Placa de acrílico: o que é e para que serve?

placa de acrílico

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Placa de acrílico são acessórios de acrílico moldados na arcada dentária para o tratamento de distúrbios como o bruxismo. É por elas que sintomas decorrentes, como o ranger de dentes, são aliviados.

Mesmo sendo de uso questionável por sua aparência simples, sua utilização é amplamente indicada nesses casos, que requerem a mediação de um odontologista.

Saiba mais sobre a placa de acrílico e suas particularidades. Boa leitura!

Aqui você vai encontrar:

Placa de acrílico, o que é?

A placa de acrílico, também chamada de placa miorrelaxante ou de mordida, se trata de um dispositivo móvel de encaixe exato no formato da arcada do paciente.

Tem como principal recomendação o tratamento do bruxismo, evitando complicações que envolvam desgastes dentários, a dor e tensão da boca, mandíbula e cabeça.

O seu uso é bem prático e acessível, sendo comum durante a noite, período em que os surtos se mostram mais frequentes. A placa visa a perda de contato da arcada superior com a arcada inferior, fazendo com que elas percam contato.

Através desse tratamento, pode se evitar outras consequências do ranger de dentes, como problemas de mordida aberta anterior, migrações dentárias e extrusões.

A placa de bruxismo, além de ser confeccionada em acrílico, que é o caso mais comum, pode também ser feita por silicone. Entretanto, a resina acrílica continua ganhando em termos de rigidez e espessura.

A placa de silicone, por sua vez, não é capaz de impedir que os dentes se colidam, podendo se danificar facilmente, perdendo a sua funcionalidade quanto a mastigação e a estabilização da ATM-articulação temporomandibular.

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placa de acrílico odontológico
Na odontologia, a placa de acrílico está relacionada ao bruxismo e seus sintomas.

Placa de acrílico e o tratamento odontológico do bruxismo

O bruxismo se trata de uma atividade parafuncional ou desordem funcional que está diretamente relacionada ao hábito de ranger os dentes e de serrar a mandíbula. Entre os resultados dessa desordem estão dores de cabeça, na musculatura da mandíbula e o afrouxamento da dentição.

Demais consequências do bruxismo pode-se incluir o impacto estético e funcional que o desgaste dos dentes causa, dificultando até mesmo a fala e a mastigação.

Mesmo não possuindo uma causa específica evidente, o bruxismo está comumente relacionado a constância de momentos estressantes.

Geralmente, as crises do bruxismo ocorrem à noite, o que dificulta a sua percepção. Com isso, se reforça a importância de visitas regulares ao médico e ao dentista para um diagnóstico e tratamento precoce.

Uma vez que o diagnóstico confirme o bruxismo, o dentista indicará o uso da placa de acrílico, que deve ser feito de forma adequada para atingir o resultado. Nesse sentido, essa película tem a finalidade de proteger a dentição e amenizar a pressão e os danos impostos.

Deve-se ter a noção de que o tratamento indicado do bruxismo requer uma abordagem multidisciplinar, que além da odontologia, pode envolver a psicologia, a neurologia, a prática de esporte e a adesão de práticas de relaxamento. A medicação prescrita pelo profissional também é uma das formas de tratamento.

Como funciona o tratamento com a placa de acrílico?

O tratamento do bruxismo pela placa de mordida se baseia, primeiramente, na realização da moldagem dos dentes, que logo após é enviada para um laboratório de prótese. No laboratório ela pode ser criada em silicone ou acrílico, dependendo das particularidades do caso.

Mesmo que a placa de silicone seja a mais confortável e eficiente ao tratamento da DTM-Disfunção da Articulação Temporomandibular, não é tão efetiva quanto. Sua característica porosa permite que microorganismos se proliferem, o que pode influenciar a halitose. Isso faz com que a placa de acrílico seja a mais indicada.

Com a escolha e o acessório pronto, a manutenção deverá ser feita em uma nova consulta. As orientações do dentista devem ser seguidas durante todo o tratamento. Deve-se levar em conta que o distúrbio pode ocorrer também no período diurno e também em decorrência do apertamento dentário.

Consequências da falta do tratamento

Adiar ou ignorar o tratamento, além de intensificar o problema principal, pode influenciar negativamente em uma série de fatores da saúde geral. As dores de cabeça tensionais, por exemplo, são bastante recorrentes em função do bruxismo. São advindas da contração que os músculos da mastigação realizam em excesso.

As dores de cabeça, sem o tratamento específico, podem atingir a face, ouvido, pescoço e ombros. Normalmente, o período em que essas dores são mais intensas é o da manhã, isso tendo em vista que a contração predomina à noite ou à tarde.

Demais complicações relacionadas à evolução do bruxismo estão a dor da articulação da mandíbula, que pode acarretar estalos, o travamento e a restrição do movimento de abertura, fechamento e de deslize para o lado da boca. Ademais, o ranger de dentes constante leva a quebra da dentição.

Quanto aos danos bucais, o bruxismo não possui cura e sim o tratamento, incluindo o pela a placa de acrílico. Dessa forma, subestimar os sinais característicos do bruxismo não é uma opção.

Finalidade da placa de acrílico personalizada

Em suma, as placas de bruxismo de acrílico tem como principal estimulo a proteção contra o desgaste dentário. No entanto, também ajuda quanto ao relaxamento da musculatura da mandíbula e aliviando as articulações têmporo-mandibulares, que estão localizadas em frente aos ouvidos, dos fortes impulsos vindos do estado de não relaxamento da mordida.

O sucesso do tratamento com a placa de acrílico pode determinar o desaparecimento das dores características do bruxismo e das demais disfunções envolvidas.

placa de acrílico preço
O preço da placa de acrílico varia de acordo com a abordagem que o dentista selecionar.

Placa de acrílico, qual o preço?

Por fim, as placas de miorrelaxantes, além dos materiais, também variam de preço justamente por essa escolha. A faixa de preço em que a placa de acrílico se encontra é de R$ 500,00, enquanto a de silicone é de R$ 250,00.

O valor mais elevado da de resina acrílica vem de seu melhor resultado e de sua maior facilidade quanto a higienização, que são perceptíveis na maioria dos casos.

Entretanto, além do preço da placa de acrílico, considere também o valor das consultas, não só com o dentista, e o da manutenção do tratamento.

Bem como, a troca do acessório deve ser a cada seis meses, além de que o paciente deve realizar a sua higienização seguindo as orientações do odontologista, assim como guardá-la em um local propício.

Essa atitude evita que haja a proliferação de bactérias e o surgimento de problemas bucais vindos da formação da placa bacteriana.

Higiene adequada

Logo, tomar os cuidados devidos quanto a limpeza dos dentes ou da placa, é fundamental para evitar que ainda mais complicações apareçam no processo do tratamento.

Especialistas recomendam que se faça o uso de uma escova macia, sendo preferível a aquisição de uma específica para a higienização da placa de bruxismo.

Por conseguinte, a higienização da proteção deve ser feita com um detergente neutro, uma vez que o creme dental possui em sua composição propriedades que podem degradar o acessório.

Além disso, podem-se aderir à rotina limpadores antibacterianos específicos para próteses, devendo a placa ficar de molho por cerca de alguns minutos em uma frequência de uma vez na semana.

Considere que assim como a higiene bucal completa, deve se manter a higiene desse dispositivo móvel diariamente. Ademais, a placa de acrílico deve ser conservada sempre seca e limpa depois de sua remoção.  

Visitas regulares ao dentista

Assim como a higiene bucal completa, com as técnicas adequadas de escovação e o uso diário do fio dental e do enxaguante bucal, e como a higiene devida da placa miorrelaxante, as visitas ao dentista devem ser periódicas para que haja a manutenção da saúde bucal.

É somente por essas visitas que se é feita a avaliação geral da zona bucal, e assim o diagnóstico de problemas e a percepção de complicações no tratamento. O acompanhamento odontológico é essencial para que o tratamento que o profissional requerer seja feito o quanto antes.

Assim sendo, se alcança um sorriso mais bonito e ainda mais saudável.

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Fonte clínica odontológica OralDents

Pericoronarite: conheça seu tratamento e sintomas

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Pericoronarite se trata de uma inflamação dentária que atinge o dente que se encontra coberto parcialmente pela gengiva. Esse estado muitas vezes é resultado da falta de cuidados, que é circunstancial ao dente, também parcialmente irrompido, que está dentro do osso. 

Assim sendo, a pericoronarite é bem mais comum nos dentes sisos, reforçando a importância dos cuidados com os molares.

Saiba mais sobre essa condição e suas demais particularidades. Boa leitura!

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Pericoronarite, o que é?

A pericoronarite no mundo odontológico, se remete a um processo inflamatório, infeccioso ou não, que se desenvolve ao redor da coroa de um dente que não se encontra erupcionado; coberto de forma parcial pela gengiva e que ainda está se desenvolvendo abaixo dela.

Isso acontece quando a coroa dentária está na zona bucal e o resto de seu corpo abaixo da gengiva, fazendo com que uma parte relevante ainda esteja no interior do osso alveolar, osso que faz parte da sustentação da dentição.

O acúmulo de restos de alimentos nessa região e o fato dela ser de difícil acesso, faz com que a escovação não seja suficiente para a remoção. É por meio da debilidade na higienização que a infecção e inflamação acontecem.

Nessas consequências, os principais sintomas desse quadro são inchaço na região e dor intensa, além de influenciar a halitose, mau hálito.

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Os sintomas da pericoronarite são diversos e podem ir além da zona bucal.

Quais são os sintomas da Pericoronarite no siso?

Entre os sinais e sintomas mais comuns à pericoronarite estão o inchaço; edema, dor no local, mau hálito, febre e dificuldade ao engolir certos alimentos. A pericoronarite em certas intensidades pode influenciar um estado em que os movimentos realizados pela mandíbula se tornam difíceis, chamado Trismo.

O trismo pode se desenvolver gradualmente e acabar por atingir casos mais intensos. Nesse caso, é necessário que o paciente seja internado quando os cuidados ambulatoriais não se mostram suficientes.

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Entre os demais sintomas estão: a inflamação gengival por um abcesso ou edema, sangramento gengival, tecidos moles ao redor da área afetada, dor durante a mastigação, difusão da dor para a garganta, ouvido e cabeça, sangramento gengival, formação de pus, aumento dos gânglios do pescoço, mal-estar, além de casos de adenopatia ou hipertrofia.

Os sintomas da pericoronarite aparecem geralmente na faixa-etária dos 20 e os 30 anos, já que é o período em que os dentes sisos aparecem acima da gengiva. Esta fase é demarcada pelo incomôdo e pelas dores no local.

Quais as causas da Pericoronarite?

A Pericoronarite, como dito, se inicia pela má escovação e pela ausência dos bons hábitos complementares, que são o fio dental e o enxaguante bucal. O dente que por sua vez está incluso, tende a ser o ambiente ideal para a proliferação de bactérias.

A dificuldade de acesso dos sisos permite que essa condição se desenvolva, mesmo que esses componentes da arcada se encontrem irrompidos em sua totalidade, como é o caso dos sisos da proximidade do ângulo mandibular.

Doenças gengivais ou Pericoronarite 

A Pericoronarite pode ser confundida com a gengivite e a periodontite, isso porque seus sintomas se assemelham em certo ponto. Entretanto, a pericoronarite se trata de um processo inflamatório especificamente nos tecidos moles do dente semi-incluso ou incluso perto do ângulo mandibular.

No entanto, a gengivite se desenvolve no mesmo local, mas de forma mais abrangente. A doença periodontal, que é a evolução da gengivite, por sua vez, compromete os tecidos duros, esses que estão relacionados aos elementos dentários que também estão relacionados a infecção por bactérias.

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A higiene bucal deve ser completa, indo da escovação ao uso do fio dental e do antisséptico bucal.

Como é feito o tratamento da Pericoronarite?

Nessas circunstâncias, o tratamento é de acordo com as indicações e orientações do dentista, que comumente solicita a medicação por analgésicos e anti-inflamatórios, como o Paracetamol e o Ibuprofeno, para amenizar a dor.

Em casos de infecção aparente, se indica um antibiótico para combater a infecção, como a Amoxicilina.

Em casos em que o paciente não percebe os sinais da infecção, o odontologista o encaminha para um processo cirúrgico para remover o excesso de gengiva; gengivectomia, ou extrair o siso após o dente desinflamar. A execução da gengivectomia tem como finalidade facilitar a saída do dente.

O mais relevante nesses casos de extração é que se remova o tecido pericoronário, o enviando para a avaliação de um patologista bucal.  O dentista, então, analisa o material do dente em função da possível evolução do ceratocisto odontogênico, um dos tumores que podem se desenvolver no local.

Agora, na falta de necessidade da extração e na presença da inflamação constante, o tratamento será feito pelo acompanhamento de um estomatologista, que realizará o controle da situação.

Por fim, o tratamento da pericoronarite perdura por alguns dias, mas, uma vez que não realizado da maneira adequada, e na falta da higiene bucal devida, complicações podem aumentar o seu tempo de duração.

Tratamento para o inchaço dos sisos

O tratamento se casos não tão graves pode ser feito por uma abordagem com água oxigenada, com clorexidina; uma substância antimicrobiana, e com o consumo de analgésicos.

Já nos graves, os sintomas identificados são a dor mais forte, que pode evoluir para o ouvido e cabeça, a febre, rosto inchado e dificuldade no movimento de abertura da boca.

Cabe ao dentista analisar qual procedimento será feito e como o paciente deverá se prostrar durante o processo do tratamento. Quanto mais rápido realizar a visita ao especialista, se consegue evitar que o estágio evolua para um mais grave, assim como casos raros de hospitalização.

Qual o tratamento caseiro para a Pericoronarite?

Quanto ao tratamento desse tipo de inflamação de modo caseiro, é feito visando somente ao alívio dos sintomas. Desse modo, os métodos não substituem a visita ao dentista, devendo ser apenas soluções no meio tempo.

Logo, é feita a colocação de uma compressa com água gelada na pele acima do dente afetado, devendo durar cerca de 15 minutos para ter efeito.

Ademais, pode-se ser feito um bochecho com água morna e sal, já que colaboram na eliminação dos agentes infecciosos no local, além de ajudar na cicatrização.

Entretanto, o paciente só pode aderir essa técnica se a fizer sob a orientação do odontologista, uma vez que pode gerar risco de agravamento ao seu quadro clínico.

Pericoronarite pode matar?

Como qualquer outra infecção dentária, caso não seja devidamente tratada, a pericoronarite é capaz de levar o paciente ao óbito. Não se trata de uma consequência comum, mas caso as dores dessa condição sejam subestimadas, o seu estágio mais grave pode causar danos graves ao paciente, e assim, a morte.

Uma infecção bucal é capaz de, até mesmo atingir o cérebro, se não receber o tratamento, chegando ao ponto de ser intratável.

Dessa forma, se atende desde a fase inicial do problema com o dente rachado, não deixando que a infecção aconteça e evolua. O abscesso dental é capaz de evoluir rapidamente, requerendo o apoio profissional enquanto antes.

A importância de uma higiene bucal adequada

Ainda para o tratamento da pericoronarite, a adesão dos bons hábitos de higiene bucal se tornam ainda mais decisivos. Essa importância se enfatiza ainda mais diante dos casos de pericoronarite de curto período, que ocorre quando os dentes sisos começam a nascer.

Logo, a técnica de escovação correta, o uso do fio dental e do enxaguante bucal se tornam ainda mais relevantes.

A escovação deve ser feita ao menos duas vezes ao dia, sendo ao acordar, nos intervalos entre refeições e ao se deitar. A passagem do fio dental deve ser diária, assim como o bochecho com o antisséptico bucal, que deve durar ao menos 30 segundos.

Assim, se ameniza o desconforto e se reverte a situação.

Visitas regulares a clínica odontológica

Assim como os cuidados com a higiene bucal, as visitas regulares ao dentista são capazes de evitar e tratar o problema. É pela análise feita pelo odontologista que se percebe as rachaduras e se realiza o tratamento precoce da infecção.

O diagnóstico leva em conta os sintomas que a pessoa apresenta, além da avaliação feita do tecido gengival e dos exames de imagem requeridos. Nesses exames de imagem, se observa ainda a posição dos dentes e como está o desenvolvimento do siso. É assim que o especialista define o tratamento ideal.

Portanto, a manutenção da saúde bucal e um sorriso mais bonito dependem dessa ação preventiva.

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Escova de dente para aparelho: como escolher a ideal

Escova de dente para aparelho deve ser escolhida com atenção. Todo mundo sabe da importância da rotina de higiene bucal para a saúde da boca, no entanto, saber escolher os produtos é igualmente importante. Ainda mais para quem usa o aparelho ortodôntico.  Um dos principais motivos que estão por trás do desânimo sobre o uso …

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Influenciadores da fé superam famosos ao usar canais digitais para atingir milhões de fiéis

Martha Alves

São Paulo

Padres, pastores e monges com canais no YouTube transformaram a plataforma em uma extensão de seu trabalho bem antes de a pandemia de Covid-19 obrigar os fiéis a acompanharem as celebrações pela internet. Muitos deles levam milhões de seguidores de diferentes religiões à web para ouvir diariamente suas mensagens, superando até mesmo youtubers famosos, como Giovanna Ewbank, do canal Gioh, que tem 4,59 milhões de inscritos.

Em comum, esses religiosos descobriram que podem alcançar um número muito maior de pessoas no ambiente virtual que nos templos e igrejas. E embora inspirem tantas pessoas com seu conteúdo, eles não se consideram influenciadores digitais e encaram as redes apenas como uma extensão do trabalho de difusão sua religião.

​Deive Leonardo, 30, é um desses youtubers da fé. Em seu canal no YouTube, onde tem mais de 5 milhões de inscritos, ele fala de Jesus, independentemente de religião. Somando outras plataformas, como TikTok, Facebook e Instagram, ele tem mais de 17 milhões de seguidores.

Deive não é pastor, embora tenha feito curso de teologia após a faculdade de direito. “Sou mais um evangelista, mas, como eu uso a ferramenta digital, a gente acaba sendo chamado de influenciador. Mas me sinto mais um evangelizador”, diz ele, que desde 2019 é membro da Assembleia de Deus em Joinville (SC).

Para ele, a vantagem da internet é poder levar a mensagem a pessoas em qualquer lugar do mundo, rapidamente. “Hoje você lança um vídeo na segunda-feira de manhã [no YouTube] e no final do dia já alcançou 300 mil pessoas. No Instagram é mais rápido e alcança 600 mil pessoas em uma hora.”

Além das redes sociais, Deive Leonardo costuma viajar a cada dois meses para gravar os conteúdos que são publicados no canal, em diferentes cidades. As gravações são abertas ao público, que pode se inscrever antecipadamente pelo Instagram para acompanhar as apresentações.

De acordo com assessoria, os eventos custam, em média, R$ 100 para assistir a uma sessão de duas horas e seguem todos os protocolos sanitários contra Covid-19. É como se estivesse se apresentando em um stand up. Ele sobe ao palco iluminado, cumprimenta a plateia: “Fala meu lindo, minha linda. Tudo bem com você?” e começa a passar a mensagem.

PASTOR YOUTUBER

Com 6,8 milhões seguidores no YouTube, o pastor Antônio Júnior, 37, diz que o foco do seu canal é falar a palavra de Deus e se orgulha de nunca ter pago para impulsionar o canal. Ele conta que se tornou pastor aos 25 anos pregando para jovens de uma igreja evangélica, em São Sebastião do Paraíso (MG), mas não agradava tanto às lideranças. “Gosto de explicar muito calmo como se eu segurasse a mão da pessoa nas passagens da bíblia.”

A virada veio em 2013, quando criou página no Facebook e ganhou 50 mil seguidores em três meses. No mesmo ano, lançou o canal no YouTube e hoje publica diariamente um vídeo de até três minutos para as pessoas ouviram antes de ir trabalhar –no início, Júnior publicava dois vídeos semanalmente.

Já são mais de 2.000 vídeos publicados, alguns deles vistos por mais de 10 milhões de pessoas. “É algo que jamais alcançaria na igreja [em um culto]”, diz o pastor, ao ressaltar haver, em média, 300 pessoas nas reuniões.

O pastor Antônio Júnior diz que o sucesso do canal está ligado à maneira como apresenta a Bíblia, aplicada aos dias atuais e sem alterar princípios e valores. Exemplo disso é um vídeo sobre a importância do isolamento social durante a pandemia de Covid-19, no qual cita uma passagem da Bíblia para mostrar que Deus recomendou a quarentena para separar os leprosos das pessoas saudáveis, evitando a disseminação da doença. “A ciência descobriu uma coisa que já estava revelada na palavra de Deus.”

Perguntado se acredita ser mais pastor ou youtuber, ele afirma que se considera os dois. “Eu influencio a vida das pessoas com a melhor ferramenta que eu tenho na mão que é a palavra de Deus.”

CURSO BÍBLICO NO YOUTUBE

O padre Juarez de Castro já comandava a Paróquia Assunção de Nossa Senhora, nos Jardins (zona oeste de São Paulo), e tinha programas na rádio e na TV quando decidiu, em 2020, publicar vídeos com mais frequência em seu canal no YouTube, que possui mais de 71 mil inscritos.

Animado com a plataforma, o padre decidiu colocar em prática uma vontade antiga: lançar um curso bíblico online (e gratuito) para explicar palavras e circunstâncias do livro sagrado. “A Bíblia é tabu porque [as pessoas] não compreendem uma linguagem de mil anos atrás.”

O padre diz ter ficado impressionado com o alcance de suas publicações. “Isso fez com que eu tivesse uma multidão comigo. Um curso na igreja ou palestra seriam 30 a 40 pessoas, na internet alcança 70 mil, cada vez”, diz.

​Para o padre, a grande vantagem é estar em tantos lugares em simultâneo. Ele destaca que o recurso de tradução da plataforma permite que, mesmo que o internauta não fale seu idioma, possa assistir seu curso. “Tenho a experiência de pessoas que começam a me seguir e de repente elas começam a se interessar pela religião e a perceber a igreja de um jeito diferente.”

Apesar do sucesso nas plataformas digitais, padre Juarez não se vê como um influenciador digital. “Eu me vejo com muita clareza como padre, não me vejo como influenciador, é uma extensão do sacerdócio. Não dá para fingir que não tem internet e hoje não dá para fazer um trabalho de evangelização sem usá-la.”

MONJA CONECTADA

Referência do zen budismo no Brasil, com oito livros publicados, a monja Coen Roshi diz que seu canal foi criado de forma despretensiosa há seis anos, pelo marido da neta. O casal passava uma temporada na casa dela após o nascimento do primeiro bisneto e, após assistir às palestras públicas da monja, perguntou se poderia gravar a apresentação para publicar no YouTube. “Assim nasceu minha relação com o YouTube.”

O que eles não imaginavam é que tantas pessoas se interessariam pelos ensinamentos da monja, e o canal possui hoje mais de 1,6 milhão de inscritos. Para a monja, o contato virtual permite acessar um número maior de pessoas enquanto o presencial ocorre com as pessoas da cidade e do país, com algumas exceções. “O [contato] presencial pode ser mais intenso, o online mais extenso.”

Com as várias atividades e cursos que ministra, a monja Coen afirma que não tem condições de interagir com todos que deixam comentários no seu canal, mas faz uma live uma vez por mês com alunos de alguns de seus cursos online, como o de introdução ao zen budismo.

“Respondo dúvidas e perguntas mensalmente, através das lives, juntando as várias questões apresentadas. Há também uma equipe de discípulas e discípulos treinados a responder apenas aos participantes do EAD [Ensino a Distância]”, afirma.

Mesmo com tantos seguidores, Coen diz que não é uma influenciadora digital e faz no canal o mesmo que monjas e monges: estimula as pessoas a despertarem a mente para a sabedoria e a compaixão para que sejam capazes de interagir de forma assertiva e bondosa. “Somos seres únicos, complexos e múltiplos. Não deixo de ser mãe, avó e bisavó para ser monja. Não deixo de ser monja para ser influenciadora.”

Fonte: YouTube (canais com mais visualizações nos últimos 365 dias)

Fonte uol.com.br/vivabem

Descuido na higiene bucal pode ocasionar consequências sérias

A saúde bucal é um importante indicador de saúde, bem-estar e qualidade de vida, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além das cáries, que são obstruções nos dentes causadas pela proliferação das bactérias, a falta de higiene na boca pode resultar em infecções e inflamações que se relacionam com doenças sistêmicas, como problemas cardiovasculares e diabetes.

Segundo o médico cardiologista do InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP), Flávio Tarasoutchi, pacientes com predisposição a ter problemas cardíacos devem ter muita atenção ao cuidado bucal, principalmente aqueles com disfunções nas válvulas, sopros ou alterações estruturais no coração, que pedem o uso de próteses ou marca-passo.

“Quando o paciente não tem uma higiene bucal correta, há uma queda da resistência imune, as bactérias habituais da boca se proliferam e liberam substâncias inflamatórias na corrente sanguínea, que aderem às válvulas do coração”, explica o cardiologista. “Isso gera uma inflamação e consequente infecção que chamamos de endocardite infecciosa.”

A situação também atinge pessoas com problemas nas artérias coronárias. Segundo Tarasoutchi, a proliferação de bactérias na boca e liberação de substâncias inflamatórias pode desestabilizar as placas de gordura no coração e obstruir as artérias do paciente, levando até a infartos.

Esse processo inflamatório que afeta o corpo de maneira sistêmica deriva da chamada doença periodontal. “É uma doença que causa uma inflamação nas gengivas e que, de maneira vagarosa e crônica, vai destruindo a sustentação dos dentes na boca”, conta Giuseppe Alexandre Romito, cirurgião dentista e professor da Faculdade de Odontologia da USP.

As características da doença periodontal fazem com que ela possa interferir negativamente em outras doenças. “Existe várias situações sistêmicas que podem estar associadas à doença periodontal, como em pacientes diabéticos, cardíacos, hospitalizados ou entubados. Ela também tem associação com obesidade e disfunção erétil”, exemplifica o professor da FOUSP.

Em pessoas com diabetes, os mecanismos inflamatórios da doença periodontal dificultam o controle da concentração de glicose no sangue. “O paciente precisa controlar o nível glicêmico através de exercícios físicos, alimentação, remédios e da manutenção da saúde bucal”, complementa Romito.

Cuidados básicos no dia a dia previnem complicações

Dentistas advertem que dores persistentes na boca, sangramentos, alterações na coloração das gengivas e o aparecimento de lesões são sinais de alerta para marcar uma consulta. A manutenção da saúde bucal deve ser feita unindo visitas periódicas ao profissional da saúde com hábitos diários.

Uma alimentação saudável é imprescindível para evitar problemas na boca. A elevada ingestão de açúcar, por exemplo, pode gerar cáries e inflamações na gengiva. “É preciso estar atento ao açúcar escondido em alimentos que não são doces, mas que são carboidratos ou levam açúcar em sua composição, como salgadinhos e biscoitos”, explica Sofia Takeda Uemura, cirurgiã dentista e presidente da Comissão de Ética do CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo).

A escovação dos dentes e o uso do fio dental são hábitos rotineiros que não podem ser deixados de lado. “Utilize sempre um creme dental que contenha flúor e se atente aos horários da escovação. O melhor momento de realizar a higienização dos dentes é sempre após as refeições e antes de dormir”, orienta a dentista.

Junto a estas medidas rotineiras, as visitas periódicas ao dentista consolidam uma boa saúde bucal. Segundo Uemura, a periodicidade das visitas deve ser individualizada de acordo com o risco de cada pessoa. “Não dá para generalizarmos se as consultas devem ser de 6 em 6 meses ou de 1 em 1 ano, por exemplo. Quem determina isso é o dentista de acordo com as necessidades do paciente”, defende.

Principais doenças resultantes da falta de higiene bucal

Cáries

  • Obstrução dos dentes causada pela proliferação das bactérias da boca após consumo exagerado de açúcar

Aftas

  • São pequenas feridas ovais e esbranquiçadas que surgem na mucosa, nas gengivas e sob a língua

Halitose (mau hálito)

  • Causado pelo gás sulfídrico, produzidos pelas centenas de micro-organismos existentes na boca

Gengivite e periodontite

  • É uma inflamação da gengiva, causada pela placa bacteriana, que pode comprometer um ou mais dentes

Endocardite bacteriana

  • É uma complicação grave da periodontite, quando as bactérias instaladas na boca se espalham pela corrente sanguínea

Herpes

  • Infecção causada por vírus com a presença de pequenas feridas agrupadas que em geral surgem nos lábios

Câncer

  • Pode afetar lábios, gengivas, área interna das bochechas, céu da boca e língua

Sinais de alerta para buscar um dentista fora das visitas periódicas:

  • Dores persistentes na boca (seja nos dentes, nas gengivas ou na mandíbula durante a mastigação ou movimentação)

  • Sensibilidade nos dentes

  • Sangramentos na hora da escovação ou ao passar fio dental

  • Aparecimento de lesões que não cicatrizam

  • Rangidos nos dentes durante a noite

  • Alteração na coloração das gengivas (que são geralmente rosadas e sem brilho)

Cuidados gerais com a saúde bucal:

  • Evitar o consumo exagerado de açúcar (atenção especial para alimentos com açúcar “escondido”, como pães, salgadinhos e biscoitos)

  • Evitar bebidas açucaradas ou muito ácidas

  • Não fumar

  • Manter uma alimentação saudável no dia-a-dia

  • Utilizar fio dental antes da escovação

  • Escovar os dentes sempre após as refeições e antes de dormir

  • Consultar um dentista periodicamente (a periodicidade é individualizada e deve ser determinada pelo profissional para cada paciente)

Fontes: Andréa Lusvarghi Witzel, cirurgiã dentista e professora da Faculdade de Odontologia da USP; Giuseppe Alexandre Romito, cirurgião dentista e professor da Faculdade de Odontologia da USP; Sofia Takeda Uemura, cirurgiã dentista e presidente da Comissão de Ética do CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo)

Fonte uol.com.br/vivabem

O que é depressão pós-parto e como reconhecê-la?

O que é depressão pós-parto e como reconhecê-la

O que é depressão pós-parto e como reconhecê-la? Após o parto, você pode sofrer um distúrbio de humor, o qual muitas vezes pode estar associado a uma condição comum que acontece na gravidez, mas pode ser muito grave se não tratado corretamente.

Você sabe o que é depressão pós-parto? Nas quatro semanas após o parto, entre 40% e 60% das mulheres experimentam um distúrbio emocional que pode durar alguns dias e consiste em um estado de tristeza, choro frequente, ansiedade ou dificuldade para dormir.

Normalmente, esses sintomas desaparecem espontaneamente, mas também podem aumentar e durar com o tempo, é o que se conhece como depressão pós-parto.

Nesse caso, aos sintomas mencionados, acrescentam-se alguns mais graves, como a sensação de desesperança e inutilidade na relação com o bebê, ou mesmo o fato de perder o interesse por ele.

Neste artigo, apresentamos algumas informações que a ajudarão a entender melhor o que é depressão pós-parto. Mas lembre-se de que se você está sentindo esses sintomas e acha que pode estar imerso neles, é importante ir ao hospital e solicitar atendimento médico.

O que é depressão pós-parto?

Se você se pergunta o que é depressão pós-parto e quais são as causas que podem fazer com que ela afete você, é importante estar ciente de que não existe uma causa única e que pode ser uma mistura de fatores emocionais e físicos.

Alguns desses fatores podem ser os seguintes:

  • O parto faz com que os níveis dos hormônios progesterona e estrogênio caiam rapidamente, resultando em uma alteração química no cérebro que pode causar mudanças no humor.
  • O descanso necessário para a recuperação pós-parto não é atendido devido à chegada do bebê, e não dormir o suficiente pode levar ao cansaço e desconforto físico. Isso pode torná-la mais suscetível à depressão pós-parto.
  • As mudanças pelas quais você passa em seu corpo como resultado da gravidez e do parto podem fazer você se sentir desconfortável e podem se tornar um fator de risco para depressão pós-parto.
  • Outro fator que pode causar esse transtorno são as mudanças nas relações sociais e de trabalho.
  • Estar em constante preocupação se você é ou não capaz de ser uma boa mãe.
  • O fato de receber pouco ou nenhum apoio da família, amigos ou até mesmo do parceiro.

Cerca de 10% das mulheres apresentam depressão durante a gravidez, esse distúrbio tem alta probabilidade de persistir após o parto se não for diagnosticado e tratado no momento certo.

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Sintomas da depressão pós-parto

Os sintomas da depressão pós-parto são quase iguais aos de uma depressão comum em outras épocas da vida. Embora neste caso haja o fator de como é administrado em relação ao bebê, uma vez que podem ocorrer os seguintes sintomas específicos:

  • Sentir medo de ficar sozinha com seu bebê.
  • Não ser capaz de cuidar do seu bebê ou de você mesma.
  • Ter preocupação excessiva com o bebê ou, inversamente, ter pouco ou nenhum interesse por ele.
  • Ter sentimentos negativos em relação ao seu bebê, a ponto de ter pensamentos de prejudicá-lo. Este é o mais sério dos sintomas, se ocorrer, deve discuti-lo imediatamente com um médico especialista.

Outros sintomas menos específicos relativos à relação com o bebê:

  • Alterações no apetite.
  • Sensação de irritabilidade e agitação constantes.
  • Sentimento de culpa ou inutilidade.
  • Não tem interesse em realizar atividades.
  • Falta de concentração e problemas com tarefas específicas no trabalho ou em casa.
  • Ansiedade constante
  • Pensamentos de suicídio
  • Incapacidade de dormir.
  • Falta de energia no dia a dia.

Estas são algumas noções principais para saber o que é depressão pós-parto que pode ajudá-la a reconhecê-la e saber se você deve consultar um especialista.

Clínicas, consultórios e centros médicos: saiba a diferença

Clínicas consultórios e centros médicos

Clínica, consultório, e centro médico são frequentemente utilizados como sinônimos, entretanto, não se rementem a um mesmo estilo de local.

Até mesmo para os jovens e experientes profissionais esse contraste não se mostra tão evidente. São muitos aqueles que desejam abrir um negócio no ramo da saúde, mas não sabe em qual tipo ele se compreende.

Seja no ramo da saúde geral ou da odontologia, com tratamentos como o aparelho ortodôntico, é importante saber essa diferença para dominar melhor o seu empreendimento e investimento. Veja como é realizada essa diferenciação e amplifique a sua visão de mercado:

Clínica

A principal característica de diferenciação das clínicas para o consultório é que esse local não possui enfoque somente na prestação de serviço. A estrutura desse tipo de estabelecimento é melhor e com a presença de equipamentos e materiais mais recentes e de melhor processamento, não excluindo o atendimento. Logo, a diferença está no maior leque funcional das clínicas para o consultório.

A clínica possui uma série de procedimentos e diferentes serviços oferecidos, exames de diferentes especialidades e complexidades, indo muito além do relacionamento entre paciente e especialista.

Uma definição acolhida de clínica é um grupo de consultórios, mesmo que não se trate de seu sentido completo, é aceitável. Outra diferença é que são estabelecimentos abertos por meio de um CNPJ, ao contrário dos consultórios.

Consultório

Os profissionais de saúde, quando trabalham em um consultório, devem em maior intensidade, se preocupar com a qualidade do atendimento a seus pacientes. Na maioria dos casos, existem outras variedades de procedimentos oferecidos, contudo, não se trata de algo regulamentado. O foco está nas consultas, como o próprio termo indica.

Mais de um profissional são capazes de compartilhar um consultório na prestação de seu serviço. Mesmo que estejam dividindo o mesmo compartimento, os profissionais podem ter atuações diferentes, possuindo sua própria secretária e carteira de pacientes.

Os custos em comum são divididos entre os usuários, menos os honorários. Para efetuar a abertura de consultórios deve se relacionar o local a uma pessoa física, um CPF.

Centro médico

Um centro médico abrange vários alojamentos que podem oferecer diversos tipos de prestações de serviços ligados a saúde. Ao contrário de uma clínica e de um consultório, o centro médico deve ser composto, obrigatoriamente, dessa variedade de serviços.

Logo, as clínicas possuem profissionais com apenas uma especialidade, e já os centros médicos oferecem diversos especialistas, com diversas ramificações da medicina, tendo a definição de se tratar de um grupo de clínicas, mesmo que não apresente sua total complexidade.

Sabendo disso, é importante enfatizar que os próprios estabelecimentos costumam trocar os nomes, se apresentando de forma errônea.

Se você é um profissional da saúde que deseja se posicionar no mercado ou abrir um negócio na área, é essencial que não se acomode como a concorrência e seja coerente quanto a definição do estabelecimento que pretende trabalhar ou abrir.

É sabendo distinguir esses termos que você compreende e aprende como se prostrar, como se distinguir e destacar diante a tantos outros profissionais qualificados.