Após ataque, Fleury restabelece agendamentos online de exames

O Grupo Fleury afirmou, nesta sexta-feira (25), que já restabeleceu o agendamento online para pacientes e o sistema de serviços com cinco hospitais aos quais atende. O grupo sofreu, na última terça, um ataque cibernético e, por isso, teve que suspender sua rede online de serviços.

Os clientes do grupo, porém, ainda não têm acesso online aos resultados de exames, o que deve ser normalizado nos próximos dias, mas ainda sem uma data definida.

Segundo o Fleury, o sistema já funciona normalmente para o Hospital Sírio-Libanês, para o BP (Beneficência Portuguesa), para o A.C.Camargo Cancer Center, para o Hospital Santa Catarina e para a Casa de Saúde São José (RJ). Ao todo, o Fleury atende 29 hospitais e afirma que o restabelecimento do sistema para as demais unidades de saúde ocorrerá nos próximos dias.

O grupo ainda não divulgou detalhes sobre como o seu sistema foi comprometido.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) diz que se houver vazamento de dados sensíveis, a empresa precisa notificar o órgão regulador, a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), e executar o plano de ação para notificação dos clientes.

Além da própria equipe de tecnologia do Fleury, trabalham no ataque (e restabelecimento dos serviços) empresas como a IBM, Microsoft, PWC, entre outras.

Segundo a assessoria de imprensa do grupo, o restabelecimento está tomando tempo para garantir a segurança de dados e evitar que a ação seja interrompida por novos ataques.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

4 laxantes naturais e seguros para bebês e crianças

A prisão de ventre é comum em bebês e crianças, principalmente nos primeiros meses de vida, porque o sistema digestivo ainda não está bem desenvolvido, e por volta dos 4 a 6 meses, quando começam a ser introduzidos novos alimentos. Existem alguns remédios caseiros que são considerados seguros e que podem ser usados para regular o trânsito intestinal da criança, auxiliando no tratamento da prisão de ventre, como a água de ameixa ou o xarope de figo com ameixa.

No entanto, no caso dos bebês com menos de 4 meses os remédios caseiros podem não ser indicados, sendo recomendado pelo pediatra medidas que ajudam a melhorar o funcionamento do intestino do bebê e aliviar as cólicas, como massagem na barriga do bebê, e que a mão evite o consumo de alimentos que podem causar gases. Veja mais dicas do que fazer para aliviar as cólicas no bebê.

Mesmo com a ajuda destes remédios caseiros, se o bebê não ganhar peso, se chorar com dores e não conseguir evacuar, deve-se estar atento para levá-lo ao pediatra, caso o problema se mantenha.

1. Água de ameixa

4 laxantes naturais e seguros para bebês e crianças

Colocar 1 ameixa em um copo com cerca de 50 ml de água e deixar descansar durante a noite. Dar ½ colher de sopa da água ao bebê pela manhã e repetir o processo 1 vez por dia, até o intestino voltar a funcionar.

Para bebês com mais de 4 meses, pode-se espremer a ameixa através de uma peneira e dar 1 colher de chá por dia do suco.

2. Xarope de figo e ameixa

4 laxantes naturais e seguros para bebês e crianças

O xarope de figo e ameixa está indicado para crianças maiores de 3 anos de idade.

Ingredientes

  • 1/2 xícara de figos picados com casca;
  • 1/2 xícara de ameixas picadas;
  • 2 xícaras de água;
  • 1 colher de melaço

Modo de preparo

Colocar numa panela os figos, as ameixas e a água e deixar descansar por aproximadamente 8 horas. Em seguida, levar a panela ao fogo, acrescentar o melaço e deixar ferver por alguns minutos, até que as frutas amoleçam e o excesso de água evapore. Retirar do fogo, bater tudo no liquidificador e guardar num pote de vidro com tampa, que tenha sido esterilizado em água fervente por 10 minutos.

Pode-se tomar 1 colher do xarope por dia, sempre que houver necessidade.

3. Mingau de aveia

4 laxantes naturais e seguros para bebês e crianças

Substituir os mingaus de arroz, trigo ou maisena pelo mingau de aveia, pois é rico em fibras que ajudam a melhorar o trânsito intestinal do bebê e da criança.

Além disso, é importante oferecer bastante água no intervalo das refeições, que ajuda a hidratar as fezes e tornar mais fácil a sua passagem pelo intestino.

4. Suco de laranja e ameixa

4 laxantes naturais e seguros para bebês e crianças

Espremer 50 ml de suco de laranja lima, adicionar 1 ameixa preta e bater no liquidificador. Para crianças maiores de 1 ano, dar o suco 1 vez por dia, por, no máximo, 3 dias consecutivos. Se a prisão de ventre persistir, deve-se falar com o pediatra.

Para crianças menores de 1 ano, deve-se oferecer de 10 a 30 colheres de chá apenas do suco de laranja lima.

Quando usar supositórios e levar ao médico

Deve-se procurar o pediatra se a prisão de ventre durar mais de 48 horas, pois ele pode recomendar o uso de supositórios e lavagem intestinal.

Além disso, é preciso estar atento à presença de feridas no ânus do bebê ou de sangue nas evacuações, pois as fezes ressecadas podem causar fissuras anais. Essas fissuras fazem a evacuação ser muito dolorosa para o bebê, e ele automaticamente retém as fezes para evitar a dor. Nestes casos, também é preciso procurar o pediatra o mais brevemente possível. Saiba mais sobre fissura anal.

Veja outros alimentos que são bons para soltar o intestino do bebê.

Fonte tuasaude.com

Aparelho ortodôntico antes e depois: conheça seus benefícios

Com a valorização da estética, a aparência do sorriso se tornou ainda mais relevante para a autoestima das pessoas. Visando um sorriso ainda mais bonito e harmônico, o tratamento por aparelho ortodôntico se destacou ainda mais e ganhou novos tipos. Ademais, o alinhamento dos dentes proporcionado pela ortodontia não só é importante para a estética …

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A cognição da ideologia sobre a cloroquina

Virou caso de um grande hospital brasileiro —talvez verídico: um paciente estava indignado por não ter recebido prescrição de cloroquina e outras medicações, o tal tratamento precoce contra a sua recém-diagnosticada condição, a Covid-19. Reclamava e requisitava novo atendimento, mas exigia para a próxima vez, um médico de direita, para lhe prescrever o que ele julgava ser adequado.

Concluo o óbvio: para esse homem é a direita ou a esquerda que movem o tratamento contra o coronavírus. Sob essa ótica, a primeira preconiza a terapêutica eficaz e a segunda a errada. É o absurdo, o pressuposto da existência de duas forças ideológicas opostas, ambas independentes aos fatos, uma que ilumina as melhores práticas clínicas e outra que atrapalha. O paciente dispensa a verdade baseada em provas.

Ora, existem informações abundantes de boa qualidade técnica, disponibilizadas gratuitamente, que liquidam as fracas e anteriores evidências da eficácia dos fármacos que compõem a “terapia precoce contra o Sars-CoV-2”. São essas as informações que suportam as diretrizes clínicas decentes de combate ao coronavírus, tanto em países socialistas como em capitalistas.

Mas, no Brasil, o tema foi cooptado por lideranças que incitam seguidores sob o jugo de um manto raso ideológico. Incitados, os apoiadores se convencem mais, associam-se mais ao conteúdo ideológico e demonstram disposição para receberem o tratamento ineficiente.

Ideologias formatam teorias coerentes que auxiliam as pessoas a compreender melhor o mundo caótico e a pertencer a grupos. No entanto, frequentemente ideologias angariam devotos que deixam de refletir sobre outras formas de pensar, pois caso contrário, arriscar-se-iam a ver seus argumentos ruírem, por conseguinte, seus ideais.

Esses compêndios de teorias fixas podem fomentar preconceito, perseguição às classes, nacionalismo exacerbado. Com esse pano de fundo, muitas atrocidades foram cometidas em nome de ideologias. Essas experiências não impedem que teorias violentas continuem a seduzir populações, mas há uma razão para isso e está atrelada à cognição.

O comportamento do cliente hospitalar dá uma pista sobre a arquitetura mental dos seguidores de ideologias, pois destaca a defesa de uma ideia imutável, enquanto ele dava as costas para bons argumentos. Em termos técnicos, o paciente demonstrava carência de uma habilidade psíquica, a flexibilidade.

A psicóloga do comportamento Leor Zmigrod da Universidade de Cambridge, que estuda cognição e ideologias, aponta que essa insuficiência é um traço comum em defensores de ideias prontas, incluindo os radicais de esquerda.

Porém, ela tem mais a dizer, especialmente depois de concluir uma pesquisa que comparava a performance cognitiva de adeptos à ideologia versus os não adeptos. Dessa forma, revelou que características cognitivas são mais decisivas para adesão às explicações ideológicas do que as variáveis sociais e ​​demográficas. Constatação que desafia a perspectiva de que os indicadores socioeconômicos são os determinantes mais poderosos de crenças.

A pesquisadora desvendou características cognitivas de adeptos de formas rígidas de pensar. Conservadorismo e nacionalismo foram relacionados à hesitação para tomar decisões e à lentidão para a escolha de estratégia adequada. O dogmatismo foi associado à capacidade reduzida de memorizar evidências e à impulsividade. As crenças ideológicas refletem, portanto, específicas deficiências cognitivas e não necessidade pessoais. Surgem por meio de processos mentais independentes de emoções. Logo, sempre existirão pessoas dispostas a seguir um populista cuspidor de lugares comuns, em qualquer lugar do mundo.

Felizmente, há os que não se submetem ao dogmatismo, esses sabem que têm potencial em falhar, por isso revisam suas atitudes e seus conceitos à luz de novos acontecimentos ou dados. Eles admitem as ambiguidades e contemplam a complexidade das circunstâncias, exemplificando a flexibilidade cognitiva e a inteligência.

Referências:

Zmigrod, L. Précis of “The Cognitive Underpinnings of Ideological Thinking.” .

Zmigrod, L.; Eisenberg, I.; Bissett, P.; Robbins, T. W.; Poldrack, R. A Data-Driven Analysis of the Cognitive and Perceptual Attributes of Ideological Attitudes. PsyArXiv April 14, 2020. https://doi.org/10.31234/osf.io/dgaxr

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Dissulfiram: para que serve, como tomar e efeitos colaterais

O dissulfiram é um remédio indicado para o tratamento do alcoolismo crônico que age inibindo a ação de enzimas responsáveis por transformar o álcool em acetaldeído, uma substância que se forma após a ingestão de bebidas alcoólicas para facilitar a eliminação do álcool do corpo. 

O acetaldeído formado quando o álcool é ingerido é responsável pelos sintomas desagradáveis de ressaca como vômitos, dor de cabeça, pressão baixa ou dor nos olhos, por exemplo, e por isso quando o dissulfiram é usado juntamente com bebidas alcoólicas, causa os efeitos colaterais da ressaca, o que leva a pessoa a parar de beber. 

O dissulfiram pode ser encontrado em farmácias e drogarias na forma de comprimidos com o nome comercial Antietanol, ou na forma de pó com o nome Sarcoton, e deve ser usado com indicação médica pois pode causar efeitos colaterais graves como dor no peito que se espalha para o rosto ou ombros, convulsão, desmaio, respiração fraca ou lenta, ou batimentos cardíacos lentos, o que pode colocar a vida em risco.

Dissulfiram: para que serve, como tomar e efeitos colaterais

Para que serve 

O dissulfiram é indicado para ajudar no tratamento do alcoolismo crônico, pois evita a ingestão de bebidas alcoólicas devido ao aparecimento de reações desagradáveis quando se consome álcool como náusea, vômito, dor de cabeça, dor nos olhos e sensibilidade ao som e à luz, mal estar geral ou pressão baixa.

Como tomar 

O dissulfiram deve ser tomado por via oral, somente por adultos, sempre nos horários e pelo tempo de tratamento orientados pelo médico, e o início do tratamento deve ser feito após 12 horas da última ingestão de álcool pela pessoa.

A forma de tomar o dissulfiram varia de acordo com a apresentação e inclui:

1. Dissulfiram comprimido de 250 mg

A dose inicial recomendada é de 2 comprimidos de 250 mg por dia em dose única nas primeiras 1 ou 2 semanas de tratamento. 

Após as primeiras 2 semanas de tratamento, a dose do dissulfiram pode ser alterada pelo médico para 125 mg por dia ou até no máximo 500 mg por dia.

2. Dissulfiram pó 400 mg/g

A dose do dissulfiram 400 mg/g deve misturada na comida como sopa ou leite, por exemplo, e deve ser medida utilizando a colher-medida fornecida pela embalagem, sendo que a dose recomendada, no primeiro dia do tratamento, é de 2 colheres-medida rasas, que equivale a aproximadamente 1 g de dissulfiram, 1 vez por dia, em dose única. 

Nos dias seguintes, a dose recomendada é de 1 colher-medida rasa, que equivale a 500 mg de dissulfiram, e deve ser tomada 1 vez por dia, em dose única. 

Possíveis efeitos colaterais 

Alguns dos efeitos colaterais que podem ocorrer durante o tratamento com dissulfiram são sonolência, sensação de cansaço, dor de cabeça leve, perda da libido, sensação de gosto metálico na boca, formação de bolinhas na pele ou acne.

Além disso, durante ou até 14 dias após o tratamento com dissulfiram, se a pessoa ingerir bebidas alcoólicas, podem surgir efeitos colaterais graves como dor no peito que se espalha para o rosto ou ombros, convulsão, desmaio, respiração fraca ou dificuldade para respirar, vermelhidão ou sensação de rosto quente, dor de cabeça intensa, náusea ou vômito. No caso de aparecimento desses sintomas, deve-se procurar ajuda médica imediatamente ou o pronto socorro mais próximo.

Por isso, é importante que durante o tratamento com dissulfiram, a pessoa evite ingerir álcool, seja como bebida alcoólica ou em alimentos como molhos, temperos, vinagre, ou mesmo evitar remédios que possam conter álcool na sua composição como xaropes ou enxaguantes bucais e até mesmo loções após barba.

Quem não deve usar

O dissulfiram não deve ser usado por mulheres grávidas ou em amamentação ou por pessoas que tenham alergia ao dissulfiram, cirrose ou insuficiência hepática, diabetes, epilepsia ou problemas cardíacos como insuficiência cardíaca ou doença nas artérias coronárias.

Além disso, o dissulfiram não deve ser usado por pessoas que tenham consumido álcool nas últimas 12 horas ou remédios que contenham paraldeído ou metronidazol, pois pode causar efeitos colaterais graves, o que pode colocar a vida em risco.

Fonte tuasaude.com

Quando dar água para o bebê e quantidade recomendada

De acordo com a  Sociedade Brasileira de Pediatria, deve-se dar água para o bebê a partir dos 6 meses de idade, que é quando os alimentos começam a ser inseridos na dieta. Além disso, é importante lembrar que a água deve ser filtrada, fervida ou tratada com cloro, e ser oferecida para o bebê em copo ou xícara.

O bebê que se alimenta com fórmulas infantis, deve começar a beber água assim que iniciar este tipo de dieta, pois assim é possível evitar a sobrecarga dos rins e a prisão de ventre do bebê. Veja os diferentes tipos de fórmulas infantis para o bebê.

Já o bebê que se alimenta exclusivamente de leite materno até os 6 meses, não precisa beber água, pois o leite fornece a quantidade de água necessária para hidratar o bebê. Além disso, dar água para o bebê com menos de 6 meses que tem aleitamento exclusivo, pode aumentar o risco de diarreias ou vômitos.

Quando dar água para o bebê e quantidade recomendada

Quantidade de água de acordo com a idade do bebê

A quantidade de água para dar para o bebê, deve ser calculada de acordo com a idade. É importante notar que as recomendações básicas, são para o bebê que não está com desidratação por diarreia ou outro problema de saúde. Se o bebê estiver desidratado ou se a temperatura do ambiente estiver muito alta, é importante oferecer maior quantidade de água para o bebê. Conheça os sinais de desidratação na criança.

Abaixo, seguem as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre a quantidade de ingestão diária de água para os bebês:

Até os 6 meses de idade

O bebê que mama exclusivamente no seio da mãe até aos 6 meses de idade não precisa de água, mesmo em regiões e dias mais quentes, porque o leite materno fornece a quantidade de água que o bebê precisa. Desta forma, sempre que a mãe amamenta, o bebê também está bebendo água.

No entanto, se o bebê se alimenta com fórmula infantil, a recomendação de ingestão de água até os 6 meses de idade é de 700 ml por dia, que devem ser distribuídos entre a água usada no preparo da fórmula infantil e a água pura ao longo do dia.

Dos 6 aos 7 meses de idade

A partir dos 6 meses de idade, o bebê começa a comer alguns alimentos, aumentando a quantidade de fibras, proteínas e sódio na dieta. Por isso, para evitar a prisão de ventre ou a sobrecarga dos rins, o bebê de 6 a 7 meses deve beber em torno de 700 ml de água por dia, considerando a água do leite materno, a água usada em preparações como sopas, e água pura oferecida ao longo do dia.

Dos 7 aos 12 meses de idade

Dos 7 aos 12 meses de idade, a necessidade de água do bebê aumenta para 800ml por dia. Para atingir esta quantidade, é importante considerar a água do leite materno ou a água utilizada no preparo da fórmula infantil, a água usada na preparação das sopas e ensopados e a água pura, que deve ser dada ao bebê ao longo do dia e em pequenas porções.

Dos 12 aos 36 meses de idade

O bebê entre 12 e 36 meses precisa beber cerca de 1300 ml de água por dia, onde 900 ml devem ser de água pura e das refeições, como ensopados ou sopas. Além disso, nesta idade, o bebê já pode ingerir sucos naturais de frutas, e, por isso, pode-se dar para ele o máximo de 150 ml da bebida por dia.

Como dar água para o bebê

A água deve ser dada em um copo, xícara ou colher, evitando utilizar mamadeiras ou chucas, para o bebê não confundir o bico desses utensílios com o bico dos seios da mãe, o que pode fazer com que ele recuse a amamentação. 

Deve-se dar água para o bebê sentado, com cabeça e pescoço alinhados, para evitar que ele engasgue Além disso, é importante dar água em pequenas porções, ao longo do dia e entre as refeições, evitando que o estômago do bebê fique estufado e ele tenha menos vontade de comer.

A água para o bebê, deve ser filtrada, tratada com cloro ou fervida antes, pois esses cuidados ajudam a prevenir infecções que podem causar febre, diarreia ou vômitos. Da mesma forma, é fundamental que os utensílios usados para servir a água, como os copos, as colheres ou as xícaras, também estejam bem higienizados.

Fonte tuasaude.com

Aparelho móvel: veja como usar e quais são os tipos

O aparelho móvel é uma das várias opções de tratamentos de ortodontia disponíveis, no entanto, apresenta os seus diferenciais. Pelo tratamento com o aparelho ortodôntico móvel o paciente tem acesso a uma série de vantagens como o ganho de praticidade, facilitação da higiene bucal e uma melhor estética durante o tratamento. Saiba aqui quais são …

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Barroso, do STF, rejeita ação de Bolsonaro contra decretos estaduais que limitaram circulação para conter a Covid-19

O ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitou a ação em que o presidente Jair Bolsonaro pediu a derrubada de três decretos que estabeleceram, em maio, medidas de lockdown e de toque de recolher no Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraná.

Na ação, o governo alegava que as medidas “não se compatibilizam com preceitos constitucionais” como a liberdade ir e vir.

No processo, assinado por Bolsonaro e pelo advogado-geral da União, André Mendonça, o Executivo federal disse que não estava questionando decisões anteriores do STF sobre a competência de estados e municípios na adoção de medidas de enfrentamento da pandemia.

A petição afirma, no entanto, que o Brasil é o quarto país do mundo que mais aplicou doses da vacina e que o avanço da vacinação no país “é fato superveniente juridicamente relevante”.

Barroso, porém, afirmou que os decretos respeitam a decisão do STF sobre a autonomia dos entes da federação na gestão da pandemia e que as medidas estão “voltadas à contenção do contágio de Covid-19”.

“O STF já decidiu, reiteradamente, que, em matéria de proteção à vida, à saúde e ao meio ambiente, devem se observar os princípios da prevenção e da precaução, de modo a que, na dúvida, se adotem as medidas mais protetivas aos bens em questão”, escreveu o ministro.

O magistrado também afirmou que o governo “não comprovou” que os decretos ainda estão em vigor e citou que a duração deles estava prevista para ir apenas até o início de junho.

“Caso os diplomas não estejam mais em vigor, sequer seria o caso de debater a sua suspensão. Frise-se, ademais, que as ações foram propostas no final da vigência de cada diploma normativo e que o pedido de cautelar, dada a gravidade da situação, deveria contar com manifestação da parte contrária”, afirmou.

Apesar de os decretos não estarem mais em vigor, o ministro disse que é importante tomar uma decisão sobre o caso para a “pacificação do conflito que esta ação manifesta”.

Na ação, Bolsonaro havia afirmado que os governos estaduais não mostraram comprovação “técnica minimamente consensual sobre a eficácia da proibição de locomoção no horário noturno, em que o trânsito de pessoas é sabidamente discreto, se comparado com o fluxo observado em outros horário”.

A ação também diz que, mesmo se houvesse recomendação amparada em robusto conselho médico, a completa interdição de circulação de pessoas seria excessivamente onerosa e poderia ser substituída por restrições parciais voltadas a apenas determinadas zonas urbanas com maior movimento.

O argumento dos governadores, segundo a AGU e Bolsonaro, “é completamente inadequado e despido de qualquer traço científico (teórico ou empírico), traduzindo uma avaliação injustificadamente discriminatória do comportamento de pessoas que transitam pelo espaço público no período noturno, e presumindo uma tendência social de desrespeito da ordem pública”.

Na petição, eles afirmam que a implementação de qualquer medida restritiva no atual contexto depende de lastro técnico idôneo e deve ser espacial e temporalmente limitada. Assim, o governo diz que os três decretos não demonstram ter “correlação técnica com os fins perseguidos, o que torna o ato administrativo inválido”.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Morte cerebral: o que é, sintomas e possíveis causas

A morte cerebral, também conhecida como morte encefálica, é a perda irreversível de todas as funções do cérebro, incluindo o tronco cerebral, que é a região responsável por controlar a respiração, os batimentos cardíacos e a pressão arterial, além dos movimentos e audição. Isto significa que uma pessoa com morte cerebral não tem capacidade de manter as funções vitais do corpo, como respirar sozinho e nem responder a estímulos.

Algumas condições, como traumatismo craniano, AVC ou hemorragia no cérebro, podem causar a morte cerebral, que é confirmada por um ou mais médicos, como neurologista ou neurocirurgião, através da avaliação dos danos no cérebro e de testes que verificam a presença de resposta a estímulos e a atividade cerebral, por exemplo. 

As funções vitais da pessoa em morte cerebral podem ser mantidas no hospital com ajuda de aparelhos, mas a pessoa é considerada legalmente e clinicamente morta, pois não existe chance de recuperação. Apesar de ser uma situação difícil e delicada para os familiares, é nesse momento que se pode fazer a doação de órgãos, se for possível.

Morte cerebral: o que é, sintomas e possíveis causas

Possíveis causas

A morte cerebral pode acontecer quando o fornecimento de sangue ou oxigênio para o cérebro é interrompido, o que pode ser causado por:

  • Traumatismo craniano;
  • Parada cardiorrespiratória;
  • Infarto;
  • Derrame cerebral (AVC);
  • Inchaço no cérebro;
  • Infecções no cérebro como encefalite;
  • Hemorragia cerebral;
  • Embolia;
  • Aneurisma cerebral;
  • Aumento da pressão intracraniana;
  • Tumor no cérebro;
  • Overdose;
  • Hipoglicemia grave. 

Estas e outras causas levam a um inchaço do cérebro, conhecido cientificamente como edema cerebral, que associado a impossibilidade de expansão devido ao crânio, leva à compressão, à diminuição da atividade cerebral e a danos irreversíveis no sistema nervoso central.

Principais sinais e sintomas

Os sinais que indicam que se trata de uma morte cerebral, e que a pessoa não irá se recuperar, são: 

  • Ausência de respiração espontânea, ou seja, a pessoa não consegue respirar sozinha, sendo a respiração mantida com ajuda de aparelhos ;
  • Ausência de dor ou de resposta a estímulos, como picar uma agulha no corpo ou tocar no globo ocular da pessoa;
  • Ausência de contração das pupilas dos olhos, quando estimulada por uma fonte de luz como lanterna, por exemplo;
  • Não engasgar quando algo é colocado na parte superior da garganta.

Na presença desses sinais e sintomas, os médicos devem confirmar o diagnóstico através da realização de testes para morte cerebral.

Como confirmar o diagnóstico

O diagnóstico da morte cerebral deve ser feito por dois médicos diferentes, mediante a observação dos sintomas e através de exames que devem ser realizados em dois dias diferentes, que incluem:

  • Teste de reação das pupilas utilizando uma lanterna para verificar se as pupilas se contraem quando expostas à luz; 
  • Teste de sensibilidade dos olhos para avaliar se a pessoa reage quando se encosta um tecido ou pedaço de algodão no globo ocular;
  • Avaliação da resposta à estímulos ao aplicar pressão na testa e no nariz;
  • Teste de movimento dos olhos inserindo água gelada em cada orelha para ver se a pessoa movimenta os olhos ao receber esse estímulo;
  • Teste de engasgo ou reflexo de tosse ao inserir um pequeno tubo fino de plástico na traqueia;
  • Teste de apnéia que avalia a capacidade da pessoa respirar por conta própria, ao desligar o aparelho de respiração por um curto período de tempo;
  • Teste de resposta a estímulos verbais, em que é verificada a capacidade da pessoa falar ou responder;
  • Avaliação da frequência cardíaca em aumentar em mais de 5 batimentos por minuto após tomar uma dose de 1 a 2 mg de atropina diretamente na veia;
  • Eletroencefalograma para avaliar se o cérebro possui atividade elétrica;
  • Angiografia cerebral para verificar a presença de fluxo sanguíneo no cérebro;
  • Doppler Transcraniano para confirmar a ausência de fluxo sanguíneo no cérebro;
  • Cintilografia de perfusão cerebral para analisar se existe fluxo sanguíneo e metabolismo cerebral.

Antes de iniciar os testes para confirmar a morte cerebral, os médicos devem realizar uma série de exames e verificações para garantir que os sintomas não sejam causados por outros fatores como overdose de drogas, venenos ou medicamentos, hipotermia, hipotireoidismo, encefalite do tronco cerebral, encefalopatia causada por insuficiência hepática ou síndrome de Guillain-Barré, por exemplo. 

A morte cerebral tem volta?

A morte cerebral não tem volta pois o cérebro sofreu um dano que não é possível reverter. Isto significa que o cérebro já não está mais funcionando e não existe possibilidade de voltar a funcionar. No entanto, apesar do cérebro não ter mais nenhuma atividade, outros órgãos como rins, fígado ou coração ainda podem funcionar por um curto período de tempo, enquanto a pessoa é mantida “viva” por aparelhos no hospital.

Quando os médicos confirmam a morte cerebral, isto significa que a pessoa já morreu, mas é apenas no momento em que os aparelhos são desligados que a pessoa é verdadeiramente dita como morta. Neste caso, desligar os aparelhos não é considerado eutanásia, pois não existem chances da pessoa sobreviver.

A pessoa com morte cerebral pode ser mantida “viva” através dos aparelhos por quanto tempo a família desejar, embora só seja desejado que o paciente seja mantido neste estado por algum tempo se for doador de órgãos, para garantir a retirada dos órgãos para posterior transplante em outro paciente.

A morte cerebral é o mesmo que estar em coma ou estado vegetativo?

Quando uma pessoa tem a morte cerebral confirmada significa que nenhuma parte do cérebro da pessoa está funcionando mais e, legalmente a pessoa é considerada morta, o que é diferente de estar em coma ou em estado vegetativo, pois nesses casos existe alguma função do tronco cerebral e possivelmente de alguma outra parte do cérebro e a pessoa é legalmente considerada viva. Entenda melhor a diferença entre morte cerebral e coma.

Fonte tuasaude.com

Aparelho ortodôntico estético: conheça todos seus benefícios

O aparelho ortodôntico estético é a melhor opção de tratamento de ortodontia para quem não deseja um sorriso metálico. Muitas pessoas ao serem encaminhadas para um tratamento ortodôntico desanimam só por pensarem nos braquetes, fios e borrachinhas, no entanto, desconhecem as demais ramificações desse procedimento com aparelho ortodôntico. Conheça tudo sobre o aparelho ortodôntico estético, …

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