Implante dentário: saiba qual o melhor e como é feita a aplicação

O implante dentário é um dos procedimentos mais requisitados na clínica odontológica e isso se deve a necessidade e a preferência por um sorriso mais saudável, estético e harmonioso. São várias as motivações e os benefícios que estão por trás da aplicação do implante dentário. Se você esta buscando mais informações para tirar todas as …

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Senado aprova projeto que cria ‘passaporte da vacina’

O Senado aprovou nesta quinta-feira (10) a criação de um passaporte de vacinação que poderá ser cobrado para autorizar a entrada de pessoas em espaços públicos e privados, como transporte coletivo, hotéis e parques.

Chamado de Certificado de Imunização e Segurança Sanitária (CSS), o documento é inspirado no Certificado Verde Digital, criado pela União Europeia. O projeto teve apoio do governo e da oposição e segue para ser analisado na Câmara dos Deputados.

De acordo com as regras, o certificado poderá ser impresso ou acessado em plataforma digital e gratuita para comprovar que quem o porta testou negativo ou já tomou vacina contra a Covid-19 ou outras doenças que possam vir a causar surtos e pandemias no país.

A proposta determina que a autoridade competente defina quais imunizantes e testes serão aceitos no comprovante.

Caberá à União, estados, Distrito Federal e municípios definir onde a apresentação do certificado será obrigatória. No caso de adoção de medidas restritivas, o titular do CSS atualizado não poderá ser impedido de entrar em, circular por ou utilizar esses locais, desde que respeite as medidas sanitárias profiláticas determinadas.

Os estabelecimentos que exigirem o documento deverão divulgar a seguinte mensagem na entrada: “O ingresso neste local está condicionado à apresentação do Certificado de Imunização e Segurança Sanitária (CSS)”.

Pelo projeto, os comércios e empresas que cumprirem as medidas não poderão sofrer sanções ou restrições ou serem impedidas de funcionar, mas deverão cumprir as demais regras para evitar a proliferação do vírus definidas pelos governos.

Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), que relatou a matéria, disse não ver a proposta como uma limitação do direito de ir e vir.

“O art. 5º da Constituição Federal legitima lei que regulamente, com a devida fundamentação, a locomoção no território nacional dos brasileiros e estrangeiros residentes no País”, argumentou.

No relatório, ele citou a decisão tomada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em dezembro do ano passado, que liberou a aprovação de lei que restrinja direitos das pessoas que não quiserem se vacinar.

“Pessoas imunizadas e aquelas que testam negativo para a Covid-19 representam risco não elevado à propagação do vírus [é falso; elas podem continuar transmitindo o vírus], desde que respeitadas as medidas profiláticas de distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos. Não se justifica que essas pessoas permaneçam isoladas, impedidas de trabalhar, estudar e se locomover”, defendeu.

O texto também prevê que, caso seja estabelecida a necessidade de apresentação do Certificado Internacional de Vacinação e/ou testagem para entrada no Brasil, os postos consulares no exterior poderão intermediar a emissão do CSS.

Se for instituída alguma cobrança para expedir o documento fora do país, o projeto determina que os estudantes brasileiros que comprovarem que estudam, pesquisam ou participam de atividade de extensão no exterior fiquem isentos do pagamento.

A plataforma digital do CSS será operada pela União, em coordenação com os estados, o Distrito Federal, municípios e serviços públicos e privados de saúde credenciados. Caberá ao governo federal criar a fonte orçamentária para implantação do passaporte.

O projeto determina que haverá responsabilização nas esferas civil, administrativa e penal para quem produzir, utilizar ou comercializar certificado falso.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Grelina: o que é, para que serve e alimentos que inibem

A grelina é um hormônio produzido principalmente pelo estômago e intestino, que é responsável por estimular a sensação de fome quando o estômago está vazio. Isso significa que a quantidade de grelina está aumentada especialmente durante o jejum, quando o corpo percebe que precisa de alimento. Já após as refeições, os níveis de grelina diminuem. Desta forma, a grelina influencia diretamente a vontade de comer e parece ter um papel importante no controle do peso corporal. 

Além disso, alguns estudos indicam que quando se está acima do peso, é possível que exista um desequilíbrio nos níveis de grelina, o que dificulta ainda mais a perda de peso. Ter uma alimentação equilibrada e com alimentos ricos em fibra e proteínas, por exemplo, pode ser uma boa forma de manter os níveis de grelina mais controlados, ajudando na perda de peso corporal.

Grelina: o que é, para que serve e alimentos que inibem

Principais funções da grelina

A principal função da grelina é controlar a sensação de fome, ajudando no controle do peso. Além de contribuir na regulação da fome, a grelina também é importante para muitas outras funções no corpo como: 

  • Produção de GH: um hormônio responsável pelo crescimento;
  • Controle da ocitocina: hormônio que participa da produção do leite materno;
  • Funcionamento do coração e do pâncreas
  • Movimentos naturais do intestino: ajuda na prevenção da prisão de ventre; 
  • Liberação dos ácidos do estômago: que fazem a digestão dos alimentos;
  • Equilíbrio do sono e humor;
  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Metabolismo de açúcar e gordura: a forma que o açúcar e gordura são utilizados pelo organismo.

Uma vez que a grelina parece ter um importante impacto no sistema digestivo, tem se investigado o uso deste hormônio para o tratamento da obesidade. Estudos têm mostrado que o uso de medicamentos que bloqueiam a ação da grelina ajudam no controle da fome, contribuindo para a perda de peso e evitando o reganho de peso.

Por estimular a fome, também tem sido estudado o uso de vacinas à base de grelina para tratamento da perda de peso muito elevada, comum em alguns tipos de câncer, e na perda de massa muscular, comum nos idosos.

Valores de grelina no sangue

Os níveis de grelina são avaliados através de um exame de sangue, que pode ser solicitado por um médico ou nutricionista e, para isto, deve-se fazer um jejum de 10 a 12 horas.

Em pessoas de peso normal, o valor médio da grelina é de 520 a 700 pg/mL. Já em obesos, os níveis de grelina total no sangue podem variar de acordo com alguns fatores, como estar fazendo uma dieta ou não, e a hora do dia:

  Valor médio de grelina (pg/mL) Valor de grelina entre 08h e 12h (pg/mL) Valor de grelina após as 18h (pg/mL)
Pessoas com obesidade antes de iniciar dieta para perda de peso 340 a 450 até 420 até 480
Pessoas com obesidade após iniciar dieta para perda de peso 450 a 600 até 575 até 600

Além disso, adultos que fizeram cirurgia de redução de estômago apresentam, em média, valores de grelina no sangue de até 120 pg/mL

Grelina alta no sangue

Os níveis de grelina geralmente estão aumentados em jejum, pois o corpo precisa de alimento e por isso produz mais hormônio para estimular a sensação de fome. Isso significa que é normal que os valores de grelina aumentem antes das refeições, voltando a diminuir depois que a pessoa come.

No entanto, os níveis de grelina podem continuar altos ao longo do dia quando existe algum tipo de alteração de comportamento alimentar, como acontece na anorexia, quando se está muito abaixo do peso recomendado ou quando se perde peso rapidamente.

Grelina baixa no sangue

Na obesidade, ou quando se come uma grande quantidade de alimentos em pouco tempo, os níveis de grelina tendem a ser fixos e baixos ao longo do dia. Nestes casos, o nível de grelina nunca aumenta, mas também nunca diminui, mesmo após as refeições, o que faz com que a sensação de fome se mantenha constante, o que pode levar a pessoa a comer mais vezes ao longo do dia, facilitando o ganho de peso.

Para manter os níveis de grelina adequados, ajudando na saciedade e perda de peso, a dieta e exercício físico são fundamentais. Para isso, o auxílio do nutricionista ou do médico responsável e de um profissional de atividade física, são importantes quando se deseja uma perda de peso saudável, equilibrada, com foco na mudança de hábitos e comportamento alimentar. Saiba os 10 motivos de não conseguir emagrecer e o que fazer

Relação entre a grelina e leptina 

A grelina e a leptina são dois hormônios com efeitos diferentes, que informam ao cérebro sobre as necessidades nutricionais, sendo importantes para o equilíbrio entre a fome e saciedade, permitindo a manutenção do peso.

Enquanto a grelina aumenta a sensação de fome, a leptina faz o contrário e estimula a saciedade, fazendo com que se pare de comer. Isso significa que, quando os níveis de leptina aumentam, os níveis de grelina diminuem. Entenda melhor o que é a leptina, o porquê está alta e o que fazer.

Alimentos que inibem a grelina 

Alguns tipos de alimentos ajudam a diminuir o nível de grelina no sangue, diminuindo a fome e auxiliando na perda de peso, como por exemplo:

  • Alimentos ricos em proteína: de origem animal como o ovo, peixes, frango, leite, queijos e iogurte. De origem vegetal como os feijões, grão de bico, soja, lentilha, amendoim, gergelim, entre outros;
  • Alimentos ricos em fibras: frutas como a goiaba, caqui, abacate e pera; vegetais como a couve, abóbora, alface e espinafre; grãos como os feijões, grão de bico e ervilha; cereais como o arroz integral, aveia, quinoa, pão e massas integrais;
  • Alimentos com pouca gordura: vegetais como espinafre, brócolis, rúcula, couve, repolho e outros; frutas; feijões e grãos; batata doce; cogumelos, alho; peixes de carne branca, como linguado, tilápia e robalo; leite desnatado; queijos brancos (queijo Minas e muçarela de búfala).
  • Alimentos pobres em carboidratos: vegetais como a alface, espinafre, agrião,brócolis, couve-flor e pepino; frutas como o morango, kiwi, abacate, coco, limão, morango, amora, mirtilo; chás; e alimentos ricos em fibra, como a aveia, pão integral e arroz integral.

Além dos nutrientes presentes nos alimentos, o consumo diário do suplemento oligofrutose, uma fibra presente em vegetais, aumenta a liberação dos hormônios que dão saciedade e diminui a liberação da grelina, ajudando no controle da fome.

Alimentos que aumentam a grelina

Alguns alimentos também podem causar o aumento da grelina e, por isso, devem ser evitados ou consumidos com menor frequência quando se deseja emagrecer. São estes:

  • Alimentos pobres em proteína:  açúcar, chás, café, doces como bolos e biscoitos, molhos industrializados, como maionese, ketchup, molhos de salada, compotas e geleias de frutas, cereais matinais, arroz, massas como macarrão e pizza.
  • Alimentos ricos em açúcar: xarope de glicose, açúcar refinado, suco de frutas, bebidas isotônicas, chocolate ao leite, cereais matinais, frutas em calda e cristalizadas, biscoitos industrializados, molhos industrializados e outros;
  • Alimentos ricos em gordura: queijos gordos (queijo prato, muçarela, etc), leite e iogurtes integrais, carne bovina, margarinas, sorvetes, batata frita, pizza entre outros.

Além de alguns alimentos, o jejum também estimula naturalmente o aumento de até 2 vezes a liberação de grelina no sangue, causando o aumento da fome.

Fonte tuasaude.com

A melhor prótese dentária móvel: saiba como escolher a sua dentadura

A prótese dentária móvel é uma das possíveis recomendações em casos de perda dentária ou em casos que posteriormente podem resultar na extração do dente.  Assim como a prótese fixa, o móvel promove a recuperação do sorriso, e a restauração da eficiência das funções bucais comprometidas, tal como a fala, mastigação e respiração. É um …

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Brasil registra 2.484 mortes e 86.854 novos casos por Covid-19 em 24 h; média móvel de óbitos está em 1.727

O Brasil registrou 2.484 novas mortes por Covid-19 e 84.854 novos casos da doença nesta quarta-feira (9). Com isso, o total de mortes no país chegou a 479.791 e o de casos a 17.125.357 desde o início da pandemia.

O número de mortes registrados nesta quarta foi o maior desde o dia 20 de maio.

O Ceará não atualizou o número de casos nesta quarta. A secretaria de saúde do estado afirmou que o sistema usado para o registro apresentou instabilidade ao longo do dia, o que teria impossibilotado a coleta dos dados.

A média móvel de mortes ficou em 1.727 óbitos por dia –o número está há 138 dias acima de mil mortes diárias, considerado um patamar bastante alto.

A média é um instrumento estatístico que busca amenizar variações nos dados, como os que costumam acontecer aos finais de semana e feriados. O dado é calculado pela soma das mortes dos últimos sete dias e pela divisão do resultado por sete.

Foram atualizados os dados da vacinação contra a Covid-19 no Distrito Federal e em 25 estados.

O Brasil aplicou 1.007.986 doses de vacinas contra Covid-19 nesta quarta-feira (9).

Segundo dados das secretarias estaduais de saúde, foram aplicadas 893.220 da primeira e 114.766 da segunda dose.

No total, 51.846.929 pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid no país —23.418.325 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Especialistas alertam que cuidados básicos como uso de máscara, distanciamento social e higiene das mãos devem ser mantidos mesmo após a aplicação das duas doses do imunizante, uma vez que nenhuma vacina garante 100% de proteção contra a doença.

Dados da pesquisa na cidade de Serrana, no interior de SP, indicam que uma retomada mais segura da vida normal deve ser feita quando pelo menos 60% de toda a população estiver imunizada, ou pelo menos 75% da população adulta. A cidade viu uma queda de 95% no número de óbitos após ter alcançado mais de 95% da população adulta completamente imunizada.

Com os dados vacinais desta terça, 32,22% da população com mais de 18 anos recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid e 14,55% recebeu a segunda.

Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Hipoglicemia: o que é, sintomas, causas e tratamento

A hipoglicemia, também chamada de glicose baixa, acontece quando os níveis de açúcar no sangue estão mais baixos que o normal. O valor normal da glicose em jejum é, de forma geral, até 99 mg/dL em jejum, sendo considerado hipoglicemia quando os níveis de glicose no sangue estão abaixo de 70 mg/dL.

Uma vez que a glicose é um importante combustível para o cérebro, quando a glicemia está muito baixa pode haver alterações no funcionamento do órgão, levando ao aparecimento de alguns, como tonturas, náuseas, confusão mental, palpitações e até desmaio. Assim, é importante que a hipoglicemia seja identificada e tratada rapidamente, o que pode ser feito com a ingestão de carboidratos, na forma de sucos ou doces, por exemplo.

Hipoglicemia: o que é, sintomas, causas e tratamento

Principais sintomas

Os sintomas de hipoglicemia tendem a surgir rapidamente e podem variar de pessoa para pessoa, porém, os mais comuns incluem:

  • Tremores;
  • Tonturas;
  • Fraqueza;
  • Suores frios;
  • Dor de cabeça;
  • Visão embaçada;
  • Confusão;
  • Palidez;
  • Palpitações cardíacas.

Geralmente estes sintomas surgem quando os níveis de a glicose no sangue está abaixo de 70 mg/dl, entretanto, algumas pessoas podem tolerar valores mais baixos, enquanto outras pessoas podem ter sintomas mesmo com valores mais elevados. Conheça outros sintomas da hipoglicemia.

Possíveis causas

A hipoglicemia pode acontecer devido ao uso errado de medicamentos para tratar a diabetes, como a insulina, por exemplo, o que pode levar à diminuição excessiva dos níveis de glicose no sangue. Além disso, pode acontecer devido ao consumo de bebidas alcoólicas, uso de certos medicamentos, após a realização de uma cirurgia, jejum prolongado, deficiências hormonais, infecções, doenças do fígado, rins ou coração, por exemplo.

É importante que a causa da hipoglicemia seja identificada para que seja possível iniciar o tratamento mais adequado e, assim, ser possível regular os níveis de açúcar no sangue e aliviar os sintomas de hipoglicemia.

Como é feito o tratamento

O tratamento para hipoglicemia depende da gravidade do sintomas e se a pessoa tem diabetes ou não. Geralmente, aconselha-se que, ao perceber os primeiros sintomas de hipoglicemia, sejam consumidos alimentos ou bebidas doces e ricas em carboidratos simples, caso a pessoa esteja consciente, pois assim é possível repor os níveis de açúcar mais rapidamente.

O que se deve fazer quando a pessoa estiver em uma crise hipoglicêmica é:

  1. Ingerir cerca de 15 a 20 g de carboidrato na forma líquida, para que seja absorvido de forma mais rápida, como por exemplo suco de laranja natural ou refrigerante à base de cola ou à base de guaraná, sendo recomendado nesse caso a ingestão de cerca de 100 a 150 mL de refrigerante. Caso a fonte de carboidrato não seja líquida, pode-se comer doces, chocolates e mel, por exemplo. Por isso, é importante ter por perto alguma fonte imediata de carboidrato para que possa ser consumida em uma emergência;
  2. Medir a glicose após cerca de 15 minutos da ingestão do açúcar. Caso seja verificado que a glicemia ainda se encontre abaixo de 70 mg/dL, é recomendado que a pessoa coma novamente 15 a 20g de carboidrato até que o valor da glicose seja normalizado;
  3. Fazer um lanche rico em carboidratos, quando for verificado por meio da medição da glicose que os valores estão dentro dos valores normais. Algumas opções de lanches incluem pão, torradas ou bolachas. Isso faz com que a glicose fique sempre presente no sangue.

O tratamento também pode ser feito por meio do uso de Glucagon injetável, que deve ser comprada com receita médica e administrada na forma de injeção intra-muscular ou subcutânea de acordo com a orientação médica. O glucagon é um hormônio produzido pelo pâncreas que tem como função impedir a ação da insulina, fazendo com que a glicose permaneça circulante no sangue.

No entanto, em casos de sonolência, desmaios ou convulsão é necessário chamar o serviço de emergência móvel (SAMU 192) para que sejam tomadas as devidas providências, sendo normalmente administrada glicose diretamente na veia. Saiba quais são os primeiros socorros para hipoglicemia.

Hipoglicemia: o que é, sintomas, causas e tratamento

Como prevenir a hipoglicemia

Algumas recomendações gerais para evitar novos episódios de hipoglicemia, especialmente para diabéticos, são:

  • Diminuir o consumo do açúcar branco, álcool e de alimentos preparados com farinha de trigo;
  • Fazer ao menos 4 refeições diárias contendo frutas e verduras em pelo menos 2 delas;
  • Não pular refeições;
  • Seguir uma dieta orientada por um nutricionista que tenha quantidades ideais de carboidratos;
  • Evitar as bebidas alcoólicas;
  • Fazer exercícios físicos de forma regular e moderada;
  • Diminuir o estresse diário;
  • Ter cuidado para não errar nas doses das medicações, já que o uso de doses muito elevadas de remédios para diabetes, como a insulina e a Metformina, por exemplo, podem diminuir muito o nível de glicose no sangue, resultando em hipoglicemia.

Também é recomendado que as pessoas portadoras de diabetes, principalmente as que usam insulina, tenham aparelhos para dosar a glicose ou fácil acesso ao posto de saúde para que a sua glicemia possa ser monitorizada com frequência.

Fonte tuasaude.com

A melhor prótese dentária de silicone: como funciona e seus benefícios

A prótese dentária de silicone é uma das alternativas mais recomendadas em casos de reabilitação do sorriso. Assim como os demais modelos de ponte dentária, busca recuperar a boa estética e a eficiência das funções da dentição. A prótese de silicone é uma das mais novas soluções de perda dentária, proporcionando um sorriso mais natural …

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Pazuello e Exército ignoraram pedidos em ofícios do governador do AM cinco dias antes de colapso de oxigênio

O inquérito sigiloso da Polícia Federal que investiga supostos crimes do general Eduardo Pazuello reuniu evidências de que o ex-ministro da Saúde e o comando do Exército na Amazônia foram formalmente avisados sobre a “iminência de esgotamento” de oxigênio em Manaus em janeiro, cinco dias antes do colapso, com pedidos de socorro não atendidos a contento.

A existência de novos ofícios, com alertas e pedidos de ajuda detalhados, foi descoberta no curso das investigações da PF, em inquérito aberto por determinação do STF (Supremo Tribunal Federal).

Os ofícios foram enviados a Pazuello e ao comandante militar da Amazônia, general Theophilo Oliveira, que fica em Manaus. Eles são assinados pelo governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), aliado do presidente Jair Bolsonaro.

Após a demissão de Pazuello do cargo de ministro da Saúde em março, com a consequente perda de foro privilegiado, a investigação saiu da alçada do STF e foi encaminhada à Justiça Federal em Brasília. Uma cópia do inquérito foi enviada à CPI da Covid no Senado.

O general da ativa voltou a ocupar um cargo no governo, dentro do Palácio do Planalto, mas sem foro privilegiado. Desde o dia 1º, ele é secretário de Estudos Estratégicos da Secretaria de Assuntos Estratégicos, vinculada à Presidência da República.

Um ofício reproduzido no inquérito, assinado pelo governador do Amazonas, foi enviado a Pazuello em 9 de janeiro. O documento aponta a necessidade de oxigênio diante da alta da infecção pelo coronavírus e do aumento dos casos de internação, com “súbito aumento no consumo” do insumo.

O documento alerta para a “iminência de esgotamento” e para a “necessidade de resguardar a vida dos pacientes” no estado.

O ofício diz, então, que a White Martins, empresa responsável pelo fornecimento de oxigênio em Manaus, teria disponíveis 500 cilindros em Guarulhos (SP), prontos para transporte aéreo urgente às 16h do dia seguinte, 10 de janeiro.

A procedência dos cilindros era a seguinte: Campinas, em São Paulo (200), Belo Horizonte (150) e Brasília (150).

No mesmo dia 9, o governador mandou ofício ao comandante militar da Amazônia. Usou as mesmas expressões do outro documento: houve “súbito aumento” no consumo e havia “iminência de esgotamento”.

O governador pediu ajuda para o transporte de 36 tanques de oxigênio, em “caráter de urgência”, que também estariam disponíveis em Guarulhos às 16h de 10 de janeiro.

À Folha a White Martins detalhou o que efetivamente foi transportado pela Aeronáutica, por intermédio do Ministério da Saúde e do Exército, nos dias que antecederam o colapso de oxigênio em Manaus. O insumo se esgotou nas primeiras horas do dia 14, cinco dias após os ofícios. Pacientes com Covid-19 morreram asfixiados nos hospitais.

O Ministério da Saúde ajudou a transportar 200 cilindros de oxigênio a partir de Vinhedo (SP), em 12 de janeiro, e 150 cilindros oriundos de Belo Horizonte, a partir de Guarulhos, em 13 de janeiro, segundo nota da White Martins.

Já no dia 9 estavam disponíveis 23 tanques criogênicos móveis de oxigênio líquido no aeroporto de Guarulhos para serem transportados a Manaus pela Força Aérea Brasileira.

Os primeiros seis tanques foram embarcados somente no dia 12. Chegaram a Manaus no dia 13, contendo 2.700 metros cúbicos de oxigênio líquido.

Não há registro nem em documentos do Ministério da Saúde enviados ao STF nem em material divulgado pelas Forças Armadas antes do colapso sobre o transporte dos outros 150 cilindros de oxigênio a partir de Guarulhos ou sobre os demais tanques disponíveis no mesmo aeroporto.

O que houve foi o transporte de cilindros de oxigênio de Belém a Manaus, em aviões da FAB: 150 no dia 9 e 200 no dia 10, conforme a nota da White Martins.

O insumo havia sido objeto de outros ofícios enviados ao Comando Militar da Amazônia, nos dias 7 e 8. Neste caso, quem assinou os documentos foi o secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo.

Somente após o colapso no dia 14 houve intensificação do transporte de oxigênio.

Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o transporte de cilindros foi feito de forma escalonada, entre 8 e 30 de janeiro, ultrapassando um total de 5.000. Os cilindros eram provenientes de Belém e Guarulhos.

No caso dos tanques de oxigênio, o transporte foi feito nos dias 12, 14 e 15, afirmou a pasta. “Por se tratar de um deslocamento arriscado e proibido de ser feito por aviação civil, o envio do oxigênio líquido foi feito em contêineres, em aeronaves militares que ficaram prontas para o transporte seguro.”

Antes do colapso, o transporte foi de 5.100 metros cúbicos. Com entregas diárias posteriores, superou 1 milhão de metros cúbicos, segundo o ministério.

Exército, Aeronáutica e Ministério da Defesa não responderam aos questionamentos da reportagem. A defesa de Pazuello disse que ele não está se manifestando sobre o assunto.

Os relatórios oficiais que documentaram o que ocorria em Manaus e que previram o que viria a ocorrer registram com precisão a escalada do consumo de oxigênio.

No dia 11, o consumo já chegava a 50 mil metros cúbicos. No dia 13, 70 mil. Essa quantidade se aproximou dos 100 mil metros cúbicos no auge da crise. A quantidade transportada em aviões da FAB, porém, foi bem inferior ao necessário para evitar o colapso.

O governador do Amazonas também enviou ofícios pedindo ajuda e alertando para “iminência de esgotamento” de oxigênio aos governadores de Acre, Roraima, Maranhão, Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal. Os ofícios têm a data de 10 de janeiro.

No dia 12, um novo ofício foi remetido a Pazuello. O ministro foi avisado de que o consumo havia mais do que triplicado. O governo do estado pediu que fossem enviadas microusinas e geradores de oxigênio. Não há registro desse tipo de transporte antes do colapso no dia 14.

Em depoimento na CPI da Covid, em 19 de maio, Pazuello afirmou que só tomou conhecimento do risco da falta de oxigênio na noite do dia 10 de janeiro, em reunião com o governador e o secretário de Saúde do Amazonas.

O então ministro, porém, recebeu uma ligação do secretário ainda no dia 7. Confrontado com essa informação por senadores, o general admitiu a conversa, mas afirmou que não foi avisado sobre iminência de colapso. Teria recebido apenas um específico pedido de ajuda para transportar cilindros de oxigênio.

Pazuello já se esquivou outras vezes em relação às informações de que foi alertado com antecedência sobre o que ocorria em Manaus. O ministro chegou a mudar uma versão apresentada ao próprio STF sobre o recebimento de email da White Martins.

Cronologia:

Os alertas nos dias que antecederam o colapso

7.jan

  • White Martins manda email à Secretaria de Saúde do Amazonas registrando alerta sobre risco de escassez de oxigênio
  • Secretaria pede ajuda ao Comando Militar da Amazônia para o transporte aéreo urgente de cilindros de oxigênio que estavam em Belém

8.jan

  • O email à Secretaria de Saúde teria sido encaminhado ao então ministro da Saúde, general da ativa Eduardo Pazuello, segundo a AGU. Depois, o gabinete do ministro negou essa versão
  • Um novo ofício do governo do Amazonas ao Comando Militar da Amazônia oferece novas informações para o transporte de oxigênio de Belém a Manaus

9.jan

  • Ofício do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), alerta para o risco de escassez de oxigênio e detalha pedido de ajuda a Pazuello, com solicitação de transporte de 500 cilindros da White Martins em Guarulhos (SP)
  • O governador também manda ofício ao comandante militar da Amazônia, com o mesmo teor, pedindo ajuda para transporte de 36 tanques de oxigênio líquido

11.jan

  • White Martins manda email pedindo “apoio logístico imediato” para transportar 350 cilindros de oxigênio gasoso, 28 tanques de oxigênio líquido, 7 isotanques e 11 carretas. O pedido foi direcionado a dois coronéis do Exército com atuação no Ministério da Saúde

12.jan

  • Em novo ofício a Pazuello, governo do Amazonas pede ajuda para transporte de microusinas e geradores.

14.jan

  • O sistema de saúde em Manaus entra em colapso, já nas primeiras horas do dia, por falta de oxigênio. O insumo transportado com auxílio do governo foi insuficiente. Pacientes morrem asfixiados nos hospitais.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Taquicardia ventricular: o que é, sintomas, causas e tratamento

A taquicardia ventricular é um distúrbio que afeta o ritmo cardíaco causado por alterações nos sinais elétricos na parte inferior do coração, chamada ventrículo, causando aumento da frequência cardíaca, com batimentos acima de 120 por minuto, o que impede que o ventrículo se encha de sangue de forma adequada, levando a uma diminuição da capacidade do coração de bombear o sangue para o corpo e os pulmões.

Geralmente, a taquicardia ventricular pode causar sintomas de palpitação cardíaca ou fraqueza, que pode durar alguns segundos e, na maioria dos casos, melhora espontaneamente, mas em alguns casos, quando ocorre com frequência ou dura mais de 30 segundos, pode causar outros sintomas como sensação de falta de ar, dor no peito, desmaio ou até parada cardíaca.

Por isso, é importante consultar o cardiologista para que seja identificada a causa da taquicardia ventricular e iniciado o tratamento mais adequado, que pode envolver o uso de medicamentos ou cirurgia, nos casos mais graves.

Taquicardia ventricular: o que é, sintomas, causas e tratamento

Principais sintomas

A taquicardia ventricular pode não causar sintomas em algumas pessoas quando dura poucos segundos ou não é muito frequente. No entanto, quando o coração começa a apresentar maior dificuldade para bombear o sangue para o corpo de forma adequada, pode causar sintomas como: 

  • Palpitação cardíaca;
  • Tontura;
  • Fraqueza excessiva;
  • Falta de ar;
  • Dor no peito;
  • Pulso acelerado;
  • Desmaio.

Além disso, quando os sintomas são sentidos por mais de 30 segundos, há um maior risco de parada cardíaca, o que pode colocar a vida em risco, e por isso, ao apresentar qualquer um dos sintomas de taquicardia ventricular, deve-se procurar atendimento médico imediatamente ou o pronto socorro mais próximo.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da taquicardia ventricular deve ser feito pelo cardiologista a partir dos sintomas, da avaliação do histórico pessoal e familiar, do exame clínico e de alguns exames como eletrocardiograma, ecodopplercardiograma, raio X, tomografia computadorizada, ressonância magnética, angiografia ou Holter, por exemplo. Saiba como é feito o exame de Holter.

Além disso, através da análise dos exames, é possível o médico classificar o tipo de taquicardia ventricular, que inclui:

  • Não sustentada: que é quando os batimentos cardíacos alcançam mais de 120 batimentos por minuto e duram menos de 30 segundos;
  • Sustentada: que é quando o coração alcança mais de 120 batimentos por minuto por mais de 30 segundos;
  • Monomórfica: quando o coração mantém constante a frequência dos batimentos cardíacos acelerados a cada batimento;
  • Polimórfica: quando muda a frequência cardíaca a cada batimento.

Apesar de existirem vários tipos de taquicardia ventricular, todas causam sintomas semelhantes, no entanto, a taquicardia ventricular sustentada é mais grave podendo causar fibrilação ventricular que é quando o coração se contrai de forma desordenada, podendo resultar em parada cardíaca. Entenda melhor o que é a fibrilação ventricular e como é feito o tratamento.

Possíveis causas 

A taquicardia ventricular é causada por uma interrupção dos impulsos elétricos no coração que controlam o bombeamento de sangue para o corpo e pulmões, e alguns fatores podem contribuir para seu surgimento como:

  • Infarto;
  • Cardiomiopatia dilatada;
  • Cardiomiopatia hipertrófica;
  • Miocardite;
  • Problemas nas artérias coronárias como obstrução coronariana;
  • Defeitos congênitos no coração que ocorrem no nascimento do bebê;
  • Uso de drogas como cocaína ou metanfetamina;
  • Uso de medicamentos como antiarrítmicos ou antibióticos;
  • Desequilíbrio de eletrólitos no corpo, especialmente o potássio.

Em alguns casos, quando a causa da taquicardia ventricular não pode ser identificada, é chamada de taquicardia ventricular idiopatica.

Como é feito o tratamento

O tratamento para a taquicardia ventricular deve ser orientado por um cardiologista e tem como objetivo fazer com que os batimentos cardíacos voltem ao normal, além de prevenir futuros episódios de taquicardia. 

Os principais tratamentos para a taquicardia ventricular incluem:

1. Cardioversão

A cardioversão consiste num “choque elétrico” no peito da pessoa com o uso de desfibrilador, que é uma máquina que monitora o ritmo dos batimentos cardíacos antes e depois da aplicação dos choques.

Esse tratamento é feito no hospital sendo indicado nos casos de taquicardia ventricular sustentada, e é um procedimento que não causa dor, pois a pessoa recebe medicamentos para dormir antes de realizar a cardioversão.

2. Uso de remédios

Alguns remédios podem ser indicados pelo cardiologista para para prevenir o aumento dos batimentos cardíacos, como antiarrítmicos, bloqueadores dos canais de cálcio ou betabloqueadores, sendo recomendados nos casos em que a pessoa não apresenta sintomas mas que têm episódios de taquicardia ventricular com duração maior que 30 segundos. 

No entanto, esse tratamento não é tão eficaz quanto a cardioversão, e o risco de efeitos colaterais é maior.

3. Cardiodesfibrilador implantável

O cardiodesfibrilador implantável é um aparelho semelhante a um marcapasso, colocado no peito através de cirurgia, indicado para pessoas que têm alto risco de apresentarem novos episódios de taquicardia ventricular e que podem colocar a vida em risco.

Esse aparelho é capaz de monitorar e detectar aumento dos batimentos cardíacos e aplicar choques elétricos para fazer com que o coração volte a bater no ritmo normal.

4. Ablação por cateter

A ablação por cateter é um tipo de cirurgia em que o médico insere um cateter em uma veia ou artéria na virilha, braço ou pescoço, para alcançar o coração e fazer uma aplicação de energia, chamada radiofrequência, com o objetivo de destruir as partes danificadas do coração que possam estar causando a taquicardia ventricular.

Esse tratamento é feito em hospital, com o uso de anestesia geral ou sedação leve para que a pessoa não sinta dor durante o procedimento.

5. Cirurgia

A cirurgia cardíaca pode ser realizada pelo cardiologista quando as outras opções de tratamento não forem eficazes para controlar os sintomas da taquicardia ventricular ou quando a pessoa apresenta algum defeito ou alteração nas válvulas cardíacas ou vasos sanguíneos do coração, por exemplo. 

Possíveis complicações

As complicações que a taquicardia ventricular pode causar são:

  • Desmaios frequentes ou perda da consciência;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Parada cardíaca.

Essas complicações dependem da gravidade da taquicardia ventricular, da frequência com que a taquicardia ocorre e do tempo de duração dos batimentos cardíacos acelerados. Por isso, sempre que existe suspeita de algum problema no coração é muito importante procurar ajuda médica.

Fonte tuasaude.com

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