Apendicite: sintomas, causas e tratamento

Apendicite

A apendicite se trata da inflamação no apêndice; um órgão de fina espessura e comprido localizado no inicio do intestino grosso.

Uma vez inflamado, fica repleto de pus, o que leva a intensas dores no abdômen. A falta do tratamento devido influencia uma série de complicações, sendo o processo cirúrgico; nomeado apendicectomia, a sua forma ideal.

Essas complicações ocorrem como a ausência do tratamento com aparelho ortodôntico indicado, de forma gradual.

Na maioria dos casos, essa enfermidade se desenvolve como apendicite aguda, se desenvolvendo rapidamente e exigindo o tratamento devido o mais rápido possível.

Entretanto, há também a incidência da apendicite crônica, que ocorre quando essa problemática é continua. Saiba mais sobre as características da apendicite:

Sintomas de Apendicite

A dor abdominal é o principal sintoma da apendicite e a sua intensidade varia quanto a faixa etária e a posição da inflamação. Na maioria das vezes, o sinal inicial é uma dor próxima a região do umbigo e a sua força aumenta gradualmente.

Com o tempo, a inflamação no apêndice aumenta e varia de 12 a 18 horas, fazendo com que a dor se alterne para a região mais a baixo e à direita; denominada de McBurney. Uma das principais características da apendicite por esse processo é uma forte dor ao lado direito do abdômen.

Demais sintomas da apendicite são a incidência de vômitos, náuseas, febre baixa e apetite debilitado. Caso o apêndice se rompa, a dor é capaz de ser interrompida brevemente, trazendo uma repentina sensação de bem-estar.

Contudo, quando o revestimento da cavidade abdominal é atingido pela inflamação; peritonite, a intensidade da dor aumenta e os sintomas ficam ainda mais graves, sendo perceptíveis na locomoção e pela tosse.

Causas de Apendicite

As causas da apendicite em alguns casos não são identificadas claramente, porém, certas situações podem desencadear a inflamação do órgão, como demais infecções; a gastrointestinal por exemplo, e o acúmulo do apêndice por partículas de fezes ou gordura.

Nos dois casos, a bactéria natural do órgão se prolifera, o que leva a sua inflamação e o seu inchaço, incitando a produção de pus. Sem o tratamento, a apendicite leva ao rompimento do apêndice.

Riscos à Apendicite

Em ação preventiva a apendicite, é comum evitar ingerir legumes e frutas que possuem sementes ou caroços, por exemplo uva, tomate, azeitona, jabuticaba e pepino. Entretanto, não há comprovação científica do efeito negativo desses alimentos, já que a inflamação não é advinda de alguma forma desse consumo.

A inflamação no apêndice atinge qualquer faixa etária, de crianças a adultos, sendo mais comum entre os 10 a 30 anos. Logo, não há a incidência de alguma relação comportamental para com a inflamação.

Auxílio médico

Os sintomas da apendicite, uma vez percebidos, devem ser acompanhados com atenção. Se a dor abdominal continuar após 12 horas, busque por um médico especialista e ofereça informações como a localidade e a intensidade das dores.

Durante a consulta o médico poderá pedir mais informações, se houve alterações quanto a dor e se existem demais sintomas; como náuseas, diarreia e febre.

É comum que o profissional diagnostique a apendicite por meio da descrição dos sintomas e através do exame físico no hospital ou consultório. Para as mulheres, outros exames laboratoriais e testes complementares também podem ser reivindicados.

Como a dor varia com o tempo, o diagnóstico de apendicite pode ser difícil ser feito inicialmente, além de que as dores abdominais também são características de outras complicações. Tendo isso em vista, os exames adicionais confirmaram a incidência da inflamação.

Forma de tratamento

O tratamento da apendicite é realizado por meio de cirurgia, uma vez que a apêndice está inflamada, necessita ser removida. O processo cirúrgico, denominado apendicectomia, ocorre com a pessoa sob efeito anestésico e não se trata de uma substituição.

O apêndice é somente removido tendo em vista que a falta desse órgão em especifico não é capaz de trazer risco e dano a saúde do paciente, já que não possui uma responsabilidade característica para com o organismo.

Em caso de complicações, caso o diagnóstico tenha sido feito com o apêndice ainda inteiro, o cirurgião removerá o órgão logo após a inflamação ser percebida. Com isso, é importante que a apendicite seja detectada em seus primeiros momentos, fazendo com que danos ainda mais graves sejam evitados.

Em qual idade pode ser feita uma mamoplastia de aumento?

Em qual idade pode ser feita uma mamoplastia de aumento

A mamoplastia de aumento é a popular cirurgia plástica para inserção de silicone, aumentando o tamanho dos seios femininos. É o procedimento cirúrgico estético mais popular do Brasil e costuma trazer resultados muito satisfatórios para pacientes que antes não se sentiam confortáveis com o próprio corpo.

No entanto, anseios de mudanças positivas na própria aparência e melhoria de autoestima podem surgir independentemente da idade. De tal forma, acabam surgindo dúvidas referente à faixa etária que uma paciente deve ter quando opta por uma mamoplastia de aumento.

Mamoplastia de aumento: idade mínima e máxima

Em primeiro lugar, é necessário falar sobre a idade mínima possível para uma paciente poder fazer sua mamoplastia de aumento. Adolescentes costumam ter o desejo de melhorarem o que não consideram atraente em sua aparência, tanto quanto qualquer mulher adulta.

A orientação médica é que a paciente aguarde ao menos seis anos depois de sua primeira menstruação para fazer esse tipo de cirurgia plástica. Como a média do primeiro ciclo menstrual da mulher brasileira é aos 13 anos, uma idade mínima adequada seria a partir dos 18 anos, idade em que o desenvolvimento físico também pode se dar por completo.

Já a idade máxima não existe. Inclusive vem surgindo, nos últimos anos, um crescimento no número de pacientes acima de 65 anos que optam por fazer uma mamoplastia de aumento. Nesta faixa etária, pacientes costumam querer recuperar a aparência perdida pelo envelhecimento e pela amamentação, por exemplo.

Como a idade mais avançada traz consigo um grau maior de flacidez da cútis, pacientes mais velhas acabam, em alguns casos, optando pela mastopexia, que consiste na cirurgia de levantar as mamas e retirar o excesso de pele, fornecendo uma aparência mais jovem e firme. Neste caso, pode haver ou não a implementação de silicone em conjunto.

Cuidados antes da cirurgia

Todo o pré-operatório da mamoplastia exige algumas medidas e cuidados, como exames laboratoriais de sangue, de urina, radiografias e eletrocardiogramas. Ademais, a interrupção prévia de hábitos como tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas e de determinados tipos de medicação também são indicados.

Alguns dos principais cuidados que devem ser adotados pela paciente na véspera da cirurgia são:

  • Uso de sabonete antisséptico durante o banho, higienizando bem a região torácica;
  • Realizar jejum de oito horas, com a inclusão de líquidos;
  • Depilar, delicadamente, a região da axila, de modo a evitar ferimentos;
  • Fazer uma última refeição leve antes da operação.

Estar calma e relaxada, bem como com os exames em mãos no hospital no dia da cirurgia plástica são o suficiente. Busque levar roupas confortáveis e largas para utilizar e não esqueça do seu sabonete antisséptico e do seu sutiã cirúrgico.

A cirurgia de mamoplastia de aumento deve ser cuidadosamente conversada previamente. O acordo entre a paciente e o médico responsável pelo caso deve ser unilateral, para que o profissional entenda as necessidades e expectativas da mulher, bem como trace seu perfil de modo a escolher uma prótese de silicone adequada e em consonância com o volume e o tipo de corpo que a paciente apresenta.

O que faz uma clínica de tratamento capilar?

O que faz uma clínica de tratamento capilar

Uma clínica de tratamento capilar é um espaço onde se aplicam técnicas científicas para a contenção e redução da queda de cabelos, um problema que atinge muitos brasileiros. A fase adulta costuma proporcionar este desagradável em muitos homens e mulheres, o que os leva a buscar por soluções médicas.

Em uma clínica de tratamento capilar, a queda de cabelo e a rarefação dos fios são controlados através de métodos que passam por consumo de medicações a transplante capilar. O médico responsável pelo caso avalia o quadro do paciente e entende suas dores e necessidades, de modo a ajudá-lo da melhor forma possível.

Como uma clínica de tratamento capilar pode ajudar?

Antes de mais nada, é preciso compreender os principais fatores que contribuem para a queda de cabelo. Dentre os quais pode-se elencar, merecem destaque:

  • Alimentação desregrada;
  • Estresse;
  • Tração exagerada dos fios, atenuada por quem utiliza penteados como tranças e rabos de cavalo;
  • Herança genética;
  • Uso de determinados tipos de medicamentos;
  • Desequilíbrios hormonais;
  • Doenças do couro cabeludo;
  • Doenças autoimunes.

Seja qual for o motivo, pessoas de todas as faixas etárias se incomodam com a queda de cabelo e buscam ajuda em clínica de tratamento capilar. O problema, desagradável, pode afetar a autoestima dos pacientes.

Como evitar a queda de cabelo

Existem algumas ações que podem ajudar na prevenção da queda de cabelos. Isso pode acontecer, salvo em exceções como os casos de fator genético ou hormonal. Tais episódios são conhecidos como calvície feminina e calvície masculina. São nestes casos que se deve buscar ajuda em uma clínica de tratamento capilar.

Em alguns casos, a queda capilar pode ser provocada por ausência de determinadas vitaminas no organismo, estresse, problemas na tireoide ou uma alimentação desregulada. Através de exames de rotina, estes problemas podem ser identificados e controlados com tratamentos capilares mais apropriados.

Os diferentes tipos de tratamento

Em uma clínica de tratamento capilar, podem ser aplicadas várias soluções para conter a queda de cabelos. Uma das mais comuns é a indicação de fármacos. Existem alguns muito comuns, como o Minoxidil, famoso por bloquear os derivados da testosterona, sendo muito útil para combater a calvície masculina. Já a flutamida é mais indicada para ajudar na queda de cabelos de mulheres.

A finasterida também é outro fármaco bastante utilizado em tratamentos capilares. No entanto, é importante reforçar que o uso de nenhuma dessas opções é recomendável sem uma orientação médica, já que podem causar efeitos colaterais.

O transplante capilar também é uma medida de combate à queda de cabelos. O procedimento remove fios de áreas não afetadas para transplantá-los para as regiões calvas. Ele é utilizado em duas técnicas: FUE e FUT.

O FUE é um tratamento cirúrgico que possibilita um resultado natural, uma vez que as unidades foliculares são removidas individualmente da área doadora. Já no caso do FUT, que se caracteriza na remoção de uma faixa de couro cabeludo das laterais e da parte posterior do crânio, utiliza os folículos capilares não acometidos pela queda.

Embora mais rápida que a técnica FUE e com um custo menor, a FUT deixa uma cicatriz linear no couro cabeludo, possuindo uma recuperação levemente mais dolorosa. Se você está com problemas de queda de cabelo, não deixe de buscar uma clínica de tratamento capilar para que o procedimento mais adequado para o seu corpo seja indicado.

Descubras as doenças ósseas mais comuns em idosos

Os tipos de doenças ósseas mais comuns em idosos e suas causas variam, mas infelizmente atingem muitas pessoas.

E bem, essas doenças ósseas acabam provocando muitas vezes alterações nos ossos, tendões, músculos e ligamentos.

Ou seja, conhecer e começar a ter cuidados logo de cedo, pode evitar grande parte desses problemas, promovendo um estilo de vida melhor na velhice.

Portanto, nesse artigo, citaremos para você, as principais doenças ósseas mais comuns em idosos, e que merecem sua atenção.

Osteoporose

Primeiramente, uma das mais conhecidas, e que está dentre as doenças ósseas mais comum em idosos, é a falta de densidade óssea, ou a tão conhecida osteoporose.

Essa característica torna os ossos mais frágeis, o que viabiliza para fraturas mais fáceis.

Dessa forma, para ter uma breve ideia, segundo a OMS, cerca de 30% das mulheres com mais de 50 anos tem osteoporose.

Assim, dentre as várias causas que podem levar ao aparecimento da doença, além da idade, estão:

  • Sedentarismo
  • Deficiência de cálcio
  • Deficiência de vitamina D
  • Disfunção da tireoide
  • Alimentação pobre nutricionalmente
  • E outras mais.

Portanto, acaba sendo uma doença comum nesse público, e que requer cuidados desde cedo, para evitar esse tipo de problema.

Ações como exercícios físicos com frequência, alimentação balanceada, suplementação óssea e dentre outros, ajudam a evitar esse problema.

Lordose

A Lordose também não fica para trás, e acaba sendo uma das doenças ósseas mais comuns em idosos.

Primeiramente, esse nome esquisito, é dado a uma curvatura grande da coluna, com sua curva voltada para dentro.

Eles não são um motivo de preocupação se a curvatura for flexível.

Se for reparado, é necessário atendimento médico e muitas das vezes um tratamento especializado.

A recomendação para prevenir essa doença é:

  • Consumir muito cálcio
  • Ingerir vitamina D
  • Evitar a obesidade
  • Exercícios físicos regulares

Além disso, você manter a postura adequada também ajudará muito a evitar esse tipo de doença, que atinge muitos idosos.

Vale destacar se houver suspeita de alguma dessas doenças, peça ao médico os exames necessários e nunca se automedique.

Artrite reumatoide

Você já ouviu falar sobre a artrite reumatoide?

Esse problema de nome tão diferente, é considerada por muitos especialistas, uma doença muito presente no público mais idoso.

O quadro clínico é caracterizado por dor afetando várias articulações.

Assim, é uma doença autoimune que causa rigidez, inflamação e dor constante.

No entanto, não é contagioso ou hereditário. Mas você tem que fazer um diagnóstico rápido.

Até porque, uma de suas consequências, nos casos mais severos, pode ser a incapacidade de se mover.

Daí que um diagnóstico médico é crucial para descobrir o estado da doença.

Vale dizer que é um problema crônico, mas pode ser tratado com anti-inflamatórios e fisioterapia, pois, isso melhorar seus movimentos e evitar que a condição se agrave.

Lúpus

A doença lúpus,está dentro dos problemas autoimunes mais comuns e presentes em idosos.

Por razões desconhecidas, esta doença pode causar dores nas articulações acompanhadas de inchaço e rigidez muscular.

Não só isso, lúpus também pode chegar a afetar outras áreas do corpo.

Por exemplo: a pele, as juntas, os rins, membros superiores, e dentre diversas outras partes do corpo.

Além disso, pode ser que a condição da lúpus possa piorar e atingir o joelho, onde na maioria das vezes, trazendo a necessidade de uma cirurgia no joelho.

E bem, com o objetivo de fazer isso, você que ter um ótimo Médico Especialista em Joelho.

Artrose
A artrose, por outro lado, é o “desgaste” de uma articulação que começa a afetar a cartilagem articular e aumenta gradualmente até que o osso se desgasta e se modifica.

Assim, para você ter uma ideia, diversos dados mostram que cerca de 28% da população mundial acima dos 45 anos, tem tendência a essa doença.

Ou seja, de toda forma, acaba se encaixando nas doenças ósseas mais comum em idosos.

Logo, a obesidade e o exercício físico excessivo são os principais causadores desse problema, e também responsável por agravar muitas das vezes.

A artrose normalmente afeta as articulações que estão sob estresse, ou seja, aquelas que suportam mais peso, como pés, quadris, coluna e joelhos.

Aliás, ao contrário da osteoporose, a artrose causa dor e até inchaço quando em estágios muito avançados.

Tendinite

Não tem muito segredo, até porque o próprio nome já é autoexplicativo, mostrando do que se trata a doença, que atinge diretamente os tendões.

No entanto, essa doença acaba sendo complicada, pois ele é fundamental para a movimentação da pessoa, pois fazem parte de toda a estrutura óssea, situadas nas áreas dobráveis.

Ou seja, as dores nas articulações, inchaço e tendões inchados são características e sintomas frequentes.

Posto tudo isso, as áreas mais atingidas incluem ombros, punhos, joelhos, cotovelos e calcanhares.

Atualmente, a principal forma de evitar a tendinite, é realizar exercícios físicos diários, evitando o sedentarismo.

Considerações finais

Conhecer as doenças ósseas mais comuns em idosos é essencial, mesmo que você ainda não tenha chegado na idade.

Até porque, quando você começa a se cuidar de cedo, será mais fácil de evitar essas possíveis doenças ósseas, e garantir o seu bem-estar.

Conheça tudo a respeito da tendinite e como ela atua no corpo

Alguma vez na vida, é muito provável que você já tenha ouvido falar sobre a tendinite, não é mesmo?

Dessa forma, esse problema relativamente comum entre as pessoas, principalmente os praticantes de exercícios físicos intensos ou de forma errada.

No entanto, por mais que seja um problema comum, muitas pessoas, e talvez até você não conhece ao certo o que ela é, como é gerada, ou se possui tratamento.

Portanto, nesse artigo, citaremos tudo a respeito da tendinite, mostrando tudo a respeito, e como ela pode atuar no seu corpo.

O que é a tendinite?

A tendinite é caracterizada por uma inflamação no tecido que une músculos e ossos, conhecido na medicina por tendão.

Desse modo, essa inflamação no tendão causa inchaço e como consequência surge a dor e fraqueza muscular.

Essa dor da tendinite é sempre localizada, mas pode irradiar pela região em torno do tendão do foco da inflamação.

Por exemplo, um problema muito comum, é a tendinite no ombro, que consequentemente causa dor no ombro e pode afetar todo o movimento do braço.

Portanto, é um problema que acaba atingindo um certo grupo de pessoas, e que você pode presenciar, principalmente, ao praticar exercícios físicos intensos, ou de forma errada.

Sintomas de tendinite

Descobrir o problema de tendinite logo no início torna o processo de tratamento bem mais simples.

Sendo assim, quando você fica atento os sintomas, é possível evitar que a dor e inflamação aumente, e venha atrapalhar ainda mais o movimento do membro.

Portanto, para entender melhor os sintomas, confira alguns dos sinais que podem indicar um possível início desse problema:

  • Dor focal no ponto da inflamação, essa dor pode piorar com o movimento e com o toque na região;
  • Queimação que inicia no foco da dor e alastra pela região em volta;
  • Formigamento na região;
  • Fraqueza muscular;
  • Inchaço em torno do tendão inflamado;
  • Dificuldade de realizar movimentos mais simples.

Principais locais que pode ter tendinite

Como citamos anteriormente, essa inflamação, na maioria das vezes é localizada, onde partes especificas do corpo acabam resultando nesse problema.

Desse modo, para você entender melhor, confira os principais locais em que a tendinite pode atingir:

Ombro

É também conhecida como ombro de tenista, pois atinge grande parte dos atletas que praticam tênis, vôlei, golfe, natação e basquete.

O principal sintoma deste tipo de tendinite é uma dor no ombro intensa e que impossibilita a movimentação do braço.

Na maioria das vezes, pode ser necessário que você acabe procurado um médico especialista em ombro para resolver esses casos.

Pulso

A tendinite no pulso é caracterizada pelo formigamento, dor e rigidez do punho, impedindo, assim, a movimentação da mão.

Normalmente ela surge em pessoas que praticam atividades repetitivas, como pintar, escrever ou digitar durante todo o dia.

Polegar

Como o próprio nome já diz, essa tendinite afeta o tendão que liga o polegar ao pulso.

A dor começa no pulso e irradia por toda a mão e braço, impedindo os movimentos mais simples. Uma das principais causas é o esforço repetitivo.

Joelho

Essa tendinite também é chamada de tendinite patelar, pois atinge o tendão da patela.

Nesse sentido, normalmente ela atinge pessoas com sobrepeso e obesidade, justamente pelo excesso de peso que causa sobrecarga nos joelhos.

Além disso, em casos graves de inflamação pode ser necessário até realizar uma cirurgia.

Calcanhar

Essa tendinite afeta o tendão que liga a panturrilha ao calcanhar. Por isso também é conhecida como tendinite de Aquiles.

A dor pode ser sentida nos movimentos mais simples, como se levantar ou andar.

Diagnóstico da tendinite

O diagnóstico de tendinite acontece em duas fases, a primeira com a avaliação médica de todos os sintomas relatados.

O médico realiza exames físicos e testes para conhecer a gravidade do caso. Isso ocorre no próprio consultório médico.

A segunda etapa é com exames de imagem, como a ultrassonografia, por exemplo.

Desse modo, os exames de imagem não são imprescindíveis para o diagnóstico, eles são usados para visualizar a região afetada e o tamanho da inflamação.

Tratamento para tendinite

De acordo com o próprio Ministério da Saúde, o primeiro passo do tratamento da tendinite é o repouso do tendão inflamado.

Além disso, imobilizar a região pode ser uma excelente opção e pode ajudar a reduzir a dor e inchaço, sem contar que colabora para o tratamento ser mais rápido.

Por conseguinte, a fisioterapia também ajuda não apenas a aliviar a dor, mas também fortalece o músculo e melhora a mobilidade da articulação.

Sem contar também, que em todos os casos o uso de anti-inflamatórios é indicado para controlar a inflamação do tendão e assim aliviar a dor.

Portanto, o principal tratamento vai depender do seu caso, mas na maioria das vezes são indicadas essas opções.

Considerações finais

Infelizmente, a tendinite é um problema que pode atingir qualquer pessoa a qualquer momento.

Desse modo, só aumenta ainda mais a importância de sempre estar acompanhado de um profissional, principalmente em atividades físicas, para evitar que você venha a ter esse tipo de problema.

Cuide-se!

Quais danos o tabaco pode trazer para sua saúde?

É surreal ver que há 30 anos atrás, fumar em ambientes fechados e propaganda de cigarro eram coisas normais.

Pior ainda é descobrir que há 50 anos atrás, o cigarro era visto como um benefício para saúde, famosas marcas utilizavam até de médicos para anunciar seus cigarros.

Hoje em dia, é sabido que o cigarro não traz nenhum benefício sequer para a saúde.

O vício e a dependência são um grande problema que aflige a sociedade e ainda é a causa de muitos óbitos por todo o mundo onde há uma forte campanha internacional, o stop smoking.

Para você ter uma ideia do malefício que o cigarro traz, saiba que em uma única tragada, a pessoa está inalando mais de 4.720 substâncias tóxicas como monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína, naftalina e fósforo (para matar rato).

Além de outras 43 substâncias cancerígenas como: arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, chumbo, resíduos de agrotóxicos além de substâncias radioativas como o Polônio 210.

Se já não bastasse o fósforo para acender, o cigarro em si já tem a substância.

Para os fumantes, isqueiros como isqueiro maçaricoking blunt ou seda smoking, são acessórios essenciais no seu dia a dia. Mas não fumar é o ideal.

Hoje em dia, existe uma série de medidas que fazem a prática do fumo ser um pouco mais inibida, como a proibição de fumar em locais fechados, bem como ônibus, bancos, cinemas, teatros e outro qualquer tipo de lugar comum.

Só o fato de não se pode fumar em locais fechados diminui drasticamente a quantidade de cigarros que uma pessoa pode fumar.

Levando em conta que essa pessoa precisa trabalhar em um local fechado, por exemplo, só consegue fumar se sair do local.

Quais os malefícios para a vida de quem consome tabaco?

Essa é a causa direta de mortes por doença pulmonar obstrutiva crônica, que é a bronquite e enfisema pulmonar.

Como também por diferentes tipos de câncer como o de pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo de útero, estômago e fígado.

O cigarro ainda causa doença coronariana como angina e infarto, doenças cerebrovasculares como o acidente vascular cerebral como aumenta o risco de desenvolver doenças como tuberculose, infecção respiratória, úlcera gastrintestinal, infertilidade, osteoporose e outras doenças. Por prejudicar a circulação sanguínea, o cigarro ainda causa impotência sexual nos homens.

Quando você parar de fumar, em coisa de minutos a sua pressão já volta ao normal.

Em um ano você já reduz o risco de problemas cardíacos, em 5 anos, o risco de diversos tipos de câncer é o mesmo de um não fumante. Enfim, aos poucos, tudo volta ao normal e você se livra desse vício.

Deu para perceber o quanto o tabaco pode fazer mal para a vida de uma pessoa? Se você começou a fumar por agora, pare o quanto antes.

Se você já é fumante de longa data e tem muita vontade de parar, procure uma ajuda para poder se livrar do tabaco.

Gripe: o que é, prevenção e formas de tratamento

Gripe

Marcada principalmente por dores musculares e febre, a gripe é uma das principais e mais comuns infecções virais. Caracterizada por ser uma virose de inverno, não se desenvolve apenas nessa estação do ano.

É frequentemente confundida com um resfriado, mas não possui as mesmas causas e os mesmos sintomas dessa complicação.

Pode ser prevenida por pequenos cuidados dia-a-dia, mas possui outras formas de tratamento que vão além da medicação por paracetamol.

Saiba mais sobre a gripe, sobre sua ação preventiva e suas formas de tratamento:

O que é a gripe?

A gripe é uma virose vinda do vírus Influenza, que atinge e danifica o sistema respiratório. Essa infecção é transmitida por espirros, tosse e pelo contato às secreções de uma pessoa contaminada por objetos compartilhados.

O vírus Influenza é comumente marcado por alterações e mutações anuais, o que faz com que os sintomas possam ser identificados mesmo que a pessoa já os tenha adquirido anteriormente.

Outra característica do vírus é a sua capacidade de sobrevivência em meio a suspensão no ar em meio às estações de inverno e outono. Logo, durante esses períodos deve-se ter a preocupação de manter os ambientes arejados, com uma boa circulação do ar.

Sintomas da gripe

Os sintomas e a gravidade da gripe dependem das particularidades e das limitações de cada organismo. No entanto, em geral, são sentidos: dores de cabeça, coriza, tosse seca, fadiga, dores localizadas, mal-estar e uma febre acima de 38°C.

Uma vez que os sintomas, assim que identificados, não forem tratados, a gripe pode desencadear em uma pneumonia.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

Tendo em vista os sintomas parecidos, assim como a forma de transmissão, a gripe e o resfriado são constantemente confundidos. No entanto, suas causas se diferem.

O resfriado se trata da gripe em seu estágio inicial, em e seu estágio básico e difícil detecção. Contudo, os vírus que levam ao resfriado não são os mesmos do da gripe e que interferem no sistema respiratório de forma menos intensa.

Ao contrário da gripe, o resfriado não se origina dos vírus de subtipos como o H1N1, e podem ser advindos de diversos outros, dentre eles o rinovírus.

Prevenção da gripe

A ação preventiva à infecção pela gripe ocorre em base a cuidados cotidianos voltados à higiene e a aglomerações. Dentre alguns cuidados preventivos estão: Lavagem constante das mãos, uso frequente do álcool em gel e a vacinação em dia.

Evitar locais lotados e com grande fluxo de pessoas também faz parte da lista, além de que, caso esteja infectado, evitar sair de casa é essencial para não acabar contaminando outras pessoas. Cobrir a boca e o nariz ao tossir também é uma forma de conter a proliferação da virose.

Formas de tratamento

O nosso organismo já é capaz de combater o resfriado e a gripe, logo, o tratamento de ambas é baseado na medicação por analgésicos como o paracetamol, e antitérmicos, focando na redução dos sintomas.

A medicação por medicamentos diretos antivirais deve ser adquirida por meio de uma prescrição médica. Essas complicações, mesmo que consideradas leves, não devem ser subestimadas, levando em conta que podem desencadear outras doenças.

O médico deve ser consultado assim que o resfriado, assim como a gripe, for perceptível, além de que deve ser exigido uma boa ingestão de líquidos e o bom descanso do paciente.

O repouso é essencial, já que manter a vida ativa pode ser bastante prejudicial para a recomposição do organismo. Beber bastante líquido, por sua vez, ajuda a eliminar os mucos presentes nas vias respiratórias. Suco de laranja e limão com mel são bem-vindos.

Não deixe de vacinar

Mesmo tomando todos os cuidados, a melhor forma de realizar a prevenção da gripe é através do calendário vacinal. Seguir ele corretamente é a chave para a evitar a incidência, não só da gripe e suas fases, mas também de uma série de outras enfermidades.

A vacina da gripe é capaz de imunizar cerca de 70% a 90% de pessoas dessa complicação e pode ser encontrada em toda a cobertura nacional pelos postos de saúde.

As injeções da vacina devem ser feitas anualmente e o efeito é percebido após duas semanas da adesão. Não deixe de vacinar e de tomar os devidos cuidados com a prevenção e o controle da gripe, uma vida segura e mais saudável te espera.

Qualidade do sono: saiba como dormir bem

Qualidade do sono

A qualidade do sono, assim como a boa alimentação e a prática de exercícios é essencial para nossa saúde. Com a agenda lotada e com o estresse cotidiano, o descanso é diretamente afetado, e assim, surgem distúrbios como a insônia e a apneia.

A importância de ter boas noites de sono também é refletida no bom humor e na motivação do dia-a-dia, que são resultados da reposição devida de energia.

Dormir com qualidade é a fórmula para se ter um bom rendimento e para levar a vida de forma mais leve, positiva e saudável. Assim como procedimentos estéticos, como o invisalign, dormir bem é a chave de uma boa autoestima:

A importância de uma boa noite de sono

A importância de um bom descanso se baseia principalmente na reposição de energia que necessitamos para realizar nossas atividades cotidianas. Uma vez que não vemos a qualidade de sono como uma de nossas prioridades, afetamos o nosso rendimento.

É durante o repouso que as secreções de hormônios são liberadas e as células restauradas, além de que é nesse tempo que as memórias feitas no dia se concretizam no cérebro. A renovação de energia noturna também tem como propriedade o fortalecimento do sistema imunológico, prevenindo a incidência de certas enfermidades.

O indicado é que o horário perdure de 6 a 8 horas para que os efeitos e benefícios do sono sejam percebidos. No entanto, para que essas horas sejam suficientes, deve-se haver também uma preocupação com alguns fatores externos.

Como ter um sono de qualidade?

Como dito, a qualidade do sono não depende apenas da duração, mas também do ambiente, das ações prévias e da alimentação. Conheça as principais observações:

Evitar contato com eletrodomésticos

Dentre as preocupações na hora de dormir estão o contato com eletrodomésticos, que por sua vez devem ser evitados momentos antes de se deitar. Os aparelhos eletrônicos devem ser desligados pelo menos 30 minutos antes.

Aparelhos luminosos e celulares também devem ser evitados, fazendo com que o corpo já relaxe para que haja um melhor descanso. Caso seja necessário, escutar uma música ambiente pode contar a agitação.

Conforto

Para que o corpo relaxe de vez é muito importante que a combinação do colchão, do travesseiro, da fronha e do cobertor resultem em um local confortável. A ausência de luz também colabora para um ambiente mais agradável e para um adormecer mais fácil.

Na avaliação do seu quarto, se preocupe na retirada de objetos que possam te distrair durante à noite.

Cuidados com a alimentação

Quanto à alimentação, deve-se evitar o consumo de comidas com alto teor calórico momentos antes de ir para a cama. Alimentos muito gordurosos devem ser substituídos por aqueles que contenham boa quantidade de triptofano, de magnésio ou vitamina B6, já que auxiliam a sintetização da serotonina e induzem ao adormecer.

Refeições noturnas, como o jantar, devem priorizar alimentos naturais e leves e que sejam de fácil digestão e metabolismo.

Atividades relaxantes

Práticas de atividades que visem o equilíbrio e a harmonia corporal são ótimas maneiras de preparar e recompor o seu corpo e mente. Exercícios de Yoga, Pilates e meditação são algumas das execuções que podem ser adotadas em horários noturnos.

Além disso, essas práticas relaxantes permitem que aflições, pensamentos e memórias estressantes que possam ocupar a mente nesse momento inoportuno sejam sanadas pela tranquilidade e a concentração que essas execuções exigem.

Atividades físicas

As atividades físicas, por sua vez, colaboram com a qualidade do descanso já que em sua prática gasta uma grande quantidade de energia. O cansaço resultante do esforço físico implica na vontade de dormir e de repor a energia perdida.

O indicado é que a prática de atividade física seja feita ao menos 30 minutos por dia, em um horário que preserve um bom horário de folga.

Manter o sono regulado

Para a boa qualidade do sono também é importante que se tenha uma rotina. Além da duração, dormir sempre no mesmo horário faz com que o seu corpo se acostume e comece a se sentir cansado perto da hora estipulada.

Existem aplicativos que organizam o sono e possuem funções que medem e realizam esse controle. Programar alarmes no horário de ir para cama, além do de se levantar, é uma opção ainda mais prática.

Logo, para dormir bem é necessário prezar por bons hábitos, são eles os fatores que regulam e estabelecem a nossa saúde geral. São esses pequenos cuidados e medidas cotidianas que tornam possível um repouso renovador e um envelhecimento saudável.