Leucocitose: o que é, tipos e principais causas

A leucocitose é uma condição na qual o número de leucócitos, ou seja, os glóbulos brancos do sangue, estão num valor acima do normal, que no adulto é de até 11.000 por mm³.

Uma vez que a função destas células é combater infecções e ajudar no trabalho do sistema imune, o seu aumento geralmente indica que existe um problema que o corpo está tentando combater e, por isso, pode ser um primeiro sinal de infecção, por exemplo.

Leucocitose: o que é, tipos e principais causas

Tipos de leucocitose

Os leucócitos são um grupo que inclui vários tipos de glóbulos brancos e, por isso, o aumento pode acontecer em apenas um desses tipos de células. Assim, existem 5 tipos principais de leucocitose:

  • Neutrofilia: é o aumento dos neutrófilos, que normalmente acontece por excesso de estresse, exercício físico exagerado, diabetes ou algumas infecções;
  • Linfocitose: consiste no aumento do número de linfócitos e é um dos tipos mais comuns, surgindo em casos de infecções recorrentes como gripe ou alergia, por exemplo;
  • Monocitose: é o aumento do número de monócitos e é uma alteração mais rara, que pode indicar infecções crônicas como tuberculose, colite ou até leucemia;
  • Eosinofilia: é uma elevação no número de eosinófilos e normalmente e mais comum no caso de alergias ou infecções por parasitas ou fungos;
  • Basofilia: consiste num aumento dos basófilos e é uma alteração muito rara que pode indicar problemas como asma, sinusite, anemia, colite ou até leucemia.

Para avaliar a quantidade destes componentes no sangue, o médico geralmente pede um leucograma, que vem incluído no hemograma. Os valores normais de leucócitos no sangue varia de acordo com a idade da pessoa. Veja mais sobre o leucograma e quais os valores de referência normais para cada idade.

Coloque o resultado do seu leucograma na calculadora a seguir para entender melhor o seu resultado:

Principais causas de leucocitose

Embora o número de leucócitos possa ser alterado por qualquer problema que afete o corpo e existam causas mais específicas de acordo com o tipo de leucócitos que está alterado, as causas mais comuns de leucocitose incluem:

1. Infecções

As infecções do organismo, sejam provocadas por vírus, fungos ou bactérias quase sempre causam alteração de algum dos tipos principais de leucócitos e, por isso, são uma importante causa de leucocitose.

Uma vez que existem muitos tipos de infecções, o médico precisa avaliar os sintomas que existem e pedir outros exames mais específicos para tentar identificar a causa específico, podendo então adequar o tratamento. Quando a causa está sendo difícil de identificar, alguns médicos podem optar por começar o tratamento com um antibiótico, já que a maioria das infecções é provocada por bactérias, e avaliar se existe melhora dos sintomas ou se os valores de leucócitos ficam regulados.

2. Alergias

As alergias, como asma, sinusite ou rinite são outras das causas mais comuns para o aumento do número de leucócitos, especialmente de eosinófilos e basófilos. 

Nestes casos, o médico geralmente pede um teste de alergias para tentar entender qual o motivo da alergia, principalmente se não existirem sintomas que possam ajudar no diagnóstico. Veja como é feito o exame de alergias.

3. Uso de medicamentos

Alguns medicamentos, como o Lítio ou a Heparina, são conhecidos por causar alterações nas células sanguíneas, especialmente no número de leucócitos, resultando em leucocitose. Por esse motivo, sempre que existe alteração no exame de sangue é muito importante informar o médico do tipo de remédios que se usa frequentemente.

Caso seja necessário, o médico pode ajustar a dose do medicamento que se está tomando ou então trocar por outro remédio que tenha um efeito semelhante, mas que não cause tanta alteração no sangue.

4. Inflamações crônicas

Doenças crônicas ou autoimunes, como colite, artrite reumatoide ou síndrome do intestino irritável podem causar um processo de inflamação constante, que leva o corpo a produzir mais leucócitos para combater o que está alterado no organismo. Assim, pessoas com alguma destas condições podem apresentar leucocitose, mesmo que estejam fazendo o tratamento para a doença.

5. Câncer

Embora seja mais raro, o aumento do número de leucócitos também pode indicar o desenvolvimento de um câncer. O tipo mais comum que câncer que provoca leucocitose é a leucemia, no entanto, outros tipos de câncer como o câncer de pulmão, também podem causar alterações nos leucócitos.

Sempre que existir suspeitas de câncer, o médico pode pedir outros exames para tentar confirmar a presença. Veja quais os 8 exames que podem ajudar a identificar a presença de câncer.

O que pode causar leucocitose na gravidez

A leucocitose é uma alteração relativamente normal na gravidez, sendo que o número de leucócitos podem até ir aumentando ao longo de toda a gestação para valores até 14.000 por mm³.

Além disso, os leucócitos também tendem a aumentar depois do parto devido ao estresse causado no corpo. Dessa forma, a mulher que esteve grávida pode apresentar leucocitose mesmo depois da gravidez, por algumas semanas. Confira mais informações sobre o leucograma na gravidez.

Fonte tuasaude.com

Saúde Mental: o que é, por que não falamos tanto sobre isso, e por que deveríamos falar mais?

Maria Fernanda Quartiero e Luciana Barrancos

Uma infinidade de conceitos surge quando se fala em saúde mental. Eles nos remetem à presença ou à ausência de uma doença, ou então ao mais completo bem-estar. Podemos pensar, ainda, em saúde mental sob o ponto de vista do indivíduo, ou dando ênfase ao contexto coletivo, social e suas complexidades.

Essas definições às vezes se complementam, em outras se opõem, mas não refletem necessariamente a complexidade da saúde mental e sua profunda integração com outros temas sociais como educação, trabalho e sistemas de saúde. A saúde mental não é só inexistência de doença e também não deveria ser uma expressão para designar “vida perfeita”. Também não é apenas sinônimo de bem-estar, leveza e despreocupação, sob o risco de cairmos em uma situação de positividade tóxica, em que estaríamos rejeitando a tristeza e outras emoções entendidas como negativas. Saúde mental também não pode ser vista apenas sob a perspectiva do indivíduo e suas questões genéticas e biológicas, negligenciando os diversos componentes sociais, estruturais e de comunidade que a influenciam.

Saúde mental é parte fundamental da saúde do nosso organismo. Do nosso funcionamento biológico e psicológico. Do nosso corpo pessoal e também social. Nesse sentido, ela está relacionada à forma como cada pessoa lida com seu entorno, seus desafios cotidianos e as transformações da vida. É o resultado de uma complexa interação entre aspectos individuais e as condições de vida, que incluem as relações sociais, o ambiente de crescimento e desenvolvimento, a inclusão produtiva, a educação, as violências e o acesso ou falta de bens materiais e culturais, abrangendo também as possibilidades de participação ativa na vida comunitária.

Abordagens falhas e estigmas dificultam o debate sobre Saúde Mental

Muitas vezes por incompreensão do tema e falta de informação qualificada, a narrativa da saúde mental na nossa sociedade não faz jus à centralidade que ela efetivamente ocupa.

Atualmente, em média,  menos de 2% dos orçamentos públicos de saúde são alocados para a saúde mental globalmente, sendo que a situação é ainda pior em países de baixa e média renda, como o Brasil, em que se gasta menos de USD 2 per capita no tratamento e prevenção de transtornos mentais, comparado com um investimento de USD 50 per capita em países de alta renda.

Em termos de investimento social privado, apenas 4% do total de R$2,5 bilhões de investimento social privado no Brasil em 2019 foram destinados à saúde e esporte, bastante abaixo do que seria necessário para intervenções estruturais no campo.

Além da desinformação, barreiras culturais, financeiras e estruturais também são relevantes, como o estigma, a descrença no tratamento e o insuficiente treinamento das equipes de atenção básica para lidar com o assunto.

Outro fator de destaque é a falta de dados e indicadores atualizados sobre saúde mental –o último levantamento nacional abrangente do tema se deu em 2015, não tendo sido atualizado desde então, o que dificulta um entendimento robusto da situação. Estudos epidemiológicos são de fundamental importância para determinar um panorama assertivo da saúde mental, e para podermos compreender melhor os determinantes sociais da saúde mental, trabalhar abordagens preventivas, priorizar a alocação de recursos, e obter insumos importantes para o planejamento adequado das políticas públicas.

Por que é preciso falar mais sobre Saúde Mental?

Os impactos econômicos e sociais dos problemas de saúde mental estão associados a consequências negativas que afetam a sociedade como um todo, abrangendo a redução de mão de obra qualificada, o desemprego, a falta de moradia, a morte prematura, o impacto na educação, a oneração do sistema público de saúde, entre outros.

Recentemente, um levantamento colocou as doenças mentais –como os transtornos depressivos e os transtornos de ansiedade–  como a categoria com maior fardo global de doenças no que diz respeito aos anos vividos com incapacidade (YLD), representando 32,4% do total de anos. Já em termos de anos de vida ajustados por incapacidade (DALYs), que consideram tanto os YLD quanto as mortes prematuras relacionadas à doença (YLL), as doenças mentais representam significativos 13% do total de anos, percentual equivalente às doenças cardiovasculares e circulatórias.

Para além dos desafios existentes na vida dos indivíduos relacionados à carga global de doença, existe um crescente reconhecimento de que a falta de atenção dada à saúde mental reflete diretamente em custos financeiros relevantes. Dados do Fórum Econômico Mundial estimam que de 2010 até 2030 haverá perdas econômicas globais de USD 16 trilhões atribuíveis aos transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias, o que representa mais de 10 vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2020.  Estimativas da pesquisadora Sara Evans-Lacko, da London School of Economics, mostram que no ambiente de trabalho o Brasil perde USD 78 bilhões com a queda de produtividade. Além disso, o “burnout” é uma das maiores causas de absenteísmo e representa de 20% a 50% das causas de “turnover” nas empresas. No que diz respeito à educação, pesquisas das “national academies” de ciências, engenharia e medicina dos Estados Unidos revelaram que a evasão escolar de estudantes com problemas de saúde mental chegava a 43% a 86%, enquanto que um dos primeiros estudos a investigar a relação entre saúde mental e evasão escolar, feito por pesquisadores do Canadá, revelou que estudantes com depressão têm duas vezes mais chance de deixar a escola comparado com seus pares sem quadros depressivos.

Concluímos que é  imprescindível refletir na narrativa da saúde mental a mesma centralidade que ela já ocupa na nossa sociedade, nos nossos lares, corporações e vidas pessoais. Precisamos falar abertamente sobre isso,  de forma clara e articulada, e redirecionar investimentos públicos e privados para essa causa. Nessa encruzilhada, a promoção e a proteção da saúde mental devem estar em primeiro plano, sendo indispensável a avaliação contínua das políticas implementadas, de modo a adaptar a oferta e o cuidado com a saúde mental às demandas do momento e do contexto.

Maria Fernanda Quartiero é investidora social e Diretora Presidente do Instituto Cactus, organização filantrópica que promove ações de advocacy e grant making, ampliando as informações e os cuidados com a Saúde Mental.

Luciana Barrancos é advogada e administradora de empresas pela FGV, com MBA por Stanford e Gerente Executiva do Instituto Cactus.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Clima para amanhã: o clima mais favorável para ir ao dentista

Clima para amanhã: o clima está favorável para um visita ao dentista? Muitas pessoas acham que existe um clima certo para ir ao dentista. Porém esse tipo de pensamento é totalmente precipitado e pode contribuir para o aparecimento de problemas bucais. Se você é uma das pessoas que pensam desse jeito, esse texto é para …

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Colonoscopia: o que é, para que serve, preparo e como é feita

A colonoscopia é um exame que avalia a mucosa do intestino grosso, sendo especialmente indicado para identificar a presença de pólipos, câncer intestinal ou outros tipos de alterações  no intestino, como colite, varizes ou doença diverticular.

Este exame pode ser indicado quando a pessoa apresenta sintomas que possam sugerir alterações intestinais, como sangramentos ou diarreia persistente, por exemplo, mas também é necessário rotineiramente para o rastreio do câncer do cólon para pessoas a partir dos 50 anos, ou antes, caso exista um maior risco de desenvolver a doença. Confira os sintomas de câncer no intestino e quando se preocupar

Para a realização da colonoscopia, é necessário fazer um preparo especial com ajustes na alimentação e uso de laxantes, para que o intestino esteja limpo e as alterações consigam ser visualizadas. Geralmente, o exame não causa dor, pois é feito sob sedação, no entanto, algumas pessoas podem sentir um desconforto, inchaço ou pressão no abdômen durante o procedimento. 

Colonoscopia: o que é, para que serve, preparo e como é feita

Para que serve

Algumas das principais indicações da colonoscopia incluem:

  • Pesquisar pólipos, que são pequenos tumores, ou sinais sugestivos de câncer do cólon;
  • Identificar causas de sangramento nas fezes;
  • Avaliar uma diarreia persistente ou outras alterações do hábito intestinal de origem desconhecida;
  • Diagnosticar doenças do cólon como diverticulose, tuberculose intestinal, retocolite ulcerativa ou doença de Crohn, por exemplo;
  • Investigar causas de anemia de origem desconhecida;
  • Fazer uma avaliação mais detalhada quando são encontradas alterações em outros exames como pesquisa de sangue oculto nas fezes ou imagens duvidosas no enema opaco, por exemplo. Confira quais são os outros exames indicados para detectar o câncer de intestino.

Durante o exame de colonoscopia também é possível realizar procedimentos como a coleta de biópsia ou mesmo a retirada de pólipos. Além disso, o exame pode ser indicado como um método terapêutico, já que também permite a cauterização de vasos sanguíneos que podem estar sangrando ou até uma descompressão de volvo intestinal. Veja o que é volvo intestinal e como tratar esta perigosa complicação.

Como fazer o preparo

Para que o médico consiga realizar a colonoscopia e visualizar as alterações, é necessário que o cólon esteja completamente limpo, ou seja, sem qualquer resíduo de fezes ou alimentos e, para isto, deve ser feito um preparo especial para o exame, que é indicado pelo médico ou clínica que realizará o exame.

Idealmente, o preparo é iniciado pelo menos 2 dias antes do exame, quando o paciente pode passar a ter uma dieta de fácil digestão, a base de pão, arroz e massas brancas, líquidos, sucos sem polpa da fruta, carne, peixe e ovos cozidos, e iogurte sem frutas ou pedaços, devendo-se evitar leite, frutas, frutos secos, verduras, legumes e cereais.

Nas 24 horas que antecedem o exame, está indicada uma dieta líquida, para que não sejam produzidos resíduos no intestino grosso. Também é recomendado usar laxativos, beber uma solução a base de Manitol, um tipo de açúcar que ajuda na limpeza do intestino, ou, até, fazer uma lavagem intestinal, o que é feito de acordo com a orientação do médico. Saiba mais sobre a dieta e como é o cardápio para se preparar para a colonoscopia

Além disso, alguns dos medicamentos utilizados podem precisar ser suspensos antes do exame, como AAS, anticoagulantes, Metformina ou insulina, por exemplo, de acordo com a recomendação do médico. Também é necessário ir acompanhado ao exame, pois a sedação poderá deixar a pessoa sonolenta, não sendo indicado dirigir ou trabalhar após o exame.

Como é feita a colonoscopia

A colonoscopia é feita com a introdução de um fino tubo através do ânus, geralmente, sob sedação para um melhor conforto do paciente. Este tubo tem acoplado a si uma câmera para permitir a visualização da mucosa intestinal, e durante o exame pequenas quantidades de ar são injetadas dentro do intestino para melhorar a visualização.

Normalmente, o paciente está deitado de lado e, enquanto o médico insere o tubo do aparelho de colonoscopia dentro do ânus, pode sentir aumento da pressão abdominal.

A colonoscopia costuma durar entre 20 a 60 minutos e, depois do exame, o paciente deve ficar em recuperação por cerca de 2 horas antes de voltar para casa.

O que é a colonoscopia virtual?

A colonoscopia virtual utiliza a tomografia computadorizada para obter imagens do intestino, não sendo necessário o colonoscópio com câmera para capturar imagens. Durante o exame é introduzido um tubo através do ânus que injeta ar no intestino, facilitando a observação do seu interior e possíveis alterações.

A colonoscopia virtual possui algumas limitações, como dificuldade para identificar pólipos pequenos e impossibilidade de fazer biópsia, sendo que, por isso, não é um substituto fiel para a colonoscopia normal. Leia mais sobre este procedimento em: Colonoscopia virtual

Fonte tuasaude.com

Plaquetas baixas (trombocitopenia): o que é, o que pode ser e o que fazer

A trombocitopenia, ou plaquetopenia, corresponde à diminuição do número de plaquetas no sangue, situação que prejudica a coagulação, e pode causar sintomas como manchas roxas ou avermelhadas na pele, sangramento nas gengivas ou pelo nariz, e urina avermelhada, por exemplo.

As plaquetas são componentes essenciais do sangue para a coagulação, facilitando a cicatrização de feridas e impedindo hemorragias. No entanto, existem diversas situações que podem causar a diminuição da quantidade de plaquetas, como por exemplo infecções, como a dengue, uso de remédios, como heparina, doenças relacionadas com a imunidade, como púrpura trombocitopênica e, até mesmo, câncer.

O tratamento das plaquetas baixas deve ser feito conforme a sua causa, pelo clínico geral ou hematologista, podendo ser necessário apenas o controle da causa, uso de remédios ou, em casos muito graves, a transfusão de plaquetas.

Veja outras principais alterações das plaquetas e o que fazer.

Plaquetas baixas (trombocitopenia): o que é, o que pode ser e o que fazer

Principais sintomas

As plaquetas estão baixas quando a contagem no sangue é inferior a 150.000 células /mm³ de sangue, e, na maioria das vezes, não causam sintomas. Entretanto, a pessoa pode apresentar uma tendência maior a ter sangramentos, e podem surgir sintomas como:

  • Manchas roxas ou avermelhadas na pele, como hematomas ou equimoses;
  • Sangramento nas gengivas;
  • Sangramento pelo nariz;
  • Urina com sangue; 
  • Sangramento nas fezes;
  • Menstruação volumosa;
  • Feridas com sangramento de difícil controle.

Estes sintomas podem surgir em qualquer pessoa com plaquetas baixas, mas são mais comuns quando elas estão muito reduzidas, como abaixo de 50.000 células/ mm³ de sangue, ou quando associados com outra doença, como dengue ou cirrose, que pioram a função da coagulação do sangue.

Uma das doenças mais comummente associada à redução das plaquetas é a púrpura trombocitopênica. Veja o que é esta doença e como tratar.

O que pode ser

As plaquetas são produzidas na medula óssea, e vivem cerca de 10 dias, pois estão sempre se renovando. Os fatores que interferem no número de plaquetas do sangue são:

1. Destruição das plaquetas

Algumas situações podem fazer com que as plaquetas vivam por menos tempo na circulação sanguínea, o que faz com que seu número diminua. Algumas das principais causas são:

  • Infecções por vírus, como dengue, Zika, mononucleose e HIV, por exemplo, ou por bactérias, que afetam a sobrevivência das plaquetas devido a alterações na imunidade da pessoa;
  • Uso de alguns remédios, como Heparina, Sulfa, anti-inflamatórios, anti-convulsivantes e anti-hipertensivos, por exemplo, pois podem causar reações que destroem as plaquetas;
  • Doenças auto-imunes, que podem desenvolver reações que atacam e eliminam plaquetas, como lúpus, púrpura trombocitopênica imune e trombótica, síndrome hemolítica-urêmica e hipotireoidismo, por exemplo.

As doenças da imunidade tendem a causar uma redução de plaquetas mais grave e persistente do que o uso de remédio e infecções. Além disso, cada pessoa pode ter uma reação diferente, o que varia de acordo com a imunidade e a resposta do corpo, portanto, é comum ver pessoas com plaquetas mais baixas em alguns casos de dengue do que em outros, por exemplo.

2. Falta de ácido fólico ou vitamina B12

Substâncias como ácido fólico e vitamina B12 são essenciais para a hematopoiese, que é o processo de formação das células sanguíneas. No entanto, a falta de ácido fólico ou vitamina B12 podem levar à diminuição da produção de hemácias, glóbulos brancos e plaquetas. Estas deficiências são comuns em veganos sem acompanhamento nutricional, pessoas desnutridas, alcoólatras e pessoas com doenças que causam sangramentos ocultos, como gástrico ou intestinal. 

Veja algumas dicas sobre o que comer para ter evitar a deficiência de ácido fólico e vitamina B12. 

Plaquetas baixas (trombocitopenia): o que é, o que pode ser e o que fazer

3. Alterações na medula óssea 

Algumas alterações no funcionamento da medula fazem com que seja diminuída a produção de plaquetas, o que pode acontecer poder diversos motivos, como:

  • Doenças da medula óssea, como anemia aplásica ou mielodisplasia, por exemplo, que provocam a diminuição na produção ou produção errada de células do sangue;
  • Infecções da medula óssea, como pelo HIV, vírus de Epstein-Barr e varicela;
  • Câncer que afeta a medula óssea, como leucemia, linfoma ou metástases, por exemplo;
  • Quimioterapia, radioterapia ou exposição a substância tóxicas para a medula, como chumbo e alumínio;

É comum que, nesses casos, haja também a presença de anemia e diminuição dos glóbulos brancos no exame de sangue, pois a medula óssea é responsável pela produção de diversos os componentes do sangue. Confira quais são os sintomas de leucemia e quando suspeitar.

4. Problemas no funcionamento do baço

O baço é responsável por eliminar diversas células do sangue que estão velhas, incluindo as plaquetas, e, se ele estiver aumentado, como acontece em casos de doenças como cirrose hepática, sarcoidose e amiloidose, por exemplo, pode haver uma eliminação de plaquetas ainda saudáveis, em uma quantidade acima do normal. 

5. Outras causas

Na presença de plaquetas baixas sem uma causa definida, é importante pensar em algumas situações, como o erro de resultado do laboratório, pois pode acontecer agregação das plaquetas no tubo de coleta do sangue, devido à presença de um reagente no tubo, sendo importante repetir o exame, nestes casos. 

O alcoolismo também pode provocar redução de plaquetas, pois o consumo de álcool, além de ser tóxico para as células do sangue, também afeta produção pela medula óssea. Já na gravidez, pode ocorrer plaquetopenia fisiológica, devido à diluição do sangue pela retenção de líquidos, que costuma ser leve, e se resolve espontaneamente após o parto.

Além disso, tem sido relatados casos de diminuição das plaquetas devido à COVID-19 e/ou como efeito adverso da vacina contendo adenovírus, principalmente AstraZeneca e Johnson & Johnson, sendo nesses casos associada à trombose. No entanto, são raros em que foram identificados esses efeitos adversos devido à vacina.

Plaquetas baixas (trombocitopenia): o que é, o que pode ser e o que fazer

O que fazer em caso de plaquetas baixas 

Na presença de uma plaquetopenia detectada no exame, é importante tomar alguns cuidados, para evitar o risco de sangramento, como evitar esforços intensos ou esportes de contato, evitar o consumo de álcool e não usar remédios que afetam a função das plaquetas ou aumentam o risco de sangramento, como aspirina, anti-inflamatórios, anti-coagulantes e ginkgo-biloba, por exemplo. 

Os cuidados devem ser reforçados quando as plaquetas estão abaixo de 50.000 células/ mm³ no sangue, e é preocupante quando abaixo de 20.000 células/ mm³ no sangue, podendo até ser necessária a internação para observação, em alguns casos.

A alimentação deve ser bem equilibrada, rica em cereais, frutas, legumes, verduras e carnes magras, para auxiliar na formação do sangue e a recuperação do organismo.

A transfusão de plaquetas nem sempre é necessária, pois com os cuidados e o tratamento, a pessoa pode se recuperar ou viver bem. Entretanto, o médico pode dar outras orientações quando há situações de hemorragia, quando é necessário fazer algum tipo de cirurgia, quando as plaquetas estão abaixo de 10.000 células/ mm³ no sangue ou quando estão abaixo de 20.000 células/ mm³ no sangue, mas também quando surge febre ou necessidade de quimioterapia, por exemplo. 

Como é feito o tratamento 

Após determinada a razão pela qual as plaquetas estão baixas, o seu tratamento será direcionado, conforme orientação médica, e pode ser:

  • Retirada da causa, como remédios, tratamento de doenças e infecções, ou redução do consumo de álcool, que desencadeiam as plaquetas baixas;
  • Uso de corticoides, esteroides ou imunossupressores, quando é necessário tratar uma doença auto-imune;
  • Remoção cirúrgica do baço, que é a esplenectomia, quando a plaquetopenia é severa e causada pela função aumentada do baço;
  • Filtração do sangue, chamada de troca de plasma ou plasmaférese, é uma espécie de filtragem de uma parte do sangue que contém anticorpos e componentes que estão prejudicando o funcionamento da imunidade e da circulação sanguínea, indicada em doenças como trombocitopênica trombótica, síndrome hemolítica-urêmica, por exemplo.

Em caso de câncer, o tratamento é feito para o tipo e a gravidade desta doença, com quimioterapias ou transplante de medula óssea por exemplo. 

Fonte tuasaude.com

Após lucro de 50% na pandemia, planos de saúde coletivos sobem 16%

Usuários de planos de saúde coletivos por adesão começaram a receber seus boletos com reajuste anual em torno de 16%. Muitos são clientes da Qualicorp, uma das principais administradoras de benefícios no país e que tem como parceiras 102 operadoras de saúde, e já buscam escritórios de advocacia e associações de defesa do consumidor para questionar o aumento na Justiça.

Além de ser o dobro da inflação do período (o acumulado em 12 meses é de 8,06%, segundo o IBGE), a cobrança deste ano ocorre em um momento em que se espera um reajuste dos planos individuais próximo a zero, ou até negativo, devido à queda nos custos do setor em 2020, provocada pela redução de cirurgias, consultas, exames e outros procedimentos eletivos durante a pandemia.

O índice de aumento dos planos individuais, que representam cerca de 20% do total de usuários de planos de saúde, é calculado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). O valor deste ano ainda não foi divulgado.

Já os planos coletivos (empresariais e por adesão), que somam 80% dos usuários, não são regulados pela agência. A negociação é direta entre operadoras, empresas e entidades de classe. O reajuste leva em conta critérios contratuais, além do índice de sinistralidade e de variação do custo médico hospitalar.

O reajuste cobrado pela Qualicorp para a Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, por exemplo, é de 15,9%. Outras entidades de classe tiveram aumentos semelhantes e seus usuários já buscam advogados para questioná-los judicialmente.

É o caso de Ivana, 59. Até o final do ano passado, ela pagava R$ 2.200 pelo plano. No início de 2021, ele sofreu um acréscimo de R$ 500 para compensar o congelamento do reajuste imposto pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) em 2020 devido à pandemia.

Em fevereiro, quando Ivana completou 59 anos, recebeu de presente o reajuste por idade, de 85%. O boleto saltou para R$ 5.000. Agora, com o aumento aplicado pela operadora via Qualicorp, de 15,9%, o valor chegará a R$ 5.700.

“É muita angústia. Ou eu me mantenho ou mantenho o plano. Estou usando minhas reservas, minha poupança. Não era para acontecer isso nesse momento da vida e em plena pandemia”, diz Ivana, que prefere não se identificar porque o processo judicial contra a operadora está em curso.

Em nota, a Qualicorp diz que o reajuste anual é definido pela operadora de planos de saúde. “Na função de administradora de benefícios, a empresa busca negociar a aplicação do menor índice de reajuste possível”, diz.

E acrescenta. “Além disso, oferece diversas alternativas de planos de saúde em mais de cem operadoras para que seus clientes possam manter o acesso à assistência médica privada de qualidade.”

Todos os anos, o aumento dos planos coletivos gera embate por ser bem acima dos planos individuais. Em 2020, por exemplo, foi de 11,28%, mais de três pontos percentuais acima do aplicado aos individuais pela ANS, segundo pesquisa do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

Neste ano, os debates estão ainda mais inflamados porque o setor goza de uma boa saúde financeira, com a queda de consultas, cirurgias e outros procedimentos eletivos, durante a pandemia.

O lucro líquido dos planos de saúde cresceu 49,5% em 2020, com uma receita de R$ 217 bilhões, segundo dados da ANS. O mercado encerrou o ano com 47,6 milhões de usuários, com uma alta de 650 mil novos beneficiários.

“Teve redução nos atendimentos não-Covid, mas isso não se reflete em um reajuste menor para o consumidor. Há índices até mais altos do que o do ano passado”, diz o advogado Rafael Robba, especialista em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados.

Segundo Marcus Pestana, assessor especial da presidência da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), essa sobra de dinheiro no caixa das operadoras é ilusório.

“As pessoas falam: ‘Pô! Um setor que fatura R$ 200 bilhões por ano!’ Mas é um caixa gerado artificialmente. As pessoas não deixam de precisar da consulta e da cirurgia, elas só adiam.”

Vera Valente, diretora-executiva da Fenasaúde, concorda. Ela diz que neste ano o setor vive uma “tempestade perfeita”, que vai se refletir em reajustes ainda maiores em 2022.

“Os custos Covid estão explodindo nesta segunda onda da pandemia, as internações estão mais longas. Ao mesmo tempo, as [cirurgias] eletivas, adiadas em 2020, voltaram para valer a níveis maiores do que antes da pandemia.”

De acordo com o último boletim da ANS, nos primeiros meses de 2021 não houve um aumento de utilização de serviços de saúde no comparativo com 2019 (pré-pandemia). “Os números seguem no mesmo patamar (no caso de exames e terapias eletivas) ou em patamar inferior (no caso de internações e atendimentos em pronto-socorro)”, diz a publicação.

Valente afirma que os reajustes aplicados pelas operadoras associadas à Fenasaúde neste ano serão os mais baixos desde 2013 porque refletem a queda da sinistralidade de 2020. Mas ainda não há definição de qual será o reajuste médio.

Na opinião de Robba, os aumentos são abusivos e frutos da pouca transparência sobre a composição do índice de reajuste das operadoras. “Para o consumidor, é uma caixa preta. Dificilmente ele consegue saber se de fato o alto reajuste era realmente necessário”, diz.

Muitas vezes, o consumidor só consegue revisar o reajuste por meio de uma ação judicial. O Judiciário costuma entender que o aumento é abusivo e determina que o índice seja o mesmo que a ANS autoriza para os planos individuais.

Segundo Matheus Zuliane Falcão, analista do Idec, a ANS poderia e deveria mudar a regulação dos coletivos porque a premissa de que há um poder de barganha entre pessoas jurídicas, ou seja, entre as operadoras e os contratantes do plano, é equivocada. “Esse poder de negociação não existe.”

A ANS diz que monitora os reajustes que são efetuados e atualmente trabalha para divulgar essas informações de modo mais eficiente e detalhado.

Diante dos aumentos, uma opção dos usuários tem sido a migração para convênios mais baratos. Nos primeiros quatro meses deste ano, houve um aumento de 50% de consultas na ANS sobre a portabilidade de carência.

De janeiro a abril deste ano, foram gerados 122.678 protocolos de consultas, quase 40 mil a mais que os gerados no mesmo período em 2020 (83.081).

Para Robba, idosos e pessoas em tratamento enfrentam dificuldade para fazer a portabilidade e muitas vezes ficam amarrados ao plano que não conseguem mais pagar.

O tema do reajuste dos planos coletivos chegou à comissão de defesa do consumidor da Câmara dos Deputados, que vai elaborar um projeto de lei para regular o tema. A ideia é que o projeto defina regras específicas para os reajustes dos coletivos, a exemplo do que existe para os planos individuais.

Para Vera Valente, da FenaSaúde, a atual fórmula da ANS para o cálculo dos planos individuais deixa as empresas numa situação de risco porque os reajustes ficam abaixo da inflação médica.

Segundo ela, 85% das receitas das operadoras são repassados para os prestadores de serviço, como os hospitais, e pede cautela na adoção de medidas de regulação mais restritiva.

Valente diz que a maioria das operadoras (56%) são de pequeno porte e que 80% estão no interior do Brasil. Na sua opinião, essas serão as primeiras a serem impactas com uma eventual mudança no modelo de reajustes.

Pestana, da Abramge, lembra que a margem de rentabilidade das operadoras é menor do que 5% e só a última incorporação de 68 novos procedimentos e tecnologias autorizada pela ANS em abril deve trazer um impacto de custos de até 3%.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Aparelho ortodôntico transparente: descubra o valor e suas vantagens

O aparelho ortodôntico transparente é uma das principais vantagens que a tecnologia proporcionou ao âmbito tecnológico. Com o aparelho transparente o paciente ganha maior comodidade em seu tratamento, além de conseguir alcançar os mesmos bons resultados finais do que os demais modelos de aparelho ortodôntico. Saiba quais são os principais benefícios do tratamento com aparelho …

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Análise inicial do Ministério da Saúde prevê três parâmetros em estudo sobre retirada de máscaras

Uma análise inicial feita pelo Ministério da Saúde aponta três parâmetros que devem ser considerados em um possível protocolo para desobrigar, no futuro, o uso de máscaras no país.

Entre esses critérios, está a taxa de ocupação de leitos pela Covid-19, o cenário epidemiológico —como o número de novos casos e curva de contágio— e o avanço da imunização contra a doença.

O estudo, porém, não tem prazo para ser concluído, e representantes da pasta reforçam que a recomendação para uso da proteção e de outras medidas de prevenção segue mantida.

Internamente, a avaliação também é que a medida ainda deve demorar para ocorrer, diante do cenário de alto número de casos e necessidade de acelerar a vacinação.

​A análise ocorre após o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmar no início deste mês ter pedido ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, um parecer para desobrigar o uso de máscaras entre pessoas já vacinadas ou que já tinham tido infecção pela Covid —na contramão do que recomendam especialistas, que reforçam a necessidade de manter a proteção.

Na época, logo após a fala do presidente, o ministro disse que o país precisava avançar na vacinação para adotar a medida. Em seguida, porém, confirmou que a pasta faria um estudo sobre o tema e atribuiu o pedido do presidente a medidas adotadas em outros países.

“O presidente acompanha o cenário internacional e vê que em outros países onde a campanha de vacinação já avançou as pessoas já estão flexibilizando o uso das máscaras, e me pediu que fizesse um estudo para avaliar a situação aqui no Brasil”, disse. “Então vamos atender a essa demanda do presidente Bolsonaro, que está sempre preocupado em relação a pesquisas”, completou à época, em tentativa de amenizar críticas.

A análise inicial foi feita pelo Decit (departamento de ciência de tecnologia), que é ligado à secretaria de ciência e tecnologia da pasta, e apresentada nos últimos dias à secretaria-executiva.

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, confirma os critérios, mas diz que a medida não tem prazo.

“Isso foi uma primeira análise que a área técnica fez com base na revisão da literatura, e identificou que esses são basicamente os três parâmetros observados para a flexibilização dessas medidas, que é o percentual de ocupação dos leitos, o cenário epidemiológico, com a curva de contágio, e o avanço da vacinação”, afirmou à Folha.

Segundo ele, ainda não há uma definição, porém, de como seriam combinados esses critérios —nem de quando um protocolo poderia ser aplicado.

“O que vimos é que, nos locais onde já houve a flexibilização, o que os especialistas apontam é que essas são as três variáveis que devem ser observadas”, afirma ele. “Mas ainda é muito prematuro dizer quando vai acontecer. A recomendação do Ministério da Saúde ainda é a utilização das medidas não farmacológicas, como máscaras, distanciamento físico e higienização das mãos”.

Desde que assumiu o cargo, o ministro da Saúde tem reforçado em discursos a necessidade do uso de máscaras. Ao mesmo tempo, porém, Queiroga tem evitado se contrapor diretamente ao presidente quando questionado sobre a postura do chefe, que frequentemente vai a eventos sem o uso da proteção.

Neste sábado (26), por exemplo, ao participar de uma motociata em Chapecó (SC), Bolsonaro novamente promoveu aglomeração e cumprimentou apoiadores sem utilizar máscara.

Já em visita ao Rio Grande do Norte na quinta-feira (24), Bolsonaro não só não usou a proteção, como chegou a abaixar a máscara de uma criança de colo ao cumprimentar apoiadores e também incentivou uma menina de 10 anos a retirar a sua proteção contra a Covid-19 durante um ato oficial do governo.

Embora tenha dado um pontapé inicial em estudos, Queiroga tem repetido a interlocutores, quando questionado sobre o tema, que há outras prioridades à frente da pasta no momento.

Desde que foi citada pelo presidente, proposta também tem sido alvo de críticas de especialistas, que descartam qualquer espaço para a medida neste momento e reforçam que mesmo ações em outros países não têm consenso. A avaliação é que o ritmo de vacinação no Brasil ainda é baixo e que mesmo quem já foi vacinado ainda pode contrair a doença, daí a necessidade de manter o uso de máscaras.

Até o momento, 15,7% da população adulta recebeu duas doses da vacina contra a Covid-19, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Aparelho ortodôntico autoligado: por que escolher esse modelo?

Se você busca por um sorriso perfeito, muitas vezes, o aparelho odontológico é uma ótima escolha e pode ser uma excelente alternativa para conseguir isso. Entre os diversos modelos existentes, o aparelho ortodôntico autoligado está entre as melhores opções. Oferecendo inúmeras vantagens tanto para o paciente quanto para o dentista, esse recurso para deixar seus …

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