontece nos ministérios”.

Apesar do aval dado pela Anvisa em junho para trazer a vacina, o Ministério da Saúde ainda não tinha adotado novas medidas para concretizar a importação das doses da Covaxin.

Antes da Bharat Biotech anunciar o rompimento do acordo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, também vinha dizendo que era preciso avaliar a “conveniência” de ter doses da Covaxin no Programa Nacional de Imunizações.

Ele alega que a pasta já teria doses suficientes e que as restrições colocadas pela Anvisa para importar as doses gerariam custos extras à Saúde.

“É preciso fazer análise de conveniência e oportunidade no momento em que temos mais de 600 milhões de doses de vacinas”, disse na última semana o ministro, segundo quem o volume de doses autorizado pela agência “teria muito pouco benefício” na campanha de vacinação.

O contrato para obter doses da vacina também já havia sido suspenso em meio ao avanço das investigações na CPI e recomendação de órgãos de controle.

Em nota divulgada na sexta (23), a Precisa disse lamentar o cancelamento do acordo com a Bharat Biotech e atribuiu a medida ao “caos político que se tornou o debate sobre a pandemia”. “Que deveria ter como foco a saúde pública, e não interesses políticos”.

Afirmou ainda que jamais praticou qualquer ilegalidade e que conduziu as tratativas para entrada da vacina no Brasil.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

5 remédios caseiros para tratar o refluxo

Os remédios caseiros para refluxo gastroesofágico são uma maneira muito simples, prática e completamente natural de aliviar o desconforto durante as crises.

No entanto, estes remédios não devem substituir as indicações do médico, sendo que o ideal é utilizá-los para complementar o tratamento médico indicado.

O refluxo ocorre quando o líquido ácido do estômago sobe para o esôfago e em direção à boca, causando sensação de dor e queimação principalmente após as refeições. Veja dicas de alimentação para controlar o refluxo mais facilmente.

5 remédios caseiros para tratar o refluxo

1. Água com limão

A água com limão é um remédio natural antigo muito utilizado para aliviar a azia e o desconforto do refluxo, já que, em algumas pessoas, tem o poder de alcalinizar o ácido gástrico e funcionar como um antiácido natural.

No entanto, vários estudos também identificaram que a água com limão pode piorar os sintomas em algumas pessoas. Assim, o ideal é que se experimente a água com limão e, caso os sintomas piorem, se opte por outras opções.

Para fazer este remédio natural, normalmente adiciona-se uma colher de sopa de suco de limão a um copo de água morna. Esta mistura pode ser bebida até 30 minutos antes das refeições.

2. Chá de gengibre

Além de todas as suas propriedades, o gengibre também é muito eficaz para melhorar a digestão porque estimula o sistema digestivo a produzir mais enzimas e diminui o tempo que o alimento fica no estômago, evitando o refluxo. Veja mais benefícios do gengibre.

Devido ao seu conteúdo em compostos fenólicos, o gengibre também pode ser excelente para aliviar a irritação gástrica, diminuindo as chances de o ácido gástrico subir para o esôfago. Porém, ainda são necessários mais estudos para comprovar este efeito.

Para usar o gengibre e aliviar o refluxo pode-se adicionar 4 a 5 rodelas ou 2 colheres de sopa de raspas de gengibre em um litro de água gelada e beber ao longo do dia, por exemplo.

3. Bicarbonato de sódio

O bicarbonato de sódio é um sal alcalinizante natural que pode ser usado para diminuir a acidez do estômago em momentos de crise. De fato, o bicarbonato é até utilizado em alguns remédios antiácidos vendidos na farmácia, sendo uma ótima opção caseira.

Para usar o bicarbonato, deve-se misturar 1 colher de chá do pó em 250 ml de água e beber, pelo menos, metade da mistura para obter o efeito desejado.

4. Chá de camomila

A camomila é um calmante natural que ajuda no tratamento de problemas no estômago, a controlar a má digestão e a tratar as úlceras no estômago. Para ajudar a tratar o refluxo, é recomendado tomar 2 a 3 xícaras de chá por dia.

Além disso, a camomila também ajuda a aliviar a ansiedade e o estresse, que são uma importante causa do surgimento de refluxo. Veja mais benefícios desta planta.

5. Suco de babosa

A babosa tem propriedades calmantes que ajudam a acalmar a inflamação do esôfago e do estômago, diminuindo a dor e a queimação provocadas pelo refluxo, sendo útil também no tratamento da gastrite.

Para preparar este suco basta deve-se abrir duas folhas de babosa e retirar apenas a sua polpa transparente, descascar meia maçã e adicionar, junto com um pouco de água, num liquidificador e bater bem.

Dicas simples para tratar o refluxo

Outras dicas importantes para tratar o refluxo são:

  • Evitar tomar líquidos durante as refeições;
  • Evitar deitar nos 30 minutos após as refeições;
  • Mastigar e comer devagar;
  • Usar roupas largas que não apertem na cintura;
  • Fazer refeições em pequenas quantidades, especialmente ao jantar;
  • Comer pelo menos 2 horas antes de dormir;
  • Evitar refeições líquidas ao jantar, como sopas ou caldos;
  • Deitar na cama para o lado esquerdo para evitar que o conteúdo do estômago chegue ao esôfago e, consequentemente, à boca.

Outra dica que funciona muito bem é colocar um pedaço de madeira de pelo menos 10 centímetros debaixo dos pés da cama, do lado da cabeceira. Esse calço irá fazer com que o corpo fique levemente inclinado, evitando que o ácido do estômago suba para o esôfago, causando o refluxo. Caso o tratamento com medicamentos ou remédios naturais não melhore os sintomas, pode ser necessário fazer uma cirurgia para curar o refluxo.

Veja também no vídeo a seguir várias dicas para tratar o refluxo naturalmente:

Fonte tuasaude.com

Anvisa recebe pedido de uso emergencial de vacina contra Covid da Sinopharm

Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou ter recebido nesta segunda-feira (26) um pedido de aval para uso emergencial, no país, da vacina contra Covid desenvolvida pela empresa chinesa Sinopharm.

O pedido foi feito pela Blau Farmacêutica, que representa o imunizante da empresa chinesa no Brasil.

A vacina da Sinopharm é produzida a partir de um vírus inativado, tecnologia semelhante a da Coronavac, por exemplo. O imunizante prevê duas doses, com intervalo de três a quatro semanas entre a primeira e a segunda aplicação.

Antes do pedido de uso emergencial no Brasil, a vacina passou por estudos clínicos em países como Argentina, Peru, Emirados Árabes, Egito e China.

Em maio, a vacina da Sinopharm foi aprovada para uso emergencial pela OMS (Organização Mundial de Saúde). O aval da entidade permite que a vacina possa ser distribuída em consórcios internacionais, como a Covax Facility.

Na época, após a análise, a eficácia da Sinopharm para doenças sintomáticas e casos de hospitalização foi estimada em 79% para todas as faixas etárias combinadas, segundo dados divulgados por um grupo consultivo de especialistas de imunização da OMS.

A Sinopharm foi a primeira vacina chinesa a ser aprovada pela OMS. Em junho, a entidade também deu aval à Coronavac, vacina desenvolvida pela Sinovac e produzida no país pelo Instituto Butantan.

Pelas regras da Anvisa, o prazo de análise de pedidos de uso emergencial varia de sete dias a 30 dias.

O primeiro prazo ocorre para vacinas com estudo no Brasil ou cujo relatório emitido por autoridade estrangeira comprovar que a vacina atende a padrões da OMS ou de conselhos regulatórios do qual a Anvisa faz parte.

Caso a agência verificar que faltam essas informações, o período de análise pode ser estendido para 30 dias.

Em nota, a Anvisa diz que deve usar as primeiras 24h para fazer uma triagem dos documentos enviados. Caso constatar falta de dados, a agência pode pedir mais informações à empresa.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

8 benefícios da castanha do Pará para a saúde (e como consumir)

A castanha do Pará é um fruto da família das oleaginosas, assim como as amêndoas e as nozes, que possuem diversos benefícios para a saúde, já que são ricas em proteínas, fibras, selênio, magnésio, fósforo, zinco e vitaminas do complexo B e vitamina E.

Por também ser rico em antioxidantes, esse fruto ainda promove a diminuição do colesterol total, melhora o sistema imunológico e ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, como de mama, próstata e cólon.

A castanha do Pará é um fruto de uma árvore chamada Bertholletia excelsa que cresce principalmente na América do Sul, podendo ser comprada em supermercados, feiras e lojas de produtos naturais.

8 benefícios da castanha do Pará para a saúde (e como consumir)

A castanha do Pará possui diversos benefícios para a saúde como:

1. Promove a saúde do coração

A castanha do Pará é rica em antioxidantes e outros compostos como o selênio e a vitamina E, os quais ajudam a diminuir o colesterol LDL, também conhecido como mau colesterol, e, consequentemente, a diminuir o risco de doenças como aterosclerose e infarto.

Além disso, contém magnésio, fibras e gorduras boas, como o ômega-3, que também favorece a diminuição do colesterol LDL e o aumento do colesterol bom, o HDL, assim como arginina e resveratrol, que são substâncias que melhoram a circulação sanguínea, prevenindo a trombose.

2. Previne o câncer

Devido ao seu alto teor de selênio, vitamina E e flavonoides, a castanha do Pará ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, principalmente o de pulmão, mama, próstata e cólon. Esses compostos possuem um elevado poder antioxidante que não só evitam os danos causados pelos radicais livres nas células, mas também aumentam as defesas do organismo, melhorando o sistema imune.

3. Mantém a saúde do cérebro

A castanha do Pará é rica em selênio e vitamina E, nutrientes com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes que ajudam a melhorar a função cognitiva e prevenir doenças como o Alzheimer, Parkinson e a demência senil, por exemplo.

Além disso, o consumo desse fruto ajuda a melhorar o humor, uma vez que a depressão pode estar associada a baixos níveis de zinco e selênio.

4. Mantém o cabelo e as unhas saudáveis

Por ser rico em selênio, zinco, vitamina B, ômega-3 e vitamina E, o consumo regular desse de castanha do Pará favorece a saúde dos cabelos, da pele e das unhas. Esses nutrientes são essenciais para o fortalecimento do cabelo e evitar a sua queda, para melhorar a cicatrização da pele, prevenir o envelhecimento precoce e a formação de rugas, além de fortalecer as unhas.

5. Reduz a pressão alta

Por ser rica em arginina, magnésio, potássio e antioxidantes, o consumo da castanha do Pará pode favorecer o relaxamento dos vasos sanguíneos, favorecendo a circulação do sangue e diminuindo, assim, a pressão arterial.

6. Fortalece o sistema imune

A castanha do Pará também fortalece o sistema imune, já que contém diversos componentes, como o selênio, que que possui propriedades antioxidantes e ajuda a diminuir a inflamação. Além disso, o fruto é rico em zinco e em vitamina E, nutrientes que protegem o organismo contra infecções, prevenindo doenças como a gripe e o resfriado comum.

7. Pode ajudar a regular a tireoide

O selênio e o zinco são componentes necessários para a síntese de hormônios tireoidianos. A deficiência desses minerais pode causar hipotireoidismo e outras doenças relacionadas com a tireoide. Apesar de não estar totalmente comprovado, o consumo da castanha do Pará pode ajudar a regular a tireoide e beneficiar as pessoas que sofrem de problemas relacionados com essa glândula.

8. Excelente fonte de energia

A castanha do Pará é rica em gorduras saudáveis, principalmente poliinsaturadas e monoinsaturadas, que fornecem energia para o organismo. Além disso, é rica em proteínas e potássio que favorecem também o ganho e a recuperação dos músculos.

Informação nutricional

A tabela a seguir traz a composição nutricional em 100 g de castanha-do-pará:

Componentes 100 g de castanha do Pará
Calorias 680 Kcal
Gordura 66,6 g
Carboidratos 2,9 g
Fibras 5,3 g
Proteínas 14,7 g
Vitamina E 5,72 mg
Vitamina B1 0,9 mg
Vitamina B2 0,03 mg
Vitamina B3 0,25 mg
Vitamina B6 0,21 mg
Vitamina B9 12,5 mcg
Potássio 590 mg
Cálcio 160 mg
Fósforo 590 mg
Magnésio 380 mg
Ferro 2,5 mg
Zinco 4,2 mg
Selênio 4000 mcg

É importante mencionar que para obter todos os benefícios mencionados anteriormente, a castanha do Pará deve ser incluída em uma dieta saudável e equilibrada.

Como consumir

Para obter os seus benefícios, é recomendado consumir 1 castanha do Pará por dia por cerca de 5 dias por semanas. No entanto, é importante não consumir mais de 10 g por dia, pois grandes quantidades desse alimento poderiam causar problemas como dor, fraqueza muscular e manchas nas unhas.

A castanha do Pará pode ser armazenada em um local fresco e protegido da luz solar para não perder as suas propriedades e pode ser consumida crua ou juntamente com frutas, vitaminas, saladas, cereais e sobremesas.

Receita de farofa de castanha do Pará

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de manteiga;
  • 2 colheres de sopa de cebola em picada;
  • 2 unidades de alho amassado;
  • 60 g de castanha triturada;
  • 100 g de farinha de mandioca crua;
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto.

Modo de Preparo:

Refogar a cebola e o alho na manteiga, e acrescentar a castanha e a farinha de mandioca. Deixar refogar por cerca de 5 minutos. Temperar com sal e pimenta e deixar por mais 5 minutos, mexendo sempre todos os ingredientes. Desligar o fogo e servir.

Possíveis efeitos secundários

Devido ao seu alto teor de selênio, o consumo da castanha de Pará em excesso pode causar intoxicação, com sintomas graves como falta de ar, febre, náuseas e problemas em alguns órgãos, como o fígado, rins e coração.

Conheça também os benefícios do amendoim, que também melhora o humor e protege o coração.

Fonte tuasaude.com

Prótese parcial removível: o que é, como funciona e quanto custa

A prótese parcial removível é um dos tipos de prótese dentária mais utilizados. É mais uma das tecnologias da odontologia para solucionar a perda de dentes, seja pela evolução de um problema bucal ou devido a um traumatismo. Conheça mais a fundo esse tipo de tratamento, suas indicações, vantagens, como funciona, quanto tempo dura e …

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O que você não sabe sobre alergia a alimentos

Meu neto Tomas teve uma primeira reação perturbadora a avelãs aos 8 anos. Sempre que ele comia Nutella, sua boca e garganta ficavam coçando e inchavam, então essa pasta doce foi banida de sua dieta e da casa.

Alguns anos depois, Tomas teve a mesma reação quando comeu cenoura crua. Pesquisando para esta coluna, aprendi que avelãs e cenouras, embora não sejam parentes botânicas, compartilham uma proteína com o pólen de bétula, ao qual Tomas é alérgico. No entanto, ele pode comer cenouras cozidas com segurança, porque o cozimento desnaturaliza a proteína alergênica.

Hoje com 21 anos, ele ainda não reagiu a outros alimentos que contêm a proteína do pólen de bétula, quais sejam, aipo ou salsão, batata, maçã e pêssego, mas poderá futuramente apresentar sensibilidade a um ou mais destes. Seu pai disse que, depois de adulto, desenvolveu sintomas parecidos na boca e na garganta quando comia maçãs ou pêssegos, especialmente durante a temporada de pólen.

Também fiquei sabendo de outra ligação comum entre o pólen e a sensibilidade a alimentos. As pessoas alérgicas à erva chamada ambrosia (ragweed) também podem reagir a bananas e melões. Mais uma vez, uma proteína comum é a responsável. Esse tipo de alergia começaria, segundo se acredita, com a sensibilidade à inalação do pólen ofensivo, que mais tarde resulta em uma reação alérgica quando a proteína do alimento é consumida.

Felizmente, as síndromes alérgicas a pólen e alimentos, embora não agradáveis, quase sempre são brandas e não representam risco de morte.

Infelizmente, um número cada vez maior de pessoas podem experimentar reações severas, potencialmente fatais, a certos alimentos, a maioria dos quais é comumente encontrada na dieta da população dos Estados Unidos. Os principais culpados, os chamados “9 Grandes” (leite, ovos, amendoim, nozes, peixes, mariscos, trigo, soja e gergelim —este acrescentado recentemente à lista) respondem por cerca de 90% das reações alérgicas a comida.

Os alimentos embalados industrialmente hoje devem informar no rótulo a presença real ou possível dos principais alimentos alergênicos que podem causar reações fatais. Mas outros alergênicos não precisam ser citados. E o gergelim, que afeta mais de um milhão de crianças e adultos nos EUA, não precisa ser mencionado nos alimentos até 2023.

A mudança de hábitos alimentares amplia o problema. Hoje, a dependência cada vez maior de alimentos preparados em restaurantes, lojas e fábricas torna mais difícil evitar os alergênicos alimentares. As pessoas com reações anafiláticas potencialmente fatais precisam tomar extremo cuidado, mesmo quando não têm motivos para suspeitar da presença de um alergênico perigoso. Anos atrás, uma estudante colegial que sabia ser fatalmente alérgica a amendoim morreu depois de comer um preparado de pimentão que tinha sido engrossado com manteiga de amendoim.

Uma família que conheço tem um filho gravemente alérgico a amendoim, nozes, sementes de gergelim e seus óleos, e eles só comem em restaurantes italianos, os menos propensos a usar esses ingredientes. Ainda assim, o lugar sempre é avisado sobre as alergias do menino, e ele leva consigo EpiPen, que pode ser usada para evitar uma reação fatal caso haja um descuido.

A prevalência de alergias alimentares graves vai de 10% em crianças de 2 anos a 7,1% em jovens de 14 a 17 e 10,8% em adultos de 18 anos ou mais. Embora as alergias a leite, ovos, trigo e soja em bebês e crianças pequenas frequentemente desapareçam com o crescimento, outras entre as 9 Grandes quase sempre duram a vida toda. E as pessoas que não têm alergias quando jovens nem sempre continuam assim. Novas alergias alimentares podem surgir em qualquer idade.

Segundo o doutor Scott Sicherer, alergista na escola de medicina Icahn no Mount Sinai em Nova York, e coautores, “notavelmente, cerca da metade dos adultos alérgicos a alimentos nos Estados Unidos relatam ter desenvolvido pelo menos uma de suas alergias alimentares na idade adulta, com a alergia a mariscos e crustáceos sendo responsável pelo maior número de casos”.

As únicas alergias reais a alimentos são reações imunológicas adversas, explicou o doutor Sicherer. O corpo reage a um alimento aparentemente inocente como se fosse uma infecção que ameaça a vida, então lança uma ofensiva em grande escala. Os sintomas podem incluir urticária, dificuldade para respirar, vômito ou anafilaxia —reação de choque severa e potencialmente fatal que ocorre segundos ou minutos após a exposição a um alergênico, às vezes em pequena quantidade. É por isso que a maioria das companhias aéreas parou de oferecer amendoins aos passageiros —um borrifo de pó de amendoim pode ser fatal para algumas pessoas alérgicas a ele.

Mais de 40% das crianças alérgicas a alimentos e a metade dos adultos com essa condição experimentam pelo menos uma reação severa durante suas vidas. Entre os alérgicos a um ou mais dos 9 Grandes alergênicos, os índices de reação severa superam 27%, com a alergia a amendoim liderando a lista, com 59,2% entre crianças e 67,8% entre adultos alérgicos a esse alimento.

Entretanto, muitas pessoas que acreditam ter alergia a um alimento na verdade não têm quando são testadas num desafio cego oral, em que os alimentos são testados sob supervisão médica para ver se a criança reage, o padrão ouro para diagnosticar alergias alimentares.

Outras consideram incorretamente como alergia qualquer tipo de reação adversa a alimentos —de enjoo de estômago a dor de cabeça. Por exemplo, a intolerância alimentar a lactose, o açúcar natural do leite, não é uma reação imune, mas sim o resultado de deficiência da enzima lactase. Muitos asiáticos desenvolvem vermelhidão na pele quando consomem bebida alcoólica porque não têm uma enzima para digeri-la. Outras pessoas podem pensar que são alérgicas porque experimentam reações semelhantes à de drogas, como um nervosismo sério, devido à cafeína presente no café e no chá.

Às vezes, evitar um alimento durante muito tempo pode resultar em uma reação alérgica quando esse alimento é consumido mais tarde. Isso pode acontecer com crianças com alergias da pele que evitam leite; elas poderão experimentar uma reação alérgica quando eventualmente consumirem a bebida.

Exposições ocupacionais, o uso de cosméticos para a pele, às vezes até picadas de carrapato podem resultar em alergias alimentares na idade adulta se houver reatividade cruzada com uma substância alergênica em ambos.

Durante anos, as famílias foram aconselhadas a não expor seus filhos a amendoins até os 3 anos (conselho que provavelmente contribuiu para a atual explosão de alergias a amendoim em crianças), mas hoje parece que a introdução precoce —aos 6 meses— de um alimento altamente alergênico é na verdade protetora, diminuindo o risco de uma reação mais tarde na vida, disse o doutor Sicherer.

Para confundir ainda mais o quadro da alergia alimentar, há o fato de que sob diferentes condições as pessoas podem reagir diferentemente ao mesmo alimento. Assim, algumas podem ter uma reação alérgica só quando o produto é consumido em grande quantidade ou em conjunto com álcool ou exercício intenso, o que os alergistas chamam de fatores de aumento.

Estudos recentes de dessensibilização, que visam reduzir a sensibilidade a alimentos alergênicos gradualmente expondo as pessoas a quantidades mínimas de alérgenos durante vários meses, e outros em andamento podem tornar a vida menos aterrorizante para muitas pessoas que têm alergia alimentar severa. Enquanto isso, evitar alimentos ofensivos é a melhor proteção contra uma reação alérgica grave.

Tradução de Luiz Roberto M. Gonçalves

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude