Óleo de coco emagrece mesmo?

Apesar da sua fama em dietas de emagrecimento e como alimento que ajuda a queimar gordura, não há estudos suficientes que comprovem que o óleo de coco é eficiente na perda de peso e nem no controle de outros problemas de saúde, como colesterol alto e doença de Alzheimer.

O óleo de coco é feito a partir da polpa do coco e não traz prejuízos à saúde, mas devido ao seu elevado teor de gorduras saturadas, deve ser consumido com moderação. A quantidade recomendada de uso é de 1 a 2 colheres de sopa desse óleo por dia, que deve ser consumido juntamente com uma alimentação balanceada.

Óleo de coco emagrece mesmo?

Veja a seguir a verdade para os 4 principais benefícios ligados ao óleo de coco:

1. Óleo de coco não emagrece

Apesar de alguns estudos mostrarem a eficiência do consumo de óleo de coco para emagrecer, eles foram feitos em poucas pessoas e ainda não suficientes para que este óleo seja largamente usado para ajudar na perda de peso.

Para potencializar a perda de peso, deve-se consumir cerca de 2 colheres de sopa de óleo de coco por dia, juntamente com uma dieta equilibrada com a prática de atividade física frequente.

2. Óleo de coco em excesso não controla o colesterol

Alguns estudos mostraram que o consumo excessivo de óleo de coco pode causar aumentos no colesterol total, colesterol LDL (ruim) e HDL (bom), mas em um nível menor que a manteiga, que é outra fonte de gordura saturada que também deve ser consumida com moderação.

No entanto, um grande estudo feito em mulheres mostrou que cerca de 1 colher de sobremesa de óleo de coco por dia melhorou os níveis de colesterol bom e não mudou a quantidade de colesterol ruim nem de triglicerídeos, mostrando o benefício de pequenas quantidade desse óleo na dieta.

Para melhorar ainda mais os níveis de colesterol no sangue, recomenda-se que o principal óleo a ser consumido na preparação dos alimentos seja o azeite de oliva extravirgem, que é rico gorduras insaturadas e que traz benefícios comprovados na prevenção de doenças cardiovasculares. Veja como deve ser a dieta para baixar o colesterol.

3. Óleo de coco não aumenta a imunidade

O óleo de coco também se tornou conhecido por melhor a imunidade e atuar no combate de bactérias, fungos e vírus, fortalecendo a saúde e prevenindo infecções.

No entanto, esses estudos foram feitos apenas em testes in vitro, ou seja, utilizando apenas células cultivadas em laboratório. Assim, ainda não se pode confirmar que o óleo de coco traz esses benefícios para a saúde até que novos estudos sejam feitos em pessoas. Veja outros alimentos que aumentam a imunidade.

4. Óleo de coco não combate o Alzheimer

Ainda não existem estudos em humanos que tenham avaliado os efeitos do óleo de coco no combate à depressão ou na melhoria da função cerebral de indivíduos saudáveis ou com problemas como a doença de Alzheimer.

Todos os estudos ligados a esses problemas avaliaram o óleo de coco de forma in vitro ou em testes com animais, não permitindo que seus resultados já sejam tidos como eficientes para as pessoas em geral também.

Veja outras 4 formas de usar o óleo de coco para hidratar a pele e os cabelos.

Assista ainda o vídeo seguinte e confira como usar o óleo de coco de forma saudável:

Fonte tuasaude.com

Araruta: o que é, para que serve e como usar

A araruta é uma raiz normalmente consumida em forma de farinha e que por não conter glúten é um excelente substituto da farinha de trigo para fazer bolos, tortas, biscoitos, mingau e até para engrossar sopas e molhos, especialmente no caso de sensibilidade ao glúten ou mesmo doença celíaca.

Outra vantagem no consumo da farinha de araruta é que, além de possuir, minerais como ferro, fósforo, magnésio e cálcio, ela também é rica em fibras e não contêm glúten, o que a torna uma farinha de fácil digestão e por ser muito versátil é um bom ingrediente para se ter na cozinha.

Além disso, araruta também tem sido usado no ramo da cosmética e higiene pessoal, como uma opção para quem prefere utilizar cremes veganos ou sem produtos químicos.

Araruta: o que é, para que serve e como usar

Para que serve

A araruta é rica em fibras que ajudam a regular o intestino e por isso pode ajudar no combate à prisão de ventre e diarreia, por exemplo, e nesse caso um mingau de araruta com uma bebida vegetal de aveia pode ser um bom remédio natural para diarreia.

Além disso, a farinha de araruta é fácil de consumir e por isso é uma ótima forma de variar a alimentação, na confecção de pães, bolos e até mesmo na confecção de panqueca porque substitui muito bem a farinha de trigo, por exemplo. Confira outros 10 substitutos para o trigo.

Como usar

A araruta, é uma planta versátil com muitas aplicações, como:

  • Estética: o polvilho de araruta por ser extremamente fino e de cheiro quase imperceptível atualmente tem sido usado como shampoo seco e pó translúcido para maquiagens, por pessoas que preferem opções veganas ou sem químicas;
  • Culinária: por não conter glúten, é usada no lugar de farinha e polvilho convencionais, em receitas de bolos, biscoitos, pães e para engrossar caldos, molhos e doces;
  • Higiene: seu polvilho por possuir textura aveludada e reter umidade pode ser usado como talco para bebês.

O uso da araruta para estética e higiene não apresenta danos a pele ou couro cabeludo, como alergias ou coceiras.

Tabela de informação nutricional

A tabela a seguir traz a informação nutricional da araruta no formato de farinha e polvilho:

Componentes

Quantidade por 100 g

Proteína

0, 3 g

Lípidos (gordura)

0,1 g

Fibras

3,4 g

Cálcio

40 mg

Ferro

0, 33 mg

Magnésio

3 mg

A araruta na forma de vegetal, pode ser cozida, como é feito com outras raízes como a mandioca, inhame ou a batata doce.

Receitas com araruta

A seguir apresentamos 3 opções de receitas com araruta que fornecem a sensação de saciedade, são leves, ricas em fibras e de fácil digestão.

1. Crepioca de araruta

Araruta: o que é, para que serve e como usar

Esta crepioca de araruta é uma ótima opção para o café da manhã, e lanche da tarde.

Ingredientes:

  • 2 ovos;
  • 3 colheres de polvilho de araruta;
  • sal e orégano a gosto.

Modo de fazer:

Em uma vasilha, misturar os ovos e o polvilho de araruta. Em seguida, cozinhar em frigideira, previamente aquecida e antiaderente por 2 minutos dos dois lados. Não é necessário adicionar nenhum tipo de óleo.

2. Molho bechamel

Araruta: o que é, para que serve e como usar

O molho bechamel também chamado de molho branco é usado para lasanhas, molho de massas e em pratos assados no forno. Combina com qualquer tipo de carne ou vegetais.

Ingredientes:

  • 1 copo de leite ( 250 mL);
  • 1/2 copo de água (125 mL);
  • 1 colher de sopa cheia de manteiga;
  • 2 colheres de sopa de araruta (farinha, povinho ou amido);
  • sal, pimenta – do – reino e noz-moscada a gosto.

Modo de fazer:

Derreter a manteiga em panela de ferro em fogo baixo, aos poucos adicionar a araruta, deixar dourar. A seguir, adicionar o leite aos poucos e misturar até engrossar, logo após adicione a água, cozinhar por 5 minutos em fogo médio. Acrescente os temperos a gosto.

3. Mingau de araruta

Este mingau pode ser usado para a introdução alimentar de crianças a partir de 6 meses de vida, pois é de fácil digestão.

Araruta: o que é, para que serve e como usar

Ingredientes:

  • 1 colheres de chá de açúcar;
  • 2 colheres de amido de araruta;
  • 1 xícara de leite (o que a criança já costuma consumir);
  • frutas a gosto.

Modo de preparo:

Diluir açúcar e o amido de araruta no leite, sem seguida, levar a panela e cozinhar em fogo médio por 7 minutos. Após mornar, adicionar frutas a gosto.

Este mingau de araruta também pode ser consumido por pessoas que sofrem de diarreia nervosa, o consumo é indicado para cerca de 4 horas antes que atividade que poderá causar nervosismo que desencadeia a crise de diarreia.

A farinha de araruta também pode ser encontrada no mercado com nomes como “maranta” ou “arrowroot” .

Fonte tuasaude.com

Ausência de menstruação: 8 causas comuns e quando ir ao médico

A falta da menstruação pode acontecer como consequência de diversos fatores, como prática de exercício física intenso, estresse, transtornos alimentares ou ser indicativo de gravidez, por exemplo. A ausência de menstruação está normalmente relacionada com a diminuição do estrogênio que pode impedir a ovulação e a formação do tecido do útero que descama durante a menstruação, assim pode haver alterações menstruais como ausência de fluxo ou irregularidade do ciclo.

A falta da menstruação por mais de 3 meses seguidos também acontece na pré menopausa, nos primeiros ciclos após a menarca e não volta a ocorrer após cirurgia para retirada do útero e dos ovários, não sendo uma situação preocupante, na maioria dos casos. Conheça outras causas de menstruação atrasada.

Ausência de menstruação: 8 causas comuns e quando ir ao médico

1. Gravidez

A gravidez é uma das principais causas de ausência de menstruação, já que devido à implantação do embrião no útero ocorre alterações hormonais que impedem que exista um novo ciclo menstrual. Para confirmar a gravidez é importante que seja feito o exame de beta-HCG, pois assim é também possível verificar a semana de gestação de acordo com os níveis circulantes desse hormônio. Saiba mais sobre o exame de beta-HCG.

2. Exercício físico intenso

A prática de atividade física intensa, como é realizado por maratonistas, nadadoras de competição ou ginastas, leva ao aumento dos níveis de endorfinas e ACTH no sangue, o que pode interferir nos níveis dos hormônios femininos relacionados com o ciclo menstrual, podendo resultar na falta de menstruação. Nesse caso, o ideal é reduzir a intensidade dos treinos para regular a menstruação novamente.

3. Estresse

O estresse também pode levar à falta de menstruação, pois faz com que exista aumento da quantidade de cortisol circulante, o que pode interferir no ciclo menstrual. Para solucionar essa situação, é recomendado adotar hábitos que possam ajudar a relaxar, como prática de atividade física de forma regular e sessões de psicanálise, por exemplo.

4. Distúrbios alimentares

Distúrbios alimentares como anorexia ou bulimia ou ter uma alimentação pobre em vitaminas podem também causar a falta de menstruação como consequência da desnutrição, o que interfere nos níveis hormonais. Neste caso deve-se consultar um nutricionista para adequar a alimentação, para que a menstruação volte ao normal.

Ausência de menstruação: 8 causas comuns e quando ir ao médico

5. Alterações da tireoide

Alterações no funcionamento da glândula tireoide, como hiper ou hipotireoidismo, podem também ter como consequência da falta de menstruação, já que influenciam os níveis de estrogênio e progesterona circulantes. Se esta for uma suspeita, o médico deve solicitar no exame de sangue os hormônios da tireoide e receitar os medicamentos adequados se for necessário.

6. Uso de medicamentos

Alguns medicamentos, como corticoides, antidepressivos, quimioterapia, anti-hipertensivos ou imunossupressores podem ter como efeito colateral a ausência de menstruação. Neste caso pode-se tentar utilizar outro medicamento que não tenha este efeito colateral ou avaliar o risco/benefício do uso deste medicamento, mas apenas por indicação do médico.

7. Doenças do aparelho reprodutor

A presença de ovários policísticos, endometriose, mioma ou tumores no sistema reprodutor podem resultar na alteração do ciclo menstrual, uma vez que são situações em que há grande variação dos níveis dos hormônios femininos. Nesses casos, para a menstruação voltar ao normal, é importante seguir o tratamento recomendado pelo ginecologista.

8. Alterações no funcionamento do cérebro

Algumas alterações cerebrais, como como mau funcionamento da hipófise e hipotálamo, também podem causar a ausência de menstruação, isso porque essas estruturas estão relacionadas com a produção e ativação de hormônios. 

Ausência de menstruação: 8 causas comuns e quando ir ao médico

Quando ir ao ginecologista

É necessário ir ao ginecologista quando:

  • A menina não tenha sinais de puberdade até aos 13 anos, como falta de crescimento de pelo pubiano ou axilar, não crescimento dos seios e não arredondamento dos quadris;
  • Caso a menstruação não desça até aos 16 anos;
  • Se, além da ausência da menstruação, a mulher apresentar outros sintomas como batimentos cardíacos acelerados, ansiedade, suores, emagrecimento;
  • Quando a mulher, tem mais de 40 anos e não tem menstruação há mais de 12 meses e já rejeitou a chance de gravidez ou tem a menstruação irregular.

Em qualquer um dos casos a mulher deve ir ao ginecologista que pode indicar a necessidade de fazer exames de sangue ou realizar uma ecografia, para avaliar os valores hormonais e excluir a existência de algum problema ou doença, nos ovários, tireoide ou nas glândulas supra-renais. Veja mais detalhes sobre quando ir ao ginecologista.

Fonte tuasaude.com

Um em cada 3 profissionais de saúde é a favor de terapias sem eficácia contra a Covid no SUS, diz estudo

No Brasil, um em cada três profissionais de saúde (33,7%) acredita que o SUS deve utilizar tratamentos contra a Covid-19 mesmo que não haja a comprovação da eficácia em pacientes.

Os dados são da quarta fase de uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Fiocruz e a Rede Covid-19 Humanidades. Foram feitas entrevistas virtuais com 1.829 profissionais da saúde pública no Brasil, incluindo médicos, profissionais de enfermagem, agentes comunitários, fisioterapeutas, dentre outros, entre os dias 1 e 20 de março de 2021.

Na terceira etapa, a parcela de profissionais de saúde que defendia o uso de medicamentos sem comprovação de eficácia era similar (32%).

Os agentes comunitários são os que mais defendem o seu uso no SUS (40,2%), mas são seguidos pelos profissionais de enfermagem, com 34,3%, enquanto 22,2% dos médicos defendem essa posição.

A pesquisa não é representativa de toda a sociedade por não fazer uma amostra probabilística da população, mas traz alguns aspectos interessantes sobre as percepções da pandemia nessa categoria.,

Pela primeira vez a pesquisa questionou a opinião dos profissionais sobre vacinação é inédita, já que nas etapas anteriores os imunizantes contra a Covid-19 ainda não estavam disponíveis.

Dois em cada três profissionais disseram acreditar que a vacinação contra Covid-19 deve ser obrigatória.

Quando os resultados são desagregados por profissão, a visão que a vacina é uma escolha individual e não deve ser obrigatória é maior entre os agentes comunitários de saúde (42,8%), em comparação com os enfermeiros (27,3%) e médicos (18,2%).

Para Gabriela Lotta, pesquisadora de administração pública e coordenadora do Núcleo de Estudos da Burocracia da FGV, que lidera a pesquisa, surpreende a rejeição de 33% dos profissionais à obrigatoriedade das vacinas por um terço dos profissionais de saúde. “É ainda mais chocante quando pensamos nos 43% dos agentes comunitários de saúde, porque se tem uma coisa que é constantemente dita na saúde pública é como as vacinas são ferramentas importantes de controle de doenças, e são esses os profissionais que vão até as casas das famílias orientar sobre vacinas.”

Lotta explica ainda que a narrativa criada no país em torno da defesa do tratamento precoce, seja pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), seja pelo Ministério da Saúde, pode sustentar em parte a parcela de profissionais de saúde que viam um benefício no “kit Covid”.

Ainda, muitos desses profissionais receberam em seus locais de trabalho orientações para uso desses medicamentos.

Contrariamente, 87% dos participantes disseram ter sido vacinados pelo menos uma dose da vacina, o que condiz com o fato de os profissionais de saúde, principalmente os que atuam na linha de frente de combate à Covid-19, terem sido incluídos nas primeiras fases de vacinação no país.

Mesmo com as primeiras doses do imunizante, quase 9 em cada 10 profissionais da área da saúde relatam ter medo da Covid-19. Segundo o estudo, não há variação dessa percepção de acordo com a região, o que indica um sentimento generalizado de medo e insegurança por toda essa categoria em todo o país.

Nesse contexto, faz sentido que muitos dos profissionais tenham medo não apenas de se infectar, mas também de passar para seus familiares, visto que 96,6% dos entrevistados disseram conhecer algum colega com suspeita ou diagnóstico de Covid-19, e cerca de um terço (31,2%) diz já ter sido infectado.

Segundo dados do boletim epidemiológico do Ministério da Saúde do dia 4 de março de 2021, foram notificados mais de 144 mil casos de suspeita de Covid-19 entre profissionais de saúde em todo o país, dos quais 39 mil foram confirmados. De longe, a profissão mais suscetível à Covid-19 é a de enfermagem, com o maior registro de casos confirmados —cerca de 30%, ou quase 12 mil casos.

Além de serem os mais vulneráveis para contrair a doença, os profissionais de enfermagem são também os que relatam sofrer mais assédio moral durante a pandemia (24,4%), condicionado muitas vezes a trabalhar ou realizar tarefas sob pressão.

A pesquisa identificou também um problema já reportado anteriormente: a de que 8 em cada 10 dos entrevistados teve sua saúde mental negativamente afetada pela pandemia, sendo que apenas 19% receberam algum tipo de apoio psicológico.

“Nós estamos expondo profissionais a problemas de saúde física e mental sem dar apoio algum, exigindo um trabalho sem parar, há doze meses, e sem perspectiva de melhora”, diz.

No pior momento da pandemia, isso agravou a sensação de medo (58,8%), cansaço (57,7%), solidão (26,8%) e desesperança (26,6%). Com todo esse sentimento de esgotamento e ansiedade, ainda há uma parcela significativa (mais de 70% dos profissionais) que diz não ter recebido nenhum tipo de treinamento sobre a melhor forma de agir no atendimento à Covid-19.

A percepção é, portanto, de falta de apoio do governo nas três esferas, embora tenha havido uma piora significativa na esfera federal (de 34,2% na terceira rodada para 75,2% na nova etapa). “Foi a primeira vez também que recebemos críticas da postura do Bolsonaro frente à Covid-19”, afirma.

Por fim, se há desigualdade na pandemia e ela já foi documentada em diversas formas, como maior número de mortes entre negros, ela também atua nos profissionais de saúde, que são em sua maioria mulheres e negras, nas categorias de agentes comunitárias e profissionais de enfermagem (80%), e homens e mulheres brancos entre os médicos (78,8%).

“Aqui se soma raça, gênero e profissão, que é naturalmente vinculada também à raça e gênero, com as mulheres negras mais presentes em profissões com salários mais baixos, menos valorizadas socialmente, e a combinação desses fatores faz com que estas mulheres negras sejam submetidas a condições piores na pandemia em relação às mulheres brancas, que por sua vez estão submetidas a condições piores que os homens brancos”, afirma Lotta.​

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Doria confirma liberação de insumos da China para produção da Coronavac no Butantan

O governador de São Paulo João Doria (PSDB) anunciou nesta quinta-feira (8) a liberação de uma nova remessa de IFA (ingrediente farmacêutico ativo) da vacina Coronavac, desenvolvida na farmacêutica chinesa Sinovac, na madrugada da última quarta para quinta-feira.

A remessa contendo a matéria-prima necessária para o envase e produção do imunizante no Brasil foi liberada na China. A expectativa é de sua chegada até o dia 20 de abril para o Instituto Butantan.

Na última quarta-feira (7), o instituto teve que parar a produção do imunizante por falta de insumo, mas afirmou que a entrega das doses já prontas não foi alterada.

“Ontem saíram notícias que o Butantan estaria com a produção paralisada de sua vacina, não é verdade; o Butantan está entregando a vacina dentro dos prazos previstos, e tivemos a boa notícia [nesta madrugada] da autorização do embarque de mais 3.000 litros de IFA para a produção da vacina do Butantan nas instalações do instituto em São Paulo”, disse o governador.

Ainda, até o dia 19 de abril serão entregues 3,2 milhões de doses que já estão sendo produzidas no instituto com a matéria-prima existente.

O anúncio foi feito ao lado do diretor do Butantan, Dimas Tadeu Covas, que afirmou esperar ainda uma nova remessa de mais 3.000 litros para a próxima semana.

“Com isso, iremos cumprir nossos compromissos com o povo brasileiro de fornecimento das vacinas”, afirmou Covas.​

Os 3.000 litros de IFA serão suficientes para produzir 5 milhões de novas doses da Coronavac. Com a segunda remessa, com chegada prevista também até o dia 20 de abril, serão fornecidas no total 10 milhões de doses do imunizante.

Desde janeiro, já foram entregues 38,2 milhões de doses da Coronavac ao Ministério da Saúde para o Programa Nacional de Imunização (PNI). Hoje, cerca de 8 em cada 10 doses aplicadas da vacina contra Covid-19 no país é da Coronavac.

Com a chegada da matéria-prima para a produção de mais 10 milhões de doses, o Butantan irá atingir o número de doses prometidas no primeiro acordo com a pasta da saúde, de 46 milhões de doses até o final de abril.

Até o momento, foram distribuídas 43.333.356 doses aos estados e municípios pelo PNI, segundo dados do Ministério da Saúde. Já receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19 no Brasil 21.445.683 pessoas.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

Pomada Minancora: o que é, para que serve e como usar

A Minancora é uma pomada com ação antisséptica, antipruriginosa, suavemente analgésica e cicatrizante, que pode ser usada para prevenir e tratar feridas, frieiras, escaras ou picadas de inseto. Esta pomada tem como princípios ativos o óxido de zinco, cloreto de benzalcônio e cânfora. 

Além da Minancora tradicional, o mesmo laboratório possui também um creme específico para o combate de cravos e espinhas, conhecido como Minancora Action.

Pomada Minancora: o que é, para que serve e como usar

Para que serve

A pomada tradicional Minancora pode ser usada para secar as espinhas, frieiras, assaduras, pequenas queimaduras e escaras. Está também indicada para ajudar no tratamento de picadas de insetos, urticária e pequenos ferimentos na pele como cortes no barbear. Também pode ser usada como desodorante porque previne o mau cheiro nas axilas e dos pés e evita o ressecamento da pele.

Já o creme Minancora Action é indicado para o tratamento de cravos e espinhas.

Minancora clareia a pele?

A pomada Minancora não foi desenvolvida para clarear a pele, no entanto, tanto a pomada como o creme Minancora Action, devido à sua ação anti-inflamatória, podem diminuir algumas manchas causadas por inflamações na pele, como espinhas, por exemplo. No entanto, manchas de outro tipo ou mais antigas poderão não sofrer qualquer alteração.

Confira os principais tratamentos e opções caseiras que ajudam a clarear a pele.

Como usar

  • Para cicatrizar pequenas feridas: É indicado aplicar uma camada fina de pomada na pele, o suficiente para cobrir a região afetada, 2 vezes ao dia. Antes de aplicar a pomada, a pele deve ser bem lavada e seca e não é aconselhado passar a pomada diretamente sobre feridas abertas porque pode causar irritação, coceira e vermelhidão.
  • Para combater o mau cheiro dos pés: Depois do banho secar completamente os pés, especialmente por entre os dedos aplicar uma pequena quantidade do creme Minancora alívio para os pés, até que o produto seja completamente absorvido pela pele e só calçar meias depois da pele estar seca.
  • Como desodorante de axilas: Depois do banho, secar as axilas e aplicar uma pequena quantidade da pomada nesta região. Seu uso regular também ajuda a clarear as axilas.
  • Para secar espinhas: Usa o creme da linha Minancora Action ao invés da pomada. Deve-se começar lavando o rosto com o sabonete facial e fazer uma esfoliação na pele usando a esponja esfoliante, secar o rosto a seguir e aplicar um creme facial hidratante.

Principais efeitos colaterais 

Os efeitos colaterais são muito raros, porém pode ocorrer ardência, vermelhidão, coceira, formação de bolhas e descamação da pele. 

Quando não se deve usar

Todos os produtos Minancora estão contraindicados para crianças com menos de 2 anos de idade e pessoas com hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. 

Fonte tuasaude.com

9 principais causas de dor ao urinar e o que fazer

A dor ao urinar, conhecida por disúria, geralmente é causada por uma infecção urinária e é um problema muito comum em mulheres, principalmente durante a gravidez. No entanto, também pode acontecer em homens, crianças ou bebês, podendo ser acompanhada de outros sintomas como ardência ou dificuldade em urinar.

Além da infeção urinária, a dor ao urinar também pode surgir quando existem problemas como hiperplasia benigna da próstata, inflamação do útero, tumor na bexiga ou quando se tem pedras nos rins, por exemplo.

Assim, para se fazer o diagnóstico correto e iniciar o tratamento mais adequado, é necessário ir no ginecologista ou no urologista que, segundo os sintomas descritos pelo paciente e uma avaliação clínica adequada, poderá indicar a realização de exames de diagnóstico, como exame de urina.

9 principais causas de dor ao urinar e o que fazer

A dor ao urinar pode surgir devido a diversos problemas como:

1. Cistite

A cistite é uma infecção urinária que afeta a bexiga e que causa outros sintomas como vontade frequente para urinar, sensação de ardor, presença de sangue na urina, febre, mal-estar geral e urina turva ou escura. Saiba reconhecer os sintomas de cistite.

O que fazer: Nesse caso é importante que o urologista ou nefrologista seja consultado para que possa ser confirmado o diagnóstico e ser iniciado o tratamento mais adequado, sendo normalmente recomendado o uso de antibióticos de acordo com o microrganismo responsável pela infecção.

2. Pielonefrite

A pielonefrite é uma infeção do sistema urinário normalmente causada por bactérias na bexiga que podem atingir os rins, causando inflamação e infecção, havendo febre, dor no fundo das costas e urina com mau cheiro.

O que fazer: O tratamento para pielonefrite deve ser feito com antibióticos e é importante que seja feito de acordo com a orientação do médico, mesmo que não existam mais sintomas, isso porque caso a bactéria permaneça no sistema urinário, é possível que surjam complicações. Veja como deve ser feito o tratamento da pielonefrite.

3. ​Uretrite

A uretrite trata-se de uma infeção urinária que compromete apenas a uretra, gerando sintomas como vontade frequente para urinar, coceira na uretra ou dificuldade para urinar. Conheça outros sintomas de uretrite.

O que fazer: Nesse caso é importante que o tratamento seja orientado pelo urologista para que sejam evitadas complicações, como a pielonefrite, por exemplo.

4. Cervicite ou vulvovaginite

A cervicite e a vulvovaginite são inflamações do útero ou da vulva, o que acontece na maioria das vezes como consequência de infecções por fungos, vírus ou bactérias, sendo acompanhada de outros sintomas como corrimento amarelado, febre acima de 38ºC e sangramento vaginal.

O que fazer: É importante que seja identificada a causa da vulvovaginite para que o ginecologista indique o tratamento mais indicado, que normalmente é feito com antibióticos, anti-fúngicos ou antivirais de acordo com a causa da cervicite e da vulvovaginite. Entenda como é feito o tratamento para essas situações.

5. Pedra nos rins

A pedra nos rins, também chamada de cálculo renal, é uma massa semelhante a pedras que podem-se formar em qualquer local do sistema urinário, criando dificuldade e dor para urinar. Além disso é comum que exista dor na região lombar e presença de sangue na urina.

O que fazer: No caso de pedra nos rins, é importante que a pessoa adote algumas atitudes para favorecer a eliminação da pedra através da urina, sendo recomendado beber bastante água, principalmente. No entanto, em alguns casos o médico pode indicar o uso de medicamentos que ajudem a aliviar os sintomas e a eliminar as pedras. Veja como deve ser o tratamento para pedra nos rins.

9 principais causas de dor ao urinar e o que fazer

6. Pedra na bexiga

A presença de pedras nas bexiga também podem causar dor ao urinar, principalmente quando são grandes e dificultam a passagem da urina. Além disso, é comum também que exista dor na parte de baixo do abdômen, urina turva e com sangue e, no caso dos homens, dor no pênis.

O que fazer: É importante que o urologista seja consultado para que possam ser feitos exames que ajudem a identificar o tamanho da pedra e, assim, ser indicada a melhor forma de eliminação, seja por meio do uso de medicamentos que ajudam a fragmentar a pedra e favorecer a sua eliminação, ou através de um procedimento cirúrgico.

7. Infecções sexualmente transmissíveis

Infecções sexualmente transmissíveis, ou ISTs, como gonorreia ou clamídia podem ocorrer tanto em homens como em mulheres e gera sintomas como corrimento esverdeado, queimação na uretra e febre, além de dor ao urinar.

O que fazer: É importante que a pessoa consulte o urologista ou ginecologista para que sejam feitos exames que permitam identificar o microrganismo responsável pela infecção e, assim ser indicado o tratamento mais adequado. Além disso, é importante que o preservativo seja utilizado em toda relação sexual, sendo também recomendado que o (a) parceiro (a) também faça o tratamento mesmo que não apresente sinais ou sintomas de infecção.

8. Hipertrofia benigna da próstata

A hipertrofia benigna da próstata caracteriza-se pelo aumento da próstata do homem que, além da dor, pode causar dificuldade para urinar e vontade frequente de ir no banheiro. Segundo alguns estudos, não existe uma relação clara entre o tamanho da próstata e a frequência e gravidade dos sintomas. A raça, a alimentação e a história familiar podem ter influência no desenvolvimento da doença.

O que fazer: Nesse caso, o tratamento deve ser indicado pelo urologista, que leva em consideração idade do homem, tamanho da próstata e sintomas apresentados. Assim, de acordo com o caso pode ser indicado o uso de remédios que diminuem os sintomas e o tamanho da próstata, ou realização de procedimento cirúrgico.

9. Câncer

O crescimento de um tumor na bexiga, no útero ou na próstata pode causar dor ao urinar e outros sintomas como dor constante, sangue na urina, perda de peso sem causa aparente ou cansaço excessivo, por exemplo.

O que fazer: Caso seja confirmada a presença de câncer, pode ser indicado a realização de cirurgia seguida de realização de quimio e radioterapia e o uso de medicamentos imunossupressores, de acordo com a orientação do oncologista.

Uma vez que todas as causas têm sintomas muito semelhantes, a melhor forma de identificar o problema é ir ao ginecologista ou urologista para fazer exames à urina, exames de sangue, ultrassom à bexiga, exame ao útero e vagina, toque retal, ecografia ginecológica ou abdominal, por exemplo.

Fonte tuasaude.com

Empresa de CBD pode perder patente sobre óleo de Cannabis

A farmacêutica nacional Prati-Donaduzzi pode perder a patente do óleo de CBD (canabidiol), conquistada em fevereiro. Na terça-feira (6), o Inpe (Instituto de Propriedade Industrial) recomendou a nulidade do documento. Publicado na revista do órgão, o parecer é uma resposta aos processos administrativos instaurados contra a patente (BR-112018005423-2) da citada empresa em parceria com a Universidade de São Paulo.

Em dezembro, foram registrados três processos administrativos internos contra a patente da Prati. O primeiro, no dia 18, de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e de Antônio Luiz Marchioni, o padre Ticão, da Paróquia São Francisco de Assis –que faleceu em janeiro. Líder comunitário da Zona Leste de São Paulo, o pároco ganhou notoriedade por organizar cursos sobre a Cannabis medicinal com o auxílio de professores da Universidade Federal de São Paulo. Já o deputado é presidente da Comissão Especial de Cannabis Medicinal na Câmara dos Deputados.

Padre Ticão e o deputado Paulo Teixeira na igreja de São Francisco de Assis, na Zona Leste de São Paulo. (Foto: arquivo pessoal/ Paulo Teixeira)

Em 23 de dezembro, a Herbarium Laboratório Botânico entrou com o segundo pedido de nulidade e a advogada especialista em direito intelectual Letícia Provedel, com o terceiro. Ativistas, médicos e legisladores da Cannabis medicinal não entendiam como um óleo extraído de um fitoterápico poderia ser objeto de patente. Qual seria o pulo do gato neste processo de extração considerado simples pelos especialistas?

“A Prati pretende monopolizar a produção e a distribuição do canabidiol no mercado nacional” diz a psiquiatra Eliane Nunes, diretora da SBEC (Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis Sativa). “O processo de extração do óleo da planta é simples. Por isso muitas donas de casa, mães de pacientes, conseguem produzi-lo artesanalmente a partir da flor da Cannabis”, diz Nunes, que tem o projeto Mães Jardineiras, que ensina as técnicas de plantio da Cannabis medicinal.

A psiquiatra Eliane Nunes: defesa pela acessibilidade do medicamento de Cannabis. (Foto: Divulgação)

Em paralelo, o Ministério da Saúde analisa a possibilidade de incorporar o CBD isolado na concentração de 200 mg/ml  da Prati, indicado para o controle da epilepsia refratária (R$ 2,5 mil, o vidro com 30 ml). Um movimento que foi questionado anteriormente pelos deputados envolvidos no PL 399/2015, que regula o cultivo e o comércio da Cannabis medicinal, o relator Luciano Ducci (PSB-PR) e Paulo Teixeira.  A empresa paranaense é a única com registro sanitário da Anvisa (Agência de Vigilância Nacional), que permite a comercialização do produto na mercado nacional. Nos EUA, um vidro de óleo de CBD varia de U$ 40 a US$ 100.

Segundo ela, “a patente impede que produtos semelhantes sejam desenvolvidos no Brasil, por exemplo, pelas Farmácias Vivas. Como o governo pretende colocar o CBD no SUS, ele ficaria restrito à Prati” As partes envolvidas no processo de nulidade têm 60 dias para se pronunciarem.

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

É provável que fase emergencial seja estendida ‘por mais algum tempo’, diz comitê de contingência de SP

O comitê de contingência do governo de São Paulo indicou que a fase emergencial provavelmente será estendida.

A fase emergencial, que inclui maior restrição até a serviços essenciais, está prevista para terminar no dia 11. Na próxima sexta-feira (9), deve ser tomada a decisão final sobre o assunto.

No entanto, o coordenador do comitê já adiantou que as restrições atuais tendem a continuar.

“O centro de contingência está discutindo a situação. De fato felizmente conseguimos uma desaceleração, já há esses indicadores de melhora e que devem prosseguir. Estamos discutindo a necessidade da extensão ou não da fase emergencial, isso vai ser feito até sexta-feira. É bem provável que nós continuemos com níveis de restrição que temos hoje por mais algum tempo, mas vamos aguardar os próximos dias”, disse o médico Paulo Menezes, do comitê.

A fase emergencial, na prática, inclui o fechamento de escolas e medidas mais restritivas para comércios —por exemplo, restaurantes não podem vender para que pessoas retirem no local, apenas no modelo delivery. Há também um toque de recolher das 20h às 5h, onde as pessoas podem ser abordadas para orientação em todo o estado (veja detalhes abaixo para todos os setores).

A fase emergencial foi iniciada em 15 de março. Antes disso, a partir de 3 de março, o estado estava na fase vermelha do Plano São Paulo.

Segundo o governo, no dia 28 houve a primeira queda no número de internados. Segundo João Gabbardo, coordenador executivo do comitê de contingência, na terça (6) houve desaceleração de internados de UTI, com número de novas internações menor do que o de altas.

O índice de isolamento no estado é de 43%. ​ ​

O governo Doria afirmou que o estado colhe frutos do isolamento social conseguido nas fases emergencial e vermelha. A taxa de ocupação das UTIs, depois de 21 dias, ficou abaixo de 90%: 89,8%.

“Os internados também têm um simbolismo muito grande. Estamos com 12.941. Tínhamos mais de 13.500 pessoas internadas na semana passada, mostrando a redução do número daqueles que internam”, disse o secretário da Saúde, Jean Gorinchteyn.

Segundo o secretário, nesta semana, houve redução de 2,4% no número de casos, internações caíram 5,4%. Ele disse que, comparativamente entre domingo e quarta desta semana e da anterior, houve queda de internações de quase 21%.

Nesta quarta, o estado de São Paulo registrou 79.443 mortes por coronavírus.

VEJA COMO FUNCIONAM AS ATIVIDADES

Escritórios em geral e atividades administrativas – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

Comércio de material de construção – Proibido o funcionamento e atendimento presencial, mas ficam liberados os serviços de retirada por clientes com veículo (drive-thru) e entrega na casa do comprador (delivery).

Estabelecimentos comerciais (comércio em geral) – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

Repartições de administração pública – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

Restaurantes, bares e padarias – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local. Mercearias e padarias podem funcionar seguindo as regras de supermercados, com proibição de consumo no local.

Transporte coletivo – Recomendação de escalonamento de horário para os trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são de entrada das 5h às 7h e saída das 14h às 16h para profissionais da indústria, entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

Educação estadual – Unidades abertas para distribuição de merenda a alunos carentes e entrega de materiais mediante agendamento prévio.

Comércio de produtos eletrônicos – Somente entrega (delivery) e retirada de automóvel (drive-thru), com proibição de retirada de produtos no local.

Serviços de tecnologia da informação – Obrigatoriedade de teletrabalho (home office).

Supermercados – Recomendação de escalonamento de horário para os funcionários utilizarem o transporte público para irem ao trabalho (entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h).

Hotelaria – Proibição de funcionamento de restaurantes, bares e áreas comuns dos hotéis. Alimentação permitida somente nos quartos.

Esportes – Atividades coletivas profissionais e amadoras suspensas.

Telecomunicações– Teletrabalho (home office) obrigatório para funcionários de empresas de telecomunicação.

Atividades religiosas – Proibição de realização de atividades coletivas como missas e cultos, mas permissão para que templos, igrejas e espaços religiosos fiquem abertos para manifestações individuais de fé.

Fonte: Governo de SP

Fonte folha.uol.com.br/equilibrioesaude

10 principais causas da obesidade e como combater

As causas da obesidade envolvem sempre o excesso de alimentação e a falta de atividade física, no entanto também outros fatores que podem estar envolvidas e que fazem com que seja mais fácil aumentar de peso.

Alguns desses fatores incluem a predisposição genética, os distúrbios hormonais, os problemas emocionais, a diminuição dos níveis de dopamina e, até mesmo, a infecção por um vírus específico.

10 principais causas da obesidade e como combater

Assim, as principais causas da obesidade e como combater cada uma delas são:

1. Predisposição genética

A genética está envolvida na causa da obesidade, principalmente quando os pais são obesos, porque quando tanto o pai, como a mãe são obesos, o filho tem 80% de chances de desenvolver a obesidade. Quando somente 1 dos pais é obeso, esse risco diminui para 40% e quando os pais não são obesos o filho tem apenas 10% de chance de ser obeso.

Mesmo que os pais sejam obesos, os fatores ambientais tem grande influência no aumento do peso. No entanto, pode ser mais difícil um adolescente ou adulto que é obeso desde a infância conseguir se manter no peso ideal porque ele possui uma maior quantidade de células que armazenam gordura, e que facilmente ficam cheias.

O que fazer para emagrecer: A prática de exercícios diários e a alimentação pobre em gordura deve fazer parte da rotina. Remédios para emagrecer podem ser recomendados pelo endocrinologista, mas com força de vontade é possível chegar ao peso ideal, mesmo sem ter que recorrer a cirurgia bariátrica.

2. Alterações hormonais

Doenças hormonais raramente são a causa exclusiva da obesidade, mas cerca de 10% das pessoas que tem alguma destas doenças, tem maior risco de ser obesa: síndrome
hipotalâmica, síndrome de Cushing, hipotireoidismo, síndrome dos ovários policísticos, pseudo-hipoparatireoidismo, hipogonadismo, deficiência de hormônios do crescimento, insulinoma e hiperinsulinismo.

No entanto, é preciso levar em consideração que sempre que a pessoa está acima do peso existem alterações hormonais envolvidas, mas nem sempre isso indica que esta é a cauda da obesidade. Porque com a redução do peso estas alterações hormonais podem ser curadas, sem a necessidade de medicamentos.

O que fazer para emagrecer: Controlar a doença que esteja envolvida no excesso de peso, e fazer uma dieta de reeducação alimentar e praticar exercícios diariamente. 

3. Distúrbios emocionais

A perda de uma pessoa próxima, de um emprego ou uma notícia ruim podem levar a um sentimento de tristeza profunda ou até mesmo depressão, e estas favorecem um mecanismo de recompensa porque comer é prazeroso, mas como a pessoa se sente triste na maior parte do tempo, não encontra energia para se exercitar, para poder gastar as calorias e a gordura que ingeriu à mais num momento de angústia e dor.

O que fazer para emagrecer: É importante buscar ajuda de amigos, familiares ou de um terapeuta para vencer essa tristeza ou depressão, encontrando nova motivação para viver. Fazer exercícios, ainda que não tenha muita vontade, é uma excelente estratégia porque o esforço físico libera endorfinas na corrente sanguínea, que promove a sensação de bem-estar. Comer alimentos ricos em triptofano diariamente também é uma boa ajuda. Mas além disso, também é aconselhado não afogar as mágoas numa panela de brigadeiro, no fast food ou um pote de sorvete, e lembrar de ter sempre uma alimentação com poucas calorias para poder realmente queimar a gordura acumulada.

10 principais causas da obesidade e como combater

4. Remédios que engordam

O uso de remédios hormonais e corticoides também favorecem o aumento de peso e podem promover a obesidade porque incham e podem levar ao aumento do apetite. Alguns remédios que engordam são diazepam, alprazolam, corticosteroides, clorpromazina, amitriptilina, valproato de sódio, glipizida e até mesmo a insulina. 

O que fazer para emagrecer: Se possível, deve parar de tomar o medicamento, mas so orientação médica, caso não seja possível trocar o remédio por outro, a solução será comer menos e fazer mais exercícios.

5. Infecção pelo vírus Ad-36

Existe uma teoria de que a infecção pelo vírus Ad-36 esteja entre as causas da obesidade porque esse vírus já foi isolada em animais como galinhas e ratos e foi observado que as contaminadas acabam acumulando mais gordura. O mesmo foi observado em humanos mas não há estudos suficientes para comprovar de que forma ele influencia na obesidade. O que se sabe é que os animais infectados tinham mais células de gordura e estas estavam mais cheias e com isso enviavam sinais hormonais para que o organismo acumule e armazene mais gordura.

O que fazer para emagrecer: Ainda que esta teoria seja confirmada para emagrecer será necessário gastar mais calorias do que ingere. Isso apenas indica o nível de dificuldade que a pessoa pode ter para emagrecer e se manter no peso ideal.

6. Diminuição da dopamina

Outra teoria é a de que pessoas obesas tenham menos dopamina, um neurotransmissor fundamental para se sentir bem e saciado, e com a sua diminuição a pessoa acaba comendo mais aumentando a ingestão de calorias. Acredita-se ainda que mesmo que a quantidade de dopamina esteja normal, a sua função possa estar comprometida. Ainda não está confirmado se essa diminuição da dopamina no cérebro é causa ou consequência da obesidade.

O que fazer para emagrecer: Nesse caso o segredo está em aumentar a produção de dopamina fazendo exercícios e comendo alimentos como ovo cozido, peixes e semente de linhaça, que aumentam a serotonina e a dopamina sendo responsáveis por dar a sensação de prazer e bem-estar no organismo. O endocrinologista poderá indicar ainda o uso de remédios para emagrecer, que diminuem a apetite para que seja mais fácil cumprir a dieta.

7. Alterações nos níveis de leptina e grelina

Leptina e grelina são dois hormônios importante para regular o apetite e, por isso, quando seu funcionamento não está devidamente regulado a pessoa pode sentir mais fome que o normal, acabando por comer uma maior quantidade de comida, e mais vezes durante o dia.

A leptina é responsável por diminuir o apetite e é produzida pelas células de gordura para indicar ao corpo que já não precisa comer em grande quantidade. Isso significa que, quanto mais células de gordura a pessoa tem, mais grelina será produzida. No entanto, nos obesos é comum que os receptores de grelina deixem de funcionar corretamente, o que faz com que a sensação de saciedade nunca chega ao cérebro, fazendo com que a pessoa continue sentindo muito apetite.

Já a grelina é produzida no estômago quando está vazio e indica quando a pessoa precisa comer mais, porque ela aumenta o apetite. Estudos em obesos confirmaram que algumas pessoas, mesmo após comer muito, continuam produzindo uma elevada quantidade de grelina, o que faz com que a pessoa fique sentindo fome toda a hora.

O que fazer para emagrecer: Ainda que se possa confirmar pelo exame de sangue alguma alteração no mecanismo de leptina e grelina, a solução para emagrecer será comer menos e se exercitar mais. No entanto, nesse caso pode ser preciso tomar remédios para controlar o apetite. Veja quais são os remédios para emagrecer que o endocrinologista poderá indicar.

10 principais causas da obesidade e como combater

8. Falta de atividade física

A falta de atividade física diária é uma das principais causas da obesidade porque fazer exercícios que fazem suar a camisa, durante pelo menos, 40 minutos todos os dias é a melhor forma de queimar as calorias ingeridas ou a gordura acumulada. Ao ser sedentário o corpo não consegue queimar todas as calorias ingeridas através da alimentação e o resultado disso é o acumulo de gordura na região da barriga, braços e pernas, mas quanto mais peso a pessoa tiver mais áreas são preenchidas com gordura, como as costas, embaixo do queixo, e nas bochechas.

O que fazer para emagrecer: A única saída é deixar de ser sedentário e fazer alguma atividade física todos os dias. Quem não gosta de academia, deve fazer uma caminhada pela rua, por exemplo. Mas o ideal é tornar isso um hábito e para que seja agradável e não um momento de puro sofrimento, deve escolher uma atividade física que goste muito mas que seja suficiente para se mexer e suar a camisa. Quando a pessoa está acamada e não pode se mexer ou é muito idosa, a única forma de perder peso será através da alimentação.

9. Alimentação rica em açúcar, gordura e carboidratos

O consumo exagerado de alimentos ricos em açúcar,  gordura e carboidratos é a principal causa da obesidade porque mesmo que a pessoa tenha outros fatores envolvidos, não haverá acumulo de gordura se a pessoa não comer. Se a pessoa tem um metabolismo baixo, maiores serão as chances de acumular gordura, e nesse caso a saída é comer menos, mas se a pessoa tem um metabolismo mais rápido, pode comer mais e não engordar, mas estas não são a maior parte da população. A compulsão alimentar que é quando a pessoa come muito em poucos minutos também é uma das grandes causas da obesidade mas em todo caso a comida pode ser um refúgio quando suas emoções não estão bem controladas.

O que fazer para emagrecer: Fazer uma restart no cérebro, decidir se alimentar bem e seguir uma reeducação alimentar é fundamental para conseguir deixar de ser obeso. Não é preciso passar fome, mas tudo o que comer deve ser simples, sem molhos, sem gordura, sem sal e sem açúcar, com pouca quantidade de carboidratos. Sopas de legumes, saladas de frutas são sempre bem-vindas e são proibidas todas as guloseimas. Para conseguir manter a dieta e deixar de ser obeso o mais importante é encontrar motivação. Escrever num caderno os motivos que te fazem querer emagrecer é uma excelente estratégia. Colar esses motivos na parede, um espelho ou onde esteja vendo constantemente pode ser de grande ajuda para se sentir sempre motivado para manter o foco e realmente emagrecer.

10. Outras causas comuns

Outros fatores que também favorecem o aumento de peso e podem estar relacionados com a obesidade são:

  • Parar de fumar porque a nicotina que diminuía o apetite deixa de estar presente, favorecendo o aumento da ingestão de calorias;
  • Tirar férias porque isso muda a rotina diária e a alimentação tende a ser mais calórica nessa fase;
  • Parar de fazer exercícios porque o metabolismo do corpo abaixa rapidamente, embora o apetite se mantenha o mesmo e com isso mais gordura acaba sendo acumulada;
  • Gravidez, devido as alterações hormonais nesse fase, associada a ansiedade e a ‘permissão’ da sociedade para comer por dois, o que na verdade não está correto.

Em todo caso, o tratamento para obesidade envolve sempre dieta e exercícios, mas o uso de medicamentos para emagrecer pode ser uma opção, especialmente para quem precisa fazer uma cirurgia bariátrica, por exemplo, para diminuir os riscos da cirurgia. 

O que não funciona para emagrecer

A principal estratégia que não funciona para emagrecer é seguir uma dieta da moda porque estas são muito restritivas, difíceis de cumprir e porque mesmo que a pessoa emagreça muito rápido, provavelmente irá engordar novamente tão rápido, quanto emagreceu. Essas dietas malucas geralmente retiram um grande número de nutrientes, e pode deixar a pessoa doente, sem ânimo e até mesmo desnutrida. Por isso o mais indicado é fazer uma reeducação alimentar orientada por um nutricionista.

Fonte tuasaude.com